
Vivemos um momento peculiar da História quando a beleza, o mérito e a tradição foram postos no banco dos réus. O anúncio da fabricante de jeans norte-americana American Eagle, com Sydney Sweeney – branca, loira, de olhos azuis e linda; a personificação daquilo que os radicais woke tentam demonizar – tornou-se um símbolo inesperado dessa batalha cultural. A empresa, que está faturando fortunas, não apenas promoveu seu produto: ela, conscientemente ou não, acabou respondendo a um mercado saturado do discurso disforme e do culto ao feio que a esquerda progressista alimenta.
O slogan “She has a great jeans” é um trocadilho simples, porém carregado de uma provocação sutil: “jeans” e “genes” soam idênticos, em inglês. Porém, a acusação de “supremacia branca” contra Sydney não passa de um ataque ressentido, destinado a desconstruir o que eles não podem alcançar nem compreender – a beleza natural, a força da genética, o orgulho legítimo. E essa guerra simbólica não é isolada: para piorar, a atriz é filiada ao Partido Republicano e Donald Trump não esconde o orgulho que sente ao ver nela uma representação viva dos valores conservadores americanos, tendo já expressado isso em recente entrevista ao embarcar no Air Force One.
Soma-se a tudo isso uma poderosa referência retrô na peça publicitária em que Sydney dirige – dirige não, dá uma verdadeira “fritada de pneus” – em um Ford Mustang 1966, sendo este um outro aceno claro para uma tradição que os wokes tentam varrer do mapa. O Mustang, símbolo da identidade americana, da virilidade, liberdade, da força e um dos automóveis mais cafajestes já produzidos, contrasta diretamente com os ataques da esquerda que buscam nivelar tudo por baixo, apagando história e mérito, virilidade e feminilidade. Enquanto isso, a American Eagle segue rindo no lucro, captando um mercado que cansou da narrativa doentia que celebra o feio, o caótico, andrógino, emasculado, disforme e apocalíptico.
Se olharmos um pouco mais para trás, a crise da cultura woke tornou-se evidente desde as Olimpíadas de Paris, um real ponto de inflexão. A cerimônia de abertura, com sua verdadeira missa negra juntando travestis e crianças, obesos e pervertidos, foi um prenúncio do esgotamento dessa visão, que terminou por chocar o mundo e produzir protestos generalizados. O atestado de óbito da lacração woke veio posteriormente com a Jaguar, fabricante inglesa de automóveis, que protagonizou uma das campanhas publicitárias mais desastrosas da história recente: um anúncio de carros sem sequer mostrar um veículo, com modelos das chamadas minorias raciais – não exatamente exemplares de beleza – vestidos como em um desfile de moda bizarra, criando uma atmosfera mais deprimente do que inspiradora.
Esse fiasco da Jaguar foi um réquiem da cultura woke. Mostrou que, quando o discurso é desconectado da realidade e a estética é sacrificada em nome de uma “inclusão” forçada, o público se afasta. A American Eagle, nesse cenário, parece estar capitalizando essa rejeição, oferecendo uma alternativa: beleza, tradição, e algo genuíno para quem não quer mais viver nesse mundo paralelo e disforme, onde o apocalíptico e o perverso são enaltecidos como valores – o que é óbvio, pois quem assiste TV, cinema ou busca as artes, quer ver beleza, glamour, sonho. De feio e podre, basta a vida real e cotidiana.
O Brasil Paralelo já destacou esse fenômeno, e não é por acaso que a reação contra Sydney Sweeney e seu anúncio se transformou num circo de acusações ridículas nas redes sociais e endossadas pela grande mídia, ideologicamente pervertida. A esquerda radical, incapaz de oferecer algo melhor, prefere atacar o que não entende ou não alcança. Para eles, a simples existência de “bons genes” e da beleza objetiva é uma afronta. Mas a verdade é que o mercado fala mais alto – e ele está dizendo que quer tradição, ordem e estética, e não o caos feio e rancoroso que os progressistas tentam impor.
Ao final, a beleza capitalista de Sydney Sweeney – sim, capitalista, pois ela vende o que tem e sabe que é efêmero – é mais do que um produto de marketing: podemos agora, após tanto “mimimi” lacrador das barangas canhotas, vê-la como um símbolo de resistência contra o absurdo, um lembrete de que nem toda mudança é progresso, e que a ordem natural das coisas – a beleza, o mérito, a tradição – ainda tem seu lugar de direito, jamais perdido e apenas abafado, mesmo que alguns insistam em negar isso com gritos e ataques vazios.
Quando recebemos a benção de um dom, não usá-lo é uma desfeita – verdadeira afronta – à Deus.
As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental.
Ainda mais no show business.
Walter Biancardine