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PT, PDT E PSDB não querem o bem do Brasil. Eles querem o Brasil, querem a revanche.

PT, PDT E PSDB não querem o bem do Brasil. Eles querem o Brasil, querem a revanche.

Vejo agora a notícia de que PT, PDT e PSDB lançarão movimento chamado “Direitos Já”. E não é um movimento a favor do Brasil, mas um movimento contra Jair Bolsonaro e a favor de Lula Livre, pois só isso interessa a esses partidos.

Não tem muito tempo, toda e qualquer contestação feita aos governos Lula e Dilma eram tratados por esses partidos como movimentos do “quanto pior melhor”. E então pergunto: e o que fazem esses partidos desde que Temer assumiu no lugar de Dilma e Bolsonaro assumiu, legitimamente, pelas urnas, o governo brasileiro?

Desde o dia 1° de janeiro de 2019, qual foi o movimento que PT, PDT e PSDB fizeram a favor do Brasil? O que eles acrescentaram? Que tipo de diálogo eles estabeleceram com a sociedade e com o governo em busca da convergência de opiniões que pudessem fazer o país avançar nas reformas que todos sabemos serem necessárias para atingirmos, juntos, paz e desenvolvimento social?

PT, PDT e PSDB não travam diálogos. Diálogo se estabelece quando as partes falam, ouvem e discutem algum tema ou proposta. O que esses partidos fazem são monólogos, pois não estão interessados no que a outra parte diz, muito menos em discutir algum tema ou proposta, porque a eles só interessa o que pensam e o que querem, e isso se traduz em uma única palavra: poder.

Acima dessa questão, porém, existe um pano de fundo mais complexo a justificar o comportamento desses partidos, que é a impunidade. E para alcançar esse objetivo eles não estão preocupados com o bem do Brasil, mas, sim, em ter o Brasil nas mãos e usar esse poder para acabar com toda e qualquer ação do estado (que não é o governo, mas as instituições do estado) no combate à corrupção, está diretamente ligada ao PT, PDT e ao PSDB. Pode-se colocar o MDB, o PP e outros partidos nessa conta também, mas aqui me restrinjo aos 3, especialmente PT e PSDB.

Não existem partidos de oposição no Brasil. O que temos são partidos de imposição. Para eles só serve impor a todos, estado e povo, o seu pensamento, as suas ideias, não importa o que a sociedade pense a respeito.

Dos 35 anos pós regime militar, PSDB e PT tiveram o poder nas mãos por 21 anos e meio. Durante todo esse tempo fingiram brigar entre si apenas para facilitar a manutenção da polarização que sempre desembocaria na eleição de um ou de outro. O jogo era forçar uma dualidade perpétua, até que chegou a Lava Jato, e proveniente de tudo que ela revelou chegou Jair Bolsonaro, quebrando de vez a hegemonia que nos trouxe à desgraça política, econômica e social que vivemos hoje.

Jair Bolsonaro está longe de ser o presidente dos sonhos de todos os brasileiros, mas foi o único que conseguiu chegar próximo dos anseios da maioria do povo, cansada de tanta roubalheira, de tantos desmandos e aparelhamentos que transformaram as instituições do estado em reféns desses partidos. Esses partidos lotearam órgãos de estado e estatais e os usaram para financiar um projeto de poder perpétuo, ignorando que um dia o povo perceberia isso e reagiria. Mas o povo reagiu.

O movimento encabeçado por PT, PDT e PSDB é uma revanche contra o povo, atacando Jair Bolsonaro, minimizando e desmerecendo todas as ótimas iniciativas que o atual governo já promoveu, sem, na verdade, apresentarem soluções alternativas diferentes do que já praticaram nos anos em que estiveram no poder e que, como todos sabemos, não deram certo.

Cabe ao povo rechaçar essa iniciativa, sustentando e ampliando o apoio ao governo Jair Bolsonaro, não apenas por ele, mas apesar dele, pois ainda que ele venha a se reeleger em 2022, em 2026 teremos eleições das quais ele não poderá participar, e não ainda sabemos quais serão os candidatos habilitados a guiar o Brasil para o futuro, mas sabemos que qualquer um que venha do PT, PDT ou PSDB estará compromissado com tudo aquilo que não queremos mais.

PT, PDT e PSDB continuam de mãos dadas (falei disso exatamente um ano atrás, você pode ler clicando aqui), principalmente para fugir da polícia. E contam com o judiciário e o legislativo para isso. Temos que nos manter firmes.

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Fachin e 2ª Turma podem soltar Lula hoje. Só faltava um bom factoide.

Não é difícil imaginar que ao invés de pautar o famigerado habeas corpus negado pelo ministro Felix Fischer do STJ em dezembro o ministro Edson Fachin tenha sido pautado para isso pela banda podre do STF. O assunto que estava parado desde dezembro de 2018 e teve nesta segunda-feira um pedido da defesa de Lula para que fosse apreciado, exatamente após o vazamento das conversas do ministro Sérgio Moro e dos procuradores da Lava Jato.

Tudo o que o STF precisava para libertar Lula era um bom factoide que colocasse em xeque a imparcialidade e correção do processo que condenou o apedeuta a 12 anos de cadeia. E Glenn Grenwald, que nem brasileiro é, deu às suas excelências os argumentos que faltavam para mandar para casa, sem tornozeleira eletrônica ou qualquer outro tipo de sanção.

Posso estar absolutamente errado na leitura dos fatos, mas me parece óbvio que está tudo armado nesse sentido. Fachin não tem força para confrontar a banda podre, nem vergonha de se aliar a ela se necessário. É uma questão de sobrevivência para que ficou pagando o mico de andar de braço dado com a esposa e pires na mão pelo Senado Federal mendigando a aprovação de sua indicação pelos senadores.

Porém, o habeas corpus em questão não pede apenas a libertação de Lula, mas a anulação da condenação proferida por Sérgio Moro na 13ª Vara Criminal de Curitiba e ratificada pelo TRF4.

Um agravante que reforça a teoria de que Fachin foi pautado ao invés de pautar é que o mandato do ministro Ricardo Lewandowski na presidência da segunda turma termina na próxima sexta-feira, e é o presidente da turma que tem a prerrogativa de definir a pauta de julgamentos. E para piorar para os bandidos, quem assumirá no seu lugar é a ministra Cármen Lúcia.

O vazamento das conversas de Sérgio Moro com os procuradores não teve apenas o intuito de constranger ou colocar sub judice a conduta de Sérgio Moro, mas especialmente criar um ambiente que desse aos ministros petistas e anti-lavajatistas uma excelente desculpa para soltar Lula, antes que Lula começasse a vazar o que sabe deles.

É isso mesmo. O Brasil está cansado de saber que Lula mantém sob ameaça todos aqueles que compactuaram com ele em algum momento, e que vinham mantendo-o sob controle com a promessa de que seria libertado na primeira oportunidade. E a oportunidade é essa.

Quem tiver paciência e estômago para ouvir os argumentos de Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski escutará mais um festival de agressões a Sérgio Moro, desafeto de Gilmar, aos procuradores da Lava Jato, a quem Gilmar chama de moleques e cretinos, e à própria operação Lava Jato, que não sua versão carioca já chegou no judiciário.

Em outras frentes, o corregedor do Ministério Público Federal abriu processo de investigação contra o procurador Deltan Dallagnol e seus parceiros de Lava Jato, a OAB pede o afastamento de Sérgio Moro do Ministério da Justiça, juízes trabalhistas resolveram encarar e repudiar as associações de magistrados que apoiam Moro e a oposição liderada pelo PT avisou que vai obstruir todas as votações no Congresso Nacional enquanto Moro continuar na equipe de ministros de Jair Bolsonaro.

Porém, acima da derrocada de Sérgio Moro, a ideia de obstruir as votações no Congresso Nacional, se der ser, impactará na não votação do PLN4 e, portanto, o governo estará descumprindo a Lei de Responsabilidade fiscal e Jair Bolsonaro incorrendo em crime de responsabilidade, passível de abertura de processo de impeachment, que é tudo o que a esquerda quer.

O que é certo é que a quebra ilegal e criminosa do sigilo telefônico e telemático de Moro e dos procuradores virou gasolina na mão da esquerda, e hoje Fachin vai acender uma fogueira na 2ª Turma do STF, por vontade própria ou não.

O Brasil não caminha para a pacificação, e não é Jair Bolsonaro o responsável pelo acirramento dos ânimos, muito menos Sérgio Moro.

A ORCRIM está viva. O mecanismo está reagindo e preparando um conflito cujas consequências ninguém sabe, de fato, quais serão, mas que interessa diretamente ao PT e seus satélites. Há inclusive a convocação de uma greve geral para o dia 14. E por que Gleisi Hoffmann marcou exatamente para dia 14? Porque Lula deverá estar solto e esse seria o cenário perfeito para o seu retorno.

Os políticos e o STF apostam na leniência de sempre do povo brasileiro. A direita se mostra incapaz de articular uma aglutinação de forças para mobilizar a população para além das redes sociais. E a esquerda continua tumultuando o Brasil.

Edson Fachin é constantemente voto vencido na 2ª Turma. Gilmar Mendes, Lewnadowski e Celso de Mello costumam fazer a maioria, deixando vencida com ele a ministra Cármen Lúcia. E quando era Toffoli no lugar de Cármen Fachin costumava perder de 4 a 1 com certa constância e facilidade.

O Brasil pode pegar fogo hoje. Pelo menos em termos de retórica. Daí para a ação é algo imprevisível.

O fato é que o PT comprou o Chopp. Agora temos que esperar para saber se será tomado com aguado ou gelado na temperatura ideal.

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Sérgio Moro ministro não mete medo no PT. O medo é Moro presidente.

Sérgio Moro foi indicado para o Ministério da Justiça e eu me manifestei contra no artigo “Sérgio Moro no Ministério da Justiça será um “Sérgio Morto”. Não aceite.“. É só clicar no link caso queira ler na íntegra.

No final do primeiro parágrafo eu disse o seguinte: ” Um ministro da justiça pode muito menos do que um juiz, e ainda pode ser demitido da função, por não apresentar resultados satisfatórios ou até mesmo por pressão política e midiática. “

E continuei no segundo parágrafo dizendo “Por que Sérgio Moro é Sérgio Moro? Porque ele é juiz, e apesar do STF, foi na primeira instância que ele começou a mudar a história do Brasil. Jogado no Ministério da Justiça ele deixará de sentenciar para ser sentenciado.

Obviamente eu não contava com invasão de celulares e privacidades de Sérgio Moro nem de ninguém quando escrevi essas coisas em outubro de 2018. Aliás, no momento que escrevia não contava nem com a hipótese de ele aceitar o cargo. Mas aceitou, no mesmo dia. E o que estão tentando fazer é “matar” o juiz Sérgio Moro, para, com isso, tirá-lo do comando do Ministério da Justiça, porque sabem de sua capacidade. Mas sabem também das limitações que esse cargo político lhe impõe.

Há quem enxergue na revelação das mensagens entre Sérgio Moro e os procuradores da Lava Jato, em especial Deltan Dallagnol, a solução para o problema número 1 do PT, que é tirar Lula da cadeia, principalmente depois que José Dirceu, principal cérebro de tudo de ruim que a esquerda faz, voltou para lá. Mas eu faço a aposta de que a coisa é ainda mais ambiciosa.

A esquerda quer acabar com a imagem ilibada de Sérgio Moro por dois motivos: vingança e medo. Vingança pelo óbvio. Medo porque ele cada vez mais, mesmo sem fazer nada para isso e negar categoricamente que não quer, se cacifa como candidato do povo à presidência da república quando for o momento da sucessão de Jair Bolsonaro, em 2022 ou 2026. E isso é tudo o que o PT e seus “puxadinhos” não querem.

A invasão dos telefones do ministro Sérgio Moro, dos procuradores da república, de juízes dos TRFs, é apenas mais um crime da ORCRIM. O apenas não diminui o crime, gravíssimo, mas ressalta uma sequência de absurdos patrocinados pela esquerda e pela imprensa brasileira, que dão eco a todo e qualquer absurdo que venha dessa facção criminosa.

O absurdo fica ainda mais escandaloso quando vemos que por trás do vazamento do conteúdo das mensagens de Sérgio Moro e dos procuradores está Glenn Greenwald, que sequer é brasileiro, ainda que tenha se naturalizado. O mesmo Glenn Greenwald que patrocinou a publicação dos arquivos roubados por Edward Snowden que revelaram segredos de estado norte americanos e de outras superpotências. Tanto é que seu parceiro, atual deputado federal David Miranda, foi preso no aeroporto de Heathrow em Londres de posse de documentos secretos, motivo pelo qual responde a processo no Reino Unido por espionagem e terrorismo.

Em qualquer país sério do mundo, um cidadão não natural – naturalizado ou não – que se envolva em crimes que espionagem, invasão de privacidade e divulgação de conteúdos privados que remetem à segurança nacional teria sua naturalização cassada (caso fosse naturalizado) e seria no mínimo deportado, se não preso. Basta vermos que para se quebrar o sigilo telefônico e telemático de investigados e acusados de crimes comprovados tem que haver autorização expressa da justiça, que costuma negar, como já fez em inúmeros casos dentro da operação Lava Jato.

Quando Jean Wyllys saiu do Brasil eu perguntei no Twitter quanto teria custado sua renúncia em favor de David Miranda. E não deve ter sido barata, pois David Miranda no Congresso Nacional era uma porta aberta para seu parceiro Glenn Greenwald atuar diretamente no dia a dia dos congressistas, como, claramente, aconteceu.

Sérgio Moro representa tudo o que os brasileiros de bem desejam para o Brasil. E o completo oposto do que a esquerda não deseja.

A esquerda brasileira não tem responsabilidade ou compromisso com o Brasil ou com o povo brasileiro, e não se cansará de criar factoides que objetivem destruir a reputação de todos que foram fundamentais na revelação e elucidação dos graves crimes que cometeram contra o estado e contra a nação.

Agora a tarde, nessa data, Paulo Pimenta, líder do PT na Câmara dos Deputados (é impressionante que um ser tão repulsivo e desprezível tenha conseguido enganar tanta gente tanto tempo e ainda assim ter sido reeleito) avisou que a oposição fará obstrução às pautas do Congresso Nacional até que Sérgio Moro e os procuradores da Lava Jato sejam afastados e tenham seus celulares retidos pela Polícia Federal para investigação. Era a desculpa que eles precisavam para empatar o Brasil e não votarem o PLN4 para autorizar ao governo um crédito suplementar de 284 bilhões de reais.

O objetivo dessa obstrução à votação do PLN4 é o estrangulamento financeiro do governo e que redundará no descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (que o PT votou contra) e com isso no acometimento de crime de responsabilidade do presidente da república, abrindo assim a possibilidade daquilo que o PT mais fez desde que chegou à Brasília, que é apresentar pedidos de impeachment. Mas não fica nisso.

A não aprovação do PLN4 implicará na falta de recursos para pagamentos de benefícios como aposentadorias e bolsas família, e com isso a chance de jogar o povo contra o governo de Jair Bolsonaro.

Estamos vivendo um momento crucial da vida política nacional, uma encruzilhada que nos põe diante do futuro ou do abismo, e o PT e a esquerda estão optando pelo abismo, sua única chance de sobrevivência.

Devemos ficar atentos ao Supremo Tribunal Federal, no qual chegou um pedido de suspeição de Sérgio Moro em função dos vazamentos das mensagens pelo site de Glenn Greenwald, e que, coincidentemente, caiu exatamente nas mãos do ministro Gilmar Mendes, notório desafeto de Sérgio Moro e árduo opositor da Lava Jato. É aí que mora o perigo.

Sérgio Moro não deve se afastar ou ser afastado, muito pelo contrário. É hora do governo e da sociedade ampliar e amplificar o apoio ao ministro.

Sobre as mensagens vazadas por Glenn Greenwald não há absolutamente nada que remeta a qualquer ilegalidade. No máximo comentários pessoais que não configuram nenhum crime ou descumprimento das leis. Ministros do STF fazem comentários muito mais complicados para os microfones das rádios e TVs. Gilmar Mendes já foi flagrado em interceptações da Polícia Federal em conversas nada republicanas com investigados, julga e solta conhecidos e clientes do escritório de advocacia da qual sua mulher é sócia (será que só ela é sócia mesmo ou seria ela uma laranja de Gilmar?) e jamais se declarou suspeito. E todos sabemos que é.

Penso que Sérgio Moro realmente não será candidato à presidência da república. Mas pensava também que ele recusaria o cargo de ministro da justiça. E concluo com o mesmo antepenúltimo parágrafo que escrevi no artigo ao qual me referi no início desse : ” Que Jair Bolsonaro, deixe Sérgio Moro aonde está, e que Sérgio Moro, aguarde para ir para o STF na hora certa, um assento que sem dúvida ele merece, mas sem pressa.”

Mas que o PT continue vivendo com esse pesadelo. O que é pesadelo para eles é sonho para quem quer viver num Brasil livre de ladrões e corruptos.

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Meu vizinho sente saudades de Dilma Rousseff

Fiz um breve relato disso no Twitter, quando meu vizinho provocou a conversa sobre economia, disse que Paulo Guedes não tem projeto para a economia e que sente saudades de Dilma Rousseff. Tentei argumentar a ruína econômica do Brasil, os 13 milhões de desempregos gerados no governo petista, mas ele disse que o foco da conversa não era o passado, mas a falta de plano de geração de receita para a economia que não venha da reforma da previdência.

O fim desse breve diálogo se deu sobre o tempo, a possibilidade de chuva. Mas o assunto não me saiu da cabeça. Como é que alguém, de verdade, de coração, com lisura e honestidade de propósito pode sentir saudades de Dilma Rousseff?

É bom que se diga que, apesar da retórica, nem o PT sente saudades de Dilma Rousseff na presidência, exceto pela presença do partido no comando. De resto, tudo foi catastrófico no governo Dilma, e muito fortemente para o PT.

As desgraças já eram grandes o suficiente na economia. A tal da nova matriz econômica baseada em mandioca e estocagem de vento já tinha dado início à quebradeira do país quando uma desastrada frase de Dilma para a imprensa jogou luz sobre a compra da Refinaria de Pasadena.

Dilma, com toda incapacidade mental que Deus lhe deu, disse que assinou a compra de Pasadena sem ler as cláusulas abusivas. Jogo a bomba no colo de Nestor Cerveró que assinara um “parecer falho”. O resto é história. A Lava Jato nos fez o favor de nos contar em detalhes o que foram os governos Dilma, Lula, Temer, FHC, Itamar, Collor e Sarney. Nos mostraram como esses sujeitos nos roubam desde 1986. E meu vizinho sente saudades da Dilma.

Mas do que ele sente saudades? Da falta de articulação verbal e mental de Dilma? Da sua capacidade de mentir em rede nacional sem ficar com um milímetro de rubor na cara? Da total falta de sintonia com a realidade econômica e social? Com a arrogância desmedida com que tratava os funcionários, como aquela camareira do Alvorada que foi agredia pela chefe do estado com um cabide?

Dilma foi incapaz de conter as investigações da Polícia Federal. O máximo que conseguia era obter informações privilegiadas e avisar os comparsas. E aí vem a ironia do destino, pois tivesse Aécio sido eleito presidente da república, não poderíamos ter contado com a inépcia de Dilma ao lidar com os fatos que iriam inclusive custar o seu mandato.

Uma presidente da república que se permitiu ser gravada em ligações com um investigado da justiça, e ainda foi flagrada garantindo a ele uma proteção absolutamente criminosa, tanto que foi impedida pelo STF (que depois fez o contrário com Moreira Franco sendo que a situação era idêntica).

O próprio Lula, depois, viria a ser personagem da queda de Dilma. Ruim sem ela, pior com ela. Escrevi sobre isso no artigo Lula derrubou Dilma para Temer derrubar a Lava Jato, simples assim, que pode pode ler clicando no aqui.

Não vou entrar no mérito da vida pessoal do meu vizinho porque eu não a conheço. Qualquer afirmação seria baseada em suposições e pré-julgamentos que não justificariam mais ou menos o motivo, ou os motivos, pelo qual ele sente saudades de Dilma. Mas não chega a ser tão difícil de entender.

O que a base de sustentação da esquerda sente falta é do dinheiro fácil que circulava nos governos petistas e que foi gasto sem controle no primeiro mandato de Dilma. Dilma quebrou o Brasil. Hoje sabemos que foram gastos 1 BILHÃO E 400 MILHÕES DE REAIS EM CAMPANHAS ELEITORAIS DE DILMA ROUSSEFF. E podemos ter certeza de que a maior parte desse dinheiro nem na campanha apareceu. Foi enriquecimento ilícito de centenas de políticos, empresários e gente dos 3 poderes.

Dilma Rousseff implodiu o projeto de perpetuação no poder do PT, pela incompetência, pela prepotência, pela falta de controle, pela falta de comando, pela total falta de preparo para o cargo – aliás para qualquer cargo. Interferiu na economia causando a ruína de milhares de empresas e empregos no Brasil inteiro, afastou o capital estrangeiro.

O descaso com as obrigações básicas do governo com a população se traduziu no aumento de mortes em hospitais por falta de atendimento, falta de instalações adequadas, aumento de quadros de infecção hospitalar, falta de remédios, equipamentos sucateados, pacientes que morrem antes de conseguir fazer um simples raio X. Ainda na saúde, foi no governo Dilma que doenças como poliomielite e sarampo, consideradas erradicadas ou quase erradicadas, voltaram a preocupar o Ministério da Saúde, sem falar nas epidemias de dengue, Zica e chikungunya que tiveram seu ápice em casos de mortes e microcefalia no governo da petista.

Durante os governos petistas os índices de criminalidade aumentaram vertiginosamente, centenas de milhares de vidas foram ceifadas por falta de uma política de segurança pública que garantisse ao cidadão o direito de ir e vir na cidade em que mora. Cerca de 50 mil vidas por ano, 400 mil vidas em 8 anos. E meu vizinho sente saudades da Dilma.

A educação teve seu pior desempenho e essa não é a má notícia. A má notícia é que o reflexo disso ainda se dará por muitos anos, pois não se corrige esse tipo de erro com decreto, medida provisória ou emenda à constituição. O dano educacional afeta milhões de pessoas e leva pelo menos duas gerações para começar a ser devidamente corrigido. Em 2017 ocupávamos a 88ª posição em educação no ranking da Unesco que tem analisou 127 países. Já no ranking da Pearson International, que conta com 40 países, nossa posição é um humilhante 39° lugar.

Sobre trabalho, o que vimos foi a explosão do desemprego, das ações trabalhistas, da quebra de empresas, da desindustrialização do Brasil, a quebradeira dos estados e municípios.

Dilma Rousseff e o PT não resolveram o problema do desemprego, da reforma agrária, da saúde, da segurança, do racismo, da homofobia, da violência contra a mulher, da violência contra homossexuais, da falta de moradia, do esgotamento da infraestrutura, do saneamento básico (50% do Brasil ainda tem esgoto a céu aberto). A única coisa que eles fizeram foi enriquecer.

Roubaram e deixaram todo mundo roubar. Opa! Acho que estou começando a entender as saudades do meu vizinho.

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O Brasil sem Bolsonaro teria esse senhor na presidência.

Existe uma pauta trabalhada pela imprensa em conjunto com a esquerda, mais especificamente o PT e seus puxadinhos, para fazer a população acreditar que o Brasil de Jair Bolsonaro não está dando certo.

É um esforço hercúleo, e para isso não poupam nada que possa ser negativo à imagem do presidente. Se Bolsonaro pisar num chiclete isso vira tema para colunistas de todos os grandes jornais desfiarem teses e teorias conspiratórias psicológicas que dirão que a pisada no chiclete é um ato autoritário que representa o desejo de pisar no povo. Ou qualquer outra balela do gênero, a Globo não economizará especialistas.

O Brasil da imprensa e do PT só não é trágico porque não consegue deixar de ser muito cômico. O desespero é risível. Eu já falava sobre isso no artigo “Bolsonaro e Moro versus o antigoverno do PT”. Assim será 2019, que você pode ler clicando aqui.

Para não se deixar contaminar, é preciso, porém, que a gente pense a partir de uma realidade fática, e não apenas olhando o momento como se ele fosse isolado ou não impactado pelo resto da história.

Em outubro de 2018, com sólidos 55.205.640 votos, 55% dos votos válidos, O Brasil, acima de tudo, disse não ao PT e à esquerda.

Milhões de votos recebidos por Jair Bolsonaro foram contra o PT e tudo o que ele representou e ainda representa de ruim para o Brasil.

Então, quando alguém questiona e incentiva o sentimento de arrependimento naqueles que votaram em Bolsonaro, o faz sem considerar o que teria sido do Brasil caso o eleito tivesse sido Fernando Haddad.

Se o PT tivesse ganho a eleição, Lula já estaria solto. Mais do que governar o Brasil essa era a grande meta do PT. Além de solto, Lula estaria interferindo na política econômica do Brasil, teria nomeado todos os ministros.

Se fosse Haddad o presidente, o STF já teria acabado de vez com a Lava Jato e com a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância. Sérgio Moro teria abandonado a magistratura da mesma forma, mas para sair do país, porque seria impossível que ele tivesse paz sob um novo governo petista.

Um novo mandato petista teria condecorado Nicolás Maduro e denunciado Juan Guaidó na ONU como subversivo e antidemocrático. O Brasil estaria ainda mais alinhado ao lixo socialista mundial e a esquerda teria ganho uma sobrevida na América do Sul.

Com Haddad no poder Cesare Battisti jamais teria sido entregue à justiça italiana e admitido seus crimes.

A Petrobras já estaria novamente sendo loteado entre os amigos e os amigos dos amigos, não estaríamos vendo uma reforma trabalhista tramitando no Congresso Nacional, e nunca, em momento algum, ouviríamos falar de um pacote anticrime tão bem elaborado e funcional no combate à corrupção e à impunidade.

O Congresso Nacional provavelmente estaria debatendo temas importantes como o sexo de anjos gays, ou proibir pais e mães de colocar roupas rosas ou azuis nas crianças na maternidade.

Se a esquerda tivesse ganho, os gays protagonistas da Golden Shower no carnaval teriam sido condecorados com medalhas na Câmara de Vereadores do Rio, na ALERJ e no Congresso Nacional, e ambos teriam tirado fotos com Gleisi Hoffmann fazendo o “L” com os dedos.

E se você ainda não achou ruim o suficiente, três coisas podem fazer você pensar melhor:a) se Fernando Haddad tivesse sido eleito presidente Jean Wyllys continuaria no Brasil e exercendo o cargo de deputado; b) se o PT tivesse ganho a eleição você já teria perdido de vez toda a liberdade de expressão que ainda tem nas redes sociais; Renan Calheiros seria presidente do Senado e Rodrigo Maia continuaria sendo o presidente da Câmara dos Deputados.

a) se Fernando Haddad tivesse sido eleito presidente Jean Wyllys continuaria no Brasil e exercendo o cargo de deputado; b) se o PT tivesse ganho a eleição você já teria perdido de vez toda a liberdade de expressão que ainda tem nas redes sociais.

Para pensar no Brasil sem Jair Bolsonaro é preciso pensar no que seria o Brasil com Fernando Haddad. E não fui a fundo em nenhuma questão e nem citei questões como saúde e educação.

O que existe no Brasil é uma extensa pauta para criar a falsa imagem de desgaste de Bolsonaro, criar intrigas dentro do governo, e a imprensa é o grande agente desse processo que visa desmoralizar, desinformar e deformar o pensamento e a percepção das pessoas.

A imprensa brasileira está a serviço da desmoralização do Brasil em todos os aspectos, sendo a maior fomentadora e divulgadora das notícias negativas que ela mesma cria através da promoção de intrigas, fofocas e fake news. Sim, a imprensa é a maior criadora e divulgadora de fake news, e faz isso desde que você e eu nos conhecemos por gente, porque faz para quem paga mais.

Jair Bolsonaro não era o presidente dos sonhos do Brasil inteiro. Mas de 55% de quem votou no segundo turno. O resto foi derrotado. O lulopetismo foi derrotado, a esquerda foi derrotada, a imprensa foi derrotada. E eles vão ter que aprender a respeitar que Jair Bolsonaro é e será o presidente do Brasil nos próximos 4 anos.

Qualquer coisa fora disso é choro de perdedor. Ou golpe.

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Bolsonaro e Moro versus o antigoverno do PT. Assim será 2019.

Foi assim contra Sarney, Collor e Fernando Henrique. Porque seria diferente com Bolsonaro?

Antes da prática de corrupção se tornar sua maior especialidade, o PT era especialista em antigoverno. Da redemocratização em 1985 até o dia da posse de Lula, tudo que o PT fez foi para tumultuar o ambiente político: criar instabilidades, provocar greves, protestos, criar celeumas no Congresso Nacional, votar contra tudo que não viesse da esquerda, apresentar seguidos pedidos de impeachment, se recusar a assinar a constituição, votar contra o plano real, destruir reputações.

“Si hay gobierno, soy contra!” Essa frase, atribuída a Che Guevara, na verdade não pertence a ele. “Na verdade, a origem da máxima estará na historieta anedótica do anarquista vítima de naufrágio que, ao chegar à praia de um país desconhecido, logo proclama perante os seus acolhedores habitantes: “Obrigado por me salvarem! Mas se há Governo, sou contra!” Mas ela é pouco para o PT. A frase que melhor define o partido seria “si hay gobierno que no sea mío, soy contra” (se há governo que não seja meu, sou contra).

O PT já se preparava para ser antigoverno Bolsonaro. Não engoliria uma derrota para ninguém, muito menos para Bolsonaro. Mas ele ganhou. E o cenário, que já era ruim, com Sérgio Moro no Ministério da Justiça ficou muito pior. O maior combatente que a corrupção já teve em toda a história do Brasil, profundo conhecedor de todos os meandros desse câncer na política brasileira, e algoz de Lula, vai comandar a justiça.

Assim, já não bastará mais ao PT ser apenas antigoverno. O partido terá que se assumir também antijustiça, o que Gleisi Hoffmann já começou a fazer. Segundo o site O Antagonista, “Gleisi Hoffmann apresentou um projeto para sustar o decreto de Michel Temer que cria uma força-tarefa de enfrentamento ao crime organizado.” É isso mesmo, um projeto que combate o enfrentamento ao crime organizado.

Mas não ficou nisso. Antes mesmo disso, após a reunião da executiva nacional do PT, Gleisi Hoffmann informou que “o partido sugere proteção física e retaguarda jurídica” para os grupos MST e MTST, em contraponto ao projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados para qualificar como terrorismo as ações desses grupos ao invadir propriedades privadas.

Sem a maioria que durante os governos petistas, alimentada por mensalões e petrolões, permitia que o partido aprovasse ou barrasse o que quisesse, o PT não vai poder contar apenas com os gritos de Maria Rosário, as caras e bocas de Gleisi ou a verborragia cínica de “Paulos Pimentas” e “Josés Guimarães”. Sabem que o antipetismo também frequenta as bancadas do congresso nacional.

Penso que 2019 veremos um embate entre corruptos e anticorruptos como nunca se viu antes na história desse país. Mas penso também que no final dele os mocinhos prevalecerão sobre os bandidos, e poderemos, então, em 2020 ter um clima político que possibilite ao Brasil traçar com mais assertividade o rumo do seu futuro.

Entretanto, enquanto a posse não vem, o PT e a esquerda farão de tudo para melar o jogo como for para tentar impedir até que Jair Bolsonaro tome posse em 1° de janeiro de 2019. Não à toa, hoje mesmo, o general Sérgio Etchegoyen disse para o Estadão: “O GSI não comenta detalhes de sua responsabilidade com a segurança presidencial, mas confirma que existem ameaças contra Jair Bolsonaro que efetivamente preocupam”.

É preciso que venham à luz, urgentemente, o resultado das investigações sobre a tentativa de assassinato de Bolsonaro por Adélio Bispo de Oliveira, assim como o teor das delações premiadas de Antônio Palocci e Marcos Valério. O povo brasileiro precisa conhecer essas verdades, que além de elucidar o sistema de corrupção criado pelo PT em seus governos, vai retirar da boca de muita gente os discursos hipócritas que insistem em sustentar.

O PT voltará a ser o que sempre foi, um partido antidemocracia, sem a menor vocação para conviver com a alternância de poder. Ser antigoverno passa a não ser apenas estratégia, mas também sua única saída, enquanto os 30 de seus 62 eleitos são apenas investigados ou réus, pois do jeito que esperamos que a justiça funcione, corre o risco de boa parte desses investigados ou réus adquirirem o status de presos.

De verdade mesmo, o PT será o que sempre foi, um partido interessado apenas em si mesmo, em suas ideologias, em sua manutenção no poder a qualquer preço, lícito ou ilícito (com preferência para a segunda hipótese), e antiBrasil, porque só participa e endossa aquilo que vem dos seus ou que condiz com seus interesses.

E depois não entendem de onde veio o antipetismo.

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Palocci pode calar muita gente. Está na hora de sabermos o que ele falou.

O Ministério Público Federal não quis fazer acordo com de Antônio Palocci. Rejeitaram o conhecimento de alguém que viveu nas profundezas do lulopetismo, sendo linha de frente desde o início do PT, além de ter sido fundamental para que a corrupção chegasse à profundidade que chegou.

Acontece, a Polícia Federal, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal a fechar acordos de delação premiada, se interessou pelo que o “língua presa” tinha para falar. E fechou uma delação com ele. Consta que a delação tem 28 anexos. Só o primeiro deles veio a público, pouco antes de eleição, quando Sérgio Moro anexou esse capítulo da sujeira ao processo de Lula sobre o terreno que a Odebrecht comprou para o Instituto Lula e sobre a cobertura vizinha ao seu apartamento em São Bernardo.

Para isso, antes, teve todo o processo de demora na homologação da delação de Palocci para o TRF4, outra novela. O Desembargador Gebran Neto, relator da Lava Jato na 8ª Turma do TRF4, demorou uma eternidade para homologar. Cumpriu rigorosamente todos os pré-requisitos, validou todas as provas apresentadas por Palocci à Polícia Federal, deu vistas ao MPF, depois pediu o parecer do MPF sobre a validação das provas e, por fim, homologou, em 22 de junho de 2018, portanto há 4 meses atrás.

A eleição acabou, o PT perdeu, Lula perdeu dobrado. Já não há mais motivos para manterem sob sigilo a delação de Palocci. Aliás, não há mais motivo para manter sob sigilo da delação de ninguém. Marcos Valério é outro que também fechou delação com a Polícia Federal e que já teve mesma homologada pelo ministro Celso de Mello, do STF. Mais um sigilo que precisa cair para que, finalmente, possamos saber os detalhes sórdidos da quadrilha comandada pelo maior bandido que já passou por esse país.

Não há mais justificativa para a manutenção desses segredos. Mas há muitas justificativas para que eles sejam revelados, um deles é dar um choque de realidade na gangue petista que ainda ocupa cargos no Congresso Nacional e que se sustenta em mentiras que as delações de Palocci e Marcos Valério podem desmentir, além de revelar fatos e nomes que esclareçam culpas e responsabilidades.

Mais do que isso, a delação de Palocci ajudará a pôr fim numa insurgência absurda e burra que o PT pretende comandar para criar um clima de desordem e desobediência que podem levar o país a um conflito que só mesmo a eles interessa. O PT quer transformar-se em vítima da legítima vitória de Jair Bolsonaro, tentando colocar o país contra o presidente eleito que só tomará posse daqui a dois meses. E é nesse período que eles pretendem afrontar o Brasil, as instituições e o povo que deu ao Capitão 57 milhões de votos.

O Brasil precisa e merece saber o conteúdo da delação de Antônio Palocci. Só assim muita gente ficará definitivamente calada, especialmente Lula e seus petistas amestrados.

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O PT não sabe perder. As fases da cantilena petista já começaram.

Eram 17 horas quando publiquei os seguintes posts sobre o PT no Twitter, começados com o título “As fases da cantilena petista”:

Acontece que antes mesmo da apuração ter terminado, e 1 hora antes de eu publicar essas postagens, Gleisi Hoffmann, presidente do PT, já tinha ido ao Twitter e confirmado o que eu chamei de Fase 1:

Simultaneamente às minhas postagens, o que chamei de Fase 2 já se confirmava também, na figura de Guilherme Boulos, puxadinho do PT na área de invasão de imóveis urbanos:

Conclui minhas postagens sobre a cantilena do PT da seguinte forma:

Bem, eles já estão tentando. Guilherme Boulos já disse que irão para as ruas nessa semana mesmo. Ou seja, daqui até a posse farão de tudo para perturbar a ordem pública e provocar as autoridades até que elas tomem alguma medida drástica que culmine em violência, de preferência com mortos e feridos, bastante se for possível.

Não haverá paz, essa é que é a verdade, porque o PT não sabe perder, porque a esquerda não sabe perder, e porque não querem perder seu bem mais valioso que é o discurso. E para que o discurso do PT e da esquerda encontre ressonância em seus seguidores eles precisam da violência policial e militar que tanto pregaram, e para isso vão provocá-la.

Sem violência, sem tanques nas ruas, sem ditadura, sem torturas, o PT e a esquerda não têm mais nada. E se precisam de mortos para concretizar suas profecias absurdas, eles mesmo providenciarão as vítimas entre os militantes que não conseguem enxergar que estarão sendo dados em sacrifício em nome de uma causa que não tem nada a ver com o Brasil e sim com poder.

Mas não podemos e nem devemos ficar concentrados apenas em Gleisi Hoffmann e Guilherme Boulos. O maior perigo de todos, e que se encontra em silêncio na mídia, chama-se MST. Com a derrota do PT, o “exército do Stedile” não ficará nos assentamentos pacificamente esperando o anúncio da política agrária de Jair Bolsonaro. Se o MTST de Boulos vai para as ruas, o MST vai para as propriedades rurais fazer novas invasões e provocar os distúrbios necessários para gerar os cadáveres e feridos que eles precisam.

Hoje, tal como no seu primeiro dia como candidato ao governo, Fernando Haddad vai à cadeia prestar contas para Lula de sua derrota. Aliás, prestar contas é só mesmo retórica, porque sua derrota era certa. Haddad vai à cadeia receber ordens e orientações para organizar a forma de agir dos tais “movimentos sociais” para, juntos, provocarem o terror necessário para que as forças de segurança reajam. E conseguirão, porque o poder público não poderá ficar inerte ao caos e o terror que eles pretendem impor ao Brasil.

Um outro nome que anda sumido e que merece extrema preocupação é José Dirceu. Certamente entre as orientações que Lula dará para Fernando Haddad estará a orientação para procurar José Dirceu, esse sim, a cabeça pensante capaz de organizar o terrorismo que o PT e a esquerda precisam para levar o Brasil a um período de medo e incerteza.

Fui chamado de “terrorista” e “pessimista” quando comecei a desenvolver essas teorias. Mas hoje mesmo uma amiga me mandou o “Manual do Guerrilheiro Urbano” de Carlos Marighella, material em pdf que está sendo fartamente distribuído por WhatsApp.

A justiça e as forças de segurança se verão obrigadas a tomar posição no que vem pela frente. Jair Bolsonaro quer pacificar o país. O PT e a esquerda não querem. Eles precisam desesperadamente mostrar para seus militantes e eleitores de que todo o medo imputado a Jair Bolsonaro era verdadeiro, e partirão para concretizar isso, antes mesmo de Bolsonaro tomar posse ou para que ele nem chegue a tomar posse, custe o que custar.

O PT e a esquerda não sabem perder. Não querem perder. E realmente não deixarão barato.

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Lula acabou. O maior cabo eleitoral de Bolsonaro deve ir para um presídio.

Não se sabe ainda o tamanho da ameaça que Lula significa para quem, até aqui, passou ileso (ou não, mas não foi noticiado) pelos radares do Ministério Público Federal e da Polícia Federal. O que parece claro é que Lula manteve e mantém inúmeros rabos presos em suas mãos e que apenas isso garantiu a ele o tratamento VIP que não o colocou ainda efetivamente atrás das grades. Só que isso precisa acabar.

Seria injusto tirar os méritos de Jair Bolsonaro. Mas o principal fator que o impulsionou para a presidência sempre foi o antipetismo e o antilulismo. Lula sempre foi o maior cabo eleitoral de Jair Bolsonaro. Todas as ações e reações de Lula foram fundamentais para cristalizar Jair Bolsonaro como a antítese do petismo.

Cada entrevista ou comício de Lula antes de ser preso, cada ação de bastidores, a papagaiada do dia da sua prisão, o povo acampado na porta da Polícia Federal em Curitiba, as falas e ações desastradas de Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias, Paulo Pimenta, Wadih Damous, Roberto Requião, todos pessoas detestáveis para o antipetismo, todos, contribuíram para a derrota do partido.

Porém, ninguém mais do que Lula é responsável pela derrota – e esperemos derrocada final – da esquerda e do PT. Seu enfrentamento à justiça, todo tempo se pondo de vítima, atacando juízes de todas as instâncias, expondo o Brasil ao ridículo ao buscar a ONU para acobertar seus crimes, a insistência na impossível candidatura à presidência, a desarticulação de apoios a Ciro Gomes ou a qualquer outra força de esquerda, a persistência de levar a impossível candidatura até o limite, a tardia apresentação de Haddad como candidato, são exemplos da grande contribuição que ele, o dono da esquerda, deu para que a esquerda entrasse no colapso que entrou.

Lula é um homem condenado a 12 anos e 1 mês de cadeia. Deverá receber outra condenação ainda esse ano pelo sítio de Atibaia e pelo terreno para o Instituto Lula comprado pela Odebrecht. Além dessas duas, é réu em mais 5 processos dos quais dificilmente escapará. E ainda outras muitas investigações devem torná-lo réu em novos processos. Não existe mais discurso possível para inocentar Lula. Mas ainda pode piorar.

Esperou-se para depois das eleições a queda do sigilo das delações premiadas de Antônio Palocci, até aqui o único petista, aparentemente, sinceramente arrependido, e da delação de Marcos Valério, esse sim muito arrependido de não ter falado antes, que além de implicar Lula diretamente no Mensalão, ainda vai trazer novos fantasmas para a vida do condenado, entre eles um fantasma literalmente, Celso Daniel.

Está na hora de Lula receber as honras que todo condenado tem direito, que é ser encaminhado para um presídio e cumprir sua pena como cidadão comum que é. A vitória de Jair Bolsonaro é o começo do fim de um partido e de uma ideologia que o povo brasileiro definitivamente não quer mais.

Lula deu sua última contribuição para o Brasil como cabo eleitoral de Jair Bolsonaro. E aprendeu que o Brasil não se resolve na bala e nem na faca, mas no voto.

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Bolsonaro ou a venezuelização do Brasil. Esse é a verdadeira escolha.

Todos os argumentos racionais e irracionais foram usados nessa eleição. Mais do que isso, a irracionalidade se traduziu em uma facada em Jair Bolsonaro. Só que, por sorte dele e azar de quem deu, a facada só foi fatal para os mentores da ideia. Ao invés de matarem a democracia deram a ela um elixir da juventude. Nunca antes na história desse país os brasileiros quiseram tanto uma mudança radical em seus destinos.

Portanto, não há mais muito espaço e tempo para argumentação e mudança de votos, não importa qual político ou famoso declare voto ou antipatia a um ou a outro. Os votos recebidos pelo candidato do PSL no 1° turno são votos cristalizados, que não encontraram nesses 21 dias motivos para mudar de posição. Pelo contrário. O comportamento e desespero dos adversários serviram para reforçar a certeza do que não queremos mais.

Não queremos mais o PT. Muitos, inclusive, optaram por Bolsonaro enxergando nele um preço a pagar para impedir que o PT pudesse voltar a presidência. E isso sim é racionalidade, não importa o que digam políticos e famosos que aceitam se ajustar à sujeira na vã tentativa de não ser varrido por quem está em busca da limpeza.

O que Fernando Haddad trouxe de novo ao debate? Escondeu o vermelho e a bandeira do PT? Tirou a imagem de Lula das propagandas eleitorais? Passou a não falar o nome de Lula nos comícios? Usou e abusou da velha e conhecida arma de subversão comunista do “acuse-os do que você é, acuse-os do que você faz”? Escondeu o apoio explícito do PT ao regime comunista do genocida Maduro?

Fernando Haddad não só mudou os sinais visuais e auditivos de sua campanha, mas também, como quem troca o pneu com o carro em movimento, foi mudando o programa registrado pelo PT quando Lula era candidato e retirando dele tudo o que era oposto ao programa de Bolsonaro, tentando discursar o mesmo discurso para roubar eleitores. Claro que não deu certo. Nem ele tem competência ou carisma para isso.

Fernando Haddad é Lula e vai morrer Lula. Lula está preso por corrupção passiva, lavagem de dinheiro. Haddad responde a 32 processos na justiça, entre eles alguns por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, muitos deles planejados pelo PT e por Lula. Eles são indissociáveis e só tem apoio de quem compactua intelectualmente, criminalmente ou moralmente das ideias deles. E esse caminho todos sabemos que termina na Venezuela de Maduro.

Na imaginação petista, projetada sobre o eleitorado, a vitória de Bolsonaro implicaria num 1° de janeiro de 2019 com tanques de guerra nas ruas, militares assumindo o poder, pessoas sendo arbitrariamente presas e torturadas, milícias espancando e matando gays e negros, a decretação do machismo e da definitiva submissão das mulheres. Isso é mais que fantasioso, é ridículo, apelativo, desesperado, ameaças que não encontram ressonância nem mesmo nos toscos discursos de Bolsonaro, nem nos apoios que ele recebe de gays, negros e mulheres, pois nem as forças armadas o apoiam declaradamente e já reiteraram centenas de vezes que seguem a constituição e não o presidente em exercício, mesmo que ele seja Jair Bolsonaro.

No dia 1° de janeiro, o PT não poderá falar de tanques de guerra nas ruas porque não estarão lá. Verão um militar reformado na presidência colocado lá pelo voto. Não poderão falar em prisões arbitrárias e torturas, não poderão defender gays, negros e mulheres que não estarão sofrendo nada de diferente do que já sofrem hoje em dia, e para as vidas dos quais em quase 14 anos de poder o PT não criou nada que pudesse mudar seus destinos.

Se houver violência no dia 1° de janeiro ela não partirá da direita, nem de militares. Partirá de quem perdeu e não aceitou perder.

Quando Lula tomou posse em 2003, quem não era petista, lulista ou esquerdista, gostando ou não, enfiou sua viola no saco e se resignou ao fato da maioria tê-lo escolhido para comandar o país. E assim ficou até que o mensalão surgiu e com ele os indícios de que a roubalheira estava correndo solta, o que ficou comprovado com a Lava Jato. É assim também que a esquerda deveria se comportar. Mas sabemos que não vai.

Penso que confirmada a eleição de Jair Bolsonaro o processo de revanche da esquerda começa imediatamente. Eles não aceitarão o resultado e já deram mostras disso desde o início da campanha, até mesmo na forma de uma tentativa de homicídio do candidato líder das pesquisas. Da eleição à posse entendo que poderemos viver dias muito estranhos e imprevisíveis.

Não custa lembrar que o MST conta com aquele tal “exército do Stédile” propagado por Lula. Boatos falam que seriam mais de 60 mil homens, armados. Falam também que se incorporariam a esse tal exército haitianos, africanos e até cubanos. Mas de fato, como número concreto, encontrei apenas uma informação em uma matéria da Folha de 2003 que falava que o MST tinha 1 MILHÃO E MEIO de integrantes. Ambos são números que amedrontam.

Todos sabemos que contra fatos não há argumentos, mas há respostas que não tem a civilidade dos argumentos, que se traduzem em violência desde que os black blocks invadiram os movimentos de junho de 2013 e espalharam terror para dissipar o justo protesto de quem estava insatisfeito com o governo e com os políticos. E a ação desses black blocks foi tão intensiva e incisiva que afastou as pessoas das ruas, tendo ainda como aliada uma tese que se propagou e que dizia que ir para as ruas era trazer Lula de volta.

Acontece que “Lula está preso, babaca!” – E foi Cid Gomes (irmão do derrotado Ciro Gomes que hoje declarou voto hipócrita em Haddad) em evento do PT que disse isso.

Porém, a melhor explicação para a derrota do PT veio também de outro petista estragador de festa, Mano Brown, que em um acesso de lucidez ou estupidez falou a frase que poderia ser colocada na lápide do PT: ““Se em algum momento a comunicação do pessoal aqui falhou [do PT], vai pagar o preço porque a comunicação é a alma. Se não está conseguindo falar a língua do povo, vai perder mesmo”.

Quando o PT perde, a democracia ganha, e nossa escolha é entre a democracia e o aprofundamento do socialismo bolivariano que mata venezuelanos pela opressão ou pela fome, representado nesse momento por Fernando Haddad.

Amanhã, 28 de outubro de 2018, não estaremos escolhendo um presidente e sim um regime de governo. Ou a democracia através de Jair Bolsonaro ou a ditadura socialista bolivariana através de Fernando Haddad.

Quem é capaz de esconder a bandeia e a cor do seu partido, fingir que não recebe ordens da cadeia, mudar os fundamentos do programa de governo do seu partido desdizendo bandeiras fundamentais, como a convocação de uma nova constituinte, a redução dos poderes do STF, do MPF, da Polícia Federal, o controle mídia e da internet, a legalização do aborto, a descriminalização das drogas, é capaz de qualquer coisa se chegar ao poder, pois se há uma coisa com a qual o PT jamais teve compromisso foi com a verdade.

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