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Câmara vota amanhã cotas para mulheres nos legislativos

Enquanto o processo democrático o lógico é estabelecer igualdade, a democracia brasileira vai sendo dividida em cotas e fundões que, com a desculpa de garantir a participação de todos, apenas amplia mais as diferenças já existente e cria ruídos que antes não existiam.

Com a proliferação de cotas para todos os gostos, não é de se estranhar essa medida que, tal como outros tantos tipos de cotas, não leva em consideração critérios como, por exemplo, as pessoas poderem conquistar seus espaços por mérito.

E por que não estabelecer, também, cotas para gays e religiosos, para negros, pardos, mulatos e índios? E as minorias? Por que não para refugiados da Síria, para Venezuelanos desencantados com Maduro, para os bolivianos e chineses que invadiram São Paulo?

Que porcaria de país é esse que precisa etiquetar a sociedade dessa maneira? Que leis são essas que criam feminicídios ou gaycídios como se não se tratasse de uma vida humana igual a qualquer outra? Que sociedade é essa na qual os defensores de direitos humanos tem atenção apenas para bandidos e não para as vítimas da violência? Sem falar nos políticos, que fazem parte de uma cota que não pode ser sequer processada, quanto mais presa?

Se o povo brasileiro não começar a pensar seriamente na cota de sacrifício que lhe cabe para arrumar esse país, em breve dividirão em cotas o que ainda sobra da nossa sociedade. E se isso te incomodar, você poderá fazer parte, no máximo, da cota dos insatisfeitos.

O que os políticos, e os malucos que os apoiam nessas iniciativas, querem é criar um sistema de castas que não existia no Brasil, pois o que parece ser um privilégio, quando apresentado como “cotas”, é na verdade o aprofundamento da desigualdade e da promoção da pessoa como cidadã.

Não precisamos de cotas. Precisamos de justiça, e ela só é justa se tudo for igual para todos.

O absurdo dessa proposta você encontra clicando nesse link aqui que vai te levar na página da Câmara.

Aproveite e leia também: Eleições 2018. Estamos há exatamente um ano delas.

O falso moralismo do Facebook

O que é mais imoral, idiotizar as pessoas ou bloquear a publicação de conteúdo que alerta sobre a idiotização?

Num momento em que vemos dinheiro da Lei Roaunet, dinheiro dos contribuintes, sendo desviado para exposições que pregam valores imorais, independente do viés ideológico que se possa ter, é ridículo sofrer esse tipo de censura de uma rede social.

O motivo desse bloqueio foi o compartilhamento do meu artigo “Afinal, o que querem fazer com as nossas crianças?”, no qual teci críticas à apresentação de Wagner Schwartz no Museu de Arte Moderna de São Paulo, no qual ele se apresentou nu e era tocado por crianças, com incentivo dos pais.

Para ilustrar meu artigo utilizei a foto abaixo, considerada atentatória aos pudores Facebookianos, por mostrar um homem nu e crianças tocando nele.

Em que mundo estamos vivendo? Não falemos apenas de Brasil, mas de mundo.

Uma performance ridícula, sem um propósito maior que não seja o de chocar pela explicitude e pela inutilidade que se apresenta. E na cabeça doentia do performático, do patrocinador, e de quem expõe e incentiva os filhos a interagir com isso, é arte. Arte moderna. Arte conceitual.

E então, eu uso a rede social para fazer o meu protesto veemente sobre o fato, interagindo com grupos que compartilham a mesma visão que eu sobre o tema, e sou bloqueado pelo Facebook, como se fosse eu o pedófilo, como se fosse eu o disseminador de ideias pervertidas de como perverter as mentes das crianças.

As redes sociais nos querem, mas nos querem pasteurizadamente. O mundo caminha para a tentativa de um enquadramento comportamental ditado por regras e algoritmos incapazes de avaliar detalhadamente os acontecimentos, e troca João por Gibão e coloca tudo no mesmo saco, porque é lá que nos querem.

Não somos cuidadosos o suficiente para avaliar o poder que damos a quem nos cede espaço, mas que pode exercer o controle sobre o que se pode ou não falar ou fazer, e faz isso de maneira subjetiva e que pouco contribui para exaltar o que é bom e excluir o que é efetivamente ruim.

Já a violência é exposta no Facebook sem restrição alguma, não sendo difícil encontrar cabeças explodindo, acidentes de carro, moto, ônibus, avião, imagens de traficantes em favelas, de soldados em guerra, pessoas machucadas, assaltos e tudo o que choca e expõe a crueldade do ser humano.

Só não pode falar de política, falar de ministros do STF, de senadores, de deputados federais, de corrupção. E nem ser contra ideias pedofílicas e esquerdopáticas que assolam mentes de pseudoartistas e pais que expõem seus filhos ao constrangimento público de tocar num homem adulto completamente pelado, em nome da arte, e com a grana da Lei Roaunet.

Parabéns Facebook. Parabéns Marck Zuckerberg. Sou um ninguém dentro de sua rede. Mas cuidado, sou um ninguém insatisfeito. Deve haver muitos outros.

Os filhos de Marisa Letícia

QUEM CALA CONSENTE

Os “Lulinhas” da Silva, já se sabe, não são santos. Pode até ser que já tivessem o gene da desonestidade de nascença, não dá para dizer. Mas é certo que frequentaram uma impressionante escola de mal feitos, e tiveram um dos melhores professores que o Brasil e o mundo já ouviram falar. E tanto isso é verdade que Marcos Lula nem filho de Lula é, portanto, a menos que o DNA ruim fosse de Marisa Letícia, foi uma questão de aprendizado mesmo.

Dito isso, nossa imaginação nos remete às empresas vitoriosas desses “meninos prodígios” (perdão Robin), às cifras fabulosas que já ouvimos e vimos na imprensa, coisa documentada, e percebemos que eles sequer ouviram falar em crise em algum momento de suas vitoriosas trajetórias. Meninos incríveis! Fenômenos, como o próprio pai os definiu.

Mas como diz o ditado, mentira tem perna curta, e como são muitas mentiras, são muitas pernas curtas, de maneira que não dá para correr da verdade, das pernas longas da justiça (ainda que tardia), e, alcançados, subitamente não houve mais faturamento nas megaempresas do grupo Lula da Silva. Nem mesmo na empresa de palestras do pai deles faturou. Sequer o instituo que leva seu nome.

Certamente alguém um dia contará em detalhes como foi que tudo isso aconteceu, mas eu quero agora falar do maior crime dos filhos de Marisa, de todos eles juntos, o que já dá aí uma formação de quadrilha, que é o crime do silêncio

Não é o certo, mas é natural que filhos defendam seus pais, por mais errados que estejam. E foi o que fizeram os Lulinhas da Silva para proteger Lula e Marisa. E mesmo com a morte de Marisa, ainda não seria certo, mas continuava a ser lógico manter silêncio para proteger o pai. Mas aí o pai Lula passou a pôr a culpa e as responsabilidades de seus crimes nas costas de Marisa. E os filhos continuam mantendo um imperdoável silêncio.

Do que são feitos os Lulinhas da Silva? Do silêncio corrupto da mãe? Ou da total falta de escrúpulos do pai?

E Marcos Lula, que não é filho de Lula apesar do nome e da relação de paternidade que teve a vida toda com ele?

Que tipo de pessoas são essas que deixam, e provavelmente até concordam, que o pai jogue o nome de Marisa Letícia num enlameado de mal feitos como se fosse dela, única e exclusivamente, a responsabilidade por coisas nas quais ela era no máximo uma cúmplice omissa e submissa?

Triste episódio da história brasileira. Triste episódio para a história das famílias brasileiras.

Os filhos de Marisa Letícia são mais filhos de Lula do que dela, inclusive o que nem filho dele é.

Afinal, o que querem fazer com as nossas crianças?

QUE TIPO DE ADULTOS ESPERAM FORMAR PARA O FUTURO DO BRASIL E DO MUNDO?

Não bastou a famigerada experiência do Banco Santander no patrocínio de uma exposição que, aliás, é daquelas que pode ser chamar de exposição mesmo, pois expõe, em nome de uma arte questionável, mais imagens que remetem a sexo grupal, pedofilia, sexo com animais.

É hipocrisia dizer que esses tipos de imagens não são facilmente encontrados ou vistos, principalmente, na TV ou na internet, mas para que isso aconteça é necessário que se busque por esse tipo de material, coisa que criança só faz por engano ou por muita curiosidade. E aí entra a diferença da exposição patrocinada pelo Santander, para a qual as crianças foram levadas, ou então teremos que acreditar que um bando de crianças solicitou ver uma exposição de arte moderna que retrata o sexo.

A tal performance de Wagner Schwartz, no Instituo Goethe, foi mais um exemplo do ridículo momento que estamos vivendo. O artista desempenhou sua performance nu, com uma plateia cheia de crianças que interagiram com o corpo de Wagner, nu, como se fosse ele um boneco, ou um brinquedo. Não por acaso, Wagner Schwartz é mais um artista de esquerda, e parece que todos eles só entendem como arte as coisas que tenham sexo ou nus.

Saímos desse absurdo e caímos no absurdo da ideologia de gênero, um movimento que prega a oportunidade da definição e assunção da identidade sexual da pessoa desde a infância. Não se trata mais de aceitar ou não aceitar que uma criança tenha uma tendência homossexual. O propósito agora é incentivar que essa escolha seja feita ainda na primeira infância, através da informação e da experimentação.

Dessa forma, se seu filho de 7 anos disser que quer beijar uma menina, a ideologia de gênero recomenda que você diga a ele: por que não experimenta beijar também um menino?

Podem me chamar de retrógrado, ignorante, estúpido. Podem me enquadrar como extrema direita, conservador ou moralista.

ISTO TUDO ESTÁ ERRADO

A única obrigação que uma criança tem é brincar, e a modernidade vem impedindo que isso aconteça fazendo com que as crianças entrem na escola cada vez mais cedo. E mesmo na escola, uma criança que ainda não está em processo de alfabetização tem apenas que brincar, usufruir com liberdade de expressão essa fase lúdica tão importante.

O que estão fazendo com as crianças, e não apenas no Brasil, é crime.

Os grupos que aplaudem e defendem exposições como a patrocinada pelo Santander ou apresentações como a de Wagner Schwartz, ou ainda, apresentações teatrais como os tais “macaquinhos” no qual um bando de jovens pelados enfiando o dedo uns no rabo dos outros, são os mesmos que condenam casamento de crianças de 9 anos no mundo islâmico.

A atriz Taís Araujo, numa declaração recente a um veículo de imprensa disse que “chega a ficar arrepiada quando vê a filha pequena gostar de princesas, brincar de princesas, que é tudo que ela abomina. E ela mesma, Taís Araujo, que fez papel de mocinha nas novelas, que apresentou o programa Superbonita do GNT por 3 anos. E se espanta porque a filha decidiu que é menina e gosta de princesas.

ENTÃO, REPITO A PERGUNTA: O QUE QUEREM FAZER COM AS NOSSAS CRIANÇAS?

E deixo outra tão importante quanto: O QUE PODEMOS E DEVEMOS FAZER SOBRE ISSO? Porque só farão o que deixarmos fazer.