Em pé e pela porta dos fundos ou ajoelhado pela porta da frente.

O presidente Bolsonaro entrou pela porta dos fundos do hotel onde se hospedou em Nova York, supostamente para desviar dos 7 manifestantes organizados por Paula Lavigne e pela CPI da falta de vergonha para fazer cena para a mídia internacional.

Bolsonaro e sua comitiva comeram pizza em pé na rua, porque, supostamente, ele não poderia ir comer em um restaurante porque não está vacinado.

O chefe de estado do Brasil subiu na tribuna da ONU e escancarou para quem quisesse ouvir que aqui não há mais subserviência à agenda da Nova Ordem Mundial. Esfregou na cara dos europeus que 600 mil índios ocupam uma área de terra nativa equivalente à soma dos territórios da França e da Alemanha, que juntos reúnem cerca de 130 milhões de habitantes. Declarou mais uma vez sua oposição ferrenha ao socialismo/comunismo. E mostrou o tamanho e a representatividade do 7 de setembro para o Brasil.

Há quem preferisse que um ex-presidiário ou um poste qualquer subisse naquela tribuna em nome do Brasil e abanasse o rabo para todas as conveniências dos mandatários do mundo, que lá estivesse para dar às ONGs e aos países que querem explorar nossas riquezas sem pagar por isso a notícia de que daria metade do Brasil aos índios, um servo que fosse declarar que o passaporte sanitário é a solução para os males do mundo, e que o Brasil não seria empecilho para que o socialismo/comunismo venha a dominar a América do Sul e os demais continentes.

Jornalistas que vivem fora do Brasil para falar mal dele e não o contrário. Correspondentes brasileiros no exterior que atuam, de fato, com assessoria de imprensa da esquerda brasileira, imbuídos em difamar o governo brasileiro disseminando versões e intrigas na imprensa mundial. E os que vivem e atuam no Brasil, trabalhando para manter a animosidade e a instabilidade interna, distorcendo fatos, produzindo factoides como o fato de Bolsonaro comer pizza em pé ou entrar pela porta dos fundos do hotel, buscando enfraquecer a imagem do presidente para abafar a soberania de seu discurso, a aceitação e o entendimento que ele teve junto aos líderes de outros países.

Bolsonaro teve a grandeza de não lavar roupa suja fora de casa. Focou no que o país precisa dizer ao mundo, relatou fatos e dados que revelam que temos grandes mazelas republicanas a resolver, mas sem dar cartaz aos adversários, ou a chance de que eles viessem a reagir caso fossem citados. Não deixou dúvidas que o Brasil tem um presidente e um governo dispostos a colaborar com o mundo, mas sem abrir mão de sua soberania territorial e moral, muito menos às custas da comunização do povo brasileiro.

Ao contrário de praticamente todos os governos formados após a redemocratização em 1985 (eu excluiria apenas Itamar Franco) desde a posse de Bolsonaro somos representados por um chefe de estado e não por um chefe de quadrilha, não importa se ele entra pela porta dos fundos ou se come pizza em pé numa esquina de Nova York, como fazem milhões de americanos e turistas nessa cidade. E se de fato ele não pode ir a um restaurante por não ser vacinado, cumpriu a lei local da mesma maneira que vem cumprindo rigorosamente o que dita nossa Constituição Federal.

A maioria de quem viu vexame no discurso de Bolsonaro não viu os 5 vexaminosos anos em que Dilma Rousseff proferiu os mais grotescos discursos de um chefe de poder brasileiro na ONU, deixando tradutores alucinados para tentar traduzir tanta insensatez e jornalistas da velha imprensa desesperados para tentar dar algum contexto ou lógica para suas palavras.

E não nós esqueçamos de Lula, que passou 8 anos indo mentir na ONU e FHC, que passou outros 8 anos usando a ONU para introduzir o Brasil no caminho da subserviência à globalização e ao globalismo, preparando o terreno para a m&rd@ que PSDB e PT fizeram com o Brasil.

Não adianta tentar denegrir a imagem de um país que vai realizar um PIB de 5% em 2021 contra PIBs insignificantes de países poderosos como os EUA e as potências europeias. Não dá para queimar o filme de um presidente que reúne milhões de brasileiros nas ruas e recebe apoio para fazer O QUE QUISER e mesmo assim opta por se manter dentro das regras constitucionais mesmo quando seus oponentes, entre os quais o próprio poder judiciário, não as cumprem. Não tem como combater com palavras a produção do agronegócio que alimenta 1/5 da população mundial. É impraticável atacar com temas ecológicos um país que mantém intacta, 84% da Amazônia e destina 14% de seu território, de novo, igual à Alemanha + França, para pouco mais se 600 mil índios.

Jair Bolsonaro entrou, se manteve e saiu de pé da ONU. Quem, a exemplo de certa senadora, quiser servir de capacho para estrangeiro pisar que vote em outro candidato em 2022. Pode até ter entrado pela porta dos fundos do hotel em Nova York para frustração de Renan Calheiros e Paula Lavigne e seus 7 militantes. Mas deu um recado claro que enquanto ele for o presidente o Brasil não vai se ajoelhar para entrar pela porta da frente.

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