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Bolsonaro e Moro versus o antigoverno do PT. Assim será 2019.

Bolsonaro e Moro versus o antigoverno do PT. Assim será 2019. Foi assim contra Sarney, Collor e Fernando Henrique. Porque seria diferente com Bolsonaro?

Antes da prática de corrupção se tornar sua maior especialidade, o PT era especialista em antigoverno. Da redemocratização em 1985 até o dia da posse de Lula, tudo que o PT fez foi para tumultuar o ambiente político: criar instabilidades, provocar greves, protestos, criar celeumas no Congresso Nacional, votar contra tudo que não viesse da esquerda, apresentar seguidos pedidos de impeachment, se recusar a assinar a constituição, votar contra o plano real, destruir reputações.

“Si hay gobierno, soy contra!” Essa frase, atribuída a Che Guevara, na verdade não pertence a ele. “Na verdade, a origem da máxima estará na historieta anedótica do anarquista vítima de naufrágio que, ao chegar à praia de um país desconhecido, logo proclama perante os seus acolhedores habitantes: “Obrigado por me salvarem! Mas se há Governo, sou contra!” Mas ela é pouco para o PT. A frase que melhor define o partido seria “si hay gobierno que no sea mío, soy contra” (se há governo que não seja meu, sou contra).

O PT já se preparava para ser antigoverno Bolsonaro. Não engoliria uma derrota para ninguém, muito menos para Bolsonaro. Mas ele ganhou. E o cenário, que já era ruim, com Sérgio Moro no Ministério da Justiça ficou muito pior. O maior combatente que a corrupção já teve em toda a história do Brasil, profundo conhecedor de todos os meandros desse câncer na política brasileira, e algoz de Lula, vai comandar a justiça.

Assim, já não bastará mais ao PT ser apenas antigoverno. O partido terá que se assumir também antijustiça, o que Gleisi Hoffmann já começou a fazer. Segundo o site O Antagonista, “Gleisi Hoffmann apresentou um projeto para sustar o decreto de Michel Temer que cria uma força-tarefa de enfrentamento ao crime organizado.” É isso mesmo, um projeto que combate o enfrentamento ao crime organizado.

Mas não ficou nisso. Antes mesmo disso, após a reunião da executiva nacional do PT, Gleisi Hoffmann informou que “o partido sugere proteção física e retaguarda jurídica” para os grupos MST e MTST, em contraponto ao projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados para qualificar como terrorismo as ações desses grupos ao invadir propriedades privadas.

Sem a maioria que durante os governos petistas, alimentada por mensalões e petrolões, permitia que o partido aprovasse ou barrasse o que quisesse, o PT não vai poder contar apenas com os gritos de Maria Rosário, as caras e bocas de Gleisi ou a verborragia cínica de “Paulos Pimentas” e “Josés Guimarães”. Sabem que o antipetismo também frequenta as bancadas do congresso nacional.

Penso que 2019 veremos um embate entre corruptos e anticorruptos como nunca se viu antes na história desse país. Mas penso também que no final dele os mocinhos prevalecerão sobre os bandidos, e poderemos, então, em 2020 ter um clima político que possibilite ao Brasil traçar com mais assertividade o rumo do seu futuro.

Entretanto, enquanto a posse não vem, o PT e a esquerda farão de tudo para melar o jogo como for para tentar impedir até que Jair Bolsonaro tome posse em 1° de janeiro de 2019. Não à toa, hoje mesmo, o general Sérgio Etchegoyen disse para o Estadão: “O GSI não comenta detalhes de sua responsabilidade com a segurança presidencial, mas confirma que existem ameaças contra Jair Bolsonaro que efetivamente preocupam”.

É preciso que venham à luz, urgentemente, o resultado das investigações sobre a tentativa de assassinato de Bolsonaro por Adélio Bispo de Oliveira, assim como o teor das delações premiadas de Antônio Palocci e Marcos Valério. O povo brasileiro precisa conhecer essas verdades, que além de elucidar o sistema de corrupção criado pelo PT em seus governos, vai retirar da boca de muita gente os discursos hipócritas que insistem em sustentar.

O PT voltará a ser o que sempre foi, um partido antidemocracia, sem a menor vocação para conviver com a alternância de poder. Ser antigoverno passa a não ser apenas estratégia, mas também sua única saída, enquanto os 30 de seus 62 eleitos são apenas investigados ou réus, pois do jeito que esperamos que a justiça funcione, corre o risco de boa parte desses investigados ou réus adquirirem o status de presos.

De verdade mesmo, o PT será o que sempre foi, um partido interessado apenas em si mesmo, em suas ideologias, em sua manutenção no poder a qualquer preço, lícito ou ilícito (com preferência para a segunda hipótese), e antiBrasil, porque só participa e endossa aquilo que vem dos seus ou que condiz com seus interesses.

E depois não entendem de onde veio o antipetismo.

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A Copa seria o pano de fundo para o que acontece na cozinha. Seria.

Ainda que um contingente incalculável de brasileiros esteja de olho na Copa e no cabelo do Neymar, uma minoria valente, “atordoada permanece atenta, na arquibancada para a qualquer momento, ver emergir o monstro da lagoa”, me aproveitando das palavras de Chico Buarque na música Cálice. Aliás, vale uma lida na letra. Está muito mais atual do que foi na época (aqui).

O trâmite da CPI da Lava Jato mostrou a falta de limites dos atuais ocupantes da Câmara dos Deputados. Seria enfiada goela abaixo, e ainda corre o risco de ser criada, enquanto Felipe Coutinho, Neymar e companhia fazem gols para que o Brasil fique mais leniente do que é regado a dias sem trabalho, cerveja, churrasquinho e uma risonha sensação de patriotismo representada pela camisa de uma seleção de futebol.

Quando José Sarney conseguiu embutir “a jabuticaba” dos 5 anos para o seu mandato, não houve apenas vaidade e poder nisso, mas estratégia. A partir daí as eleições gerais passaram a acontecer nos anos de Copa do Mundo, o que pode ser bom ou ruim, mas certamente um momento que pode ser muito útil e aproveitável. Infelizmente, o orgulho do brasileiro médio se conforma com pouco. E, nada casualmente, as eleições municipais, que já não são muito prestigiadas, acontecem em ano de Olimpíadas. Outra coincidência?

Uma verdadeira reforma eleitoral a ser feita nesse país tem que ter por base que não seja em ano de grande evento esportivo mundial, ou mais especificamente, em ano de Copa do Mundo e Olimpíadas. E o fundamental desmembramento das eleições, separando, por exemplo, entre majoritária e proporcional ou por estadual, federal e municipal.

O eleitor terá que escolher em outubro um presidente, um senador, um deputado federal, um governador e um deputado estadual. São cinco escolhas “feitas nas coxas”. Segundo artigo da revista Exame (aqui) de janeiro de 2018, 79% dos brasileiros não lembram em que votaram para o congresso na eleição anterior.

A atual composição do Congresso Nacional reúne tudo que há de pior na política brasileira, salvo uma meia dúzia de 4 ou 5 que se salvam nas casas, mas o grau de pilantragem e descaramento atingiu limites assustadores. A CPI da Lava Jato está sendo criada para que políticos investigados investiguem quem os investiga. Mas a Copa tinha que ter ajudado mais. O Brasil tinha que ter goleado a Suíça e a Costa Rica e os brasileiros estarem eufóricos o suficiente para não se incomodar com política, seria só mais uma CPI.

Mas deu certo no Supremo Tribunal Federal. Gleisi Hoffmann foi absolvida de corrupção e lavagem de dinheiro por 5 a 0. C I N C O. E absolvida do crime de caixa 2 por 3 a 2. Cármen Lúcia disse, no julgamento do mensalão, “caixa 2 é crime”, mas parece que alguns ministros não concordam com ela. Deram aval para Narizinho se fingir de honesta com atestado, como se outros dois processos contra ela, mas quentes e robustos, não estivesse a caminho.

Uma pergunta importante é a seguinte: se Gleisi foi absolvida de corrupção e lavagem de dinheiro porque as provas só se sustentavam em delações e o MPF não conseguiu comprovar a materialidade do crime, então não houve crime. Nesse caso, ou os delatores tem que ser processados pelo MPF por calúnia, injúria, difamação, danos morais, ou eles têm que ser igualmente absolvidos pelo mesmo não cometimento de crime.

No rastro disso veio o arquivamento do milionésimo milésimo quinto pedido de liberdade para Lula, o que parece ser boa notícia, mas que me deixou com uma pulga atrás da orelha. Mesmo com Copa e tudo, foi fácil demais. Sepúlveda Pertence andou visitando Fachin recentemente, Dias Tóffoli e Gilmar Mendes visitando Temer antes do julgamento, tempos estranhos, como diz Marco Aurélio Mello.

E por falar nele, o gagá do plenário andou falando bobagens para a TV portuguesa em bom português. Disse que a prisão de Lula é ilegal, mas esqueceu-se que ele faz parte do colegiado que chancelou tal “ilegalidade”. Para Marco Aurélio, placar de 6 a 5. Ele quer no mínimo uma maioria esmagadora, mesmo que seja por 6 a 5 a favor do que ele pensa. Se Lula está preso por uma ilegalidade, ele Marco Aurélio Mello está prevaricando.

Não há mais futebol que suprima ou sublime a verdade do país no qual estamos vivendo. A Copa realizada no Brasil deixou um legado de verdades e decepções, mesmo na gente mais simples, e mesmo que essa gente mais simples esteja ligada na televisão assistindo todos os jogos e vibrando com o Brasil, porque esse é ainda um dos poucos orgulhos que ela pode ter. E um orgulho pequeno perto do que representa a cidadania.

Nada contra a Copa do Mundo, um evento belíssimo, do qual eu mesmo gosto muito, mas que já não consigo ver sem pensar no que tem por trás dela, dos escândalos de corrupção que, mais uma vez, foram protagonizados por brasileiros. Um ex-presidente preso, outro que mal tem coragem de sair de casa, e o atual que não tem coragem de sair do país porque sabe que será preso. E essa corrupção começou lá atrás, com outro brasileiro, João Havelange.

Temos coisa mais importante para nos preocuparmos do que o motivo do choro do Neymar, ou com sua coleção de carros de 18 milhões de dólares, ou com os 200 milhões que ele ganha por ano, porque só ele ganha.

O povo precisa pôr na cabeça que cada jogador da seleção ganhará 2 milhões de reais se o Brasil ganhar a Copa. São 2135 salários mínimos. Um brasileiro ganhando salário mínimo precisaria trabalhar aproximados 177 anos para ganhar 2 milhões de reais.

A Copa acaba em 15 de julho. Com a taça, ou sem a taça, o Brasil continua inclusive pagando os pecados e as contas da desgraça que foi a Copa no Brasil. Chega de levar de 7 a 1. Não vamos deixar de olhar para nossa cozinha porque a CPI da Lava Jato ainda está rolando e certamente o Neymar não estava chorando por causa disso.

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Gleisi Hoffmann. Ela quer explodir o Brasil com todo mundo dentro.

Gleisi Hoffmann não tem a menor responsabilidade com as coisas que fala ou faz. É dessa forma que ela conduz seu mandato de senadora, a presidência do PT e sua capacidade de influenciar e insuflar a militância.

Desde o processo do impeachment de Dilma Rousseff ela assumiu o protagonismo do teatro de absurdos que se tornou a indefensável defesa de indefensáveis criminosos corruptos, seus pares em todos os sentidos.

Ascendida por Lula à presidência do PT, passou a assumir também o protagonismo de um partido que se converteu também em uma facção criminosa, dando a ela ainda mais poder e espaço para praticar atos de irresponsabilidade com papel timbrado do PT.

Fico imaginando como deve ter sido a recepção do mundo árabe ao patético apelo de Gleisi Hoffmann, sabe-se lá por que tipo de ajuda. O que devem ter imaginado aqueles líderes machistas num mundo onde somente em 2016 um painel de cientistas conseguiu chegar a um espantoso consenso de que a mulher é um mamífero. E os petistas aplaudiram a iniciativa. A esquerda achou lindo. E o mundo árabe? Entre as 10 primeiras páginas do Google que resultaram da pesquisa que fiz com o termo “resposta do mundo árabe ao vídeo de Gleisi Hoffamann”, encontrei apenas 1 resultado de um site chamado Coletivo Muçulmano, que você pode ver clicando aqui. Já na busca pelo termo exato “coletivo muçulmano”, o único resultado foi exatamente o mesmo, ou seja, inexiste além da tal nota de apoio.

É muito complicado fazer qualquer avaliação de mãe Gleisi Hoffmann, mas, me pergunto, quem cuida dos filhos dela? Senadora desde 2010, assumiu a Casa Civil no governo Dilma em 2011, e de lá para cá, mais intensivamente após o processo de impeachment, a atual presidentA do PT é vista em todos os cantos do país, todos os dias da semana. Como será que reagem esses filhos ao verem que a mãe é ré em um processo criminal por corrupção, investigada em outros inquéritos, e ainda fartamente acusada em todo tipo de mídia desde que teve seu codinome “amante” revelado numa planilha de propinas?

O garoto já tem 16 anos, a garota, adotiva, já tem 12. O que será que pensam essas crianças ao verem a mãe Nicolás Maduro e ao mesmo tempo verem notícias que falam do genocídio cometido por esse mesmo ditador? O que será que pensam quando veem a mãe 100% dedicada a um criminoso condenado a 12 anos e 1 mês de prisão, correndo ela mesma o risco de ser presa pelos mesmos tipos de crimes?

A petista Gleisi Hoffmann não tem limites, principalmente no que diz respeito a cometer idiotices. E a maior delas é imaginar que existe algum clima para fazer eclodir uma guerra civil no Brasil. Ela quer explodir o Brasil, mas só está conseguindo mesmo implodir o que ainda resta do PT e da própria esquerda.

Gleisi é uma das figuras mais rasteiras da política brasileira, capaz de tudo para cometer e encobrir crimes. Ela se apoiará nos movimentos sociais para causar desordem, afrontará as leis e a justiça, incitara a militância à prática de invasões e violência, dará entrevistas incabíveis a meios inócuos para públicos indiferentes, ficará acampada na porta que qualquer cadeia onde Lula esteja, porque esse é o jeito Gleisi de ser.

O azar de Gleisi Hoffmann é que aqui não é a Venezuela. Aquele povo brasileiro que durante mais de 3 décadas estava acomodado ficou desconfortável e está reagindo. O próprio povo simples já entendeu que as verdades do PT não são assim tão verdadeiras. Não se viu um único movimento espontâneo em defesa de Lula depois que ele foi preso, e os raros acontecimentos foram promovidos à base de pão com mortadela.

Mas nem assim Gleisi Hoffmann vai parar, porque, entre outras coisas, não sabe a hora de parar. Mas terá que parar uma hora dessas.

Não adianta fazer circo em Curitiba para tentar garantir ao menos uma cadeira de deputada federal nas próximas eleições. Até lá, terá que conviver com a ideia do mico de não ser eleita ou com o gorila de até conseguir ser eleita e ser retirada do cargo por agentes da Polícia Federal.

Uma hora ou outra, Gleisi Hoffmann entenderá que não há salvação para os corruptos, porque os eleitores que julgarão seus feitos encontram-se no Brasil e não na audiência da Al Jazeera. Ela quer muito explodir o Brasil com todo mundo dentro, acha que pode, mas o que a história registrará daqui alguns anos é que uma senadora corrupta de esquerda pensou um dia que poderia fazer uma revolução comunista no Brasil, só esqueceu de combinar com os russos.

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SER CONTRA MICHEL TEMER NÃO É SER A FAVOR DE LULA

MAS APOIAR TEMER É APOIAR LULA. É SER CONTRA A LAVA-JATO. E A FAVOR DA CORRUPÇÃO

Quem rouba cem é menos ladrão do que quem rouba mil?

Quem mata cem é menos assassino do que quem mata mil?

Entre vários apelidos, Michel Temer é chamado de vampiro. E aproveito o apelido para fazer uma analogia: manter Temer à frente do governo é deixar o vampiro tomando conta do banco de sangue.

Entre os argumentos otimistas usados pelos que defendem a permanência de Michel Temer até 2018, estão os bons resultados da economia. De fato, a economia respira novamente. Quer dizer, mais ou menos. Essa “respiração por aparelhos” já redunda num rombo de 170 Bilhões de reais nas contas do governo. E para financiar esse rombo, aumenta-se impostos ao invés de cortar custos. O povo paga.

Já há uma outra ala que defende com veemência que tirar Temer agora é trazer Lula de volta, uma versão terrorista dos fatos que serve tanto para Temer quanto para Lula, pois mantém o primeiro no poder e o segundo fora da cadeia.

Quando nas gravações do ex-deputado Sérgio Machado o senador Romero Jucá se referia a “estancar a sangria”, ele falava exatamente do que está acontecendo agora. Ou seja, tudo está sendo encaminhado para que a Operação Lava Jato seja estancada e asfixiada pouco a pouco. E a nova Procuradora Geral da República veio para isso.

O atual PGR Rodrigo Janot pode ter cometido diversos pecados, como, por exemplo, sequer ter denunciado Dilma Rousseff e outros do time. Mas não se pode dizer de maneira alguma que durante suas gestões ele apenas protegeu petistas. Se assim fosse João Vaccari Neto e Antônio Palocci, apesar de terem sido presos por Sérgio Moro, certamente já teria saído da cadeia.

Outra questão é que, a despeito dos ataques idiotas de Gilmar Mendes, o Ministério Público depende do STF quando se trata de figurões da república. E os políticos até então molestados pela PGR, o foram com o aval do próprio STF. Além disso, Gilmar Mendes não cita em nenhum momento que os processos contra políticos estão nas gavetas dos diversos ministros do Supremo sem nenhuma ação.

O fato é que Michel Temer é corrupto, tanto quanto Lula e todos os outros. Manter o apoio a ele é manter apoio ao sistema corrupto que aí existe. A própria reforma política apresentada por Vicente Cândido e aprovada em comissão na câmara mostra o quanto os corruptos se esforçam para que as coisas não mudem muito, e que as mudanças sirvam até mesmo para legalizar a corrupção.

Apoiar Temer é apoiar a continuidade disso tudo.

Muito cuidado com os anti-petistas que, bem ou mal-intencionados, insistem que a permanência de Temer é a certeza do não retorno de Lula. Isso não é verdade. Aliás, muito pelo contrário. As ações subterrâneas de Temer, os encontros fora de agenda, em horários estranhos até mesmo para políticos, e em locais como a garagem da residência oficial da presidência da república atestam isso.

As pessoas precisam ter convicções e não predileções. E convicções se formam através dos fatos e não das versões. Por mais poderosa que seja qualquer emissora de TV ou grupo de comunicação, ninguém vai conseguir convencer ninguém de que o vampiro é vegetariano.

Ladrão é ladrão a partir do primeiro real roubado. Assassino é assassino a partir da primeira vida que tira. O resto é conto da carochina.

CINCO MINUTOS PARA FALAR DA CARREIRA DE LINDBERGH FARIAS

A VITÓRIA DE LULA EM 2002 PERMITIU QUE ELE ASPIRASSE POR UMA GRANDE CARREIRA POLÍTICA. E DEU NO QUE DEU.

Não é de hoje que o destempero de Lindbergh Farias causa tumulto e constrangimento ao senado. Até mesmo senadores enrolados em diversas operações da Polícia Federal se sentem constrangidos com o comportamento do ex-cara pintada.

O senador petista/bolivarianista trata o senado federal como se fosse o quintal da sua casa, e trata seus pares não petistas e não adeptos ao lulopetismo como se fossem idiotas e palhaços que estão ali apenas para fazer plateia para seus shows particulares.

Dois terços dos membros do Senado Federal são alvo de algum inquérito no STF ou já respondem como réus a algum processo. Basta ver o ex-presidente da casa Renan Calheiros com 13 processos investigativos. Fora ele, senadores de expressão nacional como Aécio Neves, Romero Jucá, Gleisi Hoffmann e o próprio Lindbergh. Todos por corrupção e recebimento de propina.

As cenas protagonizadas ontem por Lindbergh Farias no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do senado mostraram ao Brasil – e ao mundo – mais uma vez que não se trata de uma pessoa normal, ou que pelo menos não se apresenta em seu estado normal nessas ocasiões.

Por mais de uma vez insinuações sobre o comportamento de Lindbergh levantam suspeitas sobre a forma como age nesses momentos e sobre os motivos que o deixam agressivo, raivoso, beligerante e com as pupilas dilatadas. O senador Ronaldo Caiado, inclusive, já falou isso durante uma sessão plenária.

Lembremos que a carreira do senador Lindbergh começou no movimento dos cara-pintadas que pediu e apoiou o impeachment do então presidente Collor. De lá para cá Lindbergh passou pela prefeitura de Nova Iguaçu deixando um rastro de indícios de corrupção, tendo inclusive sendo condenado. Só que, afinal, estamos no Brasil e nada acontece.

Lindbergh Farias foi protagonista de cenas ridículas durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff, sempre a reboque das senadoras Gleisi Hoffmann, Vanessa Grazziotin e Fátima Bezerra, tendo como companheiro de cena o não menos ridículo Roberto Requião. E assim será até o momento em que o terço de senadores não comprometidos com a justiça tome alguma providência. Ou as urnas em 2018.

É preciso pôr um fim nessa carreira. Nessa e nas outras carreiras que se assemelham em comportamento e comprometimento com corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha, recebimento de propinas, roubo de estatais, lavagem de dinheiro…

Se nada fizerem e Lindbergh Farias for reeleito ou eleito para outro cargo nas próximas eleições, a coisa vai cheirar mal. Muito mal.

 

UMA TERÇA-FEIRA COMO ESSA SÓ FOI POSSÍVEL POR UM MOTIVO: O POVO NÃO FAZ NADA.

O QUE ESPERAR DA QUARTA, DA QUINTA, DA SEXTA…

A terça-feira não chegou ao fim ainda, mas o fim da picada chegou para valer nessa terça-feira.

Michel Temer põe Rodrigo Janot em suspeição no STF. E entre os que decidem sobre acatar ou não acatar o pedido do presidente, estão os suspeitíssimos Gilmar Mendes, Antônio Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Alexandre de Moraes, além das manobras suspeitas que ocorrem por lá. E o povo não fala nada.

A comissão de ética e decoro parlamentar do Senado simplesmente passou por cima da palhaçada protagonizada pelas senadoras marmitex, além de dar palco para o ridículo Lindbergh Farias que provavelmente não passaria nem num exame antidrops, o que dirá um exame antidoping. Além das cenas ridículas já de costume, faltou com a ética e com o decoro, exatamente na comissão que cuida de tal. E o povo não faz nada.

Na Câmara dos Deputados, tal qual o esgoto no Brasil, correm a céu aberto propostas para a criação do fundo bilionário para financiar campanhas eleitorais utilizando-se para isso as vergonhosas verbas das emendas parlamentares, o que em tradução livre significa menos dinheiro para a saúde, para a educação, para saneamento básico… E o povo não faz nada.

Os sindicatos que, a princípio, ficam sem as verbas do imposto sindical a partir de novembro, já articulam a criação de uma “Contribuição Negocial” para cobrir o rombo. E a desfaçatez é tão grande que, pelas regras propostas, bastará que 10% dos sindicalizados compareçam em uma assembleia e aprovem a o pagamento da nova contribuição para que todos os outros trabalhadores sejam obrigados a pagar também, concordando ou não. E o novo imposto, que hoje é de 4,5%, pode chegar a 13%. E o povo não faz nada.

Continuando o périplo do dia, a equipe econômica do governo acena com aumento da alíquota do imposto de rende, passando a faixa mais alta dos atuais 27,5% para 35%. Ou seja, quem ganha R$ 10.000,00 terá retida a “bagatela” de R$ 3.500,00 na boca do caixa do governo e ensaiar estripulias e malabarismos para ter direito à devolução do imposto retido. E o povo não faz nada.

E para concluir, Stédile informa em alto e bom tom, em cadeia nacional, que “está enviando um exército para a Venezuela” a fim de ajudar Nicolas Maduro a matar o povo venezuelano. Como o MST, teoricamente, não pode matar aqui, vai matar na Venezuela. Depois foge para cá de volta, ninguém vai ser punido, nem extraditado e fica o dito pelo Benedito. E o povo não faz nada.

O Brasil é ridículo. E o povo não faz nada.

 

GLEISI HOFFMANN É BI. SUSPEITAVA DESDE O PRINCÍPIO.

VAI SE TRANSFORMAR EM RÉ PELA SEGUNDA VEZ NO STF.

Narizinho está a caminho de se tornar ré pela segunda vez no STF. A Polícia Federal concluiu a investigação que consta de depoimentos e provas de que a senadora petista recebeu propina. Segundo o laudo que a PF entregará ao ministério público, ela cometeu crime eleitoral, corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro.

Ela e seu marido, o também petista Paulo Bernardo, ex-ministro do planejamento, já são réus em outra ação por terem recebido propina do Petrolão. Ele chegou a ser preso, mas por obra e graça de, advinha, Dias Tóffoli, foi solto na concessão de um habeas corpus de ofício, quando o juiz concede a liberdade porque quer, e pronto acabou.

Mais do que uma senadora enrolada, Gleisi Hoffmann é presidente nacional do PT, o partido dos enrolados, dos enroladores e dos rolos.

Para não ser presa, Gleisi Hoffmann precisará desesperadamente de um mandato em 2018, e já estuda cenários que envolvem até uma candidatura a deputada estadual, ou o absurdo de transferir seu domicílio eleitoral para outro estado onde teria chance de ser pelo menos deputada federal. Resta saber se o povo está de acordo com essas ideias, especialmente o do Paraná.

Gleisi Hoffmann tem declarado apoio ao ditador Nicolas Maduro, ignorando que todo o povo da Venezuela está nas ruas porque o chavismo, tal qual o lulismo, quebrou o país. As pessoas carecem das coisas mais básicas para a subsistência humana, como comida e remédios. Gleisi chama o povo com fome de “extrema direita”.

Outra distorção típica de petistas e de Gleisi Hoffmann é a inversão do ônus da prova. Ela chama Maduro de democrata e defende a recente convocação da constituinte bolivariana como um ato de democracia pura. E afirma que a ação da justiça brasileira é uma ditadura, tentando, com isso, engrossar o coro dos que pregam uma nova constituição para o Brasil como meio de burlar a justiça.

Gleisi será bi. Será tri, talvez tetra, quem sabe até pena ou hexa como seu encantador de asnos. Da nossa parte, fica a torcida para que os novos títulos sejam comemorados por ela na cadeia, onde, provavelmente, será a vedete do pavilhão, dizem que adoram loirinhas por lá.

GLEISI HOFFMANN REAFIRMA APOIO À MADURO. E DAÍ?

GLEISI HOFFMANN REAFIRMA APOIO À MADURO. E DAÍ?

NÓS SOMOS BRASILEIROS. SOMOS PACÍFICOS. NENHUM PARTIDO POLÍTICO É CAPAZ DE DESPERTAR ESSE TIPO DE ÓDIO NO POVO BRASILEIRO. SÓ DESPERTAM O ÓDIO CONTRA SI MESMOS, INCLUSIVE DE SEUS SIMPATIZANTES

A mídia e as redes sociais ficam em polvorosa quando PT, PCdoB e seus fãs clubes apoiam abertamente o regime de Nicolás Maduro.

Isso só serve para gerar notícia, vender jornal e conquistar atenção diante de televisões, rádios, computadores e smartphones.

O que o PT, o PCdoB e asseclas pensam não faz nenhuma diferença no mundo, mesmo que esses partidos ainda pudessem, de verdade, representar 25% do eleitorado brasileiro.

Imaginar que o apoio desses partidos possa, de fato, influenciar o pensamento nacional a respeito do governo venezuelano é desprezar a evidência de quem nem os petistas ou pcdobistas mais inflamados das redes sociais tem coragem de declarar e demonstrar apoio ao que acontece na Venezuela, excetuando-se os fanáticos e idiotizados.

Talvez eu esteja enganado, e espero estar, e esse apoio incondicional ao absurdo sirva, sim, para ratificar ao povo brasileiro as quão incoerentes, arbitrários, corruptos e comunistas são os defensores desse pretenso ditador, que já não esconde mais do mundo suas práticas genocidas, pela fome ou pela violência.

Democracia para a esquerda é como a frase da Canção do Exílio, de Gonçalves Dias “As aves que aqui gorjeiam, não gorjeiam como lá”.

Para Gleise Hoffmann, PT, PCdoB e coadjuvantes, democracia no Brasil é eleições diretas já, rasgando mais uma vez a constituição para dar uma chance de um bandido voltar ao poder. Lá democracia é a dissolução arbitrária do parlamento, a convocação de uma constituinte falsa e o assassinato de dezenas de venezuelanos pelas forças do governo, muitas ao vivo e a cores para o mundo.

Que PT, PCdoB e restolhos que lhes acompanham continuem reafirmando seu apoio incondicional ao governo de Nicolás Maduro. E que o povo brasileiro, de todos os partidos, inclusive de esquerda, observe e se certifique que essas pessoas defendem a matança indiscriminada de pessoas pelo crime do pensamento.

Somos brasileiros. O que acontece na Venezuela não tem nada a ver com ideologia. Tem a ver com corrupção, que quebrou o país, assim como está quebrando o nosso.

Deixa a Gleisi apoiar quem ela quiser.

UNS MINUTOS PARA FALAR DE GLEISI HOFFMANN

 

TODO MUNDO ODEIA NARIZINHO

Eu sempre admirei atrizes e atores que me fazem acreditar por uma hora e meia, ou duas, que realmente amam ou odeiam, sentem dor ou felicidade, choram copiosamente ou tem surtos de gargalhadas. Uma atriz ou ator com essa capacidade tem o dom da versatilidade. Incorporam defeitos físicos, expressões, tons de voz, trejeitos, e constroem um personagem crível.

Gleisi Hoffmann é um personagem que poderia ter sido inventado, como de certa forma até foi. É um análogo da política ao do menino pobre que vira jogador de futebol famoso e acha que isso permite a ele tudo, ninguém tem nada a ver com isso.

Venho dizendo há algum tempo que Gleisi Hoffmann é o personagem político mais baixo que conheci desde que me interesso por política, talvez pudesse até compará-la a Eduardo Cunha no que tem de vil, de repugnante. Mas, enquanto ele é um personagem de filme de mocinho e bandido, ela é protagonista de filmes de suspense, com altas doses de sadismo.

Ele deixaria a plateia feliz se tomasse um tiro do mocinho. Ela precisaria de um fim mais espetaculoso para que o público se sentisse vingado.

Gleisi Hoffmann interpreta um papel digno da sua falta de caráter, por isso o faz tão bem.

Uma carreira política que começou errada e que rapidamente evoluiu porque ela soube se aliar a tudo de errado que facilitasse sua ascensão. Paulo Bernardo foi trampolim, a falta de escrúpulos a catapulta. E chegou onde chegou.

Na página ParaChargeando, do Facebook, onde comecei com minhas charges, ela é o personagem de maior sucesso. As charges de maior audiência são com ela, sendo dela também o recorde de 68 mil em uma única charge em pouco mais 24 horas.

Não é difícil não gostar dela. Ela se esforça bastante para isso. E convence.

GLEISI HOFFMANN APOIA O DITADOR MADURO

Não se sabe a quem essa, por enquanto, senadora, tenta enganar, se o povo dos outros países ou o povo brasileiro.

A mesma Barbie que prega democracia e diretas já no Brasil não fica sequer vermelha ao defender o genocida governo venezuelano de Nicolas Maduro ou de cantar o hino da internacional comunista no encontro do Foro de São Paulo na Nicarágua.

Já está passando da hora de pôr um freio em quem se acostumou a passar dos limites sem ser incomodada.

Barbie é, sem dúvida, a figura mais rasteira que a política brasileira revelou nos últimos 20 anos.

Ainda assim, não adiantam discursos inflamados. O povo brasileiro, em especial o povo paranaense, já sabe quem ela é, não importa o que ela queira parecer ser.