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Sleeping Giants revelado. No que mais você está disposto a acreditar?

Sleeping Giants revelado. No que mais você está disposto a acreditar?
Leonardo de Carvalho Leal e Mayara Stelle – Supostos donos do Sleeping Giants Brasil

Então o Sleeping Giants Brasil é formado por um casalzinho de 22 anos de idade, do interior do Paraná, estudantes de direito, desempregados. Vivem na casa dos pais, receberam auxílio emergencial, ele ex-motorista de Uber, ela ex-vendedora de maquiagem, ambos mal sabiam mexer em internet até maio desse ano, quando, de repente, não mais que de repente, resolveram tiveram a ideia de criar a página e começar a infernizar a vida dos outros.

Há algum tempo venho prometendo a mim mesmo não mais me surpreender com nada, mas isso parece um objetivo inatingível. A cara de pau dos ditos progressistas para construir narrativas, como essa agora do Sleeping Giants, é inacreditável. Porém, o mais inacreditável ainda é o fato de que por fantasiosa e improvável que seja o enredo, há quem vá acreditar nele, mesmo sendo vergonhosamente forçado.

Aí vamos a questão principal envolvida nisso: no que mais você está disposto a acreditar? Na versão de que o Sleeping Giants Brasil é um casalzinho de 22 anos que afirma admoestrar anunciantes em nome de um dever moral contra sites que supostamente postam fakenews e que, curiosca e concidentemente, são todos de direita e a favor do governo e do presidente? Zero anunciantes alertados sobre site de esquerda. Zero.

Vamos acreditar que esse casal que se apresenta como dono do Sleeping Giantes Brasil decidiu se revelar para a Folha de São Paulo porque sua consciência entendeu que a Mônica Bergamo é a pessoa mais isenta para que eles não parecessem ativistas políticos de esquerda ou anti-direita? Vamos engolir mais um Adélio Bispo? O que mais vamos engolir?

O que dirão os anunciantes que covardemente cederam a esse tipo de ativismo terrorista de um inocente casal de 22 anos que abraçou o combate às fakenews sem nenhum objetivo de ganhar dinheiro com isso, gente que se permitiu coagir em nome do politicamente correto, uma maioria que nem mesmo foi verificar a veracidade das acusações feitas aos sites de direita.

Estamos sendo tragados pelas narrativas de um processo que não se restringe ao Brasil. Parece inevitável que veremos desabar o mundo como conhecemos, não sei exatamente há que tempo, mas penso que será breve. O famigerado Grande Reinício “Great Resset” está sendo implantado na nossa cara e nós estamos inertes, e talvez, nessa altura do campeonato, nem dê mais para interromper esse processo.

Eu não sei explicar como é que o vírus chinês foi introduzido nessa trama dos genocidas de economias que conseguiram implementar mundialmente, simultaneamente, esse processo de desmantelamento da economia mundial.

Também não sei como conseguiram envolver tantos prefeitos e governadores de tantos lugares do mundo para, ao mesmo tempo, agirem em nome da quebradeira. E não sei porque não consigo imaginar como algo tão desastroso possa ter sido planejado e tenha encontrado tanta gente disposta a implementar.

Vivemos, na minha opinião pessoal, a farsa de uma pandemia cuja taxa mundial de mortalidade é de 0,23% de óbitos por milhão de habitantes. Uma pandemia que mal atingiu em óbitos o que a tuberculose mata todos os anos, e cujo processo de contágio acontece do mesmo jeito. Um vírus que “combina com os governantes” a melhor maneira, hora, dia e local para contaminar as pessoas.

Não conseguiremos continuar vivendo de mentiras e narrativas por muito mais tempo. Só não sei como vamos sair ilesos das consequências do que está sendo feito no mundo e no Brasil, e o processo está rápido.

Enquanto as pessoas continuarem a acreditar no poder maléfico de vírus microscópicos produzidos na China – que não mata chineses – e casaizinhos de 22 anos com ar angelical que constrangem anunciantes e arruínam o ganho pão de gente como Olavo de Carvalho e outros tantos, só aprofundaremos a capacidade deles nos dominarem.

O Sleeping Giants Brasil é só mais uma fraude da esquerda, acobertada por políticos que são acobertados pelo judiciário. Sem fins lucrativos, apenas em nome de um dever de consciência.

Fala sério.

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O PT não sabe perder. As fases da cantilena petista já começaram.

Eram 17 horas quando publiquei os seguintes posts sobre o PT no Twitter, começados com o título “As fases da cantilena petista”:

Acontece que antes mesmo da apuração ter terminado, e 1 hora antes de eu publicar essas postagens, Gleisi Hoffmann, presidente do PT, já tinha ido ao Twitter e confirmado o que eu chamei de Fase 1:

Simultaneamente às minhas postagens, o que chamei de Fase 2 já se confirmava também, na figura de Guilherme Boulos, puxadinho do PT na área de invasão de imóveis urbanos:

Conclui minhas postagens sobre a cantilena do PT da seguinte forma:

Bem, eles já estão tentando. Guilherme Boulos já disse que irão para as ruas nessa semana mesmo. Ou seja, daqui até a posse farão de tudo para perturbar a ordem pública e provocar as autoridades até que elas tomem alguma medida drástica que culmine em violência, de preferência com mortos e feridos, bastante se for possível.

Não haverá paz, essa é que é a verdade, porque o PT não sabe perder, porque a esquerda não sabe perder, e porque não querem perder seu bem mais valioso que é o discurso. E para que o discurso do PT e da esquerda encontre ressonância em seus seguidores eles precisam da violência policial e militar que tanto pregaram, e para isso vão provocá-la.

Sem violência, sem tanques nas ruas, sem ditadura, sem torturas, o PT e a esquerda não têm mais nada. E se precisam de mortos para concretizar suas profecias absurdas, eles mesmo providenciarão as vítimas entre os militantes que não conseguem enxergar que estarão sendo dados em sacrifício em nome de uma causa que não tem nada a ver com o Brasil e sim com poder.

Mas não podemos e nem devemos ficar concentrados apenas em Gleisi Hoffmann e Guilherme Boulos. O maior perigo de todos, e que se encontra em silêncio na mídia, chama-se MST. Com a derrota do PT, o “exército do Stedile” não ficará nos assentamentos pacificamente esperando o anúncio da política agrária de Jair Bolsonaro. Se o MTST de Boulos vai para as ruas, o MST vai para as propriedades rurais fazer novas invasões e provocar os distúrbios necessários para gerar os cadáveres e feridos que eles precisam.

Hoje, tal como no seu primeiro dia como candidato ao governo, Fernando Haddad vai à cadeia prestar contas para Lula de sua derrota. Aliás, prestar contas é só mesmo retórica, porque sua derrota era certa. Haddad vai à cadeia receber ordens e orientações para organizar a forma de agir dos tais “movimentos sociais” para, juntos, provocarem o terror necessário para que as forças de segurança reajam. E conseguirão, porque o poder público não poderá ficar inerte ao caos e o terror que eles pretendem impor ao Brasil.

Um outro nome que anda sumido e que merece extrema preocupação é José Dirceu. Certamente entre as orientações que Lula dará para Fernando Haddad estará a orientação para procurar José Dirceu, esse sim, a cabeça pensante capaz de organizar o terrorismo que o PT e a esquerda precisam para levar o Brasil a um período de medo e incerteza.

Fui chamado de “terrorista” e “pessimista” quando comecei a desenvolver essas teorias. Mas hoje mesmo uma amiga me mandou o “Manual do Guerrilheiro Urbano” de Carlos Marighella, material em pdf que está sendo fartamente distribuído por WhatsApp.

A justiça e as forças de segurança se verão obrigadas a tomar posição no que vem pela frente. Jair Bolsonaro quer pacificar o país. O PT e a esquerda não querem. Eles precisam desesperadamente mostrar para seus militantes e eleitores de que todo o medo imputado a Jair Bolsonaro era verdadeiro, e partirão para concretizar isso, antes mesmo de Bolsonaro tomar posse ou para que ele nem chegue a tomar posse, custe o que custar.

O PT e a esquerda não sabem perder. Não querem perder. E realmente não deixarão barato.

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A democracia foi às ruas neste domingo torcer e apoiar Jair Bolsonaro

Democracia tem dessas coisas. Alguns se vestem de vermelho, ficam pelados, enfiam crucifixos na bunda, fazem cocô em cima de foto de candidato, agridem religiões, instituições, pessoas, mentem, dizem que fazem isso pelo Brasil e representam um ex-presidente corrupto que está preso, e que foi impedido, pela lei, de ser candidato, e que estimula todo esse ressentimento.

Outros se vestem de verde-amarelo, empunham bandeiras do Brasil, vão às manifestações entre amigos, famílias, todo mundo devidamente vestido, cada um com sua fé guardada para si mesmo, pedindo justiça de verdade, pedindo o fim da corrupção e da impunidade e apontando um candidato que representa esse sentimento.

Ainda que muitos não gostem da ideia, democracia é a vontade da maioria, nem que ela seja de metade mais um voto, como diz a lei. Mas é maioria.

Só que não estamos falando mais de uma maioria dividida. A maioria é decidida.

Jair Bolsonaro encarna cada vez mais a esperança brasileira de vê-lo presidente? Não necessariamente. Mas Bolsonaro presidente significa PT fora do poder. E quanto mais baixo e mais sujo o PT joga, mais explícito fica para a maioria o porquê do antipetismo.

O PT bateria em Ciro, Marina, Alckmin, Meirelles, Álvaro Dias, Cabo Daciolo com a mesma desenvoltura que bate em Bolsonaro. Não bateria em Boulos porque Boulos (fosse para ajudar esse até bateria em si mesmo). E faria isso porque a derrota nessa eleição significa o fim em diversos aspectos, mas, em especial, o fim do discurso.

Jair Bolsonaro é tosco, mas não é idiota. Não há nenhuma ditadura a caminho. Nenhum gay terá sua vida pior do que ela é hoje. Os negros não serão inferiorizados ou rebaixados de posição na sociedade em um governo de direita. Os homens não receberão título de propriedade das mulheres e a lei Maria da apanha não será revogada.

O PT não poderá mais dizer que o Bolsa Família vai acabar quando não acabar. Não poderá dizer que Bolsonaro vai acabar com o Minha Casa, Minha Vida, com o Fies, ou com a cultura brasileira que até agora se reuniu a encher o bolso de um grupo de artistas que nem deveriam precisar de dinheiro público para financiar seus empreendimentos, porque são artistas ricos. Os que mais choram e mais bradam são muito ricos.

Como o PT vai explicar isso tudo para seus eleitores? O que vão dizer para esse monte de gente quando nada do que ele e a esquerda pregam acontecer? O que dirá o PT se a saúde melhorar, se a segurança pública melhorar, se a economia melhorar?

Democracia é um conceito com o qual o PT tem certa dificuldade. O PT não exerce a democracia nem dentro da esquerda, e nem mesmo na sua própria estrutura. É um partido que tem dono, e esse dono está preso em Curitiba. O ditador do PT está preso, mas continua no comando.

Em sua ideologia o PT tem um conceito diferente de democracia. Na ideologia petista não há alternância de poder. Nela só o PT sabe o que é bom para o Brasil, mesmo não conseguindo explicar como passou 13 anos e meio no comando do país e no fez nada do que promete que vai fazer agora.

E sabe porque não explica? Na democracia petista governante não tem que prestar contas do que faz, os meios de comunicação têm que ser regulados, a ideologia tem que ser hegemônica, e o comandante só pode ser Lula, mesmo que ele esteja preso.

É disso tudo que o povo brasileiro está de saco cheio. Ninguém mais aguenta tanto roubo, tanta mentira, tanto ladrão iludindo gente inocente, amedrontando com coisas que não acontecerão com Bolsonaro presidente e prometendo coisas que jamais farão se vierem a ser eleitos. O nome disso não é democracia. Mas não serão.

A democracia que esteve nas ruas hoje foi dizer muito mais do que #elesim. A grande afirmação foi #democraciasim. Mas democracia de verdade, onde o povo pode se expressar com liberdade, com imprensa livre e internet livre (petistas ainda não entenderam que regular a internet é regular a internet deles também), pessoas livres para se posicionar contra a corrupção que, mesmo não tendo sido inventada por ele, foi amplificado a esquemas nunca antes vistos nesse país – e há quem afirme no mundo.

No próximo domingo a democracia se dará através do voto, a mais genuína expressão da cidadania que define “um cidadão, um voto”. Não queríamos a urna eletrônica. Queríamos o voto impresso (que também não seria muito confiável) e por fim parece que entendemos que o voto em cédula eleitoral de papel ainda parece ser o método mais confiável para exercer esse direito/obrigação civil.

Tomara que Jair Bolsonaro pense na hipótese de fazer um plebiscito sobre as urnas eletrônicas, esse processo é um voto de desconfiança no exercício da democracia, fortemente manifesto do povo brasileiro.

Mas ainda falta uma semana, e não será uma semana fácil. Quem não gosta de democracia não gosta de perder, e quem não gosta de perder faz o diabo para ganhar uma eleição. E essa só ganha se for por obra dele mesmo, porque se depender do eleitor e de um processo de voto eletrônico não fraudado, o PT vai ter que começar a pensar em dois discursos: um para o povo e outro para a Polícia Federal. Democracia tem dessas coisas.

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Haddad é Lula, o Lula derrotado de Curitiba, que já não é mais Haddad.

Antes de tomar uma sova no primeiro turno, Haddad era Lula. Era vermelho, queria fazer uma nova constituinte, estampava orgulhosamente a foto de Lula e a estrela do PT, repetia discursos, defendia o programa de governo que tratava da descriminalização das drogas, a legalização do aborto.

A realidade das urnas eletrônicas provocou uma metamorfose no poste. Haddad descobriu que conseguiu ser Lula. Mas o Lula derrotado, que está preso em Curitiba. Haddad também viu que estava preso em Curitiba.

Quem rejeitou Haddad o fez porque ele é o PT que o povo não quer mais, e, principalmente, porque rejeita Lula. O PT não subestimou apenas Jair Bolsonaro, subestimou antes de tudo o povo brasileiro.

O PT perdeu a eleição. Haddad pode ter deixado de ir na prisão conversar com Lula, mas Haddad já era Lula.

Quando escondeu o vermelho, a estrela do PT, Lula, desistiu da constituinte, da legalização do aborto, da descriminalização das drogas, passou a dizer que aceitava liberar armas para a população, Haddad mostrou o quanto conseguiu ser Lula, mentindo com a mesma desenvoltura, distorcendo os fatos com a mesma desfaçatez, jogando sujo com as mesmas armas.

Haddad é Lula porque ele é PT e o PT é Lula.

Haddad perdeu e agora não tem mais nada a perder. Aí ao cometer o crime de denunciar falso crime, como esse do WhatsApp, o máximo que pode acontecer com ele é ter a chapa impugnada. Mas ele já perdeu.

Difundir notícias falsas é crime eleitoral. Mas que diferença faz se ele já perdeu? Contar mentiras sobre seu concorrente, denegrir sua imagem, inventar fatos, simular eventos, fingir verdades, são ferramentas de quem não tem mais nada a perder, porque sabe que a eleição já está perdida.

Haddad é Lula, e foi de Lula a ideia de criar um escândalo. E conseguiu fazer um escândalo dentro do outro, o da falsa denúncia e a declarada cumplicidade da Folha de São Paulo no patrocínio da mentira.

Haddad perdeu, o PT perdeu, a esquerda perdeu. E estão colocando o que resta a perder também. A probabilidade de tirar a diferença no voto é praticamente impossível. Na faca também não sei certo. Quem sabe na justiça?

Dada a participação ativa e cúmplice da Folha de São Paulo, e na reverberação que ela tem, não é de se duvidar que nessa semana a “imprensa oficial do PT” traga outros furos de noticiais contra Bolsonaro, mesmo não tendo apresentado nenhuma prova do que afirmou na notícia sobre o WhatsApp.

A notícia sobre o WhatsApp era só a materialização de algo que pudesse ser levado ao TSE como “prova” de um crime. O PT precisava que algo material, tangível, que tivesse ares de documento ou verdade. E a Folha se prestou a fazer esse papel, literalmente. E fez porque sabe que Haddad já perdeu.

Haddad é o Lula do tríplex, do sítio de Atibaia, do prédio do Instituto Lula, da cobertura de São Bernardo, da venda de medidas provisórias, da compra dos caças suecos, das delações da Odebrecht, da UTC, da Camargo Corrêa, da Andrade Gutierrez.

Haddad é o Lula das delações de Emilio Odebrecht, de Marcelo Odebrecht, de João Santana e Mônica Moura, de Delcidio do Amaral, de Marcos Valério, de Antônio Palocci.

Bolsonaro não está apenas ganhando a eleição. O resultado é muito maior do que isso. O PT está perdendo a eleição. Com a eleição vai perder o discurso quando Bolsonaro for eleito e não acontecer nada do que se afirma contra ele. E vai perder também a influência e a importância, se não acabar perdendo até a legenda.

Mas que ninguém se engane de que qualquer coisa pode acontecer essa semana. Qualquer coisa mesmo. O PT já perdeu a eleição, mas não perderá a chance de utilizar de tudo, indo além do limite da sujeira para tentar melar essa eleição, podendo, inclusive, receber ajuda de lugares que deveriam proferir apenas sentenças.

Haddad é Lula. Lula perdeu. O Brasil ganhou dessa vez. Mas não será fácil.

O que sobrar do PT e da esquerda, após a eleição fará de tudo para que 2019 seja um ano ingovernável, nem que o preço disso seja provocar no limite para que haja uma ação das forças armadas para que eles possam dizer: sempre dissemos que era isso que eles queriam.

Restará então ao PT e a esquerda tentar repetir a história de um 1968 que, para eles, não acabou até hoje, e que não podem deixar acabar. Se deixarem acabam junto.

Haddad é Lula. Lula já não é mais Haddad. O PT perdeu.

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O medo da esquerda é a certeza de que a máscara cairá de vez em 2019

Do que a esquerda e o PT têm medo afinal? De Jair Bolsonaro?

Não. A esquerda e o PT não têm medo de Jair Bolsonaro. A esquerda tem medo de qualquer um que não seja da esquerda, que não compactue com sua falta de princípios, que seja contra a corrupção e que reestabeleça as verdades que ela passou 30 anos reescrevendo.

Jair Bolsonaro é o alvo. Mas seria Geraldo Alckmin, Álvaro Dias, Henrique Meirelles, Marina Silva, mesmo sendo uma petista arrependida, e até Ciro Gomes se estivesse na frente. Qualquer um que esteja na frente do PT será inimigo, pois o PT só tem amigos dentro da sua quadrilha. Quem não está nela é justiçado, como fazia a esquerda na guerrilha dos anos 1960/1970.

Até o primeiro turno o PT expressava medo nas suas ações. Depois do resultado acachapante, passou a ter pavor. Agora está em desespero. E contra o desespero ele espalha a mentira para que as pessoas tenham medo.

A desesperação que se instala no PT agora vem de duas certezas: é rejeitado por quase 70% dos eleitores e não tem como reverter isso.

Ser rejeitado por quase 70% dos eleitores significa que o discurso mentiroso do PT não para mais em pé. A sociedade brasileira rejeita o PT, reconhece no partido a responsabilidade pela desgraça econômica do Brasil, está informada sobre toda a corrupção endêmica e sistêmica praticada enquanto ele estava no poder e não aceita um candidato que é comandado por um presidiário condenado a 12 anos de prisão e no aguardo de mais uma condenação, além dos outros inquéritos que responde e pelos quais, provavelmente, também será condenado.

O medo do PT está na delação de Antônio Palocci que não demorará muito a ter seu sigilo levantado. Medo também da delação de Marcos Valério que já foi homologada pelo Supremo Tribunal Federal. Medo do povo que não quer mais ver um dos seus no comando da maioria dos estados e do país, que rejeitou vários de seus candidatos à Câmara dos Deputados e ao Senado. Medo da justiça que se impõe como realidade.

Não há mais como enganar o povo brasileiro. Não há como reverter os votos decididos em Jair Bolsonaro. Resta à esquerda e ao PT então tocar o terror, mentindo, inventando, atentando contra a realidade e contra a sociedade, nem que para isso seja preciso atentar contra a vida do candidato líder de todas as pesquisas eleitorais ou fingir atentados contra si mesmo, financiando pichadores, perfis falsos em redes sociais, blogueiros e militantes que topem se passar por eleitores de Bolsonaro a fim de confundir as pessoas. E até mesmo jornalistas e jornais de grande circulação.

A matéria da Folha de São Paulo, acusando Jair Bolsonaro de fazer caixa 2 através de empresários que teriam pago mensagens disparadas no WhatsApp, não é apenas leviana, mas principalmente criminosa, pois não apresenta provas de nada. E que ninguém se assuste se a própria esgotosfera de esquerda sempre escorada no PT tenha pago em nome de terceiros – que não sabem do fato – para que isso tenha sido feito.

A empresa acusada de difundir fake news para Bolsonaro através de WhatsApp tem como sócio uma pessoa que atuou para Dilma Rousseff. Que credibilidade pode ter isso? Por si só isso já é o suficiente para que se entenda o medo do PT.

Fernando Haddad é leviano e cada dia mais mostra sua face mais suja, que o caracteriza como poste legítimo da representatividade petista.

Outra notícia vazada hoje nas redes sociais dá conta de que um pretenso atentado contra a vida de Fernando Haddad poderia ser feito a poucos dias da eleição. O vazamento teria vindo do gabinete de um deputado petista no congresso. Fake news? Pode ser. Mas impossível de ser verdade? Também pode ser. Vimos recentemente um militante petista se passando por eleitor de Bolsonaro e xingando Haddad na porta da igreja onde estavam ele e Manuela D’Avila. O suposto eleitor de Bolsonaro era ninguém menos que Florindo Gomes, integrante do PT de Ubatuba. Em dois tempos o perfil dele foi apagado das redes sociais.

Duas suásticas nazistas foram pichadas na porta da capela de São Pedro da Serra, distrito de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio. Três pessoas foram identificadas por câmeras de segurança. Duas foram presas, a terceira se apresentou depois com o advogado.

Acontece que a câmera não flagrou os três pichando apenas a capela. Logo que saíram da capela, com tinta de cor diferente, eles também picharam o famigerado “elenão” em um muro próximo. Obra de Bolsonaro?

Os eleitores têm que começar a se perguntar até quando aceitarão esse tipo de política suja que ignora a expressiva e majoritária vontade de 70% do povo brasileiro. A esquerda e o PT têm medo, mas o povo não tem mais.

O Tribunal Superior Eleitoral precisa agir com rigor. Mais do que isso, com coragem de também enfrentar o terror que a esquerda e o PT tentam espalhar pelo Brasil.

O povo que representa os quase 70% de brasileiros que definitivamente rejeitam a esquerda e o PT não pode ficar esperando que alguém marque uma manifestação ou comício para mostrar seu repúdio, nem se dar por satisfeita de rebater fake news em redes sociais. Está na hora de mostrarmos que o Brasil não pertence a uma ideologia ou partido, e sim aos 208 milhões de brasileiros que optaram pela democracia e que através dela conseguirão conviver em paz, mesmo que haja divergências de opinião.

O medo da esquerda e do PT é que o seu discurso não tem mais aderência, seus representantes são rejeitados pelos eleitores que não querem mais trilhar o caminho que o Brasil andou nos últimos 30 anos.

Mas o medo mais profundo da esquerda e do PT, e por isso o desespero sem limites, a prática da política mais rasa que já se viu nesse país é que quando Jair Bolsonaro assumir a presidência em 1° de janeiro de 2019 os gays continuarão a viver normalmente, os negros continuarão a viver normalmente, nenhuma sociedade machista vai se estabelecer no país.

No dia 1° de janeiro não haverá ditadura, não haverá torturas, não haverá tanques de guerra nas ruas, e os 30% dos que ainda insistem no medo como meio de ganhar a eleição não terão mais o que dizer, não sobrará mais nem o discurso para ser sustentado.

E, então, finalmente, poderemos começar a reconstruir nesse país uma sociedade onde não haja mais “nós contra eles”, todos estarão apenas dentro do nós, sem medo.

Mas até lá o medo deles ainda tentará fazer com que os outros tenham medo também. Pelo que se viu até agora, não se sabe o limite a que podem chegar. E as justiças comum e eleitoral não podem ter medo.

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A sociedade não está mais dividida como em 2014. Agora está decidida.

As eleições de 2014 vencidas por Dilma Rousseff (um dia saberemos essa história direitinho) dividiram a sociedade brasileira. Dilma recebeu 54.501.118 dos votos válidos, enquanto Aécio Neves saiu derrotado com 51.041.155, uma diferença de 3 milhões e meio de votos.

Apesar de todos os sinais claros do tamanho do escândalo que nos aguardava, a Lava Jato ainda engatinhava naquele momento, e os principais políticos, empreiteiros e operadores que vieram a detalhar a cleptocracia petista, emedebista e peessedebista ainda não tinham sido presos. A ponta do novelo se resumia a Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef, que nem a boca tinham aberto ainda.

Passados 4 anos, hoje sabemos a profundidade que a corrupção atingiu a partir da posse de Lula, e o próprio Lula está preso. A sociedade que estava dividida naquele momento deu o seu recado no primeiro turno ao entregar 49 milhões de votos para Jair Bolsonaro, superando inclusive os votos recebidos por Lula e Dilma no primeiro turno de suas eleições e reeleições. E é muito possível que o recorde de Lula na eleição de 2006, quando recebeu 58.295.042 venha a ser quebrado também.

O que podemos tirar disso? Que, definitivamente, o Brasil não quer mais o PT. Não se trata de tirar os méritos de Jair Bolsonaro como candidato, mas de reconhecer, também, que ele acima de tudo representa o antipetismo.

O placar majoritário do primeiro turno e o provável placar com uma diferença ainda mais acentuada no segundo turno encerrarão a tese de uma sociedade dividida entre dois projetos. O que ficará absolutamente cristalino é que a sociedade brasileira não quer mais projetos de poder, pessoas, partidos ou ideologias. O povo brasileiro busca um projeto de Brasil, e enxerga em Jair Bolsonaro, além disso, um candidato que representa também o fim do lulopetismo e, se tudo caminhar bem, a derrocada da esquerda e seus projetos ideológicos.

Pesquisas apontam que 95% dos brasileiros que declararam voto em Jair Bolsonaro fazem disso uma decisão imutável, seja por acreditar nele ou por enxergar que só ele é capaz de pôr fim ao projeto petista de poder. Já a esquerda, somando-se aí os votos recebidos pelo PT e pelas outras legendas, se mostra incapaz de reter seu eleitorado de primeiro turno, o que sustenta o prognóstico de uma provável surra de votos em Fernando Haddad, PT e seus aliados.

Nunca antes na história desse país a vontade majoritária da sociedade brasileira se mostrou tão clara sobre os rumos que quer para o país, talvez nem quando Lula foi eleito pela primeira vez emplacando, também pela primeira, vez seu pacote de mentiras.

Hoje, todos sabemos que os 13 anos e meio de poder do PT resultaram numa escalda de violência urbana, aumento do índice de violência contra mulheres, LGBTs e negros, no saqueamento de empresas estatais para enriquecimento ilícito e financiamento de campanhas eleitorais, no sucateamento da educação, da saúde, da infraestrutura, e especialmente, no aprofundamento drástico do desemprego.

Não dá para afirmar, e, com sinceridade nem esperar, que Jair Bolsonaro vá resolver todos esses problemas, muito menos em 4 anos, porque nenhum presidente teria essa capacidade. Mas, pelo comportamento do mercado financeiro que reage positivamente a cada pesquisa que o coloca na dianteira da corrida presidencial, dá para afirmar que os investidores estão interessadíssimos e colocar seu dinheiro num Brasil sem PT e que travará uma guerra ferrenha contra a corrupção, permitindo e incentivando que a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e a justiça de primeiro e segundo grau façam seu trabalho sem interferência.

Em outra frente, podemos esperar também, com certeza, o combate aos desvios ideológicos, ao aparelhamento do estado e a busca incessante pela diminuição da violência urbana que nos últimos 10 anos ceifou dezenas de milhares de vidas sem que o PT ou a esquerda se importasse com isso.

O voto em Jair Bolsonaro é o voto de uma sociedade decidida. Quem sairá dividida dessa eleição é a esquerda, e tão dividida que, felizmente, será difícil juntar os pedaços.

Quem quiser vir junto, a hora essa.

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A Lei de Segurança Nacional só vale para quem não é da esquerda?

A Lei 7170, de 14 de dezembro de 1983, conhecida como Lei de Segurança Nacional, portanto sancionada ainda por João Figueiredo diz em sua primeira linha: “Define os crimes contra a segurança nacional, a ordem política e social, estabelece seu processo e julgamento e dá outras providências.”

O governo quer enquadrar os caminhoneiros alguns caminhoneiros e empresários nos artigos 15 e 16, que dizem:

Art. 15Praticar sabotagem contra instalações militares, meios de comunicações, meios e vias de transporte, estaleiros, portos, aeroportos, fábricas, usinas, barragem, depósitos e outras instalações congêneres.

Pena: reclusão, de 3 a 10 anos.

1º – Se do fato resulta:

a) lesão corporal grave, a pena aumenta-se até a metade;

b) dano, destruição ou neutralização de meios de defesa ou de segurança; paralisação, total ou parcial, de atividade ou serviços públicos reputados essenciais para a defesa, a segurança ou a economia do País, a pena aumenta-se até o dobro;

Art. 16Integrar ou manter associação, partido, comitê, entidade de classe ou grupamento que tenha por objetivo a mudança do regime vigente ou do Estado de Direito, por meios violentos ou com o emprego de grave ameaça.

Pena: reclusão, de 1 a 5 anos.

Só podemos entender que isso seja uma brincadeira, um equívoco. Ou então precisam nos explicar melhor que tipo de imunidade tem o MST e seus integrantes, assim como todos esses movimentos associados a esquerda como MTST, CUT e demais sindicatos que desde a posse de Lula fazem chacota com a mesma Lei de Segurança Nacional. É uma piada.

A coisa que o MST prega declaradamente, abertamente, e com o apoio explícito de toda a esquerda, é a mudança de regime, ameaçando o país com paralisações de estradas, invasões de propriedades rurais e urbanas, invasão e destruição de fábricas, laboratórios científicas, causando destruição e prejuízo para o país e para os cidadãos. Não há Lei de Segurança Nacional para isso?

Não cabe nenhuma aplicação dos artigos 17 e 18 nessas pessoas?

Art. 17Tentar mudar, com emprego de violência ou grave ameaça, a ordem, o regime vigente ou o Estado de Direito.

Pena: reclusão, de 3 a 15 anos.

Parágrafo único.- Se do fato resulta lesão corporal grave, a pena aumenta-se até a metade; se resulta morte, aumenta-se até o dobro.

Art. 18Tentar impedir, com emprego de violência ou grave ameaça, o livre exercício de qualquer dos Poderes da União ou dos Estados.

Pena: reclusão, de 2 a 6 anos.

A pergunta que sai disso é aonde está a justiça desse país. A greve dos caminhoneiros foi motivada por uma queda de braço com o governo por causa do preço dos combustíveis. Não foi uma paralisação com o objetivo de derrubar um governo, mas ousou-se, sim, a desejar que ele caísse, e outros movimentos de direita se apropriaram do momento e da circunstância para pedir uma intervenção militar, que é diferente da mudança de regime.

Reitero meu pensamento de que as pessoas não querem uma mudança de regime, mas querem uma democracia de verdade, e não apenas uma democracia que sirva aos interesses de quem tem a caneta na mão e o poder até para interpretar que a Lei de Segurança Nacional pode ser aplicada contra uma categoria trabalhadora, mas não pode ser aplicada contra uma imensa cambada de vagabundos, que desejam realmente derrubar o governo e mudar na marra o regime político do país.

O que as pessoas têm é saudade, mesmo que seja ilusória, dos tempos em que se andava nas ruas sem medo, existia saúde, educação, emprego, e um país do qual se orgulhar. É isso que as pessoas querem, e não importa se é um civil ou um militar que irá proporcionar. O que as pessoas não enxergam é um único civil que pareça capaz de oferecer esse ambiente.

O que as pessoas não enxergam é um mísero político capaz de

Aplicar a Lei de Segurança Nacional contra quem se manifesta democraticamente (e aí nossa democracia mais uma vez parece seu só serve a um lado) é uma sacanagem sem tamanho, mesmo com quem gostaria de ter militares no poder por enxergar nessas instituições a única saída para, mais uma vez, se fazer uma limpa saqueadores de cofres públicos e esquerdistas que continuam, estes sim, ameaçando o regime político vigente.

O que as pessoas querem é uma intervenção, militar, civil ou até divina. Está cada dia mais difícil ver uma luz no fim do túnel, e isso fica mais grave sabendo que em quatro meses teremos que escolher um presidente pelo processo de exclusão e não por preferência. E a dificuldade aumenta sabendo que as mesmas duvidosas urnas eletrônicas de sempre serão usadas novamente, sem o voto impresso, sem possibilidade de auditoria.

Com ou sem trocadilho, não é justo que caminhoneiros e empresários fiquem com a carga pesada da Lei de Segurança Nacional, enquanto movimentos como o MST há mais de 15 anos recebam milhões em dinheiro do governo, dinheiro público, gerado por contribuintes, para tentar, esses sim, desestabilizar o país, sem que produzam nada de benefício para o país ou para eles mesmos.

O que o povo brasileiro quer é decência, moralidade, mas sobretudo justiça. E não adiantarão discursos bonitos falando de justiça e democracia, como fez a ministra Cármen Lúcia na abertura da sessão de ontem do STF, se duas horas depois o ministro Gilmar Mendes sai concedendo habeas corpus a um notório bandido e seus pares.

É disso que o povo está cansado. E não há Lei de Segurança Nacional capaz de reprimir esse sentimento.

Quanto mais ações desse tipo o governo e a justiça tomarem, maior será a insatisfação do povo e a manifestação dela. Quanto mais Lei de Segurança Nacional for usada contra o povo e suas legítimas aspirações, maior será o tamanho da reação.

A greve dos caminhoneiros mostrou para os brasileiros que o enfrentamento é possível, e que esse governo frágil não ostenta a legitimidade nem a lisura necessária para tirar o país do atoleiro. Enfrentar o povo é burrice. Mas é querer muito esperar desse governo algo que não seja burrice.

Todas as leis têm que valer para todos, inclusive a Lei de Segurança Nacional, aí sim começaremos a viver em uma verdadeira democracia.

Por enquanto, só vivemos numa imensa insegurança nacional, num país sem leis.

Sugiro a leitura da Lei de Segurança Nacional para quem quiser entender melhor o que ela significa e o que pode ser considerado um atentado a ela. Na atual conjuntura, é no mínimo um bom passatempo para um inusitado feriado com cara de de dia de semana!

Bom feriado!

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Exército não dará o golpe que a esquerda quer para legitimar seu golpe

Milhões de pessoas se perguntam, eu mesmo já me perguntei diversas vezes: por que o exército não vai para a rua e acaba com essa palhaçada?

Não existe uma lógica no enfrentamento que a esquerda faz com as instituições e com a sociedade. Não se ganha esse tipo de briga no grito, porque ela está sendo perdida, antes, no judiciário, mesmo com todas as ajudas possíveis que eles vêm tendo. Mas, mesmo assim, a afronta se dá todos os dias, muito antes da prisão de Lula, e a lógica desse comportamento se dá através da ilógica e absurda ideia de que o povo tem medo da esquerda, nas figuras do exército do MST, do exército do MTST e do tal Povo Sem Medo. Já teve. Não tem mais.

O fim da mortadela trouxe à luz o tamanho real desse exército. Não que ele seja pequeno ou não considerável, mas não tem as centenas de milhares de pessoas que muitas vezes vimos nos eventos promovidos pela esquerda e pelos movimentos, especialmente nos momentos em que Lula estava presente. Além disso, sabemos como agem, quando costumam agir e o que os motiva a agir. E se nós sabemos isso tudo, apenas vivenciando os fatos, imaginem o que sabem o exército, marinha e aeronáutica, que têm desenvolvidos centros de inteligência.

As forças de segurança brasileiras, forças armadas, polícia federal, polícias militares, todas estão absolutamente atentas aos acontecimentos e certamente com todas as informações relevantes sobre como essa gente se movimenta. Sabem quem são os líderes de cada facção desses movimentos, vice-líderes, formadores de opinião, de onde vem, para onde irão. Mas, mesmo assim, nem diante da banalização da lei e da ordem, não agem. Por que não?

A esquerda brasileira sempre foi uma farsa, desde os idos de 1960, quando João Goulart era vice e assumiu a presidência. Ela nunca se baseou em Lenin, Stalin, Marx, Mao, mas sim em Fidel Castro e na ideia de impor ao Brasil uma ditadura do proletariado, na qual o povo só participaria da parte que cabe ao proletariado, enquanto os comunistas revolucionários ficavam com a parte da ditadura. Nunca existiu uma genuína preocupação com o povo, era tudo poder. Perderam. Dirceu queria ser Fidel, ou no mínimo o Che Tupiniquim, e pôr o povo para trabalhar para ele.

O Exército, a Marinha e a Aeronáutica acabaram com o delírio esquerdista. Cometeram diversos e graves erros na condução do contragolpe, colocaram freio no movimento, mas não conseguiram erradicar a esquerda revolucionária. Quem não morreu, foi preso, desapareceu ou fugiu, se escondeu nas universidades e nas redações dos jornais, onde ficaram hibernados até que o governo militar caiu na conversa e enviou o projeto de lei da anistia ampla, geral e irrestrita, que foi aprovado pelo Congresso Nacional.

Lula nunca foi de esquerda, nunca lutou pela democracia, nunca teve formação ideológica antes de ser seduzido pelas facilidades que as ideias de esquerda que contaram para ele. Lula sempre foi malandro e usou como trunfo uma de suas maiores virtudes: a memória. Com uma capacidade imensa de decorar coisas, e depois falar sem parar, gravou cada fato e frase interessantes que pudessem ser usadas para seduzir as massas. Enquanto isso, não abriu mão de trabalhar a favor das indústrias e ganhar o seu por fora enquanto fingia falar em nome dos trabalhadores. Até a greve de fome dos sindicalistas ele furou quando estiveram presos por 31 dias no DOPS em São Paulo.

Acontece que Lula cresceu, e com ele cresceram as mentiras que antes eram contadas apenas para sindicalistas e passaram a ser contadas para o povo mais simples. Para essas pessoas, a esquerda reinventou a história do regime militar que vigorou entre 1964 e 1985, como se ele tivesse sido um golpe e não um contragolpe. Para isso, contaram com aqueles revolucionários que ficaram hibernando nas redações e nas universidades, reescrevendo a verdade dos fatos na cabeça de várias gerações, e é por isso que é comum vermos jovens de 15 anos falando sobre a ditadura sem ter a menor ideia ou profundidade do significado disso.

O fato é que a esquerda depende de um mito ou de um mártir para sobreviver. O que a justiça está revelando é que Lula nunca foi mito e que, como bandido comum que é, não reputação para ser mártir. Lula está preso e as pessoas que estão do lado de fora da carceragem da Polícia Federal em Curitiba pedindo sua liberdade, assim como os movimentos sociais que nasceram, cresceram e sobreviveram do dinheiro do governo, estão presos junto com Lula.

Quando Lula se transformar definitivamente em preso comum, ficará claro para todo o mundo que essa gente é tão somente um grupo de bandidos comuns.
Mas por que o exército não age afinal? Porque, sabedores que o fim do circo está próximo, o exército não quer provocar derramamento de sangue e dar a essa gente a oportunidade de dizer que tudo desde o mensalão foi apenas um golpe de direita para que as forças armadas tomassem o poder. A esquerda aposta nisso para legitimar o seu verdadeiro golpe, que é criar na mente das pessoas simples que o exército interferiu na democracia para impedir Lula de voltar à presidência.

Os apelos ridículos, como o feito no dia de hoje por Gleisi Hoffamann, incitando o mundo árabe a participar de alguma maneira (talvez enviando esfihas para o acampamento deles em Curitiba) de um processo que transcorre dentro do mais absoluto estado de direito. E não é apenas ridículo que ela peça ajuda aos árabes, apelando pela acolhida que o Brasil sempre deu a todos eles, mas que peça ajuda para regimes de governo que passam ao largo de um regime democrático.

Os políticos, intelectuais, artistas e veículos da mídia que se manifestam pelo mundo a favor da história da carochinha de Lula e seus luláticos são todos comprometidos com os mesmos ideais da esquerda brasileira, e padecem do mesmo esvaziamento de ideias e apoios, porque eles não se sustentam mais em nenhuma sociedade. Ninguém quer ser parte de uma ditadura comunista, nem mesmo os asnos que continuam encantados com o folclore de uma revolução popular que leve o povo ao poder.

O exército, a marinha e a aeronáutica não promoverão um banho de sangue. Deixar que esses manifestantes continuem soltos e agindo é nada mais que uma maneira de os deixar sangrar até que não haja mais força para a luta. E eles já estão sangrando muito, desesperadamente. Essas invasões de fazendas e imóveis urbanos, bloqueios de estrada e avenidas, nada mais são do que um pedido subliminar para que as forças armadas tirem seus tanques dos quartéis.

O que a esquerda quer é que o exército confronte, prenda e mate milhares de civis intelectualmente desprivilegiados e, assim de aos líderes do PT, PCdoB, PSOL, CUT, MST, MTST, e outros, uma versão para ser contada no exílio, pois nenhum desses líderes ficará aqui para participar dessa luta caso ela venha acontecer.
A esquerda passou décadas reescrevendo os acontecimentos de 1964. Agora eles tentam reescrever enquanto ela acontece.

As Forças Armadas, simbolizadas na visão do povo pelo exército brasileiro, sabem exatamente o será preciso fazer se esse momento chegar. E se fizerem, não darão a chance de oferecer um fato que permita a Lula, Gleisi e seus luláticos amestrados a chance de mais uma vez adulterar a história. Se a esquerda quer mesmo dar um golpe, terá que fazer derramando seu próprio sangue.

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POR QUE SÓ A ELETROBRÁS?

PRIVATIZEM O GOVERNO BRASILEIRO!

Nem presidencialismo, nem parlamentarismo, nem monarquia. Inventaremos o privaticionismo. Mais do que um sistema de governo, um sistema de gestão.

Político faz política. Gestor toma decisão. E dá para ver que desde 1500 não tivemos um verdadeiro gestor por essas bandas, aqueles que a gente chama de CEO, que lança livro autobiográfico aos 45 anos e ganha muito dinheiro enchendo de dinheiro os cofres da empresa que trabalha.

CEO olha para a coisa pensando em como fazer dinheiro. Político olha pensando em como ganhar dinheiro.

O Brasil precisa abandonar de vez essa mania de celebrizar políticos. Político não é artista de televisão e se for não é bom político. Basta a gente se lembrar da quantidade de mentiras e histórias interpretadas por esses bandidos diante das câmeras, todos com cara de santo, com caras de bons moços e moças que não são.

Um gestor tem que ter medo de perder o emprego. Político não tem esse medo. E nós nem colocamos esse medo neles.

Manda embora um gestor não vai precisar de congresso, de câmara ou de senado, nem de autorização ou rito por parte de ninguém, nem do STF. O que vai decidir isso é o conjunto de índices prometidos e alcançados, com avaliação semestral. Não atingiu, rua. E se quiser procurar justiça será a trabalhista.

O Brasil precisa urgentemente de alguém que entenda segurança pública com a mesma importância que um CEO entende o investimento em sistemas de segurança para uma empresa. Precisa pensar na saúde como pensa quem tem o poder de decisão para contratar um plano de saúde para os funcionários. Tem que enxergar a educação com a mesma relevância que um líder empresaria dá à formação de seus funcionários.

Precisamos de alguém que fale em planejamento estratégico e não apenas pontes para o futuro. O político ainda pensa em pontes, o gestor pensa em como chegar no futuro.

Não podemos mais conviver com a ideia nacionalista de ser donos disso ou daquilo. Nós somos donos seja lá quem for que esteja comandando empresas e tomando decisões.

O Petróleo continuará sendo brasileiro e o país provavelmente terá mais lucros com alguém bancando os riscos sem ser com o dinheiro do contribuinte.

A energia elétrica continuará chegando nas casas das pessoas independente de quem pendurou os fios na rede elétrica. A água chegará independente de quem fez a rede.

A prova da capacidade de que o Brasil e os brasileiros são capazes de produzir riqueza é o fato de mesmo com mais de 1 Trilhão de reais roubados e desviados dos cofres público nos últimos 15 anos nós não quebramos. Driblamos a violência, a deficiência da saúde, da educação, da infraestrutura, mas seguimos adiante. A sexta ou sétima economia mundial, o quinto maior em área territorial privilegiadíssima, onde, adubando, tudo dá.

Enquanto no Brasil nos entendermos apenas como povo, população ou nação, vamos ficar nessa situação. Isso só vai mudar quando começarmos a nos entender como contribuintes antes de tudo. A relação com o governo não é consanguínea, não é fraterna, é de negócios. Nós pagamos para receber serviços. E quando em qualquer lugar alguém não recebe pelo que paga, deve ter o direito de não querer mais aquele fornecedor.

Meu amigo, minha amiga, entenda que contribuinte é a mesma coisa que cliente. E se você é cliente tem que exigir o melhor dos mundos.

O Brasil tem que privatizar tudo aquilo que não é função primária do estado. Chega de sustentar vagabundo.

HOJE, A CULPA É DO PRESIDENCIALISMO. AMANHÃ, SERÁ DO PARLAMENTARISMO.

E OS CORRUPTOS, MUITOS QUE ASSALTAM O PAÍS DESDE OS TEMPOS DOS MILITARES, NUNCA TERÃO NADA A VER COM ISSO.

A desculpa se aproxima daquelas dadas por jogador de futebol depois do seu time tomar uma goleada. A culpa foi do juiz, do gramado, da dureza do adversário, da torcida que fica muito próxima do gramado, das dimensões do gramado, do cara que segurou a camisa dentro da área e o juiz não viu. Mas nada a ver com seu próprio desempenho ou de seus colegas de time, muito menos com o treinador.

O presidencialismo pode não ser o melhor sistema de governo, mas a culpa não é meramente ‘do sistema’. Isso é uma maneira de desviar a atenção do eleitorado com a promessa de mais um conto de fadas que tem tudo para não funcionar também.

A crise brasileira não é de sistema de governo, mas da sistematização da corrupção. A crise é moral, ética. E com pessoas amorais e aéticas, tanto faz o sistema.

O governo e o congresso estão tentando criar fatos novos, que justifiquem as pilantragens pregressas, e que sirvam como demonstração da preocupação, totalmente falsa, em mudar a realidade.

Não se sabe ao certo o tamanho da corrupção no governo FHC e nem se havia um funcionamento sistêmico disso, a maioria das investigações e depoimentos de corruptos já interrogados e/ou presos, nunca confirmou. Mas são fartas as declarações que o sistema de cooptação de parlamentares através de corrupção sistêmica foi largamente utilizado desde que Lula assumiu em 2003.

De todos, porém, nenhum deles está mais infiltrado nas entranhas do poder do que o PMDB, que como toda boa “Maria vai com as outras”, nunca se importou de alugar sua legenda para o governo de plantão. Com isso, figuras como José Sarney, que esteve ao lado do regime da primeira à última hora, dominam e se beneficiam de áreas estratégicas como o setor elétrico. Sarney só virou PMDB por conveniência.

O que precisa mudar no Brasil não é necessariamente o sistema e sim a mentalidade. E também não necessariamente apenas a mentalidade do político, mas principalmente a do eleitor. Não renovar os mandatos de 90% dos políticos é o primeiro passo, e terá que ser um serviço completo, dos deputados estaduais ao presidente da república.

A população precisa ter mais atenção à política local, conhecer seus vereadores e deputados estaduais. Pela ordem natural das coisas, os vereadores de hoje são os deputados estaduais de amanhã que virão a ser deputados federais, senadores e governadores mais para frente. E não se revelam corruptos quando estão no topo, lá só fica mais escandaloso.

Portanto, obedecido o critério da honestidade, da probidade, o sistema de governo é uma questão de lógica e/ou preferência. Mas é inconcebível que qualquer mudança seja feita sem a devida consulta popular, seja através de plebiscito ou referendo. Qualquer coisa fora disso é usurpação de poder.

Quando Michel Temer fala em semi-presidencialismo, ele só está mesmo dando legitimidade ao semi-presidente que é. Não conseguiu e não conseguirá ser um presidente por inteiro, por mais reformas que aprove e por melhor que a economia possa evoluir.

E quanto ao que disse Rodrigo Maia sobre fundo de participação, sistema de governo, reforma política, esquece. Ele só fala o que mandam, quando mandam e como mandam. Ele é mais um nada bem-mandado que não carrega mais malas. Só as suas.

O que precisa mudar no Brasil é o pacto federativo. Enquanto não mudar isso, não importa quão bem intencionado é um projeto, uma lei ou uma reforma. O governo federal com todo o dinheiro e investindo mal, os estados e municípios continuarão muito mais pobres do que deveriam e de prato na mão se dispondo a fazer qualquer tramoia para receber uma migalha a mais. Fora isso, o resto e convera.