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Economia

Latrocínio aumentou 58% desde 2010, ano da primeira eleição de Dilma

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Latrocínio aumentou 58% desde 2010, ano que Dilma se elegeu presidente.

Latrocínio aumentou 58% desde 2010, ano que Dilma se elegeu presidente.

Pode ser apenas (mais uma) coincidência, mas o fato é que desde que Dilma Rousseff assumiu a presidência em 1° de janeiro de 2010 todos os bons indicadores brasileiros caíram e todos os maus indicadores cresceram.

Lula nadou de braçada na recém arrumada economia brasileira, herança maldita de FHC, e nos bons ventos que supervalorizam os preços das commodities. Em seu primeiro governo, teve a… inteligência seria exagero… teve, digamos, uma excelente assessoria na área econômica que preservou as conquistas da estabilidade econômica. Além da condução de empresários, como hoje sabemos.

O fato é que a economia cresceu e cresceu mesmo depois do escândalo do Mensalão, quando o governo petista andou no fio da navalha e acelerou o processo de deterioração moral abrindo de vez a temporada de caça a deputados e senadores dispostos a receber um troco para deixar tudo do jeito que estava.

Falhou, feio, também a justiça ao não perceber que o Mensalão era só a pontinha da ponta do iceberg, e deu no que deu.

Veio então o absurdo ainda maior, a eleição de Dilma gerentona, incapaz de gerenciar palavras para formar uma frase. Como “mãe do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento”, não podia ter gerado um filho mais feio e mais desvirtuado. Talvez por uma questão de ideologia de gênero, o PAC decidiu ser o Programa de Aceleração da Corrupção, uma maneira de ajudar mamãe a governar tranquila.

Com o PAC insistindo em corromper ao invés de crescer, o que Lula fez começou a ruir, inclusive sua reputação, afinal ele inventou Dilma. Foram quatro anos de insistentes intervenções de Dilma (e dos empresários que pagaram propina por medidas provisórias) consolidando a quebra da economia brasileira. Absurdos que resultaram em quase 400 bilhões de reais em renúncia fiscal.

Para você entender o que a renúncia fiscal significou, foi algo como se você abrisse mão de receber 40% do seu salário do seu patrão e fosse ao banco pedir esse dinheiro emprestado para completar seu rendimento, pagando juros estratosféricos. Foi isso que Dilma fez com as receitas do governo. Abriu mão de impostos e foi ao mercado pedir o dinheiro emprestado para pagar suas contas.

Um exemplo escandaloso disso foi o governo federal ter colocado no BNDES mais de 700 bilhões de reais que não tinha, pegando esse dinheiro emprestado no mercado através da emissão de títulos. Mas o mais escandaloso desse escândalo é que o governo pegava o dinheiro emprestado pagando ao mês mais do que o dobro do que cobrava de juros ao ano pelo dinheiro que emprestado para empreiteiras e empresários amigos.

E para concluir a desgraça, mais de 70% do dinheiro emprestado foi aplicado (foi mesmo?) em obras e aquisições fora do Brasil, especialmente em países de governos de esquerda, sem a menor transparência. E sem gerar empregos dentro do nosso país.

Com tudo isso, o Brasil reelegeu Dilma Rousseff. Mas os dados econômicos maquiados, mentidos, manipulados, inventados, distorcidos e adulterados não resistiram à realidade dos fatos, e reeleita Dilma deu a mão à palmatória tentando ajeitar a caca toda. Começou a promover ajustes inajustáveis, reajustes inexplicáveis e no fim das contas produziu 14 milhões de desempregados.

Para quem não sabe, latrocínio é assalto seguido de morte, exatamente o que o PT, com PMDB e PSDB juntos, fez com o Brasil. Roubaram a “viúva” e depois mataram. Então não é de assustar que o crime de latrocínio tenha aumentado 58%, e isso sem ter feito, até aqui, nenhum comentário sobre o comportamento petista na questão de direitos humanos e interferência na justiça.

Michel Temer, senadores e deputados que aí estão foram cúmplices de Lula e Dilma Rousseff. E desde que começou a Operação Lava Jato não fazem nada além de tentar apagar suas digitais deixadas pelo caminho. Não há outra preocupação no governo, no Congresso Nacional e no STF – Supremo Tribunal Federal que não seja a manutenção da impunidade. E não haverá enquanto não surgir um fato novo relevante, seja ele qual for.

O Brasil é uma vítima de latrocínio. Cabe a nós ressuscitar e cuidar da vítima, o que começará a acontecer, mesmo, quando, como povo, enfrentarmos essa realidade com a disposição de mudá-la. Há quem diga que coincidências não existem.

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Caminhoneiros, força! O Brasil é nossa boleia.

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Aos caminhoneiros do Brasil - O Brasil é nossa boleiaCaríssimos caminhoneiros e caminhoneiras, e famílias de caminhoneiros.

Vocês toparam a pagar um preço alto por uma atitude valiosa. O governo não contava com esse tipo de enfrentamento. Nem nós, povo que assiste atônito aos acontecimentos, mas, curiosamente, apoiando vocês. Obviamente não é uma unanimidade, mas uma imensa parcela de apoio que vê, finalmente, uma parte da sociedade civil fazendo o que a maioria não tem coragem de fazer.

Vocês não encostaram apenas seus caminhões, encostaram a sociedade e o governo na parede, numa oportunidade única de mostrar quem é quem. O desabastecimento natural proveniente dessa greve está afetando táxis, ubers, veículos de passeio, ônibus, e como consequência obrigando que dezenas ou centenas de milhares de negócios se vejam obrigados a parar também.

O governo, de verdade, está se lixando para o desabastecimento da população. O que preocupa o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e a Petrobrás é desabastecimento dos seus caixas. O prejuízo à economia do país é gigantesco para todo mundo, mas ninguém sofre mais com isso do que os governos federal, estaduais e municipais. Simplesmente não entre grana no caixa.

Prezados caminhoneiros, além das justas reivindicações da categoria, vocês viraram símbolos das reivindicações de um povo que há muito anseia um instrumento de enfrentamento aos corruptos que se revezam na roubalheira sentados em cadeiras de cargos eletivos, levados para elas por uma imensa massa de pessoas mal instruídas e que talvez só consigam entender os acontecimentos quando lhes falta papel higiênico para limpar o traseiro. Foi assim na Venezuela. Quando o povo teve que “pôr a mão na merda”, literalmente, entendeu no que tinha se enfiado apoiando caricaturas de ditadores.

A falta de papel higiênico na Venezuela foi um alerta para o que poderia acontecer aqui no Brasil caso a esquerda continuasse no poder, e o que pode acontecer se eles voltarem ao poder. Vocês estão nos dando a chance de sentir, mesmo que temporariamente, o que é viver num país desabastecido das coisas mais básicas na vida de qualquer cidadão, mesmo que nem saiba o que significa ser um cidadão.

Não faltarão críticos, e com várias justificativas diferentes. Mas sobram apoiadores, gente que está cansada de ouvir mentiras, de ver seu dinheiro surrupiado sem dó através de impostos altos, injustos, aplicados em cascata, que fazem o preço da gasolina, por exemplo, mais do que dobrar no caminho entre a refinaria e a bomba. Nós estamos cansados, caros caminhoneiros.

Muitos pedem por uma intervenção militar, até mesmo entro vocês, mas vejam, vocês têm muito mais poder do que eles, sem precisar de sequer um tanque de guerra nas ruas. Militares teriam que tomar o poder a força. Vocês, caminhoneiros, tem a força para derrubar legitimamente, um poder exercido de maneira ilegítima, sem necessitar de uma gota de sangue, sem ter que no futuro responder a uma mentirosa comissão da verdade para tentar recontar a história.

Digo sempre em comentários nas redes sociais, Twitter em especial, que o silêncio é mais poderoso do que dezenas de manifestações equivocadas nas quais se quer tudo, mas não se consegue consenso ou objetividade, pela mera falta de uma liderança legítima e espontânea, da maneira como vocês estão fazendo.

Vocês, caros caminhoneiros, talvez até sem saber o tamanho real do alcance, se tornaram agentes de um caos que se desenhava até com outros contornos, mas que era necessário chegar num momento ou outro, e que não percamos a oportunidade de usufruir dos benefícios que ele promove.

Torço para que todos os caminhoneiros do Brasil tenham noção dos acontecimentos. Essa é a única maneira de não se permitirem ser usados como massa de manobra por partidos ou movimentos. Aliás, parabéns por terem expulsado membros do sindicato dos metalúrgicos que tentaram pegar carona no sucesso da manifestação levando meia dúzia de quentinhas.

Dificilmente ele seria bem-sucedido se não tivesse o aval de quem contrata o trabalho dos caminhoneiros. Cargas estão sendo perdidas e isso não está acontecendo sem que o sistema apoie. O que importa é o resultado final.

Peço aos caminhoneiros que não esmoreçam, e que tenham em mente a importância que o movimento de vocês todos está tendo em toda a sociedade civil, mostrando que em uma democracia não precisamos de militares para derrubar corruptos e enfrentar bandidos escondidos atrás de mandatos e togas.

Somos um povo capaz, e que bem representado, como estamos sendo por vocês nesse momento, pode e deve continuar a ter esperança de que mudanças são possíveis, desde que estejamos juntos no mesmo propósito.

Essa semana, somos todos caminhoneiros, afinal, o Brasil é a nossa boleia.

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Dia do trabalhador? O que temos para comemorar?

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Dia do trabalhador? O que temos para comemorar?

Dia do trabalhador? O que temos para comemorar?Em se tratando de Brasil, nem uma coisa, nem outra. Não há nada para comemorar nesse Dia do Trabalhador. E é bom que os sindicalizados desse país comecem a prestar atenção nas pessoas que os lideram e que fingem falar em seus nomes.

Todo trabalhador brasileiro, de qualquer categoria, sindicalizado ou não, deve prestar muita atenção a tudo o que envolve a questão do trabalhismo em relação ao mundo civilizado, onde as leis trabalhistas funcionam dentro de um sistema de muito mais liberalismo.

Em primeiro lugar é preciso saber que a tão amada CLT – Consolidação das Leis do Trabalho, é uma cópia adaptada da “Carta Del Lavoro” do governo fascista de Benito Mussolini, sobre a qual escrevi um artigo específico e que você pode ler aqui se quiser.

Pior do que isso, a “Carta Del Lavoro” de Mussolini foi inspirada na carta de direitos trabalhistas de Lenin, em 1917.

Na maioria dos países, a comemoração do dia do trabalho acontece no dia 1° de maio porque nessa data, em 1886, ocorreu uma manifestação de trabalhadores em Chicago acabou em mortes e novos protestos pelos dias seguintes, e 3 anos depois, em Paris, a Intentona Socialista proclamou esse dia como dia de luta pela jornada de 8 horas de trabalho.

A realidade que se impõe é a de que não há mais espaço para ideias e conceitos de 100 anos atrás, onde a maioria dos países nem era industrializada. O mundo mudou e o trabalhismo precisa se adequar a isso.

Hoje, os chamados direitos trabalhistas são apenas correntes nos pés dos trabalhadores e é isso que as oligarquias e movimentos sindicais e de esquerda não querem que os trabalhadores vejam e entendam.

Ninguém quer que o trabalhador perceba que os 8% do FGTS que são depositados pelo empregador em nome do funcionário na Caixa Econômica Federal são, na verdade, um empréstimo obrigatório que o trabalhador faz ao governo, que usa esse dinheiro como bem entente e ainda remunera esse ”empréstimo” muito mal remunerado. O mesmo acontece com o PIS e o PASEP.

Não é dado a trabalhador o direito de escolher se ele prefere receber em dinheiro o que recebe de vale transporte. A lei entende burramente que o que é dado em dinheiro pode ser incorporado ao salário, e ponto. E, assim, impede que o trabalhador possa escolher um outro meio de transporte que seja mais econômico e fazer da diferença um ganho salarial. O mesmo se dá com vale refeição.

O nome disso é tutela e não direito trabalhista.

O Brasil de 2018 tem 13,7 milhões de trabalhadores desempregados. Michel Temer não é responsável direto por essa cifra, mas era vice-presidente de quem causou o dano e sabia do tamanho do pepino quando ajudou a puxar o tapete da sua sucessora.

A alardeada “corajosa” reforma trabalhista, até o momento, só teve de efeito positivo o fim da contribuição sindical obrigatória, e que só foi aprovada porque era também uma forma de frear o dinheiro direcionado à esquerda e tirar poder de sindicatos e centrais sindicais.

Uma reforma tímida e incapaz de atualizar o trabalhador brasileiro com o que acontece em países de economia mais liberal. E eu digo o que acontece: existem mais empregos, o trabalhador tem mais renda e administra sua própria vida, sem ser tutelado como gado.

A globalização e o avanço tecnológico têm contribuído muito para a eliminação de postos de trabalho e a migração para serviços que exigem uma maior especialização do trabalhador, deixando milhões de chefes de família à margem deste processo. E a responsabilidade disso é dos governos que não promovem uma educação de qualidade e não oferecem aos jovens obter capacitações que realmente os insira no mercado de trabalho atual.

Quando vemos o crescimento desordenado das favelas e no seu encalço, a banalização da criminalidade, não podemos esquecer que não se trata apenas de uma questão policial. Quantos estão nessa vida por falta de uma oportunidade de crescer num país com um mínimo de civilidade e respeito à dignidade humana.

O que temos feito para diminuir a desigualdade de oportunidades neste país a não ser criticar direitistas e esquerdistas, sem a contrapartida de uma atitude própria?

Vamos comemorar o que? Os “justos” salários dos magistrados ou os 13,1 milhões de desempregados? A segurança e conforto proporcionado aos políticos ou os trens e ônibus lotados que os trabalhadores têm de encarar todo dia?

Não desejamos comemorar apenas a situação utópica de emprego para todos, mas que todos tenham o direito de sonhar com um. Que neste Dia do Trabalhador, possamos refletir sobre este tema e pensar o que podemos fazer hoje, já, agora para construirmos um Brasil melhor e mais justo para todos os trabalhadores brasileiros.

Ainda tem muito a ser feito. Ou livramos o Brasil dessa classe parasitária que vive e se regozija com o suor do trabalho de milhões de pessoas, no Congresso, nos sindicatos, nas centrais sindicais, no DNA de vários partidos, ou nossos trabalhadores permanecerão com os pés acorrentados por um sistema trabalhista que jamais oferecerá motivo para comemoração.

E para finalizar, nesse 1° de Maio de 2018, quem ganha presente é a turma do Bolsa Família, exatamente a que não trabalha, e para cujo sustento nós trabalhamos. Um aumento não se sabe de quanto, nem em quando, mas que será anunciado porque, como disse o próprio Temer, “Nesse 1º de Maio, o presidente da República não podia deixar de mostrar serviço”

Feliz Dia do Trabalhador!

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Justiça Trabalhista sentencia pessoas à prisão perpétua

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Justiça Trabalhista sentencia pessoas à prisão perpétua

Pode parecer absurdo num país onde a prisão perpétua não existe, mas é isso que a justiça trabalhista promove na vida de milhares de empresários que quebram, a maioria sem o cometimento de nenhuma ilegalidade ou crime, além, talvez, da própria incompetência.

Mas que raio de prisão perpétua é essa? Dívida trabalhista não prescreve porque o entendimento dos juízes do trabalho não deixa. Muitos que, inclusive, já avisaram que não vão seguir as mudanças da mini-reforma trabalhista aprovada pelo governo. A justiça do trabalho é a mais garantista de todas.

E se não conseguir pagar, o empresário (sem feminismo, só figura jurídica) quebrado deverá a seus ex-funcionários até o resto da sua vida. Mas ele não deve pagar? Todos devem. Mas é aí que a Justiça do Trabalho age mais absurdamente, e na companhia de advogados (é duro chamar muitos disso).

Os absurdos, exageros, mentiras e protecionismos colocados nas ações trabalhistas fazem com que dívidas de dois mil reais gerem ações de absurdos cem, cento e cinquenta mil reais. Um dos ingredientes indispensáveis para isso é a pedida de “danos morais”, como se demitir alguém fosse um dano moral.

Nossa justiça trabalhista é herança acessória da nossa CLT que, como escrevi nesse artigo, é uma cópia da legislação trabalhista italiana de Benito Mussolini, uma lei trabalhista com fundamentos comunistas e também copiada da lei trabalhista pós revolução russa de 1917, exatos cem anos atrás. Tal qual a CLT, um atraso social que amarra empregados a acordos que sustem sindicatos e advogados, mas que, fundamentalmente, servem para justificar a própria existência de tal justiça.

Antes que qualquer defensor de direitos trabalhistas critique alguma coisa, minha defesa não é pela aplicação de leis sobre que quebra empresas de maneira fraudulenta, mas sobre quem quebra seu negócio até mesmo por interferência do Estado na economia ou na livre iniciativa. E são infinitos esses casos. E como a dívida trabalhista não prescreve, dependendo do tamanho da monta, o cidadão devedor jamais conseguirá pagar a dívida, mesmo que queira e tenha potencial para isso.

Um empresário quebrado não tem crédito, não tem nome limpo, terá dificuldade de conseguir emprego e se conseguir o que ganhar será constantemente bloqueado pela justiça trabalhista para ressarcimento de dívidas com ex-funcionários. Eis que surgem então os laranjas, a solução mais recorrente de quem quer voltar a empreender, enxergando nessa alternativa a maneira de voltar a produzir dinheiro.

O assunto é complexo, polêmico, controverso, mas é real. Por exemplo, conseguir um programa de recuperação judicial ou falência não é uma coisa simples, muito menos barata, especialmente para quem já está quebrado, e essas seriam as alternativas que poderiam evitar e amenizar processos que geram dívidas trabalhistas.

A grande imensa maioria dos empresários não é formada de bandidos e meros exploradores de mão de obra, justamente ao contrário. Mas na justiça do trabalho todos são jogados na vala comum sem que nenhuma análise seja feita sobre o que gerou as dívidas trabalhistas.

Sou absolutamente contra o que rege a CLT e o que fazem os tribunais da Justiça do Trabalho, e não por estarem certos ou errados, mas estão vencidos, desconexos da realidade social, amarrados e amparados por comportamentos e pensamentos de no mínimo um século. E deve ser esse o tamanho do nosso atraso em relação aos países desenvolvidos nessa questão, pelo menos um século.

Por isso, a reforma trabalhista aprovada pelo Congresso Nacional é… nada. Ela não é nada, porque não toca nas questões fundamentais de todo o processo trabalhista, mantendo o Brasil amarrado a um Brasil que não existe mais.

Não sei quem nem quando alguém vai se debruçar sobre esse absurdo que impede que o trabalhador ganhe dinheiro e que o empresário consiga pagar o que deve. Da forma como está e vai continuar, trabalhadores ganharão causas injustas ao invés de receber aquilo que tem realmente direito, mas não receberão porque seu devedor jamais terá condições de pagar.

Uma hora dessas alguém precisará se debruçar seriamente sobre esse assunto. Mais que consolidar as leis trabalhistas o Brasil precisa consolidar o trabalho com leis, porque quem gera riqueza é o trabalho. Nesses moldes, a justiça trabalhista só existe para consolidar o fracasso brasileiro na geração de empregos e empreendedores.

Não se cria empregos sem empreendedores. Isso só acontece em regimes absolutistas ou comunistas. Creio que não somos uma coisa e não queremos ser a outra.

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