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O Brasil sem Bolsonaro teria esse senhor na presidência.

O Brasil sem Bolsonaro teria esse senhor na presidência.

Existe uma pauta trabalhada pela imprensa em conjunto com a esquerda, mais especificamente o PT e seus puxadinhos, para fazer a população acreditar que o Brasil de Jair Bolsonaro não está dando certo.

É um esforço hercúleo, e para isso não poupam nada que possa ser negativo à imagem do presidente. Se Bolsonaro pisar num chiclete isso vira tema para colunistas de todos os grandes jornais desfiarem teses e teorias conspiratórias psicológicas que dirão que a pisada no chiclete é um ato autoritário que representa o desejo de pisar no povo. Ou qualquer outra balela do gênero, a Globo não economizará especialistas.

O Brasil da imprensa e do PT só não é trágico porque não consegue deixar de ser muito cômico. O desespero é risível. Eu já falava sobre isso no artigo “Bolsonaro e Moro versus o antigoverno do PT”. Assim será 2019, que você pode ler clicando aqui.

Para não se deixar contaminar, é preciso, porém, que a gente pense a partir de uma realidade fática, e não apenas olhando o momento como se ele fosse isolado ou não impactado pelo resto da história.

Em outubro de 2018, com sólidos 55.205.640 votos, 55% dos votos válidos, O Brasil, acima de tudo, disse não ao PT e à esquerda.

Milhões de votos recebidos por Jair Bolsonaro foram contra o PT e tudo o que ele representou e ainda representa de ruim para o Brasil.

Então, quando alguém questiona e incentiva o sentimento de arrependimento naqueles que votaram em Bolsonaro, o faz sem considerar o que teria sido do Brasil caso o eleito tivesse sido Fernando Haddad.

Se o PT tivesse ganho a eleição, Lula já estaria solto. Mais do que governar o Brasil essa era a grande meta do PT. Além de solto, Lula estaria interferindo na política econômica do Brasil, teria nomeado todos os ministros.

Se fosse Haddad o presidente, o STF já teria acabado de vez com a Lava Jato e com a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância. Sérgio Moro teria abandonado a magistratura da mesma forma, mas para sair do país, porque seria impossível que ele tivesse paz sob um novo governo petista.

Um novo mandato petista teria condecorado Nicolás Maduro e denunciado Juan Guaidó na ONU como subversivo e antidemocrático. O Brasil estaria ainda mais alinhado ao lixo socialista mundial e a esquerda teria ganho uma sobrevida na América do Sul.

Com Haddad no poder Cesare Battisti jamais teria sido entregue à justiça italiana e admitido seus crimes.

A Petrobras já estaria novamente sendo loteado entre os amigos e os amigos dos amigos, não estaríamos vendo uma reforma trabalhista tramitando no Congresso Nacional, e nunca, em momento algum, ouviríamos falar de um pacote anticrime tão bem elaborado e funcional no combate à corrupção e à impunidade.

O Congresso Nacional provavelmente estaria debatendo temas importantes como o sexo de anjos gays, ou proibir pais e mães de colocar roupas rosas ou azuis nas crianças na maternidade.

Se a esquerda tivesse ganho, os gays protagonistas da Golden Shower no carnaval teriam sido condecorados com medalhas na Câmara de Vereadores do Rio, na ALERJ e no Congresso Nacional, e ambos teriam tirado fotos com Gleisi Hoffmann fazendo o “L” com os dedos.

E se você ainda não achou ruim o suficiente, três coisas podem fazer você pensar melhor:a) se Fernando Haddad tivesse sido eleito presidente Jean Wyllys continuaria no Brasil e exercendo o cargo de deputado; b) se o PT tivesse ganho a eleição você já teria perdido de vez toda a liberdade de expressão que ainda tem nas redes sociais; Renan Calheiros seria presidente do Senado e Rodrigo Maia continuaria sendo o presidente da Câmara dos Deputados.

a) se Fernando Haddad tivesse sido eleito presidente Jean Wyllys continuaria no Brasil e exercendo o cargo de deputado; b) se o PT tivesse ganho a eleição você já teria perdido de vez toda a liberdade de expressão que ainda tem nas redes sociais.

Para pensar no Brasil sem Jair Bolsonaro é preciso pensar no que seria o Brasil com Fernando Haddad. E não fui a fundo em nenhuma questão e nem citei questões como saúde e educação.

O que existe no Brasil é uma extensa pauta para criar a falsa imagem de desgaste de Bolsonaro, criar intrigas dentro do governo, e a imprensa é o grande agente desse processo que visa desmoralizar, desinformar e deformar o pensamento e a percepção das pessoas.

A imprensa brasileira está a serviço da desmoralização do Brasil em todos os aspectos, sendo a maior fomentadora e divulgadora das notícias negativas que ela mesma cria através da promoção de intrigas, fofocas e fake news. Sim, a imprensa é a maior criadora e divulgadora de fake news, e faz isso desde que você e eu nos conhecemos por gente, porque faz para quem paga mais.

Jair Bolsonaro não era o presidente dos sonhos do Brasil inteiro. Mas de 55% de quem votou no segundo turno. O resto foi derrotado. O lulopetismo foi derrotado, a esquerda foi derrotada, a imprensa foi derrotada. E eles vão ter que aprender a respeitar que Jair Bolsonaro é e será o presidente do Brasil nos próximos 4 anos.

Qualquer coisa fora disso é choro de perdedor. Ou golpe.

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Lula acabou. O maior cabo eleitoral de Bolsonaro deve ir para um presídio.

Não se sabe ainda o tamanho da ameaça que Lula significa para quem, até aqui, passou ileso (ou não, mas não foi noticiado) pelos radares do Ministério Público Federal e da Polícia Federal. O que parece claro é que Lula manteve e mantém inúmeros rabos presos em suas mãos e que apenas isso garantiu a ele o tratamento VIP que não o colocou ainda efetivamente atrás das grades. Só que isso precisa acabar.

Seria injusto tirar os méritos de Jair Bolsonaro. Mas o principal fator que o impulsionou para a presidência sempre foi o antipetismo e o antilulismo. Lula sempre foi o maior cabo eleitoral de Jair Bolsonaro. Todas as ações e reações de Lula foram fundamentais para cristalizar Jair Bolsonaro como a antítese do petismo.

Cada entrevista ou comício de Lula antes de ser preso, cada ação de bastidores, a papagaiada do dia da sua prisão, o povo acampado na porta da Polícia Federal em Curitiba, as falas e ações desastradas de Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias, Paulo Pimenta, Wadih Damous, Roberto Requião, todos pessoas detestáveis para o antipetismo, todos, contribuíram para a derrota do partido.

Porém, ninguém mais do que Lula é responsável pela derrota – e esperemos derrocada final – da esquerda e do PT. Seu enfrentamento à justiça, todo tempo se pondo de vítima, atacando juízes de todas as instâncias, expondo o Brasil ao ridículo ao buscar a ONU para acobertar seus crimes, a insistência na impossível candidatura à presidência, a desarticulação de apoios a Ciro Gomes ou a qualquer outra força de esquerda, a persistência de levar a impossível candidatura até o limite, a tardia apresentação de Haddad como candidato, são exemplos da grande contribuição que ele, o dono da esquerda, deu para que a esquerda entrasse no colapso que entrou.

Lula é um homem condenado a 12 anos e 1 mês de cadeia. Deverá receber outra condenação ainda esse ano pelo sítio de Atibaia e pelo terreno para o Instituto Lula comprado pela Odebrecht. Além dessas duas, é réu em mais 5 processos dos quais dificilmente escapará. E ainda outras muitas investigações devem torná-lo réu em novos processos. Não existe mais discurso possível para inocentar Lula. Mas ainda pode piorar.

Esperou-se para depois das eleições a queda do sigilo das delações premiadas de Antônio Palocci, até aqui o único petista, aparentemente, sinceramente arrependido, e da delação de Marcos Valério, esse sim muito arrependido de não ter falado antes, que além de implicar Lula diretamente no Mensalão, ainda vai trazer novos fantasmas para a vida do condenado, entre eles um fantasma literalmente, Celso Daniel.

Está na hora de Lula receber as honras que todo condenado tem direito, que é ser encaminhado para um presídio e cumprir sua pena como cidadão comum que é. A vitória de Jair Bolsonaro é o começo do fim de um partido e de uma ideologia que o povo brasileiro definitivamente não quer mais.

Lula deu sua última contribuição para o Brasil como cabo eleitoral de Jair Bolsonaro. E aprendeu que o Brasil não se resolve na bala e nem na faca, mas no voto.

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Haddad é Lula, o Lula derrotado de Curitiba, que já não é mais Haddad.

Antes de tomar uma sova no primeiro turno, Haddad era Lula. Era vermelho, queria fazer uma nova constituinte, estampava orgulhosamente a foto de Lula e a estrela do PT, repetia discursos, defendia o programa de governo que tratava da descriminalização das drogas, a legalização do aborto.

A realidade das urnas eletrônicas provocou uma metamorfose no poste. Haddad descobriu que conseguiu ser Lula. Mas o Lula derrotado, que está preso em Curitiba. Haddad também viu que estava preso em Curitiba.

Quem rejeitou Haddad o fez porque ele é o PT que o povo não quer mais, e, principalmente, porque rejeita Lula. O PT não subestimou apenas Jair Bolsonaro, subestimou antes de tudo o povo brasileiro.

O PT perdeu a eleição. Haddad pode ter deixado de ir na prisão conversar com Lula, mas Haddad já era Lula.

Quando escondeu o vermelho, a estrela do PT, Lula, desistiu da constituinte, da legalização do aborto, da descriminalização das drogas, passou a dizer que aceitava liberar armas para a população, Haddad mostrou o quanto conseguiu ser Lula, mentindo com a mesma desenvoltura, distorcendo os fatos com a mesma desfaçatez, jogando sujo com as mesmas armas.

Haddad é Lula porque ele é PT e o PT é Lula.

Haddad perdeu e agora não tem mais nada a perder. Aí ao cometer o crime de denunciar falso crime, como esse do WhatsApp, o máximo que pode acontecer com ele é ter a chapa impugnada. Mas ele já perdeu.

Difundir notícias falsas é crime eleitoral. Mas que diferença faz se ele já perdeu? Contar mentiras sobre seu concorrente, denegrir sua imagem, inventar fatos, simular eventos, fingir verdades, são ferramentas de quem não tem mais nada a perder, porque sabe que a eleição já está perdida.

Haddad é Lula, e foi de Lula a ideia de criar um escândalo. E conseguiu fazer um escândalo dentro do outro, o da falsa denúncia e a declarada cumplicidade da Folha de São Paulo no patrocínio da mentira.

Haddad perdeu, o PT perdeu, a esquerda perdeu. E estão colocando o que resta a perder também. A probabilidade de tirar a diferença no voto é praticamente impossível. Na faca também não sei certo. Quem sabe na justiça?

Dada a participação ativa e cúmplice da Folha de São Paulo, e na reverberação que ela tem, não é de se duvidar que nessa semana a “imprensa oficial do PT” traga outros furos de noticiais contra Bolsonaro, mesmo não tendo apresentado nenhuma prova do que afirmou na notícia sobre o WhatsApp.

A notícia sobre o WhatsApp era só a materialização de algo que pudesse ser levado ao TSE como “prova” de um crime. O PT precisava que algo material, tangível, que tivesse ares de documento ou verdade. E a Folha se prestou a fazer esse papel, literalmente. E fez porque sabe que Haddad já perdeu.

Haddad é o Lula do tríplex, do sítio de Atibaia, do prédio do Instituto Lula, da cobertura de São Bernardo, da venda de medidas provisórias, da compra dos caças suecos, das delações da Odebrecht, da UTC, da Camargo Corrêa, da Andrade Gutierrez.

Haddad é o Lula das delações de Emilio Odebrecht, de Marcelo Odebrecht, de João Santana e Mônica Moura, de Delcidio do Amaral, de Marcos Valério, de Antônio Palocci.

Bolsonaro não está apenas ganhando a eleição. O resultado é muito maior do que isso. O PT está perdendo a eleição. Com a eleição vai perder o discurso quando Bolsonaro for eleito e não acontecer nada do que se afirma contra ele. E vai perder também a influência e a importância, se não acabar perdendo até a legenda.

Mas que ninguém se engane de que qualquer coisa pode acontecer essa semana. Qualquer coisa mesmo. O PT já perdeu a eleição, mas não perderá a chance de utilizar de tudo, indo além do limite da sujeira para tentar melar essa eleição, podendo, inclusive, receber ajuda de lugares que deveriam proferir apenas sentenças.

Haddad é Lula. Lula perdeu. O Brasil ganhou dessa vez. Mas não será fácil.

O que sobrar do PT e da esquerda, após a eleição fará de tudo para que 2019 seja um ano ingovernável, nem que o preço disso seja provocar no limite para que haja uma ação das forças armadas para que eles possam dizer: sempre dissemos que era isso que eles queriam.

Restará então ao PT e a esquerda tentar repetir a história de um 1968 que, para eles, não acabou até hoje, e que não podem deixar acabar. Se deixarem acabam junto.

Haddad é Lula. Lula já não é mais Haddad. O PT perdeu.

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Eleição reta final. Vai chegando ao fim a eleição mais suja da história.

Se você acha que já viu de tudo nessa eleição, espere pelos próximos 15 dias.

O PT já não se preocupa mais em ganhar a eleição presidencial porque sabe que é impossível virar a jogo a seu favor. Não estou dizendo com isso que não queiram, mas que sabem que não é possível.

A aposta do PT nessa eleição era um poste, mas descobriu que só conseguiu mesmo um toco de amarrar jegue.

O negócio agora é tumultuar e criar um ambiente de indignação em seus asnos encantados, que se perpetue nos próximos 15 dias, estimulando o máximo de conflitos que conseguirem, usando de todo tipo de mentiras e baixaria que tiverem e puderem inventar.

O maior objetivo, no entanto, é manter aguerrida uma militância que sairá perdedora na eleição, e que não pode de maneira alguma ser dispersada para os objetivos que o PT tem para o próximo ano, o partido precisará ter com quem contar e sabe que precisa criar já o ambiente que sustente seus interesses.

A imprensa noticia que dirigentes do PT já assumem a derrota sob sigilo, como se fosse necessário esse aval covarde para a realidade que há muito já se impôs.

Daqui até o dia 28 de outubro veremos as maiores baixarias e ataques ao candidato Bolsonaro, coisa muito mais rasa do que já vem sendo feito, e não me espantará se for produzido um defunto para ser levantado como troféu dessa intransigência. O PT não vai ganhar a eleição, mas precisa de um troféu.

Também não me espantaria se esse troféu, enquanto vivo, atendesse pelo nome de Adélio Bispo de Oliveira, um nome mais perfeito morto do que vivo.

O que o PT precisa agora é de um discurso que o coloque com alguma relevância na oposição, pois o partido que comprava deputados e senadores entrará vendido na próxima legislatura, encolhido não apenas numericamente, mas representativamente, vindo a ser, provavelmente, parte da minoria nas duas casas, uma vez que os demais partidos de centro deverão fazer parte da base de apoio do futuro governo de Jair Bolsonaro.

Portanto, cabe a todos manter a vigilância e o aguerrimento contra uma profusão ainda maior de notícias falsas, distorções de fatos, falsos atentados, manipulação de pessoas e, espero estar errado, situações de violência que tentarão induzir o eleitor a acreditar que partem dos eleitores de Bolsonaro e não do PT.

O falso atentado que resultou na suástica nas costa de uma moça no Rio Grande do Sul, de cuja denúncia à polícia ela mesma recuou após mostra-se contraditória em seu depoimento, ou a morte do professor de capoeira falsamente atribuída a uma briga política quando na verdade tratou-se de uma briga de bar na qual o assassino sofreu um ataque verbal de homofobia e racismo (foi chamado de “viadinho negro” antes de matar o sujeito) são exemplos claros de como não apenas o PT, mas a mídia em geral, estão dispostos a criar o máximo de factoides possíveis a fim de enganar o eleitor.

Estranho, inclusive, que relatos e vídeos de petistas agredindo pessoas, verbalmente e fisicamente, não ganham espaço na mídia.

Essa é a eleição mais carregada de ódio de toda a história da república brasileira, um ódio estimulado desde muito antes da disputa começar, porque o PT sempre soube, desde o impeachment de Dilma Rousseff, que não seria capaz de ganhar uma eleição presidencial. O recado, inclusive, já tinha sido dado pelo eleitor nas eleições municipais de 2016, quando o PT foi reduzido a substrato de pó de mico nas prefeituras e câmaras de vereadores em todo o país.

A derrota do PT era prevista desde sempre, o que explica o desespero de Lula para concorrer, pois além de ser a única opção que o partido tinha para pensar em poder ganhar, era também a única opção para que grande parte dos seus integrantes não tivessem que prestar contas de seus malfeitos à justiça.

Felizmente, a lógica prevaleceu. Lula continua preso e muitos integrantes do PT e de partidos aliados ficarão sem o foro privilegiado a partir de 1 de janeiro também deverão ser.

No futuro a história registrará que a eleição de 2018 terá sido a primeira – e esperemos única- eleição na qual um candidato sofreu uma tentativa de assassinato em plena campanha, à luz do dia, enquanto era carregado nos braços do povo. E registrará também que terá sido essa mesma eleição a última na qual Luís Inácio Lula da Silva exerceu alguma influência significativa, e de dentro da cadeia.

Não acredito, porém, que a ação do PT e da esquerda venha a se restringir ao debate parlamentar. O que mais me incomoda é o silêncio de movimentos sociais como o MST em plena eleição, as viagens pelo Brasil que José Dirceu vem fazendo a pretexto de “lançar o seu livro”, e no que tem sido articulado entre eles já visando um resultado adverso no próximo dia 28.

O perigo para a nossa democracia está nesses atores, e não no toco de amarrar jegue que se afundará no ostracismo do qual nunca deveria ter saído. O perigo está em quem está quieto, e disse: “E dentro do país é uma questão de tempo pra gente tomar o poder. Aí nós vamos tomar o poder, que é diferente de ganhar uma eleição.”

É bem provável que as delações premiadas de Antônio Palocci e Marcos Valério sejam divulgadas após a eleição, e o PT sabe disso, teme isso e fará de tudo para que o Brasil se torne um país ingovernável mesmo antes de Jair Bolsonaro tomar posse como presidente.

Assim, os próximos 15 dias serão o aperitivo. O que vem pela frente será algo que promete ser muito mais indigesto.

Que o povo brasileiro esteja realmente preparado para derrotar a esquerda muito além do voto.

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PT do 1° turno mudou o discurso para o 2° turno. E se for eleito?

Está mais do que claro que o PT está num estado de desespero de dar dó. A traulitada que o eleitorado deu no partido no primeiro turno acendeu uma luz roxa na cabeça dos petistas, afinal já entraram na campanha com a luz vermelha acesa. Mas como agora escondem o vermelho do PT, até a luz de alerta mudou de cor.

Fernando Haddad finge que não é mais Lula, o PT finge que não é vermelho e, aparentemente, o eleitorado petista finge que não enxerga nada disso. Ou será que não enxerga mesmo?

Essa metamorfose do poste do PT, no entanto, tem que explicar ao eleitorado o que fará com diversos pontos que constam de seu programa de governo entregue no TSE.

Como confiar em um partido e em um candidato que muda radicalmente o discurso, esconde seu principal ícone, o logotipo e o nome do seu partido? O PT está com vergonha de ser PT? Está com medo de ser PT? Ou apenas fingindo que não é PT?

IMPOSTOS

Quando Haddad era Lula: Criar imposto sobre a exportação (pág 41), criar imposto sobre lucros e dividendos (pág 42) e aumentar o imposto territorial rural ITR para grandes propriedades (pág 56) – E agora como será? E depois se for eleito?

IMPRENSA

Quando Haddad era Lula: implantar mecanismos de regulação da imprensa e criar uma empresa pública de comunicação para expor o posicionamento do governo (pág 16) – E agora como será? E depois se for eleito?

LAVA JATO

Quando Haddad era Lula: promover uma reforma do sistema de justiça para reduzir o poder de investigação do ministério público federal (pág 6, 15) – E agora como será? E depois se for eleito?

SEGURANÇA

Quando Haddad era Lula: desmilitarização das polícias (pág 31) e iluminação com led nas ruas (pág 54) – E agora como será? E depois se for eleito?

MINISTÉRIOS

Quando Haddad era Lula: Criar 6 novos ministérios (pág 19, 20 e 55) – E agora como será? E depois se for eleito?

DITADURAS SOCIALISTAS

Quando Haddad era Lula: desenvolvimento da infraestrutura de países do Mercosul (Venezuela) (pág 11) – E agora como será?

AGRONEGÓCIO

Quando Haddad era Lula: regulação do agronegócio para evitar ampliação de grandes latifundiários. Implantar reforma agrária e distribuir terras ao MST e indígenas (pág 56) – E agora como será? E depois se for eleito?

CONSTITUIÇÃO

Quando Haddad era Lula: Estabelecer um novo processo constituinte para aumentar o poder do estado (pág 6) – E agora como será? E depois se for eleito?

PRESÍDIOS

Quando Haddad era Lula: Reduzir a massa carcerária do Brasil através da liberação de presidiários (pág 33) – E agora como será? E depois se for eleito?

SINDICATOS

Quando Haddad era Lula: valorização de sindicatos e associações de trabalhadores (pág 40) – E agora como será? E depois se for eleito?

DROGAS

Quando Haddad era Lula: Promover a descriminalização das drogas (pág 32) – E agora como será? E depois se for eleito?

Já passa da hora dos eleitores da esquerda se perguntarem a quem o PT está enganando. A quem não vota na esquerda, nunca enganou.

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Lula está politicamente morto. Por favor, enterrem esse defunto!

A força tarefa do Ministério Público Federal que cuida da Lava Jato no Paraná apresentou suas alegações finais no processo contra Lula que trata da compra do terreno para o Instituto Lula pela Odebrecht e da cobertura ao lado da sua que estava em nome do primo de José Carlos Bumlai, Glauco da Costa Marques Bumlai. Os procuradores pedem uma pena total de 16 anos.

Já a equipe da Lava Jato Ministério Público Federal de São Paulo aguarda apenas o término das eleições para apresentar nova denúncia contra o já condenado Lula em três frentes distintas:

  • O repasse de 15 milhões de reais da Odebrecht e 5 milhões de reais de Eike Batista para a campanha de Fernando Haddad, em 2012;
  • A propina de 1,5 milhão de reais da Odebrecht para Luleco, a fim de organizar um torneio de futebol americano;
  • O pagamento de mesada da Odebrecht para Frei Chico, irmão de Lula.

Pode ser também que ainda saiam este ano as alegações finais contra Lula no processo que trata da compra dos caças suecos para a aeronáutica, além da venda da medida provisória que favoreceu o grupo CAOA.

Os advogados de Lula, o PT e seus asnos encantados tentaram de todas as maneiras enfiar na cabeça do povo que ele foi injustiçado no processo que o colocou na cadeia e que envolve tão somente o famoso tríplex do Guarujá envolvendo a construtora UTC, como se esse fosse o único processo contra ele. Mas não é, nunca foi e não sabemos ainda quantos mais poderão aparecer pela frente.

Lula é réu em 6 processos e muitos mais já despontam no horizonte com as delações premiadas de Antônio Palocci, já homologada pelo desembargador Gebran Neto no TRF4 e a do publicitário Marcos Valério, homologada ontem pelo ministro do STF Celso de Mello.

A única salvação possível para Lula está nas mãos de Dias Tóffoli, que é quem tem o poder de colocar em pauta no plenário do STF as ações diretas de constitucionalidade relatadas por Marco Aurélio Mello que visam revogar o entendimento da casa que autorizou o início do cumprimento de pena após condenação em segunda instância. Ou, dentro da utopia lulopetista, uma revolução popular que tome o Brasil de assalto e invada a sede da Polícia Federal em Curitiba e saia com o condenado nos braços e o leve para o Palácio do Planalto.

O resultado da eleição presidencial que poderia eleger seu poste Fernando Haddad aponta para um desfecho a favor de Jair Bolsonaro já no primeiro turno, e se isso acontecer ninguém será mais culpado do que Lula, que empurrou ao extremo do limite uma candidatura que nasceu tão morta quanto ele está na política.

Certamente, o PT atribuirá ao poste Haddad a responsabilidade pelo pífio resultado eleitoral, perca ele no primeiro ou no segundo turno, se houver. Mas quem jogou as últimas pás de cal na história do PT foi Lula, porque Lula só se preocupa com Lula.

O desfecho dessa eleição presidencial é também o humilhante desfecho daquele que poderia ter sido o maior presidente que o Brasil já teve, mas que preferiu ser o maior corrupto da história, talvez do mundo.

O PT deve amargar um gigantesco fracasso eleitoral de um partido na nossa história republicana, e os poucos focos de resistência que ainda restem serão incapazes de fazer renascer o partido que nasceu e cresceu defendendo a ética e a moralidade.

Luis Inácio da Silva é um morto-vivo encarcerado que ainda mantém sob sua tutela um séquito de “walking deads” que, junto com ele, deverão se encaminhar para suas tumbas ao final do processo eleitoral de 2018.

Parece estar cada vez mais claro que o megalomaníaco projeto de poder do PT chegou ao fim, e com isso aproxima-se o que, no fundo, é o que Lula mais temia, que é ser esquecido pelos seus parceiros de crime quando novas condenações se consumarem e ele não tiver mais nenhum poder para sustentar suas mentiras e os mentirosos que as repetem. E fatalmente será. Aliás, já está sendo.

Não podemos, no entanto, subestimar loucos solitários como José Dirceu, João Pedro Stédile e Guilherme Boulos, adeptos à valentia para a resolução das coisas. Não é impossível que o MST e o MTST comecem a provocar tumultos, distúrbios e atentados na tentativa de intimidar a sociedade pela força. Porém, se não pudemos contar com as Forças Armadas para uma intervenção militar, certamente contaremos com elas para rechaçar qualquer tentativa de provocar um caos revolucionário no Brasil. Pessoalmente acredito que tentarão.

O fato é que está na hora do Brasil virar a página e “enterrar seus mortos”, entre eles, e principalmente, o ex-palanque ambulante que nos últimos 4 anos não teve a dignidade de assumir a própria morte política. Se tivesse feito isso mais cedo, ao invés de afrontar todas as instituições da república, talvez tivesse conseguido um acordo que lhe permitisse pelo menos um velório de primeira classe, com honras de chefe de estado e tudo mais.

Mas, Lula preferiu acreditar na própria imortalidade política, arrastando correntes e assombrando aqueles que morrem de medo de fantasma. Acontece que fantasmas não existem, e se existem quem realmente morre de medo é o próprio Lula.

Chegou a hora de enterrar esse defunto. Resta saber se terá alguém disposto a segurar uma das alças do caixão.

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Bolsonaro não deu à Globo e aos adversários a munição que eles queriam

Dessa vez a Globo terá que se contentar com imagens e falas antigas de Bolsonaro para tentar repetir o que fez com Lula em 1989 na famosa edição do Jornal Nacional que foi ao ar na véspera daquela eleição.

O não comparecimento de Bolsonaro ao tradicional debate que encerra as campanhas eleitorais frustrou não apenas os editoriais do jornalismo da emissora, mas, principalmente, seus adversários, que não puderam fazer a ele as perguntas que tinham o objetivo de produzir material para ser editado e fartamente distribuído nessas nas redes sociais nessas 48 horas que antecedem a eleição.

Sem Jair Bolsonaro no debate, Guilherme Boulos, Ciro Gomes, Marina Silva, Fernando Haddad e Geraldo Alckmin só puderam mesmo expor ao respeitável público o quanto são medíocres e o tanto que podem ser sujos durante uma campanha eleitoral, justificando ainda mais os motivos pelos quais o capitão lidera as pesquisas eleitorais.

Num debate que mais parecia um jogo de vôlei de praia, onde um jogador recebe e passa para que o parceiro levante a bola e devolva para o ataque, praticamente todas as bolas ficaram na rede, muitas vezes voltando no meio da cara de quem atacou, sem que esse pudesse fazer algo além de ver a bola caindo na sua própria quadra.

A sistemática do debate, onde candidatos debateram em dupla, com direito à pergunta, réplica e tréplica, evidenciaram a caracterização de duplas como Ciro Gomes e Marina Silva, Guilherme Boulos e Fernando Haddad, e até mesmo Geraldo Alckmin com Ciro Gomes, se mostrassem perdidos incapazes de passar a bola para o outro lado da quadra, onde sequer havia um adversário para fazer o bloqueio. Já Álvaro Dias e Henrique Meirelles tiveram que se contentar com a realidade de que ninguém, em nenhum momento da campanha, quis fazer dupla com eles. E se já era difícil para quem tinha um parceiro para jogar junto, ficou impossível para quem teve que jogar sozinho.

Assim, a campanha do primeiro turno termina com a forte perspectiva de não haver um segundo turno, deixando claro que a força de Jair Bolsonaro vem muito mais da incompetência de seus adversários, do que propriamente só de suas qualidades como oponente.
Enquanto pode, antes de ser criminosamente esfaqueado Bolsonaro jogou o jogo, enquanto seus adversários preferiram passar a campanha jogando areia nos olhos da plateia.

A campanha eleitoral de 2018 deixou claro que o eleitorado está aprendendo a valorizar o jogo que é jogado dentro das quatro linhas, repudiando com veemência que tenta ganhar burlando as regras e agredindo, até fisicamente, o adversário e o juiz.

A fortaleza de Jair Bolsonaro não está necessariamente nas suas qualidades, mas certamente está na fraqueza de seus oponentes, acostumados a resultados fraudados com o aval de juízes comprados.

A verdade é que desde antes do início da campanha eleitoral os adversários e a mídia subestimaram Bolsonaro, entendendo que desmerecê-lo seria suficiente para tirá-lo do páreo. Só que, ao subestimá-lo, estavam subestimando também – e principalmente – o eleitor, já de saco cheio dos 33 anos e meio de desgovernos e roubalheiras que saquearam o Brasil depois do regime militar.

O povo brasileiro está cansado das caras que se repetem em todas as eleições, e que repetem as mesmas promessas sem a menor intenção de cumpri-las. MDB, PSDB e PT foram os partidos que governaram o Brasil desde que o General Figueiredo desocupou o Palácio do Planalto sem terem resolvido ou encaminhado soluções sólidas e duradouras para os problemas que mais afligem nossa sociedade. Por que, então, o eleitor haveria de dar-lhes uma nova chance?

Tudo o que vimos desses partidos foram roubos e desvios do dinheiro do contribuinte para aplicar em campanhas eleitorais e enriquecimento ilícito e até mesmo para interferir na soberania de outros países, financiando ditadores e governos de esquerda, enquanto nosso povo sofre sem emprego, saúde, educação, segurança pública, moradia, infraestrutura…

A liderança de Jair Bolsonaro não é uma representação direta da sua capacidade de fazer essas mudanças que o Brasil precisa, mas a inequívoca certeza de que os outros serão absolutamente incapazes, afinal, tiveram a oportunidade e não fizeram. Nomes como Ciro Gomes, Marina Silva, Henrique Meirelles, Álvaro Dias e Fernando Haddad, se não tiveram em suas mãos o poder para fazer, foram no mínimo coniventes e cúmplices daqueles que não fizeram, além de não reunirem predicados que indiquem que farão.

O principal enfrentamento do próximo presidente será o combate à corrupção, garantindo à justiça o livre desempenho de suas funções para atingir e punir os verdadeiros culpados pela situação na qual o país se encontra.

A ausência de Jair Bolsonaro ao debate da Globo, por indicação médica ou não (afinal ele tem o direito de não ir) foi um ato de legítima defesa, sabendo que existia ali um circo armado para tentar tirá-lo da condição de leão do circo e tentar transformá-lo em palhaço diante das câmeras da mais poderosa emissora de televisão do Brasil diante da população brasileira.

Contudo, sem ele, o feitiço virou contra o feiticeiro, e o povo brasileiro pode, mais uma vez, de maneira clara e inconteste, ver quem são os verdadeiros palhaços da campanha eleitoral à presidência de 2018.

Sem munição, e com as pesquisas indicando uma consistente probabilidade de Bolsonaro ser eleito já no primeiro turno, resta-nos agora esperar o resultado das urnas a partir das 17 horas do próximo domingo, rezando para que a ministra Rosa Weber não repita Dias Tóffoli e fique sozinha na sala de apuração nos 20 minutos finais da apuração.

Já a Globo terá que se reinventar se ainda pensa em fazer alguma coisa na tentativa de prejudicar Jair Bolsonaro através de seus canais e telejornais daqui até amanhã à noite, mas sabendo que muito dificilmente terá sucesso, porque não é só desses políticos viciados que o povo está “até às tampas”. O povo não é mais bobo, já conhece a Rede Globo.

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Geraldo Alckmin, o vexaminoso candidato que matou o PSDB. Graças a Deus.

Ele já tinha sido candidato em 2006, chegando a um improvável segundo turno com 40 milhões de votos, contra 48 milhões de votos de Lula. Mas, no mata-mata, Geraldo Alckmin conseguiu a façanha de receber menos votos do que recebeu no primeiro turno. Lula acabou vitorioso com 58 milhões de votos, enquanto Alckmin teve apenas 37,6 milhões de votos.

Durante muito tempo diziam que Geraldo Alckmin era impermeável às suspeitas e denúncias de corrupção em São Paulo. Diziam que nada colava nele. Até a Lava Jato. Até a Odebrecht revelar que ele era o “santo” da planilha de propinas.

Ninguém queria Geraldo Alckmin candidato à presidência, e não teria tido a chance se Aécio Neves tivesse ganho em 2014. E se Aécio fosse um político limpo, sua votação em 2014 teria sido expressiva o suficiente para que fosse a bola de vez novamente, e Alckmin ficaria chupando dedo.

Acontece que Aécio está longe de ser limpo. E, pior do que isso, o PSDB não tinha ninguém limpo no banco de reserva que pudesse fazer frente à vontade de Alckimin de concorrer, mesmo não sendo ele um político que se possa chamar de limpo. São várias denúncias, citações em delações premiadas e acordos de leniência feitos no Cade. Mas tiveram que engolir.

Alckmin assumiu a presidência nacional do PSDB e, usando da prerrogativa de presidente do partido, se auto escalou como candidato, ignorando que João Doria, de seu partido, o qual ajudar a eleger prefeito de São Paulo, seria muito mais competitivo na corrida presidencial do que ele. Além disso, sabotou internamente o atual prefeito de Manaus, Artur Virgílio Neto, que também queria sair candidato, inviabilizando politicamente as prévias do partido, no qual acabou aclamado por ser o único concorrente à vaga.

Mas Geraldo Alckmin não decepcionou apenas o seu PSDB. Lula apostava que ele seria o candidato competitivo para concorrer com Jair Bolsonaro e, mais importante do que isso, dado suas amizades nos três poderes, o único candidato que teria traquejo e trâmites suficientes para promover um abafa definitivo na Lava Jato. Esse foi um dos motivos de Lula esticar a farsa de sua candidatura ao limite. Mas não deu certo, e Lula foi obrigado a colocar o poste Haddad para concorrer.

O que há de pior na política apoia Geraldo Alckmin. Temer preferia Alckmin, o centrão de Eduardo Cunha, Rodrigo Maia, Paulinho da Força e Carlos Marun entrou na canoa de Alckmin. Todo lavajatista juramentado apoiou Geraldo Alckmin. Mas o povo não engoliu.

Não bastasse a própria incompetência eleitoral e antipatia natural, ele ainda teve algumas ajudas na sua derrocada:

  • Paulo Preto, ex-diretor da DERSA e operador do PSDB foi preso (solto por Gilmar Mendes);
  • Laurence Casagrande, outro ex-diretor da DERSA e operador do PSDB também foi preso (e também foi solto por Gilmar Mendes);
  • Beto Richa, ex-governador do Paraná, preso por corrupção (e também solto graças a Gilmar Mendes):
  • Marconi Perillo, que só não foi preso hoje porque é candidato e a lei eleitoral proíbe prisões de candidatos 15 dias antes das eleições (mas que, certamente, também seria solto por Gilmar Mendes).

A ajuda mais difícil, entretanto, foi a sombra de Aécio Neves, e o vídeo abaixo mostra bem o porquê.

Diante das evidências demonstradas desde as primeiras pesquisas, Geraldo Alckmin tentou empreender uma campanha agressiva, batendo especialmente em Jair Bolsonaro. Não se importou de usar os métodos e táticas petistas de desconstrução da reputação de Bolsonaro. Baixou todos os níveis que pode no desespero para ser visto e ouvido pelos eleitores. Não conseguiu passar nem Marina Silva.

Os aliados de primeira hora já estão tomando seus destinos. O falecido PSDB se divide agora em tucanos neobolsonaristas, aqueles que não respondem à processos na justiça (pelo menos a maioria) e os neooposicionistas à Bolsonaro, mesmo que isso venha a se resumir em Fernando Haddad, mesmo que o PT tenha sido o maior oponente da história do PSDB.

Se Geraldo Alckmin tiver muita sorte, daqui a 2 anos, quem sabe, os paulistas e paulistanos se esqueçam do “santo”, do escândalo da merenda escolar, do rodoanel, da DERSA, do cunhado operador de propinas… e o reelejam. Quem sabe em 2020 para prefeitura, ou talvez para o governo do estado em 2022. Antes, porém, ele terá que torcer por Fernando Haddad, de pires na mão, pois, como as pesquisas indicam, parece que ele será o representante da corrupção e da impunidade caso seja eleito, e assim o único capaz de fazer o acerto com os três poderes que Alckmin faria. Mas não será fácil, nem a eleição e nem o acordo.

Dificilmente será possível fazer uma autópsia do PSDB. A morte do partido será como um esquartejamento, membros espalhados para todos os lados, inclusive dentro de algumas cadeias pelo Brasil.

Para Geraldo Alckmin, restará rezar para que Fernando Haddad seja eleito. E para que Gilmar Mendes seja eterno enquanto dure.

Os filiados informam que não haverá velório.

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PT e PSDB, separados de mãos dadas. Cuidado com o que você não vê.

O que é a campanha presidencial se não um enorme espetáculo de ilusões? Desde 1994 PT e PSDB vêm competindo para ver quem tem mais capacidade de iludir o povo, e Lula ganhou com folga essa competição até que seus truques foram revelados. Só que o estoque de truques inéditos acabou, e a plateia se cansou do espetáculo.

PT e PSDB não são mais capazes de tirar coelhos de cartolas. Como Lula está fora do jogo, e o PT não tem um ilusionista à altura para competir com o PSDB ou com qualquer outro partido, escalou Fernando Haddad, um mágico de festa de aniversário em comparação com Geraldo Alckmin, o que faz com que esse apareça como um grande ilusionista diante do público, afinal, o show tem que continuar.

Está cada vez mais clara a intenção do PT de polarizar o espetáculo político entre Geraldo Alckmin e Jair Bolsonaro. Finalmente o picadeiro está tendo como show principal um ilusionista versus um atirador de facas, e PT e PSDB sabem muito bem que o respeitável público está de saco cheio de ilusões.

Geraldo Alckmin é a salvação da lavoura da qual os corruptos pretendem querem continuar colhendo benefícios. De todos os candidatos ele é o único que precisa desesperadamente se livrar da Lava Jato. Haddad até tem problemas sérios, mas todo rebanho precisa de um boi de piranha, o do PT não é diferente.

Por mais que outros candidatos possam ter sido citados aqui ou ali na Operação Lava Jato, o único que tem a Polícia Federal perto de seu cangote é Geraldo Alckmin. E nesse momento, seus interesses não são em nada diferentes dos interesses de Lula, Aécio Neves, Michel Temer, Renan Calheiros, Gleisi Hoffmann, José Dirceu, José Sarney et caterva.

Fernando Haddad é a mosquinha do cocô do cavalo do bandido do filme em preto e branco que só passa depois do Altas Horas em finais de semana de feriado prolongado. Sua capacidade de competir com Geraldo Alckmin, Jair Bolsonaro, Marina Silva e Ciro Gomes pode ser assim resumida. PT e PSDB estão pensando no futuro, e o futuro de ambos está em Geraldo Alckmin e não em Fernando Haddad.

Mesmo negada pelo TSE, o PT insistirá em Lula até o limite dos limites, não sobrando espaço para que uma campanha de verdade possa ser feita para tentar eleger o poste Haddad. Enquanto essa palhaçada toma conta do picadeiro, PT e PSDB não se atacam, não se enfrentam, e Alckmin tem todo o espaço para atacar e se defender apenas de Bolsonaro.

Alguém tem visto o PT falando mal de Alckmin e do PSDB?

Alguém tem visto o PSDB falando mal de Lula ou de Haddad ou do PT?

Ilusionismo é realmente uma coisa muito interessante. E nessa eleição a ideia básica é até simples, mas funciona. Deixar você sem saber quem é quem, deixar você sem saber o que é certo e errado, deixar você sem saber para onde ir.

PT e PSDB estão mais próximos e unidos como nunca antes na história desse país.

Cuidado com o que você vê. Cuidado com o que você pensa que vê. Cuidado com o que você não vê.

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Lula é ficha suja, Haddad é um poste e o Ciro saiu pela culatra

A lei é clara. Foi o próprio Lula que assinou. A íntegra da LEI COMPLEMENTAR Nº 135, DE 4 DE JUNHO DE 2010você pode ler clicando aqui. E não tem mais discussão. O absurdo de questionar a lei ao extremo, ou seja, tentar inscrever Lula na corrida presidencial no dia 15 de agosto próximo é nada mais do que rasgar a lei que ele mesmo sancionou.

Alguém precisa informar a Lula e ao PT que lógica não é uma instituição, e que, portanto, não pode ser facilmente subvertida, tal qual eles fizeram com as demais instituições do país. E por uma questão de lógica, um condenado em segunda instância, conforme Lula assinou embaixo, fica inelegível. E qualquer coisa fora desse entendimento é afronta à justiça e tentar sustentar uma mentira que já não convence até os mais céticos.

Até o dia 30 de junho de 2018 a defesa de Lula já havia entrado com um total de 78 recursos envolvendo a condenação no processo do tríplex. Na primeira instância, na segunda instância, no STJ e no STF. Perdeu todos. E até a ridícula defesa do condenado na ONU não deu em nada, e nem vai dar.

O PT espera levar de 30 a 40 mil militantes para assistir essa encenação patética na data do limite do registro, que, ao que tudo indica, deverá ser indeferido de cara pelo TSE. Entrará em cena, então, o poste Fernando Haddad. Abençoado por Lula, ele e Manuela D’Ávila terão a missão de pagar o mico da provável pior derrota que o petismo e a esquerda maluca terão sofrido desde a redemocratização do país.

A capacidade do presidiário Lula transferir votos para seu novo poste ainda é uma incógnita. Ainda que muitos petistas e esquerdistas estejam dispostos a votar no nome do abençoado (ou amaldiçoado?) por Lula, isso só será aferível quando os resultados das urnas eletrônicas (ai, ai, ai) forem revelados na noite do dia 7 de outubro.

Até lá, não acredite em pesquisas. Elas serão capazes até de garantir a vitória do poste em primeiro turno, se seus “patrocinadores” assim o quiserem, não importando se isso vai contrariar as evidências, porque a lógica eles tentam contrariar sempre. As pesquisas eleitorais de 2018 tendem a serem as maiores fakenews da eleição, até mais do que foram em 2014.

Morto politicamente, Lula está, felizmente, matando a esquerda junto, criando um ambiente inóspito para os inúmeros candidatos de sua legenda, e afiliados, aos parlamentos estaduais e federal. A prova disso é Ciro Gomes, que nem na praia vai morrer.

Ciro Gomes não foi traído pelo PT ou por Lula. Foi traído por si mesmo, pela sua contumaz arrogância e desprezo pela inteligência alheia. Mais uma vez ele imaginou que o Brasil fosse o quintal de sua casa em Sobral. Soberbo, arrogante, prepotente, por conta própria se convenceu ser o legítimo herdeiro da esquerda, e que da cadeia Lula veria nele a salvação de todos. Sobrou só a soberba, a arrogância e a prepotência. O que Ciro Gomes viu foi uma “banana” do amigo presidiário e de toda a esquerda.

É muito provável que vejamos, em breve, Lula ser solto pelo STF. Só não fizeram isso ainda porque tem medo da reação popular e de serem acusados de interferir no processo eleitoral. A chance de Lula participar da eleição de 2018 como candidato à presidência da república, pela lei, e pela lógica, é zero.

Mas, Lula ainda poderá participar das eleições. Presos que ainda não tenham sentença em trânsito em julgado podem votar.

Como se vê, Lula não é um preso político e poderá exercer na plenitude possível seus direitos políticos, como eleitor, o que eu já acho muito.

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