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PT sabe que perdeu o discurso no Brasil e partiu para o exterior.

Qualquer pessoa que se julgue minimamente inteligente e tenha votado na esquerda deveria estar se perguntando: onde estão os tanques de guerra? Cadê o massacre às minorias, a perseguição aos negros, a disparada da violência contra a mulher? Quem são os primeiros torturados do país? Quantos movimentos sociais já foram atacados pelas forças de segurança?No mínimo a pessoa deveria se perguntar quando tudo que o PT e a esquerda disseram vai começar. Mas ninguém pergunta nada. Já mudaram a pauta, porque era tudo mentira.

Os únicos episódios de violência vistos desde 1° de janeiro de 2019 aconteceram no Ceará. E quem promoveu foi a bandidagem e não as Forças Armadas. O governador do Ceará deu folga para 40% do efetivo policial do estado exatamente antes do momento da deflagração da violência. Depois pediu ajuda ao governo federal, aquele que tem a Força Nacional e cujo presidente tem o poder de decretar uma intervenção federal em qualquer estado da União. O PT sonhou com a intervenção. Pararia o Congresso Nacional, interromperia o avanço das medidas do novo governo, especialmente as de combate a corrupção. Mas Jair Bolsonaro não caiu nessa. Mandou a Força Nacional e ficou nisso.

31 de janeiro de 2019, e o PT agora fala de Flávio Bolsonaro, mas não fala de André Ceciliano. O PT agora é contra a reforma da previdência, parou de ameaçar os LGBTs et caterva. A preocupação do PT agora é o desastre de Brumadinho, a deserção de Jean Wyllys, a diplomacia em relação à Venezuela e a Palestina, a eleição da Câmara dos Deputados, os pedidos de Lula e Dilma de indenização como anistiados políticos, nada de negros ou mulheres espancadas. O PT e a esquerda agora estão preocupadíssimos em acabar com a secretaria de segurança criada por Michel Temer para o combate ao crime organizado. Além da população que sofre por falta de moradia, saneamento básico, segurança pública, educação, trabalho e saúde, não há novos torturados no país, só o povo de sempre.

A mídia com a qual o PT sempre contou para alastrar suas mentiras já não desempenha o mesmo papel. Mas não porque não queira, ou não tente. É que já há muito menos gente imbecilizada no Brasil de 2019. A revista semanal de maior circulação no país teve uma queda de 400 mil exemplares. As pessoas pararam de ler mentiras. Perceberam que a verdade as vezes está num blog que recebe 40 visitas por dia e não em um jornal de grande circulação que tenha 1 milhão de exemplares. O povo parece ter aprendido que as grandes emissoras de TV têm o poder de dar a notícia, mas não tem o direito de distorcer os fatos para corromper mentes preguiçosas e mais minimamente inteligentes do que pensavam.

O PT perdeu o Brasil porque perdeu o discurso junto à imprensa e nisso está perdendo também a sua própria militância. Tem gente que ainda defende porque tem vergonha de assumir a realidade; tem gente que ainda defende porque realmente não entende nada de coisa nenhuma e nem quer entender; e tem gente que defende por pura canalhice mesmo. Mas todo mundo sabe que defende o indefensável. Lula é indefensável.

Não há mais o que dizer no Brasil para defender Lula e o PT. O negócio agora é ir para o exterior tentar criar o “Novo Mandela”, e isso já está funcionando a pleno vapor.

Jean Wyllys foi o primeiro mentiroso oficial patrocinado pelo PT e pela esquerda que fugiu (fugiu mesmo) para a Europa para contar seu conto de cinderela gay com ataques de pânico. O objetivo disso é apresentar ao mundo um Brasil vivendo em estado de exceção.

Jean Wyllys e sua família sofreram graves ameaças e o ex-deputado não se sentia mais seguro. Para tentar provar o risco que corria endossou o enredo que tenta desesperadamente ligar a família Bolsonaro aos milicianos acusados de participar do assassinato da ex-vereadora Marielle. Isso seria um indício de que ele era o próximo da lista. Não quis ser mártir morto e resolveu continuar vivo recebendo dinheiro do contribuinte para contar mentiras no exterior. Contudo, ele foi embora e a família ficou. A família pode morrer? Ou, de verdade, ele destina à sua família o mesmo apreço que demonstra pela instituição familiar nos absurdos projetos que defende?

É bom frisar isso: Jean Wyllys foi para a Europa para falar mal do Brasil, da justiça brasileira, remunerado pela Câmara dos deputados. Aquele que cuspiu em Bolsonaro, que destilou ódio, que tem 12 coincidências que o ligam a tentativa de assassinato de Bolsonaro, é vítima.

Para o lugar de Jean Wyllys chega David Miranda, o ativista gay que vive com o jornalista americano Glen Greenwald, ativista de esquerda que vive no Brasil para falar mal do Brasil no exterior. David Miranda também é do PSOL e teve um episódio no qual foi preso em Londres de posse de documentos obtidos com Edward Snowden, aquele americano que roubo documentos secretos americanos e foi se esconder na Rússia para não morrer. David Miranda foi acusado de terrorismo pelo governo inglês.

Com David Miranda dentro do Congresso Nacional, seu comparsa, amigo e amante Glen Greenwald ganha acesso liberado aos corredores do parlamento, o que significa que agora ele não apenas falará mal do Brasil no exterior como fará isso de dentro do próprio Congresso, quando eu e você estaremos pagando os custos. Em resumo, Greenwald ganhou um gabinete na Câmara dos Deputados com todos os custos pagos por nós.

O ex-chanceler Celso Amorim, que durante os anos petistas dirigiu a diplomacia brasileira é outro indo morar na Europa. Mais uma célula com trânsito na diplomacia internacional, especialmente de esquerda, escalada para disseminar a tese de que o mundo tem um “Novo Mandela”. Além dele, artistas e pseudo-intelectuais de esquerda tem saído do Brasil para diversas partes do mundo e levam na bagagem a cartilha de ‘Como falar mal do Brasil no exterior’. Do vitimismo ao “Novo Mandela”.

Além deles, a defesa de Lula não se cansa de passar vexame. Aqui no Brasil a justiça nega praticamente todas os pedidos que são feitos. Não sei a taxa de negação, mas deve passar de 95%. A defesa de Lula não ganha nem na purrinha. Lá fora as ações junto a ONU só geraram notícia e falsos resultados. A ideia de que um departamento “que fica debaixo da escada” de algum organismo da ONU possa ser maior que a Constituição Federal Brasileira é caso de internação. A OAB deveria cassar a carteira de um advogado desses para não comprometer sua própria imagem no exterior.

A recorrência em utilizar a ONU como plataforma do “Novo Mandela” há muito já deveria ter recebido um basta da comunidade internacional. A ONU, que já serve para pouca coisa efetiva, tem casos de injustiças reais que verdadeiramente merecem atenção, pois tratam de dor, de escravidão, de genocídios como o que promove Nicolas Maduro, amigo de Lula, na Venezuela. Chega de patrocinar causas falsas e perdidas.

Lula não tem semelhanças com Nelson Mandela. Se vier a ter um dia será o tempo que ambos passaram na cadeia. Acima de tudo, Lula tem uma diferença abissal em relação a Mandela. Lula sempre pensou apenas em Lula. Mandela pensou de verdade no povo dele.

O Brasil precisa começar agora a apresentar uma agenda positiva ao mundo, a despeito da agenda negativa que a esquerda promoverá aqui e lá fora. O que a esquerda se propõe como oposição é não permitir de maneira alguma que haja fatos positivos no governo Bolsonaro. Para isso tentarão empatar todas as medidas que o governo apresentar ao Congresso Nacional, pois sabem que todas darão o resultado e farão o Brasil crescer e o discurso petista perder a credibilidade inclusive lá fora.

Além do trabalho no Congresso Nacional, a agenda da esquerda conta com greves, invasões de terras pelo MST, de imóveis privados pelo MTST, de mentes pelas universidades ainda dominadas por petistas, torcendo a cada evento para que um grupo de soldados vestidos de verde apareçam e façam muitos cadáveres que serão espalhados pelo mundo pela mídia.

O Brasil precisa reagir e Lula precisa ser enviado a um presídio, como acontece com todo preso na situação dele. Já foram 10 meses de hotel 5 estrelas com direito a visitas íntimas 24 horas por dia em uma dependência da Polícia Federal. A última panaceia enfatiza a necessidade urgente de dar ao ex-presidente a condição de atual e futuro presidiário. São mais 7 processos tramitando na justiça, sendo que dois deles devem ser sentenciados no máximo em 60 dias e não parecem oferecer a menor chance de absolvição. Pelo contrário, sentenças duras serão dadas e Lula será cada vez menos defensável e mais tóxico para qualquer um que tenha sua imagem ligada a dele.

Precisamos urgentemente de uma mudança no comportamento do topo do judiciário brasileiro, esse sim o grande responsável pela penúria jurídica que vivemos e por ainda existir tanta impunidade nesse país. São ministros do STJ relacionados a vários escândalos de propinas, alguns delatados, são ministros do STF rasgando a Constituição Federal, protegendo corruptos e notórios bandidos e posando para as câmeras de TV como poços de moralidade e isenção de tarde e frequentando reuniões de trabalho e sociais com investigados e réus à noite, algumas acontecendo em garagens subterrâneas quando todo mundo acima da terra teoricamente está dormindo.

Não dá mais para vivermos de versões, nem aqui, nem lá fora. E para dar combate a isso nós, brasileiros, temos que divulgar a agenda positiva do nosso país e não ficar apenas replicando com comentários o que apresentam de negativo. Temos que exigir que a justiça seja aplicada com a devida igualdade a todos, e Lula será um ótimo exemplo quando for transferido para um presídio, onde é lugar de presidiário ficar. Se isso for feito sistematicamente com todos, não vai demorar muito para que Lula seja visto apenas como um ex-presidente corrupto que foi preso. Será uma boa demonstração para o mundo de que estamos virando um país sério.

Só pra lembrar, já faz tempo que eles falam mal do Brasil. E nem tem preocupação em negar que mentiam.

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Brumadinho e Jean Wyllys. Chega de conviver com essa lama.

Não deve haver no mundo alguém que assista incólume as imagens da tragédia de Brumadinho. Desde a última sexta-feira, em todos os cantos do planeta, as pessoas assistem pasmas nossa incompetência em legislar, fiscalizar e punir responsáveis por esse tipo de tragédia – que não é a primeira e é a mais grave de todas.

Dado o nosso tamanho continental, além dos danos ecológicos, humanos, materiais, morais e financeiros, o resultado dessa tragédia causa ao país estragos institucionais também irreparáveis. Não dá para explicar ao mundo esse tipo de tragédia.

Imaginem que se algo semelhante às tragédias de Mariana e Brumadinho acontecesse em qualquer país da Europa, cujas dimensões são, muitas vezes, menores do que as de Minas Gerais, a economia do país inteiro iria à falência. Seria um colapso sem precedentes, pois enquanto o Brasil tem centenas, talvez até milhares rios e afluentes, muitos países europeus tem um único rio, vital para sua economia.

A lama que escorre em Brumadinho tem DNA, e nele estão gravados os nomes de todos os políticos que administraram o Brasil nos últimos 34 anos, tenha sido por ação ou omissão. Mas, os genes dominantes atendem pelas siglas MDB, PSDB e PT. Essas 3 facções criminosas, juntas ou separadas, são as principais responsáveis pela lama que o mundo vê destruir vidas e sistemas ecológicos inteiros.

É importante que as pessoas pensem numa coisa. Quando Dilma Rousseff baixou o decreto que transforma crime ambiental e desastre natural, alegando que isso facilitava a retirada do FGTS pelas vítimas, em quem ela estava realmente pensando, no povo ou nas mineradoras? Se estava pensando no povo, porque não revogou o decreto após a finalidade cumprida?

Graças a Dilma Rousseff, o maior desastre ambiental do Brasil, a tragédia de Brumadinho é um mero desastre natural. E o congresso nada fez contra isso.

Querer ver a punição dos responsáveis é pouco. Temos é que querer não ver cenas assim nunca mais. Mas para que isso aconteça não basta tratar da lama despejada na natureza pela Vale. Temos que tratar da “lama” que escorre pelos vertedouros das câmaras de vereadores, assembleias legislativas e congresso nacional.

Há 34 anos, os políticos com vêm causando tragédias ecológicas, humanas, materiais, morais e financeiras, mas que não geram imagens espetaculosas com as tragédias de Mariana e Brumadinho, mas matam muito mais. Basta citar a impressionante cifra anual de 60 mil homicídios recorrente nos últimos 16 anos.

Mas o que tem Jean Wyllys a ver com Brumadinho?

Não importa a teoria de conspiração que explique a renúncia dele ao novo mandato – e são muitas, e são graves – Jean Wyllys foi escalado para continuar espalhando lama na imagem brasileira. Com a falsa retórica de que vive sob ameaça (quem no Brasil não vive), ele se retira da cena nacional para falar mal do Brasil no exterior.

Jean Wyllys é o rejeito da política brasileira. Não teria sido eleito caso não existisse o vergonhoso quociente eleitoral. Foi eleito com 17 mil votos na carona do não menos “lama” Marcelo Freixo.

O agora ex-deputado vai para o autoexílio se dizendo exilado político, como se tivesse sido expulso do país ou fugido dele por perseguição política. Usará sua condição homossexual para ser no exterior a vítima de perseguição política que Lula não conseguiu ser porque foi preso. E se uma das teorias de conspiração foram confirmadas, terá ido embora enquanto ainda tinha imunidade parlamentar, porque se ela teria o mesmo destino de Lula.

O problema de Jean Wyllys no Brasil não é e nunca foi sua opção sexual. E aqui vale um parêntese. O povo brasileiro nunca foi homofóbico até o PT chegar ao poder. E não estou dizendo que a homofobia não existia. Se não havia uma aceitação natural de relações homossexuais, não havia também nenhuma perseguição a gays. Quem se lembra de ter visto alguma vez alguém protestando contra Clodovil, Cazuza, Ney Matogrosso, Rogéria (quem nunca riu com Rogéria?), Renato Russo… todos gays, assumidos.

O problema de Jean Wyllys é, acima de tudo, falta de caráter, compromisso com uma ideologia que mata centenas de milhares de pessoas todos os anos, de fome, de falta de assistência médica, e vitimadas pela violência urbana, afinal o cidadão comum não tem direito a escolta policial e carro blindado pagos com dinheiro público.

Muita lama ainda há de passar debaixo da ponte, e até arrastando a ponte. O que temos que decidir é até quando vamos admitir conviver com ela e que preço estamos realmente dispostos a pagar para mudar os rumos do Brasil.

Se depender do PT e da esquerda, o Brasil será um eterno mar de lama.

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