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Há 1000 dias a esquerda só pensa naquilo!

Já imaginou que vida miserável passar os dias tramando a desgraça alheia? Engana-se, porém, quem acredita que a desgraça dessa gente mira só o presidente. Ele é apenas o alvo mais óbvio por ter nas mãos o poder que essa bandidagem travestida de esquerda, oposição e justiça queria ter. É desgraça para o povo, para as empresas, para os empregos, para as cidades, estados, e para o país, porque essa bandidagem corrupta só se interessa pelo poder, não interessa os meios ou a quantidade de vítimas necessárias para tal objetivo.

Há 1000 dias esse bando de salafrários trabalha para inviabilizar o Brasil, associado à imprensa nacional e internacional para que o Brasil que avança seja “vendido” para o povo brasileiro e para o mundo como uma ameaça extremista de direita em busca de uma ditadura para chamar de sua. Mas não tá funcionando muito bem.

Perceba que o grande problema desses vagabundos não é a corrupção em si, mas a quantidade de obras até então abandonadas que foram entregues, a quantidade de obras iniciadas e acabadas nesses 1001 dias, o avanço na conclusão da transposição São Francisco dando resultados, diversos leilões de infraestrutura realizados com sucesso, lucro na Caixa Econômica Federal, no Banco do Brasil, no BNDES, na Petrobrás, nos Correios, esses e outros tantos números impressionantes são impossíveis de esconder, especialmente quando a população os percebe se beneficiando deles.

Como a CPI do Renan vai esconder a água do São Francisco chegando no Ceará? Como vão esconder a ponte que fez o caminhoneiro parar de correr perigo atravessando rio em balsas precárias e pagando caro por isso? Como esconder as centenas de poços artesianos que o governo vem abrindo sertão adentro? Como esconder do mundo os 84% de amazônia preservada observável in loco ou através de qualquer sistema de satélite? Como pretendem esconder que, entre todos os países, tivemos a segunda menor queda de PIB durante a Pandemia e devemos crescer 5% esse ano, tornando o desempenho da nossa economia motivo de elogios de organismos internacionais como o FMI?

Consegue imaginar a cabeça do Lula? Do Dirceu? Do Ciro Gomes? E as cabeças dos Três Patetas Omar, Renan e Randolfe, que protagonizam um espetáculo circense há mais de 100 dias sem conseguir provar nada além de que não há e não houve corrupção nesse governo, e que os três são só vagabundos mesmo, chantagistas e achacadores que usam do expediente de expôr pessoas inocentes e comuns atacando suas reputações, apenas para estar em evidência e tentar criar a ilusão de que o presidente é responsável por algum crime que não aconteceu.

Se voltarmos um pouquinho mais no tempo, 1116 dias, para ser mais preciso, tentaram eliminar Bolsonaro da disputa eleitoral através da facada de Adélio Bispo. Um mês antes do primeiro turno das eleições de 2018 eles já pensavam naquilo. Já sabiam o potencial eleitoral de Bolsonaro. Era impossível esconder as demonstrações de milhares de pessoas em qualquer lugar que Bolsonaro ia. Lula estava preso – ainda que, de fato, estivesse hospedado na primeira cela 5 estrelas “all inclusive” do sistema penitenciário brasileiro – a militância da esquerda cabisbaixa, a Lava Jato comendo solta, não tinha como parar aquele fenômeno que acontecia no Brasil. Nem na facada. Nem na fraude eleitoral. Por incompetência até para cometer crime (seria só mais um mesmo), tiveram e terão que engolir.

Nesses 1000, segundo um levantamento diversas vezes citados em Os Pingos Nos Is, o judiciário promoveu 123 intervenções diretas em ações do Poder Executivo, como, por exemplo, impedir a nomeação do Ramagem para o comando da Polícia Federal, prerrogativa única e exclusiva do presidente da república.

As 123 intromissões do judiciário significam a média de uma intromissão a cada 8,1 dias. A maioria atendendo ações do congresso nacional, em especial o Senado Federal, tendo Gazela Saltitante Rodrigues como campeão de ações, e partidos de esquerda como PT, PSOL, PDT, PCdoB, REDE, PSB e demais puxadinhos como principais autores. E o que eles tentam derrubar? Qualquer coisa. Literalmente qualquer coisa. Se o presidente pedir para trocar o garçom que serve seu gabinete ele será contestado no STF e provavelmente o garçom será convocado para depor na CPI do Renan.

Não bastassem as intromissões do judiciário, e dos parlamentares de esquerda através dele, na Câmara e no Senado os dois primeiros anos de governo foram engavetados por Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia. Engavetaram tudo para não dar certo, porque daria certo. Ainda não consigo entender direito porque a reforma da previdência passou. na Câmara dos Deputados já foram apresentados 126 pedidos de impeachment de Bolsonaro, apontando zero crime, ou criminalizando qualquer coisa que ele tenha feito. Em média um pedido de impeachment a cada 8 dias. E ninguém vota nada e quase ninguém propõe nada que seja do interesse da sociedade ou do país. A única coisa que anda, e cada vez mais para trás, é a CPI indecente que trabalha 24 horas para derrubar o presidente da república. 

São 1000 dias de Congresso Nacional, judiciário, imprensa, governos estaduais, governos municipais, Leonardo di Caprio, Greta Thumberg, Emanuel Macron, Joe Biden, Angela Merkel, ONGs, embaixador da China, a própria China e a pandemia tentando abalar e acabar com o governo de Jair Bolsonaro. E não conseguem. E quanto mais ousados são, maiores são as evidências de que esse governo está no caminho certo.

Se você ainda está chateado, ou chateada, porque não apareceu nenhum tanque de guerra na rua no dia 8 de setembro, acalme seu coração. O 7 de setembro não foi em vão, muito pelo contrário. Foi a maior demonstração de poder que já foi dada a essa canalhada que pretende tomar o país na mão grande. Além do barulho das ruas e das forças de segurança estaduais, que se posicionaram abertamente a favor do presidente, essa bandidagem ouviu o silêncio ensurdecedor das Forças Armadas, que a todo momento se posicionou ao lado do presidente da república em defesa da nação, e não na defesa dele, presidente. Não houve contradição sobre as palavras de Bolsonaro “ditas no calor do momento”. Estavam com ele nos palanques em Brasília e São Paulo. Ouviram ele dizer. E não disseram nada.

Os frutos do 7 de setembro não serão colhidos do dia para a noite. Mas já estão sendo colhidos. Barroso ter feito alterações na fiscalização das urnas eletrônicas e incluindo as forças armadas no processo, do começo ao fim dele, serve como exemplo, mesmo que, isoladamente, não pareça significativo.

Mas não imaginemos que a esquerda (oposição ou chame-os do que achar melhor), vai parar, porque não vai. Muito menos ministros como Lewandowski vão parar de fazer o servicinho vagabundo que lhes cabe, afinal está lá para isso. E o grande problema nem é eles não pararem. É o povo cansar e parar, por não entender o quão profundo é preciso chegar para ter resultados. Mas só com o povo participando do processo é que se poderá aprofundar o combate ao sistema como um todo.

Bolsonaro não trava uma briga única. São diversas frentes, por diversos motivos, envolvendo diversos personagens, instituições, às vezes até aliados criam problemas. Necessariamente ele tem que definir prioridades nesses enfrentamentos, e uma das estratégias da oposição a ele é tentar vencer pelo cansaço ou forçá-lo ao erro, com zero sucesso até agora.

E lá se foram 1000 dias, centenas deles desperdiçados com politicagem barata no Congresso Nacional e no judiciário, politicagem vagabunda em estados como São Paulo, Bahia e associados, ou melhor, consorciados – agora não é mais organização criminosa, é consórcio de crimes –  centenas de milhares de empresas e empregos perdidos, mais vidas perdidas para o nível mais rasteiro de política do que para a própria Covid, escandalosos desvios nos mais de 60 bilhões de Reais destinados aos estados e municípios para o combate à Pandemia, e pautas importantes como as reformas administrativa e tributária travadas no legislativo porque todos eles só pensam naquilo.

É muito miserável a vida de quem trabalha apenas pelo mal, pelo prejuízo de alguém, pela destilação diária de ódio. Quem trabalha para o fracasso é doente, inescrupuloso, usa qualquer meio para conquistar seus objetivos, e se vinga a qualquer custo de quem atrapalha ou impede que seja conquistado.

O trabalho da esquerda, da oposição e de qualquer nome que se dê a essa corja, não tem nada a ver com vidas, não tem nada a ver com a pessoa Bolsonaro; qualquer um que não fosse participante desse amontoado seria tratado da mesma maneira que tratam o presidente, como, em menor escala, fizeram com Temer. E não é errado dizer que o judiciário foi determinante para que a instabilidade político-social tenha se mantido até agora. Tudo tem a ver com um tipo de poder que está acima da política, acima das leis, e tem como único temor uma ação militar no país, pois é de fato a única opção de enfrentamento para o tipo de criminalidade que exerce um comando paralelo no Brasil, em cujos bolsos cabem políticos e magistrados, mas não conseguem colocar nenhum militar dentro dele.

Não importa o regime de governo que se estabeleça em um país, se de direita, centro ou esquerda, se socialismo ou capitalismo, se presidencialismo, parlamentarismo ou monarquia, ditadura religiosa ou ditadura com capitalismo de estado, tanto faz. Qualquer regime de governo só se estabelece e se sustenta com o amparo das suas Forças Armadas. São elas as garantidoras da soberania territorial e da ordem.

As Forças Armadas brasileiras não foram cooptadas nem pela direita, nem pela esquerda. Elas seguem estritamente o que estabelece a Constituição Federal, estão ao lado do que está escrito, e lá está escrito que elas servem para defender a pátria de inimigos externos e internos. Durante todo o governo petista foi tentada a cooptação dos militares. Podem até ter promovido e angariado um apoiador ou outro, mas não foi suficiente para subverter a ordem dos quartéis, e estamos vendo isso claramente. Os militares estão atentos ao Brasil, não há pessoa do presidente da república, mas o que o cargo representa e o que tem feito e pretende fazer pelo Brasil. E, convenhamos, entre se posicionar ao lado de Lula ou de Bolsonaro, não deve ser difícil para um militar escolher.

Esse texto acabou ficando mais longo do que eu previ, confesso. E daria para escrever mais uns 50 parágrafos. Mas o que eu quero, de fato, dizer é que esses 1000 dias de governo Bolsonaro foram mais significativos para o Brasil, como país e como nação, do que se possa imaginar. É a manutenção desse espírito de brasilidade e intolerância com bandidos e corruptos que vai nos tirar desse buraco. É crer, mesmo sem ver, que depois do 7 de setembro o combate partiu para outro nível, acordos e conversas das quais não ficaremos sabendo, ou saberemos partir de efeitos práticos.

Mesmo assim, daqui até a eleição em 2022, haverá quem só continue pensando naquilo, porque sabe que a reeleição de Bolsonaro em 2022 é provável e definitiva na mudança que o país precisa e apoia, significando o fim de muita carreira política, e de crimes contra os cofres públicos e contra a nação brasileira.

HS Naddeo

Brasileiro escrivinhador de ofício, palpiteiro, cheio de opinião, jornalista, publicitário, administrador, marketeiro, anti-petista, anti-corrupção e anti-burrice.

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