
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou ontem, 30 de maio, uma medida provisória que congela verbas de ministérios cruciais, como Saúde, Defesa e Cidades. Justificada como ajuste fiscal, a decisão provocou indignação entre parlamentares da oposição, que acusam o governo de sacrificar áreas essenciais para sustentar promessas populistas. O corte, que afeta diretamente serviços públicos, deve intensificar os embates entre o Planalto e o Congresso, liderado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta.
Analistas criticaram a medida como um sinal de má gestão. “Lula corta onde o povo mais precisa, mas mantém os privilégios da elite política”, destacou um editoria da Revista Oestel. A medida provisória, que também aumenta o IOF, impacta o bolso dos brasileiros e alimenta a percepção de que o governo prioriza interesses políticos em vez do bem-estar da população. O Congresso promete resistir. Espera que a briga não resulte em mais prejuízos.