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“NADA FOI COMO DISSERAM”: PANDEMIA OU ENGENHARIA SOCIAL?

PESQUISADORA BOLIVIANA AFIRMA QUE A PANDEMIA FOI UMA OPERAÇÃO GLOBAL E QUESTIONA A EXISTÊNCIA DO VÍRUS

Walter Biancardine
Por: Walter Biancardine
04/02/2026 às 13h46 Atualizada em 04/02/2026 às 13h51
“NADA FOI COMO DISSERAM”: PANDEMIA OU ENGENHARIA SOCIAL?

Ela diz que o vírus nunca foi isolado, que as vacinas não imunizam, que hospitais mataram mais do que salvaram e que a pandemia foi usada como instrumento de controle social em escala planetária. Ao longo desta entrevista, a cirurgiã-dentista Liliana Zelada Rück – que se interessou pelo assunto ao lidar com a possibilidade das anestesias dentárias estarem contaminadas – apresenta uma visão radicalmente dissidente sobre a Covid-19, acusa governos, indústria farmacêutica e mídia de promoverem medo deliberado e afirma ter encontrado, em vacinas e medicamentos, substâncias como óxido de grafeno e nanotecnologia. Concorde-se ou não com suas conclusões, o conteúdo levanta questões que desafiam a narrativa oficial e ajudam a entender por que o debate sobre a pandemia continua longe de terminar.

Vamos direto ao que interessa:

Qual sua formação profissional e como começou seu interesse pela doença e, principalmente, pelas vacinas?

LZR - Meu nome é Dra. Liliana Zelada Rück, sou cirurgiã-dentista, especialista em Endodontia pela Pontifícia Universidade do Rio de Janeiro e pela Universidade Gabriel René Moreno de Santa Cruz, Bolívia. Sou também Mestre em Implantes com menção em Periodontia pela Universidade de Buenos Aires e pela Universidade Misael Saracho de Tarija.

Desde o início da falsa pandemia comecei a estudar e a participar de grupos da Resistência, porque sabíamos dos planos de despovoamento mundial da Agenda 2030, e comecei a ajudar as pessoas com dióxido de cloro, ivermectina e vários outros produtos anti-inflamatórios, salvando muitas vidas, procurando não levá-las aos hospitais, onde ocorriam muitas mortes e tratamentos com os quais eu não concordava e sigo não concordando até hoje.

Em 2022, ao ver um vídeo da Quinta Coluna (https://www.facebook.com/profile.php?id=100076446626073), onde mostravam que os anestésicos dentais estavam contaminados com óxido de grafeno, iniciei minhas primeiras investigações sob o microscópio, onde pude confirmar que TODAS as vacinas contra a Covid-19, as vacinas do calendário, os anestésicos dentais, os colírios, o soro fisiológico e os injetáveis estavam contaminados com óxido de grafeno e nanotecnologia.

Comprei meu próprio microscópio e levei vacinas e muitos medicamentos a congressos no Brasil e na Argentina, mostrando as evidências ao vivo.



Em sua experiência, a Dra. crê que a COVID seja uma doença fatal ou, tal qual uma pneumonia, seria algo grave mas passível de cura completa, com tratamento adequado?

LZR - Segundo o Dr. Luis Marcelo Martínez, o fenômeno da Covid-19 não deve ser interpretado como uma crise sanitária natural, mas como uma operação psicológica planejada, orientada a modular a natalidade, a reprodução humana e as liberdades individuais.

Diagnóstico PCR
Martínez sustenta que o teste PCR desenvolvido por Christian Drosten foi apresentado antes do anúncio oficial do SARS-CoV-2. Segundo explica, o protocolo conteria erros técnicos que permitiriam ajustar resultados positivos ou negativos conforme critérios estatísticos.

Autópsias e protocolos médicos
O profissional afirma que a OMS recomendou não realizar autópsias. Aponta como exceção o Dr. Pasquale Bacco (Itália), que realizou estudos post mortem e observou danos pulmonares associados à ventilação mecânica profunda. Também descreve o uso de morfina, ansiolíticos e respiradores em idosos. Cita o epidemiologista John Ioannidis, indicando que a letalidade seria comparável ou inferior à da gripe comum.

Componentes detectados nos inoculantes
Martínez refere-se a análises com microscopia eletrônica realizadas na Itália, Alemanha, Espanha e Argentina, onde teriam sido observados metais pesados, corpúsculos e estruturas orgânicas. Cita a Dra. Antonietta Gatti (Itália, 2017) por antecedentes semelhantes em vacinas antigripais. Descreve a presença de grafeno, ao qual atribui propriedades eletromagnéticas.

5G e controle biológico
Relaciona o início dos sintomas com a implementação da tecnologia 5G, observada primeiro em Wuhan e depois na Itália. Analogia do Dr. Martínez: PCR como software, medo como interface, grafeno e 5G como hardware biológico.

Quanto ao tratamento, deve ser tratado como uma gripe forte, basicamente desinflamando.

A Covid é: uma síndrome de irradiação aguda.

Usar ibuprofeno, antigripal, aspirina infantil e, nos casos em que haja infecção de garganta, usar também azitromicina.

Na Bolívia usamos muito o dióxido de cloro, que já está legalizado, e a ivermectina com grande sucesso.



As vacinas, e me refiro à totalidade das oferecidas, oferecem uma real imunidade contra o vírus?

LZR - Uma vez que o vírus SARS-CoV-2 não existe, porque ninguém o isolou nem o sequenciou no mundo, as vacinas não servem nem para prevenir nem para tratar e são uma completa mentira, porque muitos cientistas já as analisaram e tampouco têm mRNA. Tudo foi manipulado e começaram inventando uma pandemia para poder inocular com vacinas: óxido de grafeno, 55 elementos da tabela periódica, alguns radioativos, e nanotecnologia.

O ex-ministro da Saúde alemão Jens Spahn acaba de reconhecer diante do Bundestag que as vacinas contra a Covid não foram projetadas para evitar a transmissão e que, na realidade, foram “testadas no mercado”. Por trás dessa admissão desmorona todo o arcabouço moral sobre o qual foram impostos os passaportes sanitários, a discriminação e o silenciamento daqueles que pediam prudência.

O que muitos chamavam de “proteção coletiva” era uma arquitetura de coerção e medo. A ciência falseada e usada como escudo político; a ética, como adorno descartável. E, enquanto isso, milhões de pessoas na Europa, na Espanha, na América Latina e em tantos outros lugares éramos privadas de direitos, e uma grande maioria de trabalhadores em todo o mundo estigmatizada e obrigada a escolher entre sua consciência e seu sustento.



Em sua opinião, quais as razões para a propalada necessidade de tantas doses da vacina?

LZR - Com maior quantidade de doses, garantia-se que as pessoas estivessem doentes ou mortas. Nem todas as vacinas são iguais, não existe placebo, mas por serem diferentes, umas são mais mortais que outras. Nunca vi nenhuma que não tivesse nada.



A aplicação das mesmas em crianças, gestantes, pessoas acometidas por outras doenças e idosos seria recomendável?

LZR - Nenhuma vacina é recomendável para crianças, nem para gestantes, nem para as pessoas em geral. Enganaram-nos a vida inteira e elas não contêm o que dizem os prospectos. O próprio vírus do sarampo jamais foi isolado por ninguém no mundo, e existe um médico, o Dr. Stefan Lanka, que ganhou um processo na Alemanha onde ninguém pôde demonstrar a existência do vírus.

E a pergunta seria: se não existe o vírus do sarampo, com o que estão fabricando a vacina tríplice viral (SCR) ou (MMR e MMRV)? E a mesma pergunta é válida para o vírus do HIV e o do SARS-CoV-2.

A doutora Ana Maria Mihalcea, MD, PhD, tem muitos vídeos, estudos e provas sobre a vacina contra o sarampo, a caxumba, a rubéola e a varicela para crianças, onde mostra “enxames de nanobots, pontos quânticos de grafeno e hidrogel de autoensamblagem”. Ela demonstra a presença desses nanobots no sangue, na saliva e no sêmen das pessoas, e que podem permanecer até no sangue de pessoas já falecidas durante meses. E isso é terrível!

Creio firmemente que com as vacinas injetam na humanidade as doenças e coloco em dúvida a doença da tuberculose, que em meu país atinge 70% da população quando TODOS estamos vacinados contra ela. Isso seria impossível se pensarmos que as vacinas são as que evitam as doenças.



O que é, afinal, o tão falado mRNA? Existe efetividade na proteção? E efeitos colaterais ou outros danos?

LZR - Isso do mRNA é pura mentira, inventada para poder injetar na humanidade o veneno, já que supostamente as vacinas foram criadas em tempo recorde (acho que 5 meses). Assim como também mentiram com a presença da proteína Spike, que ninguém demonstrou que exista no mundo inteiro e foi inventada para encobrir o óxido de grafeno, o hidrogel e a nanotecnologia. Não pode existir a versão sintética da proteína de um vírus patogênico imaginário. A retórica do mRNA e da Spike é própria dos laboratórios farmacêuticos. É a cortina de fumaça de dezenas de compostos tóxicos hoje já presentes praticamente em todo tipo de injetáveis.



Existem muitas “teorias da conspiração” referentes à diminuição da população global (algo abertamente defendido por pessoas como Bill Gates ou George Soros), engenharia social e que apontaria até mesmo como uma estratégia de indução à aceitação de uma governança global, iniciada pela OMS. A Dra. enxerga algum fundo de verdade nestas teorias ou tudo não passou de manobra das Big Farmas para obtenção de lucros estratosféricos?

LZR - A teoria da conspiração relacionada à diminuição da população é totalmente certa, mas não se trata apenas disso, e sim de controlar, manipular, submeter, neuromodular e transumanizar o ser humano.

No Chile já existe a Lei de Neurodireitos e o Transumanismo.



Quanto à posição de muitos médicos que defenderam de maneira veemente a vacinação, a Dra. acredita em mera boa fé incompetente ou existiu dolo real? E quanto ao terror psicológico implementado pela mídia mundial, que atingiu até mesmo as esferas políticas? (Ex: Donald Trump nos EUA e Jair Bolsonaro no Brasil) A Dra. teria uma posição quanto a estas questões?

LZR – Grande parte dos médicos está completamente submetida e entregue ao Sistema e, ainda que pensem de maneira diferente e até eles mesmos não apliquem as vacinas, é mais importante a carreira profissional e a questão monetária do que qualquer outra coisa. Conheço muitos que não indicam que as pessoas não devam se vacinar, mas fazem isso com suas famílias e, ao mesmo tempo, tomam medicação alternativa que em suas consultas jamais indicariam. Se os médicos tivessem tido uma postura firme diante do engano, outra teria sido a história, mas eles não reconhecem que se equivocaram e passará muito tempo até que o façam.

Os meios de comunicação foram fundamentais para criar esse terror e para que milhares morressem de medo e se aplicassem os venenos. A maioria deve ser paga, porque não há outra maneira de explicar essa atitude mentirosa e de defesa das grandes indústrias, dos protocolos, do uso de máscaras e de todos os elementos de proteção, quando nada disso foi verdadeiro.



A Dra. já foi, em algum momento, perseguida, censurada ou prejudicada de alguma forma em decorrência de suas pesquisas e palestras? Isto afetou sua vida pessoal ou familiar?

LZR - Devo reconhecer que jamais fui perseguida nem ameaçada, nem sequer no trabalho. Apenas fui censurada pelas redes sociais como Facebook, Instagram e atualmente continuo sendo no TikTok. Minha vida familiar não foi afetada em nenhum momento.



Como a Dra. enxerga o futuro no quadro da saúde global, a curto ou médio prazo?

LZR - O cenário da saúde global é totalmente incerto e ainda mais agora que estão inventando uma nova pandemia com um novo vírus inexistente, mas acredito que as pessoas não voltarão a cair na armadilha de se deixarem confinar, manipular e inocular com as novas pseudovacinas que já têm preparadas, como as anteriores, e que nos fizeram acreditar que foram feitas de emergência, mas que já estavam prontas há muito tempo (essa tecnologia militar é impossível de ter sido criada de imediato).



Walter Biancardine

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Lilian Lazcano Há 4 dias Bolivia Excelente entrevista, solo este tipo de medios dan cobertura a la verdad! Un saludo desde el único país en el mundo que tiene la Ley del Dióxido de Cloro que salvó muchas vidas durante la pandemia. Mucha fuerza a mi compatriota Liliana Zelada que la verdad siempre triunfa aunque nos enfrentamos a grandes intereses como los de la farmafia y un plan apuntado a las despoblación.
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Walter Biancardine
Walter Biancardine
Walter Biancardine é jornalista, ex-aluno de Olavo de Carvalho, autor de seis livros e já trabalhou em jornais, revistas, rádio e TV.
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