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Modo Desespero

A Cortina de Fumaça de Moraes

Sérgio Júnior
Por: Sérgio Júnior
05/08/2025 às 07h12 Atualizada em 05/08/2025 às 07h33
Modo Desespero

MODO DESESPERO - A CORTINA DE FUMAÇA DE MORAES 

 

O grande vulto das manifestações de domingo em todo o Brasil e, as revelações bombásticas feitas por @shellenberger trazendo à tona uma força-tarefa ilegal montada por Moraes para prender e manter presas, pessoas que não ofereciam qualquer risco à sociedade. Terminaram por acuá-lo de tal forma que, como um animal selvagem, ele ativou o modo desespero.

Afim de demonstrar que é ele quem manda no Brasil, o ministro nem consultou a PGR, mandou prender Bolsonaro. 

Fato é que Moraes estava "jogando" sem marcação o tempo todo, mas a partir de julho, quando Trump resolveu entrar no jogo, a coisa mudou. 

Desde que as sanções internacionais começaram a apertar o cerco, com os EUA taxando o Brasil em 50%, a União Europeia ameaçando punições por repressão à oposição (@jairbolsonaro) e desrespeito aos direitos humanos, e Alexandre de Moraes sendo alvo de sanções pessoais, o establishment percebeu que seria combatido fortemente. Como diria Tino Matos: sentiu!.

 

A estratégia usada era a mesma de sempre: dissuadir, desanimar, fazer o povo acreditar que o sistema era intocável.

Mas, as manifestações desse domingo 03 de agosto ativaram um alerta de movimento nacional. Ou seja, não foi apenas na Av. Paulista ou Copacabana, foi no Brasil inteiro. Várias capitais brasileiras levaram pessoas às ruas para protestar contra Lula e Moraes. 

Quando a “Vaza Toga” expôs as entranhas do corporativismo judicial na sua primeira fase com @ggreenwald , eles correram para formar um cordão de proteção em torno de Moraes. Agora, com o Brasil isolado no cenário global, tentaram usar a mesma tática psicológica. As risadas confiantes, as notas oficiais, os editoriais complacentes — tudo é coreografado para te convencer de que eles estão no controle. Mas ontem, com as revelações vergonhosas que demonstraram que o 08 de Janeiro foi uma farsa montada. E a denúncia da ONG americana Civilization Works, que acusou o ministro Alexandre de Moraes de usar infiltrados em grupos de WhatsApp e Telegram para obter informações sobre os envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, sem autorização judicial. O cerco se fechou.

Segundo a ONG, isso representa abuso de poder, violação do devido processo legal e perseguição política.

O relatório afirma que o TSE teria atuado como órgão de inteligência, coletando dados de forma irregular. 

Moraes precisava, de algum modo,

desviar a atenção do público e reduzir as repercussões negativas sobre as letais revelações feitas pelos jornalistas @FabioSerapiao @EliVieiraJr, @david_agape_ e @shellenberger.

Tanto o ministro, como toda a corte, assim também como o braço de apoio dele na imprensa, a Globo( que demitiu jornalistas subitamente), sabem que é insustentável a sua permanência no cargo. 

Para tentar conter os danos, imaginando poder abafar a repercussão, Moraes ativou o modo desespero e numa filigrana hermenêutica, mandou prender Jair Bolsonaro. O tiro saiu pela culatra. 

A questão é que perseguir dissidentes, invadir casas, ameaçar famílias, censurar redes sociais, não passa despercebido. O mundo está vendo. As sanções são prova disso. Mas o Brasil também se levantou e, ontem mesmo, já começou a mostrar que não vai mais tolerar os abusos.

Moraes apostou na desistência. Mas o povo o pressionou no estádio. Ele deu o dedo do meio. Um gesto absurdo para um ministro da corte de justiça do Brasil. Ele queria que o povo olhasse para a prisão de Jair e pensasse: “Não tem jeito”. Aconteceu exatamente o contrário.

NINGUÉM CAIU NA ARMADILHA!

O número de postagens sobre as denúncias aumentou. A Casa Branca se pronunciou e o povo já fala em Greve Geral.

As reportagens de ontem e a quantidade de gente nas ruas no domingo em todo o Brasil; são sinais de que o país não aceita mais a repressão. 

É hora de amplificar essas vozes, de repetir as denúncias, de usar as redes para organizar e mobilizar. 

Ele está assustado e isolado.

 

Não é hora de recuar ou de acreditar que o sistema é invencível. É hora de mostrar que não desistiremos da nossa liberdade.

 

#BRASILCOMBOLSONARO 

#BrasilNaRua #VazaToga2

#Paralisaçãojá

 

Sérgio Júnior

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Sérgio Junior
Sérgio Junior
Sérgio Júnior é um escritor e pensador brasileiro, graduado em artes da teologia, membro n°23 da Academia Internacional de Literatura Brasileira de NY (AILB).
Um romancista ficcional, analista de cenários sociais, poeta e filósofo.
Em 2021 e 2022, disputou os prêmios de destaque literário pela Focus Brasil na AILB, idealizado por Nereide Lima e na premiação "Melhor do Brasil na Europa ", pela revista "High Profile Magazine" na Inglaterra, por causa do sucesso do livro "Eu no seu funeral" lançado pela CRV editora no Paraná.

Recentemente, Sérgio Júnior tem sido notícia em vários portais na internet , por seu livro " O SEGREDO DOS NEGROS VENCEDORES " lançado em 2023.

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