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O Brasil sem Bolsonaro teria esse senhor na presidência.

O Brasil sem Bolsonaro teria esse senhor na presidência.

Existe uma pauta trabalhada pela imprensa em conjunto com a esquerda, mais especificamente o PT e seus puxadinhos, para fazer a população acreditar que o Brasil de Jair Bolsonaro não está dando certo.

É um esforço hercúleo, e para isso não poupam nada que possa ser negativo à imagem do presidente. Se Bolsonaro pisar num chiclete isso vira tema para colunistas de todos os grandes jornais desfiarem teses e teorias conspiratórias psicológicas que dirão que a pisada no chiclete é um ato autoritário que representa o desejo de pisar no povo. Ou qualquer outra balela do gênero, a Globo não economizará especialistas.

O Brasil da imprensa e do PT só não é trágico porque não consegue deixar de ser muito cômico. O desespero é risível. Eu já falava sobre isso no artigo “Bolsonaro e Moro versus o antigoverno do PT”. Assim será 2019, que você pode ler clicando aqui.

Para não se deixar contaminar, é preciso, porém, que a gente pense a partir de uma realidade fática, e não apenas olhando o momento como se ele fosse isolado ou não impactado pelo resto da história.

Em outubro de 2018, com sólidos 55.205.640 votos, 55% dos votos válidos, O Brasil, acima de tudo, disse não ao PT e à esquerda.

Milhões de votos recebidos por Jair Bolsonaro foram contra o PT e tudo o que ele representou e ainda representa de ruim para o Brasil.

Então, quando alguém questiona e incentiva o sentimento de arrependimento naqueles que votaram em Bolsonaro, o faz sem considerar o que teria sido do Brasil caso o eleito tivesse sido Fernando Haddad.

Se o PT tivesse ganho a eleição, Lula já estaria solto. Mais do que governar o Brasil essa era a grande meta do PT. Além de solto, Lula estaria interferindo na política econômica do Brasil, teria nomeado todos os ministros.

Se fosse Haddad o presidente, o STF já teria acabado de vez com a Lava Jato e com a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância. Sérgio Moro teria abandonado a magistratura da mesma forma, mas para sair do país, porque seria impossível que ele tivesse paz sob um novo governo petista.

Um novo mandato petista teria condecorado Nicolás Maduro e denunciado Juan Guaidó na ONU como subversivo e antidemocrático. O Brasil estaria ainda mais alinhado ao lixo socialista mundial e a esquerda teria ganho uma sobrevida na América do Sul.

Com Haddad no poder Cesare Battisti jamais teria sido entregue à justiça italiana e admitido seus crimes.

A Petrobras já estaria novamente sendo loteado entre os amigos e os amigos dos amigos, não estaríamos vendo uma reforma trabalhista tramitando no Congresso Nacional, e nunca, em momento algum, ouviríamos falar de um pacote anticrime tão bem elaborado e funcional no combate à corrupção e à impunidade.

O Congresso Nacional provavelmente estaria debatendo temas importantes como o sexo de anjos gays, ou proibir pais e mães de colocar roupas rosas ou azuis nas crianças na maternidade.

Se a esquerda tivesse ganho, os gays protagonistas da Golden Shower no carnaval teriam sido condecorados com medalhas na Câmara de Vereadores do Rio, na ALERJ e no Congresso Nacional, e ambos teriam tirado fotos com Gleisi Hoffmann fazendo o “L” com os dedos.

E se você ainda não achou ruim o suficiente, três coisas podem fazer você pensar melhor:a) se Fernando Haddad tivesse sido eleito presidente Jean Wyllys continuaria no Brasil e exercendo o cargo de deputado; b) se o PT tivesse ganho a eleição você já teria perdido de vez toda a liberdade de expressão que ainda tem nas redes sociais; Renan Calheiros seria presidente do Senado e Rodrigo Maia continuaria sendo o presidente da Câmara dos Deputados.

a) se Fernando Haddad tivesse sido eleito presidente Jean Wyllys continuaria no Brasil e exercendo o cargo de deputado; b) se o PT tivesse ganho a eleição você já teria perdido de vez toda a liberdade de expressão que ainda tem nas redes sociais.

Para pensar no Brasil sem Jair Bolsonaro é preciso pensar no que seria o Brasil com Fernando Haddad. E não fui a fundo em nenhuma questão e nem citei questões como saúde e educação.

O que existe no Brasil é uma extensa pauta para criar a falsa imagem de desgaste de Bolsonaro, criar intrigas dentro do governo, e a imprensa é o grande agente desse processo que visa desmoralizar, desinformar e deformar o pensamento e a percepção das pessoas.

A imprensa brasileira está a serviço da desmoralização do Brasil em todos os aspectos, sendo a maior fomentadora e divulgadora das notícias negativas que ela mesma cria através da promoção de intrigas, fofocas e fake news. Sim, a imprensa é a maior criadora e divulgadora de fake news, e faz isso desde que você e eu nos conhecemos por gente, porque faz para quem paga mais.

Jair Bolsonaro não era o presidente dos sonhos do Brasil inteiro. Mas de 55% de quem votou no segundo turno. O resto foi derrotado. O lulopetismo foi derrotado, a esquerda foi derrotada, a imprensa foi derrotada. E eles vão ter que aprender a respeitar que Jair Bolsonaro é e será o presidente do Brasil nos próximos 4 anos.

Qualquer coisa fora disso é choro de perdedor. Ou golpe.

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HS Naddeo

Brasileiro escrivinhador de ofício, palpiteiro, cheio de opinião, jornalista, publicitário, administrador, marketeiro, anti-petista, anti-corrupção e anti-burrice.