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Internacional

VENEZUELA ÀS VOLTAS COM NICOLÁS MADURO. NÓS COM LULA PODRE.

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AMBOS FRUTOS DO MESMO SOCIALISMO DECADENTE E DESTRUIDOR DE SOCIEDADES.

As bravatas de Lula são tão previsíveis que qualquer militante de esquerda seria capaz de pegar um microfone e “ser” Lula. Ele não fala novidades, não faz piadas novas e quando prevê o futuro só o faz ameaçando os adversários e opositores, como quem imagina que ainda pode meter medo em alguém.

A tal caravana por 25 cidades do interior é uma tentativa desesperada de criar factoides que possam sugerir que ele ainda é querido pelo povo, e que a justiça não quer é deixá-lo ser candidato porque ganharia de qualquer opositor. Mas, para que a tal caravana se realize com os filminhos pré-agendados com a militância, ele precisa da escolta dos movimentos sociais.

MST, MTST e outras gangues do gênero não apenas acompanharão Lula. Tal qual logística de guerra, os alcoviteiros lulistas chegarão antes em cada cidade para preparar terreno para a chegada do messias das trevas. A intenção é pura e simplesmente amedrontar qualquer opositor ou movimento nesse sentido, além de identificar almas penadas dispostas e interessadas em sair na foto. E nos filminhos.

Lula queria ter sido o que Maduro é hoje, declaradamente, um ditador. Mas aqui é o Brasil e, felizmente, mesmo com todo o apoio que recebeu durante seus governos, Lula jamais esteve perto disso, e apodreceu antes, sem conseguir deixar sementes capazes de germinar, porque sementes estragadas não brotam, e se ameaçam, não sobrevivem.

Para desconsolo de quem quer um Brasil melhor, talvez Lula não venha a ser preso, porque sua podridão contaminou todos os cantos e recantos institucionais da república. Entretanto, jamais conseguirá usufruir de tudo que roubou, e nem mesmo conseguirá andar pelas ruas novamente sem prescindir dos seguranças e das escoltas feitas pela corja que sobrevive dos fungos que tudo que é podre produz.

Lula não tem mais coragem de apoiar Maduro publicamente, e reza todos os dias para que Maduro pare de falar seu nome em público. E reza mais ainda para que a imprensa divulgue cada vez menos o que Maduro falar. Atrevo-me a dizer que nessa altura do campeonato Lula até torce para que Maduro caia logo. Nem que seja de maduro.

O ponto é que, seja como for, o fim de ambos está sacramentado, e mais dia ou menos dia, os dois serão apenas páginas manchadas nas histórias dos dois países.

E o fato é que todo fruto novo começa verde. Quem sabe oliva?

Internacional

França deve rejeitar o acordo de livre-comércio UE-Mercosul – Tradução jornal Liberation

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França deve rejeitar o acordo de livre-comércio UE-Mercosul - Tradução jornal Liberation

Estes são os brasileiros traidores do Brasil e da América do Sul que assinaram o documento.

O Ministro de Assuntos Exteriores começará, dia 27 de julho, sua visita no Brasil – principal parceiro comercial da França na América Latina. Na linha de fogo está o acordo comercial com Jair Bolsonaro, cujas consequências ambientais e sociais são consideradas inaceitáveis pelas partes signatárias. 

De 27 a 30 de julho, o Ministro de Assuntos Estrangeiros francês, Jean-Yves Le Drian, se desloca ao Brasil para encontrar-se com as autoridades e empresas. Essa viagem ocorre umas semanas após a visita ao Quai d’Orsay (sede do Ministério da Europa e dos Assuntos Estrangeiros) do seu homologo Ernesto Araújo, e à realização de um encontro internacional do MEDEF sobre as oportunidades comerciais com o Brasil, onde as vantagens de reforma da aposentadoria – que reduz os direitos sociais dos trabalhadores brasileiros – foram evocadas. Os dos países não tinham uma atividade bilateral tão intensa há anos. 

O Brasil está longe de ser o principal parceiro comercial da França na América Latina, com trocas comerciais que ascendem aos 7,5 bilhões de euros, 900 empresas francesas implantadas e grandes perspectivas de expansão apesar da concorrência cada vez mais forte dos atores chineses. Assim, o acordo de livre-comércio entre a União Europeia e o Mercosul é considerado estratégico pelo governo e o patronato. Além de favorecer a importação de matérias-primas para a Europa, deve reduzir consideravelmente as barreiras alfandegárias à exportação de produtos manufaturados. A indústria local, já bastante frágil, será dizimada. O acordo prejudicará altamente ao desenvolvimento econômico e social do Brasil e de outros países latino-americanos. 

Entretanto, Emmanuel Macron parece ter esquecido um detalhe que não tem valor comercial: os danos ambientais irreversíveis causados pelo tratado. Ainda assim, no G20 em Buenos Aires em novembro de 2018, pouco tempo depois da eleição do Jair Bolsonaro para a presidência do Brasil, ele afirmou que condicionaria a assinatura do acordo à manutenção do Brasil no Acordo de Paris.

Bolsonaro anunciou várias vezes durante sua campanha eleitoral que queria sair dele.  Mas aparamente, saudações entre ministros e chefes de Estado na última Cimeira G20 em Tóquio foram suficientes para o presidente brasileiro convencer da sua vontade de preservar o ambiente. As palavras do Emmanuel Macron ficarão sem sentido se as trocas entre a França e o Brasil se multiplicam. Os volumes de dióxido de carbono emitidos para a atmosfera registrarão a mesma evolução. Nessas condições, a possibilidade dos critérios do Acordo de Paris serem respeitados é muito pequena. 

Esperamos que Jean-Yves Le Drian tenha previsto na sua agenda uma visita à floresta amazônica, onde o desmatamento acelerou de 88% desde 2018, bem como uma visita às tribos índias ameaçadas pelas milícias do agronegócio e aos túmulos das centenas de defensores do ambiente que foram assassinados nos últimos anos (uma cifra que não para de aumentar). Também esperamos que o ministro previu acompanhar durante umas horas os trabalhadores agrícolas empregados nas grandes explorações que dão de comer à Europa, num momento em que a escravidão volta a ser uma realidade e 239 pesticidas (muitos proibidos na Europa) acabam de ser autorizados no Brasil.

A entrada em vigor do acordo amplificará a destruição do ambiente e aumentará o número de mortes decorrentes das atividades do agronegócio. O Acordo de Paris não é uma varinha mágica, apesar do que acreditem alguns negociadores do Quai d’Orsay. Não inclui nenhuma cláusula vinculativa. Mesmo que o Brasil se mantenha no acordo, poderá prosseguir as suas atividades criminais que destroem o ambiente e as pessoas que dedicam a sua vida à proteção dele. 

Para conformar-se aos princípios do Acordo de Paris, é preciso vontade política e um forte compromisso com o combate ao aquecimento climático. Isso notoriamente falta no governo de Jair Bolsonaro. Lamentamos profundamente que o presidente Macron, que fervorosamente pretende ser o líder mundial da proteção ao ambiente, se recusa a reconhecer essas evidências. 

Consequentemente, pedimos à França que rejeite o tratado de livre-comércio entre a União Europeia e o Mercosul, e condicione a troca entre os nossos dois países à adoção de normas rigorosas em matéria de defesa do ambiente e dos trabalhadores brasileiros. 

Signatários: François Alfonsi, deputado (EELV); Manon Aubry, deputado e copresidente do Partido Europeu GUE / NGL (Esquerda da União Europeia) (FI); Clémentine Autain, MP (FI); Ugo Bernalicis, MP (FI); Benoît Biteau, deputado (EELV); Manuel Bompard, eurodeputado, chefe da delegação não assistida ao Parlamento Europeu (FI); Guilherme Boulos, representante nacional do Movimento de Trabalhadores Sem Teto e ex-candidato (PSOL) nas eleições presidenciais (Brasil); Glauber Braga Membro do PSOL, membro suplente do Comitê de Relações Internacionais e Defesa Nacional (Brasil); Damien Carême, deputado (EELV); Leïla Chaibi, eurodeputada (FI); Fabien Cohen, Secretário Geral da França América Latina (França); Eric Coquerel, MP (FI); Alexis Corbière, MP (FI); David Cormand, MEP (EELV); Humberto Costa, senador do PT e presidente do Grupo do Senado (Brasil); Gwendoline Delbos-Corfield, deputada (EELV); Karima Delli, MEP (EELV); Caroline Fiat, MP (FI); Vagner Freitas, Presidente da Central do Trabalhador do Brasil (CUT) (Brasil); Raphaël Glucksmann, deputado (praça pública); Sylvie Guillaume, MEP (PS); Gleisi Hoffmann, deputado e presidente do PT (Brasil); Yannick Jadot, MEP (EELV); Aurélie Journée-Duez, presidente do Comitê de Solidariedade da Índia das Américas (CSIA-Nitassinan, França); Michel Larive, MP (FI); Marie-Noëlle Lienemann, senadora (GRS); Gilles Maréchal, Presidente da Associação AMAR-Brasil (atores no mundo agrícola e rural (França), David Miranda, membro do Comitê de Relações Internacionais e Defesa Nacional (Brasil), Emmanuel Maurel, MEP (FI); Jean-Luc Mélenchon, MP, Presidente do Grupo Parlamentar Insoluto da França, Danièle Obono, MP (FI), Younous Omarjee, MPE (FI), Mathilde Panot, MP (FI), Anne-Sophie Pelletier, MPE (FI); Taliria Petrone, MP do PSOL (Brasil), Paulo Pimenta, PT e Presidente do Grupo na Câmara dos Deputados (Brasil), Loïc Prud’homme, MP (FI) e Adrien Quatennens, MP (FI); Hugues Ratenon, MP (FI), Muriel Ressiguier, MP (FI), Michèle Rivasi, MPE (EELV), Caroline Roose, MPE (EELV), Sabine Rubin, MP (FI), François Ruffin, MP (FI); Mounir Satouri, deputado (EELV), João Pedro Stédile, Movimento de Trabalhadores Sem Terra (Brasil); Sophie Taillé-Polian, senadora (Génération.s); Bénédicte Taurine, MP (FI); Marie Toussaint, eurodeputada (EELV); Salima Yenbou, eurodeputada (EELV); Ivan Valente, PSOL (Partido do Socialismo e Liberdade), presidente do grupo PSOL na Câmara dos Deputados (Brasil); Sindicato Estadual dos Petroleiros do Rio de Janeiro (Brasil). Um coletivo de personalidades políticas e associativas francesas e brasileiras

Tradução feita pela amiga francesa Coraline Chalamel, de Ambérieu-En_Bugey, França – 23 anos (fico devendo a interessante biografia dessa jovem que fala e escreve em português muitíssimo bem, além de inglês e espanhol). Caso encontrem erros de ortografia e gramática, fiz questão de não fazer correção e deixar a tradução tal qual ela fez.

Segue abaixo o link para o artigo original.

https://www.liberation.fr/amphtml/debats/2019/07/27/la-france-doit-refuser-l-accord-de-libre-echange-ue-mercosur_1742315

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https://nopontodofato.com/politica/gilmar-mendes-lidera-ataque/

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PYONGYANG FICA A APENAS 194 QUILÔMETROS DE SEUL. SE KIM JONG-UN EXPLODIR SEUL, SE EXPLODE JUNTO.

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E SE OS ESTADOS UNIDOS REVIDAREM UM ATAQUE DE KIM JONG-UN, SEUL EXPLODE DO MESMO JEITO.

Quem tem medo de Kim Jong-Un? Penso que todos deveriam ter.

Do que conheço de história, a imprevisibilidade de Kim Jong-Un pode ser comparada a de Hitler e Stalin em seus primeiros anos de poder. Eles fizeram o impossível debaixo dos narizes de todas as nações, até ficarem previsíveis. Só que eles não tinham bomba atômica. Hitler estava até preparando a sua, mas, felizmente, não ficou pronta a tempo.

O risco da imprevisibilidade de Kim, difere dos outros dois porque Kim acha realmente que é um ser supremo e iluminado, porque ele foi criado assim, educado assim, numa país onde a imensa maioria, por ignorância, desinformação e medo, pensa da mesma maneira. Os outros dois sofriam de distúrbios mentais graves, Kim sofre de uma ignorância grave.

No filme de 1959, O Rato que ruge, com Peter Sellers interpretando diversos personagens, um pequeno país europeu falido decreta guerra aos EUA na esperança de ser vigorosamente derrotado e com isso receber dinheiro dos americanos para a reconstrução. Casualmente o pequeno exército do Ducado de Grande Fenwick invade Nova York exatamente num dia de alarme de bomba atômica.

Com a cidade vazia, os valentes cidadãos de Grande Fenwick acabam sequestrando um cientista que não deu bola para o alerta, e com ele uma bomba poderosa, que levam para seu país, como prova de que estiveram lá e para usá-los numa negociação de guerra.

Diante de tal fato, por medo da bomba em poder do pequeno Ducado de Grande Fenwick, os EUA se declaram derrotados, e com isso passam a ter o direito de pedir reparações de guerra ao pequeno país falido, de modo que o tirou saiu pela culatra.

Estaria Kim Jong-Un dando uma de rato que ruge?

O povo da Coreia do Norte passa fome, morre de inanição. As casas não têm calefação e depois das 6 da tarde só Pyongyang fica iluminada, mas nem todas as casas podem usufruir do luxo dessa energia elétrica a noite.

A questão de Kim Jong-Un não tem a ver com ideologia comunista ou socialista, mas apenas com aquilo que ele aprendeu com seu pai e avô, que lideraram o país antes dele. Se para o avô de Kim a separação das Coreias foi uma questão de poder e ideologia, para o pai de Kim já se tratou mais de poder do que ideologia. E para o próprio Kim é apenas uma questão de poder.

Ninguém sabe o que pode vir da cabeça de Kim Jong-Un. O Supremo líder é um menino mimado, acostumado a ter realizados todos os seus desejos, inclusive o de ter uma bomba atômica. E ele não e cansa de mostrar ao mundo seus brinquedos, e em especial a potência destrutiva dos mesmos.

Kim Jong-Un desafia a comunidade internacional como uma criança birrenta desafia seus pais numa desobediência constante. Mas Kim é uma criança grande que não foi repreendida a tempo ou apropriadamente. Pelo contrário, foi e é atendido em tudo que quer.

O fato é que não como prever do que Kim Jong-Un é capaz, e se teria mesmo coragem de atacar os EUA ou Seul, mesmo essa estando a menos de 200 quilômetros de distância. E é por isso que eu tenho medo de Kim Jong-Un. Talvez o Supremo Líder pense realmente ser uma divindade e se ache imune a uma explosão nuclear. Como sei que não sou, tenho muito medo.

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SOBRE O ATENTADO EM BARCELONA – MATARAM 13, FERIRAM MILHÕES

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O MUNDO LIVRE ESTÁ FICANDO CADA VEZ MENOS LIVRE. OS GOVERNOS PRECISAM REAGIR.

Antes eraM bombas, aviões jogados contra edifícios, até que descobriram uma maneira bem mais simples e mortal de matar pessoas, simplesmente matar, sem que nem porquê, exceto as justificativas de mentes doentias que, de verdade mesmo, não tem a menor noção do que estão fazendo.

Terroristas como os de hoje, e todos os outros independentemente do método, são pessoas que sofrem da doença da religião, assim como sofrem os esquerdistas da doença do socialismo/comunismo. São pessoas cuja doutrinação se iniciou cedo, explorando suas fraquezas sociais e intelectuais.

Hoje, mais 13 cidadãos do mundo livre foram mortos por pessoas que nem cidadania tem, e o que pensam que tem não é cidadania.

O segredo nefasto do Estado Islâmico é simples e nem é segredo. Eles exportam o islamismo.

Os conflitos na Síria e em outros tantos países são nada menos do que uma maneira de espantar e exportar pessoas fragilizadas pela violência, mas que mesmo fugindo da degola não abandonam o islamismo. E junto com essas pessoas, que até acredito que na maioria queiram viver em paz, exportam também seus soldados infiltrados, que causam as desgraças que vemos e vivenciamos.

O que fazer?

A pergunta é retórica, e certamente repetida por milhões de pessoas pelo mundo. E de verdade ninguém sabe o que fazer.

Existe uma falta de coragem travestida de democracia que impede os governos de tomar atitudes drásticas, como prender e enfiar islâmicos de volta aos seus país. Existe o medo da injustiça com quem nada tem a ver com isso, mesmo que seja também uma injustiça sem tamanho a produção de mortos em escala que também não tinham nada a ver com isso.

Quem não entendeu ou não aceitou o Brexit, não entendeu também o recado embutido nele.

O Reino Unido está com a contagem regressiva ligada para tomar as atitudes que, creio eu, pouco a pouco serão replicadas em outros países, entre elas um enorme ferrolho nas porteiras do país para pessoas vindas do mundo islâmico. E não deverá ficar nisso. Os residentes, especialmente os suspeitos (calcula-se que haja 3 mil lobos solitários no Reino Unido) passarão por um pente fino e, tal qual piolhos, serão retirados.

O fato é que mais 13 cidadãos do mundo livre pagaram com a vida por uma conta que não lhes pertence.

O ponto é: quantos mais terão que pagar para que o politicamente correto deixe de ser correto e se tomem atitudes politicamente produtivas para proteger quem preza a liberdade e a cidadania modo de vida?

 

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