
Mesmo considerando o descrédito e o desprezo popular que os próprios institutos de pesquisas criaram para si mesmos ao divulgarem números de pesquisas eleitorais completamente fora da realidade frente aos resultados finais dos pleitos, marcados por distorções tendenciosas, oportunistas, gananciosas e sem precedentes, trago um quadro que tem a capacidade de aumentar o desespero da esquerda para o fim que os espera neste 2º turno, no próximo domingo, dia 25.
Destaco que se trata de uma tendência e não de qualquer afirmação de “já ganhou” por parte da campanha do candidato Flávio Bolsonaro. É uma simples percepção pessoal.
Baseado no levantamento do Poder 360 (ver abaixo), que traz os números de treze empresas de pesquisas dos dias 3 a 18 de outubro, eu apresento a média destes resultados. Detalhe: o Poder 360 deixou a Veritá fora da lista, que ficou em primeiro lugar no ranking das que ficaram mais próximas do resultado final do 1º turno, com apenas 0,01% de diferença. Para o segundo turno, a Veritá apresenta números iguais aos da Atlas/Intel: Lula com 48,9% e Flávio com 51,1%, e a mesma margem de erro — 1%.
O que chama a atenção, além da verificação de que Flávio Bolsonaro está à frente numericamente em doze delas (com a Veritá, seriam 13), com três apresentando percentual de intenção de votos superando a margem de erro (com a Veritá, seriam 4). A média que apurei é contundente. Veja que, se considerado inalterado o apurado para o Flávio, e somarmos a margem de erro apenas ao Lula, vamos ver que o petista teria apenas 0,01% à frente.

Se não considerarmos a “boa vontade” da única que dá vitória ao Lula (Vox Brasil), e usarmos o mesmo conceito acima - a apuração do Flávio inalterada e somar a margem de erro apenas para o Lula -, o Flávio, ainda assim, ficaria à frente do petista em 0,33% (com a Veritá, 0,40%)

Definitivamente, a derrocada no próximo domingo não parece ser o destino apenas da esquerda…