
(O Juiz do ego ferido)
É duro admitir, mas a esquerda avisou. Lindenberg, Gleise, Willys, e companhia disseram que D.Pedro III era despreparado e que usava a repressão contra os movimentos sociais. E de fato o é.
O Bolsonarismo é, sem dúvida, o movimento social, cultural e político, mais orgânico que o Brasil já construiu em toda a sua história. E D.Pedro III, resolveu fazer de tudo para destruir esse movimento.
É válido lembrar que, quem trouxe o "alligator" para fora do pântano foi o Temer. Tudo com o fim de preservar as imagens da vida íntima de sua mulher. Hilário, para preservar a privacidade de alguém, Temer nos deu um voraz invasor de privacidade. O algoz do Brasil foi abocanhando pouco a pouco as suas vítimas. Algumas, conseguiram escapar milagrosamente: Ludmilla, Allan e outras. Mas por aqui, ficaram ou retornaram, Anderson Torres, Filipe Martins, Daniel Silveira, Silvinei Vasquez, Heleno, Braga Neto e o mais corajoso de todos: @jairbolsonaro .

A autenticidade de Jair sempre suscitou a hipersensibilidade oculta em muitas personalidades públicas brasileiras. As dos artistas e dos jornalistas (sobretudo da globo) são as mais visíveis. O que para mim foi realmente surpreendente foi a revelação da hipersensibilidade de agentes da lei ou militares. Exemplo, um homem com a fama do Santos Cruz, agir igual um adolescente birrento. O modo pelo qual Sérgio Moro saiu do governo, demonstrando todo o seu grau de imaturidade. E D.Pedro III por sua hipersensibilidade e vingança.

O fato é que na maior manifestação que eu já vi, em 7 de setembro de 2021, Bolsonaro, já aborrecido com o inquérito das "fakenews" que só mirava Bolsonaristas, disse:
"Sai, Alexandre de Moraes! Deixa de ser canalha! Deixa de oprimir o povo brasileiro, deixa de censurar o seu povo". Mas, convencido pelo dono do alligator(Temer), Jair recuou.

A verdade é que @jairbolsonaro é nobre em sua personalidade. Se achar que exagerou, ele tem humildade para pedir desculpas. Exatamente como fez em junho, no seu "julgamento". Inclusive, convidando D.Pedro III para ser seu vice em tom de brincadeira.
E mesmo antes, já tinha se encontrado com seu algoz naquele famoso "levanta, porra", demonstrando ter superado o entrevero.

Mas não para Senka-Bêlo. Ele não admite concorrência no âmbito do poder ou da fama. A questão é que Bolsonaro é um perito em quebrar egos e, com D.PEDRO III, isso é imperdoável.
No cerne desse embate desequilibrado, revela-se uma verdade incômoda sobre o poder no Brasil: a hipersensibilidade não é mero traço pessoal que suscita vingança, mas uma arma estratégica que desestabiliza instituições.

Jair Bolsonaro, com sua autenticidade crua e capacidade de expor fragilidades alheias, atua como um espelho implacável para egos inflados. D. Pedro III, incapaz de tolerar reflexos que diminuam sua estatura, mobiliza o aparato jurídico-político não por defesa da democracia, mas por uma vingança velada contra quem ousou eclipsá-lo.
Esse desequilíbrio – força bruta de um lado, lei torcida como instrumento de repressão do outro – transforma o STF em arena de vaidades, onde o movimento bolsonarista, orgânico e resiliente, é caçado não por crimes, mas por desafiar o monopólio da narrativa.

Bolsonaro resiste como símbolo que expõe a imaturidade de generais, juízes e jornalistas. Santos Cruz e Moro, outrora ídolos de compostura, revelam-se adolescentes birrentos ante críticas; D. Pedro III eleva isso a patamar institucional, provando que ser anti-sistema no contexto brasileiro é pecado capital.
O bolsonarismo sobrevive a cada ato de censura, perseguição e repressao, o que reforça sua organicidade. Ferir, prender ou até matar Bolsonaro, só autentica a naturalidade do movimento criado por ele.

O Brasil, nesse ciclo de egos feridos, precisa de maturidade jurídica e política – ou assistirá aos poderes devorarem-se numa autofagia institucional, deixando apenas cinzas da República adolescente da América do Sul.
Sérgio Júnior