
A Previdência Social enfrenta uma crise grave, com demissões de servidores, cortes de serviços e risco de colapso no atendimento a aposentados. Acordos com empresas terceirizadas foram rompidos pelo governo federal, levando a filas maiores e atrasos em benefícios. Em 2024, o INSS já acumulava 1,8 milhão de pedidos pendentes, segundo o TCU. A situação é agravada pela falta de digitalização eficiente e pela má gestão de recursos.
O governo Lula promete contratar mais servidores, mas a demora frustra beneficiários, que enfrentam meses de espera por perícias e aposentadorias.
A crise é resultado de anos de negligência, que entre outros, priorizou gastos com propaganda em detrimento do INSS. Aposentados, que contribuíram a vida inteira, agora pagam o preço da ineficiência estatal, enquanto o governo evita assumir responsabilidade.