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Nem Deus, nem Darwin. Homo transgenic.

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Aplicando vacina

Pessoas transgênicas. No que pode dar isso? Até hoje existem sérias discussões sobre alimentos transgênicos, alterados genericamente. Agora em agosto, sob a relatória do ministro Nunes Marques, o STF iniciou o julgamento de uma ação que está há 15 anos na casa e que trata de quem tem responsabilidades sobre definição e aprovação de alimentos transgênicos. Repito, 15 anos.

Inicialmente o mundo rejeitou a tecnologia dos alimentos transgênicos. ONGs e todo tipo de associação que se aproveita de causas dos outros para ganhar dinheiro, ou impedir que alguém ganhe, abraçaram a causa dos alimentos transgênicos sob a fundamentação de não se saber efeitos de longo prazo no ser humano, como produzir algum tipo de câncer, por exemplo.

Ladainha parecida se deu com os sinais de antenas de celulares, com o consumo de certas bebidas ou alimentos, consumo de adoçante; até do uso de shampoo já foram questionados os efeitos ao longo de tempo. Era comum, então, que geralmente, extensas fases de testes foram com animais eram apresentadas como garantia de segurança antes de se chegar ao uso em humanos.

O que parece é que discutir e investigar alimentos transgênicos é mais importante do que ter certeza dos resultados de um experimento transgênico tendo os seres humanos como cobaias para, através deles, descobrir o que pode acontecer.

As pessoas que tiveram inoculados em seus organismos esses produtos farmacêuticos cujas tecnologias são baseadas em mRNA mensageiro – que nem definição conclusiva tem sobre o que são de fato – fazem parte de uma nova categoria de seres humanos, o homo transgenic. Tão transgênicos como a soja e o milho. E muita gente que topou a picada faz parte do grupo que era contra a soja e o milho transgênicos.

Não importa se sua crença individual é evolucionista ou criacionista, o que está acontecendo no mundo oerverte ambas as crenças. O homem repete, em escala massiva, experimentos sociais e genéticos com seres humanos, em um precedente só visto, em menor escala, em regimes totalitários.

Começaram com uma guerra de informações, fizeram as pessoas aceitarem quebrar seus padrões sociais e funcionais, quebraram a economia, destruíram empresas e empregos, meteram uma máscara nas nossas caras, violaram direitos, agrediram as sociedades, e agora definem que todos precisam injetar em seus corpos uma roleta russa por cujo resultado de longo prazo nem os fabricantes se responsabilizam.

Quais consequências conter nestes frascos a longo prazo? Por que insistem em aplicar em crianças se até o próprio inventor da tecnologia não recomenda que seja feito? Por que aplicar em jovens saudáveis cuja taxa de risco de mortalidade é de 0,014% de hipótese de óbito?

Nem Deus, nem Darwin. O homem que se acusa de interferir no clima é o mesmo homem que agora ousa interferir na vida humana, não apenas no controle social dela, mas agora, também, no controle orgânico de cada habitante do planeta.

Hoje assisti ao discurso do presidente americano Joe Biden na ONU. O que vi foi um homem a serviço de tudo isso que citei acima. Um servo da globalização vendendo seu pacote de benefícios em nome de “salvar vidas” enquanto é um incentivador do aborto, tema para o qual inclusive destinou polpudas verbas. E não posso deixar de citar seu profundo entusiasmo ao tentar convencer o mundo de que todos os habitantes do planeta precisam tomar suas doses de picadinhas, quantas seus governos disserem que serão necessárias, advertindo que pandemias piores virão pela frente, com variantes cada vez mais perigosas – vai ver que já estão bem produção em algum laboratório flangoflitense, que parece ter especialidade no assunto.

Para quem acredita, Deus está só olhando. E se Darwin for sua referência, arrisco dizer que ele iria preferir não olhar. Mas, não importa a abordagem, ao elevar os seres humanos à categoria de transgênicos, o homem acaba com a beleza da natureza de ambas.

Brasileiro escrivinhador de ofício, palpiteiro, cheio de opinião, jornalista, publicitário, administrador, marketeiro, anti-petista, anti-corrupção e anti-burrice.

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Goste, ou não, em 2022 elegeremos um legislativo ainda pior.

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Siglas dos partidos de esquerda

Até 2018 bradávamos aos quatro ventos que aquela era a pior composição do Congresso Nacional. Não tinha como ser pior. E o mesmo fenômeno se repetia em relação às assembleias legislativas e câmaras de vereadores. Nem obtivemos o índice de renovação desejada, e nem roda renovação de fato renovou alguma coisa, como os casos se Aécio Neves e Gleisi Hoffmann que correram do Senado para a Câmara para se beneficiarem do coeficiente eleitoral e não ficarem de fora da brincadeira. E sem foro privilegiado.

Mas, como o que já é ruim sempre pode ser piorado, a reforma eleitoral que já foi aprovada pela Câmara dos Deputados é um chute de bota com biqueira de aço no saco da sociedade brasileira. A volta das coligações partidárias e a manutenção da proporcionalidade de votos, como é atualmente, mantém o funil funcionando a favor dos que se elegem no rabo de um bom puxador se votos.

Se na última eleição apenas 27 dos 513 deputados federais se elegeram com seus próprios votos, com as novas regras propostas dá para apostar que talvez nenhum se eleja com seus próprios votos. Minorias segmentadas é que elejerão seus representantes, fracionando ainda mais o ambiente dos legislativos.

As reduções de punibilidades, reduções de tempo para prescrição de crimes, uso livre do fundo partidário sem ter que dar satisfação, incluindo compra de bens móveis e imóveis, aeronaves e o que mais desejar, tipo “toma, o dinheiro é seu!” e fica por isso mesmo.

A proposta aprovada pela Câmara dos Deputados é um golpe ainda mais profundo na democracia. A maneira como se distribui o fundo partidário entre os candidatos dos partidos, dobrando o valor do voto dado a um negro ou a uma mulher, estraçalha o conceito de igualdade e direitos iguais. Mais uma cota que subclassifica as pessoas e tornam uns mais importantes que os outros.

Com essas regras implantadas a representação das minorias será ampliada em detrimento de um congresso eleito para representar a maioria e incluir as minorias. O que está se vendo é a preparação da eleição de um congresso ocupado pela minoria e excluindo a maioria de sua legítima representatividade dentro dos conceitos de uma democracia. Vai virar outra coisa.

Mas, quero chegar à cereja do bolo. Nós não podemos fazer nada contra isso, porque não estamos dando a esse tema a importância que ele tem. Já esquecemos a ideia do voto impresso auditável, não passou, ficou lá. Aí vem essa reforma eleitoral vagabunda, que ainda quer triplicar verba de fundo partidário subindo para 6 bilhões de reais. E se o presidente vetar, como já vetou a proposta desse valor no orçamento de 2022, o congresso derruba o veto.

Ficamos alertas a esses acontecimentos no Congresso Nacional, mas muitas vezes o pior está debaixo de nossos narizes e não vemos, ou optamos por não dar importância. Escândalos ainda maiores e mais estapfurdios são produzidos em muitas assembléias legislativas e câmaras municipais, e quase ninguém acompanha ou fiscaliza. E são esses mesmos vagabundos que alçam carreira na política e se elegem a cargos maiores por comodismo e negligência dos eleitores. É muito mais fácil fiscalizar uma Câmara Municipal do que o Congresso Nacional. Mas ninguém faz.

E assim, sendo aprovada e sancionada, com ou sem vetos, ou vetos derrubados, o sistema eleitoral brasileiro vai regredir aos tempos das trevas e rechearemos os legilslativos do país de gente que não teve voto para se eleger d ter que aceitar que são elas as representantes legítimas do povo, avaliadas por uma lei eleitoral da época do bang-bang.

Dentro das quatro linhas não dá mais tempo para mudar. Não existe força para isso, por mais forte que o povo esteja.

Atualizando: ontem no início da noite a Câmara dos Deputados aprovou a vergonhosa quarenta de 4 anos para policiais, juízes e promotores poderem se candidatar. É a cassação prévia da cidadania.

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Todo porco grita quando sabe que vai morrer

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Porco na frente do Congresso Nacional

Se você nunca viu um porco sendo preparado para morrer, eu não recomendo a cena. É impossível não sentir pena. Assim que começam a raspar seus pelos ele começa a gritar. E assim vai até o momento do abate. E ainda dizem que quando mais dó tiverem do animal enquanto ele é abatido, mais ele demora para morrer.

O que temos visto são porcos gritando enquanto seus pelos são raspados publicamente pela realidade.  Porcos que trabalhavam e ainda tentam trabalhar para transformar o Brasil em um imenso chiqueiro. Fizeram da república uma pocilga, querendo preservar a ração balanceada para si e deixar a lavagem para o resto do povo. Não por acaso A revolução dos bichos, de George Orwell, foi comandada por porcos.

É difícil prever até quando teremos que aturar esses porcos gritando como se estivessem realmente no comando, e o quanto ainda se terá de pena deles fazendo essa morte mais lenta. E mesmo assim eles gritam, incomodam, porque é gritando que porco sabe morrer.

A desordem da república brasileira está com os dias contados. Uma nova ordem deve se estabelecer no Brasil, e não sairá barata para lado algum. Alguém tem que perder, e são os porcos que estão gritando.

O jogo meramente sujo já não tem encontrado ambiente para fazer eco. Basta ver as manifestações da esquerda do dia 12/7. Aliás tem duas coisas muito esclarecedoras: não havia o que falar, e não havia para quem falar. Portanto, esse jogo não funciona mais. E eles gritam mais alto.

A ralé com mandato no Congresso Nacional sabe que perdeu, Câmara e Senado. E a toque de caixa vão mexendo nas leis, devolvendo medidas provisórias, criando CPIs, encomendando ações e pareceres de membros do ministério público, obrigando a polícia federal a obedecer ordens ilegais, produzindo presos políticos, assassinatos de reputação como estão fazendo com Dra. Mayra Pinheiro. Em contrapartida seguram projetos vindos do governo, judicializam todas as suas ações, nomeações, decretos, medidas provisórias, criam gastos sem dizer de o de vira a receita, forçam que o governo tropece nas imparáveis exigências e cometa algum crime passível de sofrer um impeachment, que é por si só uma ameça constante, na verdade o único ponto de barganha legal que a esquerda e bandidagem Ltda tem em mãos.

Cada apreensão de drogas, pela mesma polícia federal que se obriga a obedecer ordens ilegais, é uma navalhada raspando o porco. Cada brasileiro que se escandaliza e reage à lama do chiqueiro é mais um para ajudar a raspar mais rápido, e mais porcos ao mesmo tempo. E por isso eles gritam.

Ao contrário dos porcos reais, do qual se diz que se aproveita tudo, até o rabo, dos suínos que ostentam mandato eletivo não se aproveita nada, muito menos o rabo. Certos deputados e senadores serão tão inúteis para a sociedade quanto são enquanto tem o mandato, exceto pelo fato de que não terão mais o poder e a estrutura de proteção legal que um político tem para exercer sua atividade. Os criminosos serão apenas criminosos comuns.

Por mais que uma renovação de verdade seja feita nas próximas eleições, com o que sou muito pessimista – e disse isso no meu artigo anterior, penso que no Senado é possível produzir mudanças significativas, e, além da presidência, as eleições para o senado devem ser nosso grande foco. Se mudamos o Senado a ponto dele não chancelar mais as sandices provenientes da Câmara dos Deputados, o legilslativo passará a ter um equilíbrio de forças inexistente no atual cenário. Grosso modo, um serve pra chancelar o que o outro faz, e o presidente se vire para sancionar ou vetar. E se vetar eles derrubam.

Em 2022 há 27 nomes cujas biografias já mostraram quem são, e que, mesmo com carreiras longevas, nunca fizeram nada relevante pelo Brasil, apenas por si mesmos. Pior ainda são as carreiras jovens, que desde início já mostraram atrás de que bloco seguem. Precisamos eleger um senado de direita conservador, o que, com essa nova regra eleitoral em vigor, será muito mais fácil do que eleger um deputado federal.

Não vamos nos assustar com os gritos. São altos, fortes, mas inúteis. Quando o porco chega nesse estágio do processo de abate não tem mais volta. E que ele reze para seu carrasco não sentir pena para morrer mais rápido.

Que possamos muito em breve parar de ouvir esses gritos e no lugar poder ouvir diálogos que sejam consoantes com os ambientes nos quais acontecem. Que o legilslativo volte a falar de Brasil ao invés de falar de partidos e de politicagem. Que o judiciário volte a falar de leis ao invés bde falar de política e interferir nós outros poderes da república. Que uma oposição madura discuta o país e não os anos de cadeia aos quais seus líderes foram condenados por corrupção. Que a imprensa volte a falta de notícias e deixe de ser novela e que a novela deixe de ser um instrumento de mentir para as pessoas.

O Brasil entrou em um novo momento, porque o povo aderiu a essa agenda e já demonstrou que não aceita mais abrir mão dela. O único jeito de levar nosso país a um salto de qualidade em nossa democracia e promovendo uma profunda ruptura com o sistema instalado. Não há convivência possível entre uma agenda desenvolvimentista para o Brasil e o coronelismo suíno praticado por todo esse simbolismo do atraso corrupto que ainda ocupa cargos eletivos. E se não é possível que a mudança na Câmara seja imediatamente impactante, no Senado Federal ela é possível, viável e absolutamente necessária.

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Viagens sem volta para destinos desconhecidos.

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Urna eletrônica e seringa de injeção

O que se sabe de verdade sobre essas  “coisas” que injetam nas pessoas, que deixaram de ser “coisas” e viraram “coisas de imunização”, e sabe-se lá a que categoria mais podem ser rebaixadas? A profusão de informações contraditórias, versões contra realidade, nos faz desconfiar de tudo. Pessoas que deveriam estar ao menos “com imunidade” estão ficando doentes e morrendo, diversos casos que atacam homens jovens com cardiopatias e mulheres jovens com indícios de infertilidade, evidências sobre evidências e mesmo assim insistem, apesar das orientações de fabricantes e organizações de saúde, em injetar essas incógnitas nas crianças sem a menor ideia do que isso pode gerar nós organismos das pessoas nos próximos 5 anos.

Nós pode ver a coisa de duas maneiras. Se optarmos pelo ponto de vista de que se trata de um sistema de controle social, vamos para o lado do comunismo. Mas se no conteúdo dos frascos dessas “coisas de imunizar” tiver algo que de fato interfira no desenvolvimento humano, como, por exemplo, no campo da infertilidade, trata-se de algo muito mais profundo do que comunismo, o que torna menos poderosos os movimentos de resistência. O sistema cerca e inviabiliza o exercício da cidadania. Na China a pessoa pode ser impedida de usar transporte coletivo como penalidade por alguma infração como ser flagrado e identificado por um sistema de câmeras e reconhecimento facial ao atravessar uma rua fora da faixa de pedestre. O que mais eles fazem que não sabemos?

Estamos diante do risco de extermínio do modo ocidental de vida. De um modo ou de outro as culturas estão sendo invadidas e rachadas na Europa como resultado do gigantesco êxodo de refugiados islâmicos, que, ao invés de se aculturar do país onde ele vai viver quer implantar o seu modo de viver na cultura do seu novo país, do qual ele fugiu porque era ruim.

Vemos a China ocupando o mundo e dominando países como acontece na África, na Jamaica, disputando fronteiras terrestres e marítimas em 26 fronta diferentes, criando um domínio militar no Mar do Sul da China, que apesar do nome não lhe pertence, como eles insistem pertencer. A infiltração através de investimentos em agronegócio e logística na África e na América do Sul, interferindo nas políticas internas desses países, financiando políticos, sindicatos, revoltas, reviravoltas no ordenamento jurídico dos países, na elaboração de leis com interesses apátridas.

O que realmente sabemos sobre isso que estão injetando nas pessoas? Em que fase do plano esse ingrediente entra em cena? Em qual fase desse domínio cultural, financeiro, logístico, estratégico, dessa tomada de controle do mundo nós estamos vivendo? No que mais podem nos transformar além de ratos de laboratório? Tem pior que isso ainda? O que esses caras estão dispostos a fazer para que todos nós embarquemos nessa viagem cujo destino não fazemos a menor ideia? Como comprar essa passagem só de ida certos de que não haverá volta, seja qual for o destino reservado a cada um.

No ano de 2020 separaram as pessoas. Imagino que demonstrações de afeto e carinho como abraços e beijos deve ter se reduzido em 90%. Ninguém encontrava ninguém, e se encontrava era de longe, de máscara, passando álcool gel até nas palavras. Agora pais estão sendo proibidos pela justiça de ver os filhos porque não deram seu braço para uma enfermeira enfiar uma agulha. Restaurantes rejeitam clientes que não aceitaram a picada, empresa não contratam – e até demitem – pessoas que tenham manifestado algo contrário à verdade que se quer que acredite ou praticado algum tipo de ativismo que não coaduna com o posicionamento politicamente correto da organização. Querem proibir tudo o que for possível para que as pessoas recebam em seus braços os vistos para essa viagem sem retorno que querem que façamos. Estão inclusive parcelando em doses. Já se encontram opções de introdução de líquido mágico em até 4 vezes. E não deve parar por aí.

São muitos movimentos pelo mundo contrários a ideia de que uma pessoa precise tomar uma ou mais picadas de um líquido desconhecido para exercer sua cidadania e sua liberdade. Não dá para entender como esses governos e governantes se alinharam durante tantos anos para chegar ao ponto que a estabilidade mundial esteja colocada em xeque como está. É meticuloso demais, orquestrado demais, ter pessoas alinhadas a esse sistema ocupando cargos poderosos ao mesmo tempo, nos principais países, nas maiores economias.

O Brasil virou a pedra no sapato nesse cenário. Era para termos alguém da esquerda no poder, e não Jair Bolsonaro. E quem possibilitou isso foi a própria esquerda brasileira, corrupta, gulosa, não roubou apenas para se perpetuar no poder, roubou para enriquecimento ilícito, se dissociou – felizmente, muito obrigado – desse projeto global maior, como Dilma e Temer intensificaram em seus governos, para tornar milionários todos os que contribuíram para que tantas ilicitudes acontecessem em simultâneo.

Tanto as eleições quanto o direito de escolher se quer ou não permitir que injetem em seu corpo uma substância, nas atuais circunstâncias do Brasil e do mundo, são viagens só de ida. São escolhas necessariamente de caráter individual e cujos reflexos só se vê depois.

Também na política e nessa questão de saúde, além de tudo de bom e de ruim que já conhecemos sobre ambos, dadas a velocidade e a voracidade com que se mobilizam para cercear as liberdades individuais e alterar o conceito de cidadania. Já não sabemos prever com certeza que tipos de reações adversas ou efeitos colaterais podem surgir ao longo do tempo na sociedade, nas questões sociais e de saúde.

Tudo está caminhando muito rápido. Fomos lentos em entender e continuamos lentos para reagir, e não é apenas no Brasil. Mas, aqui, talvez pela impossibilidade equivocada de reunir a direita sob um pacto de prioridades imediatas, concentrar esforços  e pautar sua própria agenda, continuamos lentos como força! Que ainda precisa ser motivada por manifestação para pegar no tranco, mas que, aos poucos, vai faltando combustível aqui e ali, e no primeiro quebramola deixa morrer com duas rodas na frente dele e duas atrás e não sabe para que lado empurra para sair dali, porque nessa hora a gente descobre que nada é do jeito que querem que acreditemos que é.

Temos muito pouco tempo para mudar muitas coisas, e cada dia que passa fica mais complexo mudar, mais danoso. E se, em termos de Brasil, não houver, de fato, uma ruptura drástica no sistema, seremos mais uma nação sob domínio do sistema mundial comandados por meia dúzia de corruptos cujos nomes todos sabem quais são.

Certas viagens, não importa o tamanho do arrependimento que se possa ter depois, tem passagem só de ida, e já é mais que claro para todo mundo a categoria de ambiente que o futuro vai virar nesse (categoria) de destino. É uma questão de escolha.

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