
Capitão Ayub = Capitão Bolsonaro
Aparentemente, o sistema criou a sua própria versão da série "Fauda".
Na versão original, Gabi Ayub (capitão) é traído e sequestrado por quem ele mesmo alimentou (Omar). Como peça central de inteligência, Ayub é torturado para entregar os pontos. O que prejudica toda a equipe. Levando muitos de seus colegas a morte.
Na versão tupiniquin, Bolsonaro é sequestrado pelo sistema (muito parecido), traido por ( Mauro Cid), já que Filipe Martins (6 meses preso) não cedeu. Preso, cercado, sem direito a defesa real, sem crime comprovado. A tortura contra o capitão @jairbolsonaro não é física, é pior: é psicológica. E tudo com um objetivo: fazê-lo desistir de sua influência política no Brasil. Para que entregue os pontos publicamente e enfraqueça a confiança de seus seguidores. Querem que Jair Bolsonaro saia e deixe o espaço livre para o sistema.
O fato de haver policiais na sua casa; da obrigação do uso da tornozeleira eletrônica (como criminoso perigoso), privação da sua liberdade e proibição de sua comunicação social, afetaram profundamente o sistema neurológico e psicológico do presidente. O mesmo que acontece com Ayub.
A voz frágil e vacilante, reflete tortura psicológica, impotência e desorientação. O vídeo consegue transmitir o que sempre marcou a pessoa de Bolsonaro e o que me fez a ele se apegar: a sua humanidade.
E é isso que eu vou sempre defender, vou contar para os meus netos e vou fazer uma defesa peremptória, do único homem que ousou enfrentar o sistema de corrupção mais organizado que o Brasil já teve. Isso, sem utilizar os meandros sujos de projeto de poder da política nacional. Ele usou a alma, a sinceridade e a sua voz, que agora, está sendo gradativamente sufocada.
Sérgio Júnior