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Adilson Veiga

É hora de deixarmos de ser emocionados

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Está na hora do brasileiro deixar de ser emocionado e começar a pensar com a cabeça!

A cada ataque dos seres que habitam nosso supremo às liberdades individuais, começam os xingamentos, palavras de bravuras, ou pedidos de intervenção!

Mas quero lembrar aos que ficam xingando e dizendo que não votou em juiz, e muito menos em juízes do supremo que quem os colocou lá foram eleitos e se você, assim como eu, nunca votou no Corrupto-Mor, nem tão pouco na presidente de dois neurônios, aqui vão outras lembranças:

Nesse mundo não se paga só pelo crime, se paga também pela omissão!

Enquanto o país vivia o boom econômico das commodities e a maioria vivia em berço esplendido, raramente se importavam com quem governava o país!

A maioria nunca se questionou o porquê do PSDB nunca ter acusado o PT de corrupção nas campanhas eleitorais, votava em branco ou nulo, não ia votar porque era tudo mais do mesmo — importante eram as novelas, o futebol e o carnaval na Globo — e, até debochavam de alguns candidatos — sérios — ridicularizados pelas mídias.

Quantas vezes você não repetiu o bordão: “Meu nome é Enéas”, em tom debochado?

Pois, é! Enquanto vivíamos em berço esplendido, as forças do mal estavam dominando o país, e aparelhando as instituições — tivemos uma amostra bem clara com o mensalão em 2005 —, e mesmo assim, alguns ainda preferiram viver no berço esplendido das benesses, se enganando com o “rouba, mas faz”, e se não fosse a crise financeira mundial de 2013 e as más escolhas econômicas e administrativas da ex-presidente Dilma — que deixou muitos aliados, partidários, e oposicionistas insatisfeitos com ela — não haveria quem jogasse todas as mazelas e roubalheira produzida pelo PT, no ventilador!

Se o peso da omissão, ou da isenção, caiu na sua cabeça como um paralelipípedo atirado do vigésimo andar, ótimo! Mas ao invés de ficar xingando, maldizendo, ou responsabilizando outros, ponha a cabeça no lugar e vá à luta!

Tente alertar as pessoas, comece com familiares e vizinhos, mostre que o caminho que está sendo trilhado nesse momento por alguns políticos e autoridades do nosso país, nos levarão a ruína!

Mostre que, ao invés de sermos emocionados, reagindo a cada ação como se fosse o fim do mundo, devemos agir a longo prazo, de usarmos a massa cinzenta que ocupa espaço no cranio, não acreditando em tudo o que vemos ou ouvimos, que assuntos como fraude eleitoral — ou bordões como: “quem vota, e como vota, não conta nada; quem conta os votos é que realmente importa.” — não podem nos afastar da obrigação de irmos votar e de escolhermos candidatos com ética e coragem para mudar o que está errado!

Lembrem-se que o Congresso é responsável por fiscalizar, regular e punir os demais membros dos outros poderes, e o Senado, aos ministros do STF em particular, sendo a eleição para senadores, majoritária, ou seja, é eleito o candidato com maior número de votos.

“Para que o mal triunfe basta que os bons fiquem de braços cruzados.” — Edmund Burke

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Adilson Veiga

A liberdade de Expressão, e a liturgia do cargo!

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Quem me conhece ou me segue no twitter, sabe que sou defensor incondicional da liberdade de expressão e fico fulo da vida mesmo, é com a hipocrisia!

Sempre defendo que a liberdade de expressão tem que ser total, que o sujeito tem direito até de ser, ou bancar o idiota, porém, defendo que havendo extrapolação dos direitos individuais, que se pague por ele o devido preço.

O que as pessoas não entendem é que temos regras legais, morais e normas sociais que devemos respeitar. E é sobre uma delas, que vou falar agora!

Em um recente evento na Universidade de Harvard sob o título Brazil Conference, o ministro Luís Roberto Barroso do STF, manifestou sua visão sobre a democracia brasileira. Após várias considerações Barroso encerrou seu discurso com as seguintes frases: “[…] eu não gostaria de ter uma narrativa de que tudo está desmoronando. Precisamos de compreensão crítica de que há coisas ruins acontecendo, mas é preciso não supervalorizar o inimigo. Nós somos a democracia. O mal existe e precisamos enfrentá-los, mas o mal não pode mais do que o bem.” (Grifei)

Afirmou também que a democracia no mundo e no Brasil está sob ataque do “populismo autoritário”. Citando casos que envolveram diretamente Bolsonaro, sem citá-lo.

Assim como fez essa semana, durante Brazil Summit Europe, seminário promovido pela Universidade Hertie School, dizendo que: “As Forças Armadas estão sendo orientadas para atacar o processo eleitoral e tentar desacreditá-lo”. Mais uma vez, fazendo alusão a Bolsonaro!

Ora, o Ministro Luiz Roberto Barroso, também é humano — apesar dele se achar superior —, e tem o mesmo direito a liberdade de expressão!

Acontece que ele é um juiz do Supremo e, com a toga, vem certas regras, convenções e responsabilidades, ou deveriam vir!

Uma delas diz que não deve e não pode emitir opinião de valores publicamente, ou seja, em eventos públicos, só deve falar sobre Leis, legislações, direito, o devido processo legal, etc.,  além do quê, ele é responsável por julgar principalmente casos relativos ao executivo federal e, quando mostra toda sua animosidade, dando certas opiniões e fazendo juízo de valor, mostra toda sua imparcialidade, tornando-se suspeito, comprometendo a lisura de qualquer ação que julgue, principalmente a eleitoral, já que faz parte também do TSE!

Se ele deseja extravasar seu veneno e toda sua animosidade contra o presidente, que o faça em casa, num churrasco com amigos, ou numa mesa de bar, ou na tenda do João de Deus!

Agora, se ele considera a liturgia do cargo que ocupa uma hipocrisia, que peça para sair e será livre para opinar sobre qualquer coisa!

Volto a dizer: defendo incondicionalmente o direito a liberdade de qualquer um, até de bancar o idiota —, inclusive o Barroso — mas quem extrapolar esse direito tem que pagar o devido preço, seja quem for! 

“Tenha em mente que a medida de um homem é o valor das coisas com as quais ele se importa.”  — Marco Aurélio (imperador romano — 121 d.C.)

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Adilson Veiga

Tempo de reflexão!

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Meu Pai, se possível, afasta de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres!” (Mt 26,39)

“Meu Pai, se não é possível que este cálice passe sem que eu o beba, faça-se a tua vontade!” (Mt 26,42)

Essas foram as palavras de Jesus em oração ao Pai, no dia em que foi traído!

Jesus veio ao mundo, sabendo exatamente pelo que passaria — Ele é parte de Deus, estava com Deus desde os primórdios — portanto, sua oração ao Pai, não era por temer o sofrimento físico, mas o de ter, Ele que nunca pecou, que suportar todos os pecados do mundo sobre si, e consequentemente, tomaria do cálice do sofrimento e da ira, para pagar pelos nossos pecados, sem a presença do Pai!

Muitas pessoas pensam que por conta dessa oração de Jesus ao Pai, significa que estamos presos a um destino pré-fixado. O importante aqui, é sabermos que Jesus veio ao mundo com a missão de nos salvar, tinha consciência pelo que passaria, e o fez com retidão – diferentemente de nós, que viemos ao mundo com a missão de viver!

“Deus os abençoou: “Frutificai — disse ele — e multiplicai-vos, enchei à terra e submetei-a. Dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra.”

Nós não temos essa consciência que tinha Jesus, nossa vida é um mistério, mas assim como Jesus poderia ter se desviado do caminho, pois foi tentado de todas as formas — como aconteceu no deserto da Judeia, por ocasião do prolongado jejum de quarenta dias, (Mt 4. 1-10) — nós também o somos diariamente, e sucumbir ou não, é uma escolha — isso se chama livre arbítrio! 

Fazemos essas escolhas diariamente ao abrirmos os olhos pela manhã! 

E, não falo isso de forma genérica, não! Estamos passando por um momento difícil com uma pandemia de Covid que matou milhões — longe das teorias de conspiração — por conta de más escolhas de um grupo de pessoas no passado — seja proposital ou não!

Deus nos deu um código moral e ético a ser seguido, está todo lá nos 10 mandamentos, por consequente, Jesus também nos trouxe o mais importante, pois nele estão contidos todos os 10 mandamentos: 

“Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros como Eu vos amei” (Jo 15,12)

Se o mundo caminha hoje por dias sombrios e, muitas das vezes sem esperança, é porque a humanidade tem se desviado do caminho e feito escolhas erradas!

É tempo de refletimos sobre nossas escolhas, sobre qual mundo queremos para nós, nossos filhos e netos, é tempo de procuramos ser fortes nas tentações e firmes na FÉ, pois nossas escolhas ― seja de cunho pessoal, ou coletivo ― determinará não só nosso destino, como também o de toda a humanidade — e será sempre uma luta do Bem contra o Mal!

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Adilson Veiga

É hora de jogarmos Xadrez

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Enquanto escrevo esse texto, o governo do Presidente Bolsonaro está completando 1.194 dias de muito trabalho para reconstruir um país destruído economicamente pela corrupção de 33 anos de governos de esquerda e ― se não fosse suficiente que isso já seria muito trabalho ― como cereja do bolo ainda teve uma pandemia que dura mais de 2 anos, e ataques de todos os lados. Ataques esses, feito por aqueles que não se conformam de terem perdido a sua galinha dos ovos de ouro — o dinheiro dos pagadores de impostos!

Os ataques são sistemáticos, feitos pela esquerda progressista — políticos, jornalistas, judiciário (da mais baixa, até a mais alta corte) — ataques que começaram no primeiro dia de governo e seguem, firmes e fortes, até hoje.

Mas não são só políticos, jornalistas, influencers, jornalistas e judiciário não, esses ataques também estão sendo feitos por pessoas comuns, pessoas dispostas a trocarem suas liberdades por benesses — ou esmolas — dadas por governos que os roubam.

Pessoas que preferem usufruir de esmolas ao invés de trabalhar, ou batalhar pelo que querem, que preferem se vitimizar ― tal qual faz grande maioria da classe artística, que se acostumaram a ter seus projetos e contas bancárias, financiados pelos pagadores de impostos, ao invés de pela bilheteria, ou seu talento, muita vezes duvidosos.

Mas por mais incrível que pareça, apesar de todos esses ataques, alguns que vão além de simples palavras — como os 6 inquéritos contra o Presidente no STF e no TSE, e outros 182 contra o indivíduo Bolsonaro também no STF, fora outras instâncias — ele vem se mantendo firme em seu proposito de levar o país e seu povo, ao crescimento, a dignidade e a moralidade que merece, sempre jogando dentro das quatro linas — como gosta de falar — da constituição.

E essa maneira de se portar e de levar as pancadas sem tomar nenhuma atitude autoritária, ou que afrontem a constituição, foi chamado por muitos de “jogar xadrez”, ou de “xadrez 3D”!

Porém, existem pessoas que não fazem parte da esquerda, ou mesmo dos interessados nas benesses do governo, que discordam das atitudes ponderadas do Presidente e gostariam que ele tomasse medidas mais enérgicas, que arrebentasse a corda ou pulasse fora das quatro linhas. E é para essas pessoas que falo agora!

Está na hora de jogarmos o “Xadrez 3D”, está na hora de sermos os peões, cavalos e torres do jogo, de protegermos o Presidente porque ― depois de 1.194 dias fazendo um bom governo, aguentando a tudo e a todos ― é hora de estufarmos o peito, e darmos nossa cara a tapa e irmos à luta, e lutar o bom combate pelo país, por nós e por nossos filhos.

Precisamos ter foco no inimigo, de combate-los, de mostrarmos o quanto são maléficos e prejudiciais ao país, precisamos mostrar a todos, que só comparecendo às urnas e votando — sem brancos e nulos — com consciência, em pessoas honestas e com valores morais e éticos, que presem pelo país, pelo povo e por suas liberdades, poderemos sair vitoriosos.

Essa batalha é nossa, é nosso dever construir um país melhor para nossos filhos e netos!

E não se enganem, essa não é só uma batalha entre direita e esquerda, ou conservadores e progressistas, e muito menos entre capitalismo e socialismo, essa é uma batalha entre o Bem e o Mal. 

Por isso, está na hora de seguirmos o que disse Thomas Paine — um dos fundadores dos EUA:

⁠Se tem que haver conflitos, que sejam nos meus dias, para que meus filhos possam ter paz.

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