Goste, ou não, em 2022 elegeremos um legislativo ainda pior.

Até 2018 bradávamos aos quatro ventos que aquela era a pior composição do Congresso Nacional. Não tinha como ser pior. E o mesmo fenômeno se repetia em relação às assembleias legislativas e câmaras de vereadores. Nem obtivemos o índice de renovação desejada, e nem roda renovação de fato renovou alguma coisa, como os casos se Aécio Neves e Gleisi Hoffmann que correram do Senado para a Câmara para se beneficiarem do coeficiente eleitoral e não ficarem de fora da brincadeira. E sem foro privilegiado.

Mas, como o que já é ruim sempre pode ser piorado, a reforma eleitoral que já foi aprovada pela Câmara dos Deputados é um chute de bota com biqueira de aço no saco da sociedade brasileira. A volta das coligações partidárias e a manutenção da proporcionalidade de votos, como é atualmente, mantém o funil funcionando a favor dos que se elegem no rabo de um bom puxador se votos.

Se na última eleição apenas 27 dos 513 deputados federais se elegeram com seus próprios votos, com as novas regras propostas dá para apostar que talvez nenhum se eleja com seus próprios votos. Minorias segmentadas é que elejerão seus representantes, fracionando ainda mais o ambiente dos legislativos.

As reduções de punibilidades, reduções de tempo para prescrição de crimes, uso livre do fundo partidário sem ter que dar satisfação, incluindo compra de bens móveis e imóveis, aeronaves e o que mais desejar, tipo “toma, o dinheiro é seu!” e fica por isso mesmo.

A proposta aprovada pela Câmara dos Deputados é um golpe ainda mais profundo na democracia. A maneira como se distribui o fundo partidário entre os candidatos dos partidos, dobrando o valor do voto dado a um negro ou a uma mulher, estraçalha o conceito de igualdade e direitos iguais. Mais uma cota que subclassifica as pessoas e tornam uns mais importantes que os outros.

Com essas regras implantadas a representação das minorias será ampliada em detrimento de um congresso eleito para representar a maioria e incluir as minorias. O que está se vendo é a preparação da eleição de um congresso ocupado pela minoria e excluindo a maioria de sua legítima representatividade dentro dos conceitos de uma democracia. Vai virar outra coisa.

Mas, quero chegar à cereja do bolo. Nós não podemos fazer nada contra isso, porque não estamos dando a esse tema a importância que ele tem. Já esquecemos a ideia do voto impresso auditável, não passou, ficou lá. Aí vem essa reforma eleitoral vagabunda, que ainda quer triplicar verba de fundo partidário subindo para 6 bilhões de reais. E se o presidente vetar, como já vetou a proposta desse valor no orçamento de 2022, o congresso derruba o veto.

Ficamos alertas a esses acontecimentos no Congresso Nacional, mas muitas vezes o pior está debaixo de nossos narizes e não vemos, ou optamos por não dar importância. Escândalos ainda maiores e mais estapfurdios são produzidos em muitas assembléias legislativas e câmaras municipais, e quase ninguém acompanha ou fiscaliza. E são esses mesmos vagabundos que alçam carreira na política e se elegem a cargos maiores por comodismo e negligência dos eleitores. É muito mais fácil fiscalizar uma Câmara Municipal do que o Congresso Nacional. Mas ninguém faz.

E assim, sendo aprovada e sancionada, com ou sem vetos, ou vetos derrubados, o sistema eleitoral brasileiro vai regredir aos tempos das trevas e rechearemos os legilslativos do país de gente que não teve voto para se eleger d ter que aceitar que são elas as representantes legítimas do povo, avaliadas por uma lei eleitoral da época do bang-bang.

Dentro das quatro linhas não dá mais tempo para mudar. Não existe força para isso, por mais forte que o povo esteja.

Atualizando: ontem no início da noite a Câmara dos Deputados aprovou a vergonhosa quarenta de 4 anos para policiais, juízes e promotores poderem se candidatar. É a cassação prévia da cidadania.

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Todo porco grita quando sabe que vai morrer

Se você nunca viu um porco sendo preparado para morrer, eu não recomendo a cena. É impossível não sentir pena. Assim que começam a raspar seus pelos ele começa a gritar. E assim vai até o momento do abate. E ainda dizem que quando mais dó tiverem do animal enquanto ele é abatido, mais ele demora para morrer.

O que temos visto são porcos gritando enquanto seus pelos são raspados publicamente pela realidade.  Porcos que trabalhavam e ainda tentam trabalhar para transformar o Brasil em um imenso chiqueiro. Fizeram da república uma pocilga, querendo preservar a ração balanceada para si e deixar a lavagem para o resto do povo. Não por acaso A revolução dos bichos, de George Orwell, foi comandada por porcos.

É difícil prever até quando teremos que aturar esses porcos gritando como se estivessem realmente no comando, e o quanto ainda se terá de pena deles fazendo essa morte mais lenta. E mesmo assim eles gritam, incomodam, porque é gritando que porco sabe morrer.

A desordem da república brasileira está com os dias contados. Uma nova ordem deve se estabelecer no Brasil, e não sairá barata para lado algum. Alguém tem que perder, e são os porcos que estão gritando.

O jogo meramente sujo já não tem encontrado ambiente para fazer eco. Basta ver as manifestações da esquerda do dia 12/7. Aliás tem duas coisas muito esclarecedoras: não havia o que falar, e não havia para quem falar. Portanto, esse jogo não funciona mais. E eles gritam mais alto.

A ralé com mandato no Congresso Nacional sabe que perdeu, Câmara e Senado. E a toque de caixa vão mexendo nas leis, devolvendo medidas provisórias, criando CPIs, encomendando ações e pareceres de membros do ministério público, obrigando a polícia federal a obedecer ordens ilegais, produzindo presos políticos, assassinatos de reputação como estão fazendo com Dra. Mayra Pinheiro. Em contrapartida seguram projetos vindos do governo, judicializam todas as suas ações, nomeações, decretos, medidas provisórias, criam gastos sem dizer de o de vira a receita, forçam que o governo tropece nas imparáveis exigências e cometa algum crime passível de sofrer um impeachment, que é por si só uma ameça constante, na verdade o único ponto de barganha legal que a esquerda e bandidagem Ltda tem em mãos.

Cada apreensão de drogas, pela mesma polícia federal que se obriga a obedecer ordens ilegais, é uma navalhada raspando o porco. Cada brasileiro que se escandaliza e reage à lama do chiqueiro é mais um para ajudar a raspar mais rápido, e mais porcos ao mesmo tempo. E por isso eles gritam.

Ao contrário dos porcos reais, do qual se diz que se aproveita tudo, até o rabo, dos suínos que ostentam mandato eletivo não se aproveita nada, muito menos o rabo. Certos deputados e senadores serão tão inúteis para a sociedade quanto são enquanto tem o mandato, exceto pelo fato de que não terão mais o poder e a estrutura de proteção legal que um político tem para exercer sua atividade. Os criminosos serão apenas criminosos comuns.

Por mais que uma renovação de verdade seja feita nas próximas eleições, com o que sou muito pessimista – e disse isso no meu artigo anterior, penso que no Senado é possível produzir mudanças significativas, e, além da presidência, as eleições para o senado devem ser nosso grande foco. Se mudamos o Senado a ponto dele não chancelar mais as sandices provenientes da Câmara dos Deputados, o legilslativo passará a ter um equilíbrio de forças inexistente no atual cenário. Grosso modo, um serve pra chancelar o que o outro faz, e o presidente se vire para sancionar ou vetar. E se vetar eles derrubam.

Em 2022 há 27 nomes cujas biografias já mostraram quem são, e que, mesmo com carreiras longevas, nunca fizeram nada relevante pelo Brasil, apenas por si mesmos. Pior ainda são as carreiras jovens, que desde início já mostraram atrás de que bloco seguem. Precisamos eleger um senado de direita conservador, o que, com essa nova regra eleitoral em vigor, será muito mais fácil do que eleger um deputado federal.

Não vamos nos assustar com os gritos. São altos, fortes, mas inúteis. Quando o porco chega nesse estágio do processo de abate não tem mais volta. E que ele reze para seu carrasco não sentir pena para morrer mais rápido.

Que possamos muito em breve parar de ouvir esses gritos e no lugar poder ouvir diálogos que sejam consoantes com os ambientes nos quais acontecem. Que o legilslativo volte a falar de Brasil ao invés de falar de partidos e de politicagem. Que o judiciário volte a falar de leis ao invés bde falar de política e interferir nós outros poderes da república. Que uma oposição madura discuta o país e não os anos de cadeia aos quais seus líderes foram condenados por corrupção. Que a imprensa volte a falta de notícias e deixe de ser novela e que a novela deixe de ser um instrumento de mentir para as pessoas.

O Brasil entrou em um novo momento, porque o povo aderiu a essa agenda e já demonstrou que não aceita mais abrir mão dela. O único jeito de levar nosso país a um salto de qualidade em nossa democracia e promovendo uma profunda ruptura com o sistema instalado. Não há convivência possível entre uma agenda desenvolvimentista para o Brasil e o coronelismo suíno praticado por todo esse simbolismo do atraso corrupto que ainda ocupa cargos eletivos. E se não é possível que a mudança na Câmara seja imediatamente impactante, no Senado Federal ela é possível, viável e absolutamente necessária.

Viagens sem volta para destinos desconhecidos.

O que se sabe de verdade sobre essas  “coisas” que injetam nas pessoas, que deixaram de ser “coisas” e viraram “coisas de imunização”, e sabe-se lá a que categoria mais podem ser rebaixadas? A profusão de informações contraditórias, versões contra realidade, nos faz desconfiar de tudo. Pessoas que deveriam estar ao menos “com imunidade” estão ficando doentes e morrendo, diversos casos que atacam homens jovens com cardiopatias e mulheres jovens com indícios de infertilidade, evidências sobre evidências e mesmo assim insistem, apesar das orientações de fabricantes e organizações de saúde, em injetar essas incógnitas nas crianças sem a menor ideia do que isso pode gerar nós organismos das pessoas nos próximos 5 anos.

Nós pode ver a coisa de duas maneiras. Se optarmos pelo ponto de vista de que se trata de um sistema de controle social, vamos para o lado do comunismo. Mas se no conteúdo dos frascos dessas “coisas de imunizar” tiver algo que de fato interfira no desenvolvimento humano, como, por exemplo, no campo da infertilidade, trata-se de algo muito mais profundo do que comunismo, o que torna menos poderosos os movimentos de resistência. O sistema cerca e inviabiliza o exercício da cidadania. Na China a pessoa pode ser impedida de usar transporte coletivo como penalidade por alguma infração como ser flagrado e identificado por um sistema de câmeras e reconhecimento facial ao atravessar uma rua fora da faixa de pedestre. O que mais eles fazem que não sabemos?

Estamos diante do risco de extermínio do modo ocidental de vida. De um modo ou de outro as culturas estão sendo invadidas e rachadas na Europa como resultado do gigantesco êxodo de refugiados islâmicos, que, ao invés de se aculturar do país onde ele vai viver quer implantar o seu modo de viver na cultura do seu novo país, do qual ele fugiu porque era ruim.

Vemos a China ocupando o mundo e dominando países como acontece na África, na Jamaica, disputando fronteiras terrestres e marítimas em 26 fronta diferentes, criando um domínio militar no Mar do Sul da China, que apesar do nome não lhe pertence, como eles insistem pertencer. A infiltração através de investimentos em agronegócio e logística na África e na América do Sul, interferindo nas políticas internas desses países, financiando políticos, sindicatos, revoltas, reviravoltas no ordenamento jurídico dos países, na elaboração de leis com interesses apátridas.

O que realmente sabemos sobre isso que estão injetando nas pessoas? Em que fase do plano esse ingrediente entra em cena? Em qual fase desse domínio cultural, financeiro, logístico, estratégico, dessa tomada de controle do mundo nós estamos vivendo? No que mais podem nos transformar além de ratos de laboratório? Tem pior que isso ainda? O que esses caras estão dispostos a fazer para que todos nós embarquemos nessa viagem cujo destino não fazemos a menor ideia? Como comprar essa passagem só de ida certos de que não haverá volta, seja qual for o destino reservado a cada um.

No ano de 2020 separaram as pessoas. Imagino que demonstrações de afeto e carinho como abraços e beijos deve ter se reduzido em 90%. Ninguém encontrava ninguém, e se encontrava era de longe, de máscara, passando álcool gel até nas palavras. Agora pais estão sendo proibidos pela justiça de ver os filhos porque não deram seu braço para uma enfermeira enfiar uma agulha. Restaurantes rejeitam clientes que não aceitaram a picada, empresa não contratam – e até demitem – pessoas que tenham manifestado algo contrário à verdade que se quer que acredite ou praticado algum tipo de ativismo que não coaduna com o posicionamento politicamente correto da organização. Querem proibir tudo o que for possível para que as pessoas recebam em seus braços os vistos para essa viagem sem retorno que querem que façamos. Estão inclusive parcelando em doses. Já se encontram opções de introdução de líquido mágico em até 4 vezes. E não deve parar por aí.

São muitos movimentos pelo mundo contrários a ideia de que uma pessoa precise tomar uma ou mais picadas de um líquido desconhecido para exercer sua cidadania e sua liberdade. Não dá para entender como esses governos e governantes se alinharam durante tantos anos para chegar ao ponto que a estabilidade mundial esteja colocada em xeque como está. É meticuloso demais, orquestrado demais, ter pessoas alinhadas a esse sistema ocupando cargos poderosos ao mesmo tempo, nos principais países, nas maiores economias.

O Brasil virou a pedra no sapato nesse cenário. Era para termos alguém da esquerda no poder, e não Jair Bolsonaro. E quem possibilitou isso foi a própria esquerda brasileira, corrupta, gulosa, não roubou apenas para se perpetuar no poder, roubou para enriquecimento ilícito, se dissociou – felizmente, muito obrigado – desse projeto global maior, como Dilma e Temer intensificaram em seus governos, para tornar milionários todos os que contribuíram para que tantas ilicitudes acontecessem em simultâneo.

Tanto as eleições quanto o direito de escolher se quer ou não permitir que injetem em seu corpo uma substância, nas atuais circunstâncias do Brasil e do mundo, são viagens só de ida. São escolhas necessariamente de caráter individual e cujos reflexos só se vê depois.

Também na política e nessa questão de saúde, além de tudo de bom e de ruim que já conhecemos sobre ambos, dadas a velocidade e a voracidade com que se mobilizam para cercear as liberdades individuais e alterar o conceito de cidadania. Já não sabemos prever com certeza que tipos de reações adversas ou efeitos colaterais podem surgir ao longo do tempo na sociedade, nas questões sociais e de saúde.

Tudo está caminhando muito rápido. Fomos lentos em entender e continuamos lentos para reagir, e não é apenas no Brasil. Mas, aqui, talvez pela impossibilidade equivocada de reunir a direita sob um pacto de prioridades imediatas, concentrar esforços  e pautar sua própria agenda, continuamos lentos como força! Que ainda precisa ser motivada por manifestação para pegar no tranco, mas que, aos poucos, vai faltando combustível aqui e ali, e no primeiro quebramola deixa morrer com duas rodas na frente dele e duas atrás e não sabe para que lado empurra para sair dali, porque nessa hora a gente descobre que nada é do jeito que querem que acreditemos que é.

Temos muito pouco tempo para mudar muitas coisas, e cada dia que passa fica mais complexo mudar, mais danoso. E se, em termos de Brasil, não houver, de fato, uma ruptura drástica no sistema, seremos mais uma nação sob domínio do sistema mundial comandados por meia dúzia de corruptos cujos nomes todos sabem quais são.

Certas viagens, não importa o tamanho do arrependimento que se possa ter depois, tem passagem só de ida, e já é mais que claro para todo mundo a categoria de ambiente que o futuro vai virar nesse (categoria) de destino. É uma questão de escolha.

Porr@ Pacheco! Porr@ Alcolumbre!

Nossa república é dada a mais demonstrações de atitudes pouco ou nada republicanas do que o contrário. Enquanto na maior parte do mundo os ocupantes das Supremas Cortes vivam quase que enclausurados em suas consciências, sem nenhum tipo de contato formal com políticos ou, menos ainda, em momentos de confraternização social ou com política partidária, os ministros da nossa justiça maior não só travam diálogos curriqueiros com políticos como praticam política partidária, confraternizam com políticos, advogados criminalistas e réus que depois julgam ou mandam para o arquivo com zero peso na consciência.

Essas supostas ligações do ministro Fux para Rodrigo Pacheco e Davi Alcolumbre deixam claro o quanto a bagaça tá embaralhada. O presidente do STF precisa ligar para o presidente do Senado e para o presidente da CCJ do Senado para pedir-lhe que façam o favor de cumprir a lei e fazer a sabatina do André Mendonça.

“Porra, Pacheco! ‘Cê num é homem não? Quem manda no Senado é você ou o Alcolumbre? Essa cara de esfinge não resolve não. Toma conta desse chiqueiro! O presidente é você! Quer ser presidente do Brasil parecendo um mordomo pálido?”

“Porra Alcolumbre! Seguramos suas pontas aqui até arquivando coisa que não devia! ‘Cê vai ficar embaçando até quando? Esqueceu que aí da tem coisa sua rolando por aqui? Resolve logo essa sabatina. Ou a gente resolve aqui “

As aspas são para mim mesmo. Obviamente não seria esse o linguajar usado por Fux para falar essas coisas, mas é como eu falaria. E imagino que o recado tenha sido o mesmo.

Com a presidência da CCJ Davi Alcolumbre é um “nada” poderoso, diante dos assuntos que tramitam por ali. Mesmo assim ele continua sendo o nada que sempre foi, precisando fazer birra para ganhar algum espaço na imprensa. E se não fosse a presidência do senado ninguém teria conhecido Alcolumbre. E se não fosse a CCJ já teria sido esquecido. Suas maiores pretensões são o governo do Amapá ou reeleger ao Senado. Corre sérios riscos de não conseguir em nenhuma das duas. Vai ter que gastar muito bacon.

Rodrigo Pacheco é mais ambicioso, vem de um círculo mais restrito, de gente rica, cliente rico, bandido rico. Ninguém envereda pelo direito criminalista para tirar cunhado da cadeia. Advogado criminalista tem que ter carteira de motorista categoria D para manobrar pelas brechas da nossa Constituição e dos códigos civil e penal. Chegou no Senado com pedigree, foi membro importante da OAB-MG. Contudo, nem disfarçou muito, de cara já mostrou ser um banana inconfiável com mais 4 anos e meio de mandato. Não dá nem para trocar.

O ministro Fux é, para mim, o mais decepcionante de todos os ministros do STF. Dos 10 atuais ocupantes das cadeiras amarelas, ele é o único que exerceu a magistratura plena, entrando por concurso na primeira instância e galgando sua carreira (sabe-se lá a que preço) até o STF, que agora preside. Portanto, mais do que os outros, deveria honrá-la e servir de exemplo aos juizes de instâncias inferiores.

Rosa Weber também é concursada, mas entrou direto na justiça trabalhista como juiz substituta, não teve a vivência de Fux. E é nisso que está o componente frustrante, e deveria ser a mesma frustração de todos que entraram via concurso para a magistratura. Luiz Fux abriu mão de ser um digno representante dos dignos magistrados do Brasil para ser parte de um indevido sistema político/judiciário que pode levar o país ao caos social.

É preciso reconhecer a fragilidade desses personagens em contraste com a responsabilidade dos cargos que ocupam e de como suas participações e decisões interferem nas nossas vidas. Precisamos entender a surub@ de político/judiciária que envolvem as decisões mais importantes da nação e assimilar que nós, povo, estamos fora da equação matemática desses personagens.

A melhor chance de melhorar esse quadro é votar direito para o Senado Federal em 2022. E claro, para presidente também. O Senado é a chave para uma mudança de comportamento no Congresso Nacional. As regras eleitorais vão tornar mudanças na Câmara dos Deputados ainda mais difíceis. Mas no Senado o voto é majoritário, e será apenas uma vaga para cada estado dessa vez. A escolha tem que ser a dedo e o mais consensual possível dentro da direita em cada estado. É a mudança possível. Um terço das vagas no Senado, se bem preenchidas, mudam muita coisa.

Enquanto essa mudança não acontecer Brasília continuará sendo terreno de oportunistas e chantagistas fantasiados de legisladores e magistrados, e qualquer presidente da república que consiga se eleger fora desse sistema será escorraçado como é Bolsonaro.

Ao invés da separação de poderes estabelecida na Constituição Federal, vemos uma mistura de poderes entre legislativo e judiciário, um usando o outro, os dois inviabilizando o executivo e atendendo agendas que não tem absolutamente nada a ver com o que deseja a maioria da população. Esse papo de “todo poder emana do povo” é muito bonito por escrito, mas, na prática as ordens vêm de outro lugar, onde o povo não tem vez nem voz.

A difícil praticar a paciência na política, tamanhas são as urgências de tantos de nós, especialmente o povo mais simples, com menos oportunidades. Porém, se não houver algum tipo de ruptura drástica, um fato realmente novo que altere totalmente o rumo do Brasil, teremos que tentar promover a mudança onde ele é possível de ser feita, e esse lugar é o Senado Federal. E ainda que uma ruptura acontecesse, a importância do Senado na consolidação de quaisquer mudanças continuaria e deve continuar sendo fundamental para o país sair desse triste momento da nação e da democracia.

Presidente do Supremo precisar ligar para senadores para pedir que cumpram a lei e trabalhem é o fundo do poço de uma presidência de judiciário. Nem Cármen Lúcia pagou esse mico feio desse jeito. Porr@ Fux!

Nem Deus, nem Darwin. Homo transgenic.

Pessoas transgênicas. No que pode dar isso? Até hoje existem sérias discussões sobre alimentos transgênicos, alterados genericamente. Agora em agosto, sob a relatória do ministro Nunes Marques, o STF iniciou o julgamento de uma ação que está há 15 anos na casa e que trata de quem tem responsabilidades sobre definição e aprovação de alimentos transgênicos. Repito, 15 anos.

Inicialmente o mundo rejeitou a tecnologia dos alimentos transgênicos. ONGs e todo tipo de associação que se aproveita de causas dos outros para ganhar dinheiro, ou impedir que alguém ganhe, abraçaram a causa dos alimentos transgênicos sob a fundamentação de não se saber efeitos de longo prazo no ser humano, como produzir algum tipo de câncer, por exemplo.

Ladainha parecida se deu com os sinais de antenas de celulares, com o consumo de certas bebidas ou alimentos, consumo de adoçante; até do uso de shampoo já foram questionados os efeitos ao longo de tempo. Era comum, então, que geralmente, extensas fases de testes foram com animais eram apresentadas como garantia de segurança antes de se chegar ao uso em humanos.

O que parece é que discutir e investigar alimentos transgênicos é mais importante do que ter certeza dos resultados de um experimento transgênico tendo os seres humanos como cobaias para, através deles, descobrir o que pode acontecer.

As pessoas que tiveram inoculados em seus organismos esses produtos farmacêuticos cujas tecnologias são baseadas em mRNA mensageiro – que nem definição conclusiva tem sobre o que são de fato – fazem parte de uma nova categoria de seres humanos, o homo transgenic. Tão transgênicos como a soja e o milho. E muita gente que topou a picada faz parte do grupo que era contra a soja e o milho transgênicos.

Não importa se sua crença individual é evolucionista ou criacionista, o que está acontecendo no mundo oerverte ambas as crenças. O homem repete, em escala massiva, experimentos sociais e genéticos com seres humanos, em um precedente só visto, em menor escala, em regimes totalitários.

Começaram com uma guerra de informações, fizeram as pessoas aceitarem quebrar seus padrões sociais e funcionais, quebraram a economia, destruíram empresas e empregos, meteram uma máscara nas nossas caras, violaram direitos, agrediram as sociedades, e agora definem que todos precisam injetar em seus corpos uma roleta russa por cujo resultado de longo prazo nem os fabricantes se responsabilizam.

Quais consequências conter nestes frascos a longo prazo? Por que insistem em aplicar em crianças se até o próprio inventor da tecnologia não recomenda que seja feito? Por que aplicar em jovens saudáveis cuja taxa de risco de mortalidade é de 0,014% de hipótese de óbito?

Nem Deus, nem Darwin. O homem que se acusa de interferir no clima é o mesmo homem que agora ousa interferir na vida humana, não apenas no controle social dela, mas agora, também, no controle orgânico de cada habitante do planeta.

Hoje assisti ao discurso do presidente americano Joe Biden na ONU. O que vi foi um homem a serviço de tudo isso que citei acima. Um servo da globalização vendendo seu pacote de benefícios em nome de “salvar vidas” enquanto é um incentivador do aborto, tema para o qual inclusive destinou polpudas verbas. E não posso deixar de citar seu profundo entusiasmo ao tentar convencer o mundo de que todos os habitantes do planeta precisam tomar suas doses de picadinhas, quantas seus governos disserem que serão necessárias, advertindo que pandemias piores virão pela frente, com variantes cada vez mais perigosas – vai ver que já estão bem produção em algum laboratório flangoflitense, que parece ter especialidade no assunto.

Para quem acredita, Deus está só olhando. E se Darwin for sua referência, arrisco dizer que ele iria preferir não olhar. Mas, não importa a abordagem, ao elevar os seres humanos à categoria de transgênicos, o homem acaba com a beleza da natureza de ambas.

Em pé e pela porta dos fundos ou ajoelhado pela porta da frente.

O presidente Bolsonaro entrou pela porta dos fundos do hotel onde se hospedou em Nova York, supostamente para desviar dos 7 manifestantes organizados por Paula Lavigne e pela CPI da falta de vergonha para fazer cena para a mídia internacional.

Bolsonaro e sua comitiva comeram pizza em pé na rua, porque, supostamente, ele não poderia ir comer em um restaurante porque não está vacinado.

O chefe de estado do Brasil subiu na tribuna da ONU e escancarou para quem quisesse ouvir que aqui não há mais subserviência à agenda da Nova Ordem Mundial. Esfregou na cara dos europeus que 600 mil índios ocupam uma área de terra nativa equivalente à soma dos territórios da França e da Alemanha, que juntos reúnem cerca de 130 milhões de habitantes. Declarou mais uma vez sua oposição ferrenha ao socialismo/comunismo. E mostrou o tamanho e a representatividade do 7 de setembro para o Brasil.

Há quem preferisse que um ex-presidiário ou um poste qualquer subisse naquela tribuna em nome do Brasil e abanasse o rabo para todas as conveniências dos mandatários do mundo, que lá estivesse para dar às ONGs e aos países que querem explorar nossas riquezas sem pagar por isso a notícia de que daria metade do Brasil aos índios, um servo que fosse declarar que o passaporte sanitário é a solução para os males do mundo, e que o Brasil não seria empecilho para que o socialismo/comunismo venha a dominar a América do Sul e os demais continentes.

Jornalistas que vivem fora do Brasil para falar mal dele e não o contrário. Correspondentes brasileiros no exterior que atuam, de fato, com assessoria de imprensa da esquerda brasileira, imbuídos em difamar o governo brasileiro disseminando versões e intrigas na imprensa mundial. E os que vivem e atuam no Brasil, trabalhando para manter a animosidade e a instabilidade interna, distorcendo fatos, produzindo factoides como o fato de Bolsonaro comer pizza em pé ou entrar pela porta dos fundos do hotel, buscando enfraquecer a imagem do presidente para abafar a soberania de seu discurso, a aceitação e o entendimento que ele teve junto aos líderes de outros países.

Bolsonaro teve a grandeza de não lavar roupa suja fora de casa. Focou no que o país precisa dizer ao mundo, relatou fatos e dados que revelam que temos grandes mazelas republicanas a resolver, mas sem dar cartaz aos adversários, ou a chance de que eles viessem a reagir caso fossem citados. Não deixou dúvidas que o Brasil tem um presidente e um governo dispostos a colaborar com o mundo, mas sem abrir mão de sua soberania territorial e moral, muito menos às custas da comunização do povo brasileiro.

Ao contrário de praticamente todos os governos formados após a redemocratização em 1985 (eu excluiria apenas Itamar Franco) desde a posse de Bolsonaro somos representados por um chefe de estado e não por um chefe de quadrilha, não importa se ele entra pela porta dos fundos ou se come pizza em pé numa esquina de Nova York, como fazem milhões de americanos e turistas nessa cidade. E se de fato ele não pode ir a um restaurante por não ser vacinado, cumpriu a lei local da mesma maneira que vem cumprindo rigorosamente o que dita nossa Constituição Federal.

A maioria de quem viu vexame no discurso de Bolsonaro não viu os 5 vexaminosos anos em que Dilma Rousseff proferiu os mais grotescos discursos de um chefe de poder brasileiro na ONU, deixando tradutores alucinados para tentar traduzir tanta insensatez e jornalistas da velha imprensa desesperados para tentar dar algum contexto ou lógica para suas palavras.

E não nós esqueçamos de Lula, que passou 8 anos indo mentir na ONU e FHC, que passou outros 8 anos usando a ONU para introduzir o Brasil no caminho da subserviência à globalização e ao globalismo, preparando o terreno para a m&rd@ que PSDB e PT fizeram com o Brasil.

Não adianta tentar denegrir a imagem de um país que vai realizar um PIB de 5% em 2021 contra PIBs insignificantes de países poderosos como os EUA e as potências europeias. Não dá para queimar o filme de um presidente que reúne milhões de brasileiros nas ruas e recebe apoio para fazer O QUE QUISER e mesmo assim opta por se manter dentro das regras constitucionais mesmo quando seus oponentes, entre os quais o próprio poder judiciário, não as cumprem. Não tem como combater com palavras a produção do agronegócio que alimenta 1/5 da população mundial. É impraticável atacar com temas ecológicos um país que mantém intacta, 84% da Amazônia e destina 14% de seu território, de novo, igual à Alemanha + França, para pouco mais se 600 mil índios.

Jair Bolsonaro entrou, se manteve e saiu de pé da ONU. Quem, a exemplo de certa senadora, quiser servir de capacho para estrangeiro pisar que vote em outro candidato em 2022. Pode até ter entrado pela porta dos fundos do hotel em Nova York para frustração de Renan Calheiros e Paula Lavigne e seus 7 militantes. Mas deu um recado claro que enquanto ele for o presidente o Brasil não vai se ajoelhar para entrar pela porta da frente.

Aleijou, calou, prendeu, quem sabe mata algum?

Quem se propõe a comentar a política brasileira tem que se acostumar a chover no molhado. Os mesmos temas são debatidos há anos. Chega a ser vergonhoso ver sequências de capas de jornais e revistas. Fosse eu editor de um desses grandes veículos de imprensa e teria vergonha das manchetes apresentadas nos últimos 5 anos, repetitivas, mentirosas, sensacionalistas e dissociadas da realidade.

Me não são só editores e veículos de imprensa não. Nós, cidadãos comuns, também entramos nesse círculo vicioso não conseguir avançar nos temas que consideramos relevantes. Reclamamos, esperneamos, debruçamos nas redes sociais e na profusão de lives falando de política, vamos às ruas (em menor frequência e presença do que o realmente necessário) e nada muda, exceto para pior.

Recebemos o impacto dos fatos e das notícias, vemos a imprensa, o legislativo e o judiciário adulterando a história enquanto ela acontece, e as versões dos acontecimentos vão ganhando roupas novas até que assuntos novos vão providencialmente surgindo e outros ficando no esquecimento sem terem sido resolvidos.

Parece que todo mundo assimilou que Oswaldo Eustáquio está em uma cadeira de rodas como consequência involuntária de uma prisão ilegal que ele sofreu. E é mais triste assumir que tanto a causa como a consequência já não recebem mais a relevância que tem.

Daniel Silveira, deputado federal eleito, em pleno gozo de seus direitos políticos, detentor de mandato eletivo delegado pelo povo, usufruindo de sua imunidade parlamentar que o protege por “QUAISQUER palavras, opiniões e votos”, está exatamente assim na Constituição Federal, está ilegalmente preso. E que relevância temos dado esse fato cuja gravidade para a democracia e para a própria república só vem se ampliando desde o início?

O jornalista Wellington Macedo está preso há exatos 20 dias. Não come a 18 dias. E só virou comoção porque está fazendo greve de fome. O fato de estar ilegalmente e inconstitucionalmente preso não foi o suficiente para gerar a comoção que devia. Em certos temas o brasileiro pratica a solidariedade platônica. É incapaz de gestos e ações que denunciem seu interesse pela causa.

Em comum entre eles, prisões ilegais e inconstitucionais, ausência de crime e Alexandre de Moraes.

Isso é chover no molhado. Há mais se 2 anos fala-se de Alexandre de Moraes, de suas arbitrariedades, de suas ilegalidades, de suas inconstitucionalidades, até de crimes de responsabilidade. Mas ele continua com a caneta na mão e abusando do poder que ela lhe dá sem que a sociedade tenha, até aqui, sabido enfrentar o sistema que ele representa a cada canetada que dá.

É mais que óbvio que ele não representa a justiça ou a si mesmo, mas uma estrutura de crime organizado em guerra pelo domínio do Brasil. Se é por coação, opção, chantagem ou só porque é mau-caráter mesmo, nem é problema nosso saber. Mas é 100% problema nosso sofrer os efeitos de suas ações e abusos.

Queremos resolver os problemas de cima para baixo o tempo todo, e isso não está funcionando. Insistir em delegar a alguém ou a alguma instituição esse confronto é extrema covardia. O sistema é quase imparável, é bruto, e tem agentes espalhando em todos os setores e níveis do establishment e da própria sociedade. A parcela que ganha dinheiro com a desgraça, com a manipulação da miséria, apoia e promove desgraça e miséria. E não há desgraça pior para um povo e uma nação do que perder todas as suas liberdades.

Precisamos de foco, e insisto que, diante das regras sujas do dia a dia e das regras eleitorais porcas que estão sendo aprovadas no Congresso Nacional, a oportunidade de promover mudanças está principalmente no senado, onde 27 senadores serão eleitos pelo voto majoritário, ou seja, serão eleitos em cada estado os senadores que receberem mais votos, e em 2022 só haverá uma vaga para o senado para cada estado.

Como providência assessoria votar em candidatos a governadores que tenham alinhanhamento real com o pensamento de direita e conservador, repetindo o mesmo dois anos mais tarde nas prefeituras. Mas o foco principal precisa ser o Senado Federal.

Eleger o máximo de senadores alinhados ao conservadorismo de direita significa reequilibrar as forças na balança do Senado. Mas não apenas no Senado. Sendo a casa legislativa que endossa, altera ou derruba os projetos aprovados vindos da Câmara dos Deputados, um senado decente também colocará em equilíbrio o poder no Congresso.

Finalmente, um Senado Federal que tenha a maioria de senadores sem rabo preso com o STF pode dar andamento a projetos e ações que hoje são impossíveis de ir adiante tal é a promiscuidade com que legislativo e judiciário se relacionam.

Não é possível que Alexandre de Moraes esteja fazendo o que faz apenas porque ele quer ou está disputando o troféu de malvado da década. Mas seja lá o motivo pelo qual faz, é inacreditável que sua sanha de justiceiro o faça correr o risco de ter uma morte no cárcere, por greve de fome, de uma pessoa escancaradamente não cometeu e nem ofereceria risco de cometer crime algum. Certamente o abuso de poder em questão não é o dele, mas de quem, por algum motivo que não deveria, pode mais do que ele.

De nosso lado cidadão, também penso que não é possível que estejamos assistindo esse momento dramático vivido pelo jornalista Wellington Macedo, cujo único crime foi trazer fatos e informações e ter tido a coragem de mostrar sua cara para nosso benefício, para que nós, que não somos capazes de nós mobilizarmos de fato em sua defesa, tivéssemos a oportunidade de saber as verdades que a imprensa tradicional não nós contamos. Não desejamos e não precisamos de um mártir. Precisamos é de mais brasileiros corajosos que se disponham a levar.a verdade a cada vez mais pessoas.

Meu conselho a Wellington Macedo: volte a comer. Recupere dia saúde. O povo brasileiro ainda não merece que alguém se proponha a morrer de fome por ele. E nem faça isso pela sua própria dignidade. Se Deus lhe deu a missão de estar nessa situação nesse momento não foi para que esse sacrifício terminasse com o fim de sua vida. Não seja um mártir. Renove a coragem que lhe deu dignidade de chegar até aí por mostrar a verdade que ninguém quer que a gente saiba.

Há 1000 dias a esquerda só pensa naquilo!

Já imaginou que vida miserável passar os dias tramando a desgraça alheia? Engana-se, porém, quem acredita que a desgraça dessa gente mira só o presidente. Ele é apenas o alvo mais óbvio por ter nas mãos o poder que essa bandidagem travestida de esquerda, oposição e justiça queria ter. É desgraça para o povo, para as empresas, para os empregos, para as cidades, estados, e para o país, porque essa bandidagem corrupta só se interessa pelo poder, não interessa os meios ou a quantidade de vítimas necessárias para tal objetivo.

Há 1000 dias esse bando de salafrários trabalha para inviabilizar o Brasil, associado à imprensa nacional e internacional para que o Brasil que avança seja “vendido” para o povo brasileiro e para o mundo como uma ameaça extremista de direita em busca de uma ditadura para chamar de sua. Mas não tá funcionando muito bem.

Perceba que o grande problema desses vagabundos não é a corrupção em si, mas a quantidade de obras até então abandonadas que foram entregues, a quantidade de obras iniciadas e acabadas nesses 1001 dias, o avanço na conclusão da transposição São Francisco dando resultados, diversos leilões de infraestrutura realizados com sucesso, lucro na Caixa Econômica Federal, no Banco do Brasil, no BNDES, na Petrobrás, nos Correios, esses e outros tantos números impressionantes são impossíveis de esconder, especialmente quando a população os percebe se beneficiando deles.

Como a CPI do Renan vai esconder a água do São Francisco chegando no Ceará? Como vão esconder a ponte que fez o caminhoneiro parar de correr perigo atravessando rio em balsas precárias e pagando caro por isso? Como esconder as centenas de poços artesianos que o governo vem abrindo sertão adentro? Como esconder do mundo os 84% de amazônia preservada observável in loco ou através de qualquer sistema de satélite? Como pretendem esconder que, entre todos os países, tivemos a segunda menor queda de PIB durante a Pandemia e devemos crescer 5% esse ano, tornando o desempenho da nossa economia motivo de elogios de organismos internacionais como o FMI?

Consegue imaginar a cabeça do Lula? Do Dirceu? Do Ciro Gomes? E as cabeças dos Três Patetas Omar, Renan e Randolfe, que protagonizam um espetáculo circense há mais de 100 dias sem conseguir provar nada além de que não há e não houve corrupção nesse governo, e que os três são só vagabundos mesmo, chantagistas e achacadores que usam do expediente de expôr pessoas inocentes e comuns atacando suas reputações, apenas para estar em evidência e tentar criar a ilusão de que o presidente é responsável por algum crime que não aconteceu.

Se voltarmos um pouquinho mais no tempo, 1116 dias, para ser mais preciso, tentaram eliminar Bolsonaro da disputa eleitoral através da facada de Adélio Bispo. Um mês antes do primeiro turno das eleições de 2018 eles já pensavam naquilo. Já sabiam o potencial eleitoral de Bolsonaro. Era impossível esconder as demonstrações de milhares de pessoas em qualquer lugar que Bolsonaro ia. Lula estava preso – ainda que, de fato, estivesse hospedado na primeira cela 5 estrelas “all inclusive” do sistema penitenciário brasileiro – a militância da esquerda cabisbaixa, a Lava Jato comendo solta, não tinha como parar aquele fenômeno que acontecia no Brasil. Nem na facada. Nem na fraude eleitoral. Por incompetência até para cometer crime (seria só mais um mesmo), tiveram e terão que engolir.

Nesses 1000, segundo um levantamento diversas vezes citados em Os Pingos Nos Is, o judiciário promoveu 123 intervenções diretas em ações do Poder Executivo, como, por exemplo, impedir a nomeação do Ramagem para o comando da Polícia Federal, prerrogativa única e exclusiva do presidente da república.

As 123 intromissões do judiciário significam a média de uma intromissão a cada 8,1 dias. A maioria atendendo ações do congresso nacional, em especial o Senado Federal, tendo Gazela Saltitante Rodrigues como campeão de ações, e partidos de esquerda como PT, PSOL, PDT, PCdoB, REDE, PSB e demais puxadinhos como principais autores. E o que eles tentam derrubar? Qualquer coisa. Literalmente qualquer coisa. Se o presidente pedir para trocar o garçom que serve seu gabinete ele será contestado no STF e provavelmente o garçom será convocado para depor na CPI do Renan.

Não bastassem as intromissões do judiciário, e dos parlamentares de esquerda através dele, na Câmara e no Senado os dois primeiros anos de governo foram engavetados por Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia. Engavetaram tudo para não dar certo, porque daria certo. Ainda não consigo entender direito porque a reforma da previdência passou. na Câmara dos Deputados já foram apresentados 126 pedidos de impeachment de Bolsonaro, apontando zero crime, ou criminalizando qualquer coisa que ele tenha feito. Em média um pedido de impeachment a cada 8 dias. E ninguém vota nada e quase ninguém propõe nada que seja do interesse da sociedade ou do país. A única coisa que anda, e cada vez mais para trás, é a CPI indecente que trabalha 24 horas para derrubar o presidente da república. 

São 1000 dias de Congresso Nacional, judiciário, imprensa, governos estaduais, governos municipais, Leonardo di Caprio, Greta Thumberg, Emanuel Macron, Joe Biden, Angela Merkel, ONGs, embaixador da China, a própria China e a pandemia tentando abalar e acabar com o governo de Jair Bolsonaro. E não conseguem. E quanto mais ousados são, maiores são as evidências de que esse governo está no caminho certo.

Se você ainda está chateado, ou chateada, porque não apareceu nenhum tanque de guerra na rua no dia 8 de setembro, acalme seu coração. O 7 de setembro não foi em vão, muito pelo contrário. Foi a maior demonstração de poder que já foi dada a essa canalhada que pretende tomar o país na mão grande. Além do barulho das ruas e das forças de segurança estaduais, que se posicionaram abertamente a favor do presidente, essa bandidagem ouviu o silêncio ensurdecedor das Forças Armadas, que a todo momento se posicionou ao lado do presidente da república em defesa da nação, e não na defesa dele, presidente. Não houve contradição sobre as palavras de Bolsonaro “ditas no calor do momento”. Estavam com ele nos palanques em Brasília e São Paulo. Ouviram ele dizer. E não disseram nada.

Os frutos do 7 de setembro não serão colhidos do dia para a noite. Mas já estão sendo colhidos. Barroso ter feito alterações na fiscalização das urnas eletrônicas e incluindo as forças armadas no processo, do começo ao fim dele, serve como exemplo, mesmo que, isoladamente, não pareça significativo.

Mas não imaginemos que a esquerda (oposição ou chame-os do que achar melhor), vai parar, porque não vai. Muito menos ministros como Lewandowski vão parar de fazer o servicinho vagabundo que lhes cabe, afinal está lá para isso. E o grande problema nem é eles não pararem. É o povo cansar e parar, por não entender o quão profundo é preciso chegar para ter resultados. Mas só com o povo participando do processo é que se poderá aprofundar o combate ao sistema como um todo.

Bolsonaro não trava uma briga única. São diversas frentes, por diversos motivos, envolvendo diversos personagens, instituições, às vezes até aliados criam problemas. Necessariamente ele tem que definir prioridades nesses enfrentamentos, e uma das estratégias da oposição a ele é tentar vencer pelo cansaço ou forçá-lo ao erro, com zero sucesso até agora.

E lá se foram 1000 dias, centenas deles desperdiçados com politicagem barata no Congresso Nacional e no judiciário, politicagem vagabunda em estados como São Paulo, Bahia e associados, ou melhor, consorciados – agora não é mais organização criminosa, é consórcio de crimes –  centenas de milhares de empresas e empregos perdidos, mais vidas perdidas para o nível mais rasteiro de política do que para a própria Covid, escandalosos desvios nos mais de 60 bilhões de Reais destinados aos estados e municípios para o combate à Pandemia, e pautas importantes como as reformas administrativa e tributária travadas no legislativo porque todos eles só pensam naquilo.

É muito miserável a vida de quem trabalha apenas pelo mal, pelo prejuízo de alguém, pela destilação diária de ódio. Quem trabalha para o fracasso é doente, inescrupuloso, usa qualquer meio para conquistar seus objetivos, e se vinga a qualquer custo de quem atrapalha ou impede que seja conquistado.

O trabalho da esquerda, da oposição e de qualquer nome que se dê a essa corja, não tem nada a ver com vidas, não tem nada a ver com a pessoa Bolsonaro; qualquer um que não fosse participante desse amontoado seria tratado da mesma maneira que tratam o presidente, como, em menor escala, fizeram com Temer. E não é errado dizer que o judiciário foi determinante para que a instabilidade político-social tenha se mantido até agora. Tudo tem a ver com um tipo de poder que está acima da política, acima das leis, e tem como único temor uma ação militar no país, pois é de fato a única opção de enfrentamento para o tipo de criminalidade que exerce um comando paralelo no Brasil, em cujos bolsos cabem políticos e magistrados, mas não conseguem colocar nenhum militar dentro dele.

Não importa o regime de governo que se estabeleça em um país, se de direita, centro ou esquerda, se socialismo ou capitalismo, se presidencialismo, parlamentarismo ou monarquia, ditadura religiosa ou ditadura com capitalismo de estado, tanto faz. Qualquer regime de governo só se estabelece e se sustenta com o amparo das suas Forças Armadas. São elas as garantidoras da soberania territorial e da ordem.

As Forças Armadas brasileiras não foram cooptadas nem pela direita, nem pela esquerda. Elas seguem estritamente o que estabelece a Constituição Federal, estão ao lado do que está escrito, e lá está escrito que elas servem para defender a pátria de inimigos externos e internos. Durante todo o governo petista foi tentada a cooptação dos militares. Podem até ter promovido e angariado um apoiador ou outro, mas não foi suficiente para subverter a ordem dos quartéis, e estamos vendo isso claramente. Os militares estão atentos ao Brasil, não há pessoa do presidente da república, mas o que o cargo representa e o que tem feito e pretende fazer pelo Brasil. E, convenhamos, entre se posicionar ao lado de Lula ou de Bolsonaro, não deve ser difícil para um militar escolher.

Esse texto acabou ficando mais longo do que eu previ, confesso. E daria para escrever mais uns 50 parágrafos. Mas o que eu quero, de fato, dizer é que esses 1000 dias de governo Bolsonaro foram mais significativos para o Brasil, como país e como nação, do que se possa imaginar. É a manutenção desse espírito de brasilidade e intolerância com bandidos e corruptos que vai nos tirar desse buraco. É crer, mesmo sem ver, que depois do 7 de setembro o combate partiu para outro nível, acordos e conversas das quais não ficaremos sabendo, ou saberemos partir de efeitos práticos.

Mesmo assim, daqui até a eleição em 2022, haverá quem só continue pensando naquilo, porque sabe que a reeleição de Bolsonaro em 2022 é provável e definitiva na mudança que o país precisa e apoia, significando o fim de muita carreira política, e de crimes contra os cofres públicos e contra a nação brasileira.

A CPI antecipou 2026. Você já tem candidato?

Luciano Hang

Ele só tem 58 anos. Empresário de muito sucesso. Vida limpa. Líder nato. Terá 64 em 2026. Talvez seja ele a solução para a sucessão de Jair Bolsonaro, confirmada sua reeleição, ou um candidato capaz de representar a direita diante de outro candidato em 2026.

Nunca ouvi, li ou assisti nada que falasse sobre Luciano Hang ter ambições políticas, mas nada mais legítimo se tiver, tem méritos empresariais e sociais para reivindicar representatividade política. E se iniciar um caminho em 2022 via Senado Federal, Câmara dos Deputados, ou quem sabe até o governo do estado, chega muito forte em 2026, mais ainda se for aliado de Bolsonaro em sua provável reeleição promovida de forma honesta.

Se, de fato, uma candidatura de Luciano Hang se concretizar, Omar Aziz e Renan Calheiros deverão ser lembrados como os primeiros cabos eleitorais do “velhinho de 58 anos da Havan”. Essa talvez tenha sido uma das piores trapalhadas estratégicas que os dois promoveram durante essa CPI. Menosprezaram um depoente importante, completamente limpo. Tentaram fragilizá-lo psicologicamente com ataques de baixíssimo nível, fizeram bullying, usaram a morte da mãe, e não abalaram as estruturas de Hang porque ele contava com a tranquilidade da verdade.

Não vou ficar aqui gastando adjetivos pejorativos para definir essa CPI, todo mundo sabe qual é a jogada ali. O que esses bandidos querem é atingir o presidente da república o máximo possível, pois sabem que derrubar não derrubam, e para isso atingem todo e qualquer cidadão que possa garantir-lhes a evidência permanente na imprensa, e por seguinte o desgaste.

O que está acontecendo, porém, é o escancaramento da falta de decoro parlamentar, da falta de vergonha na cara e da falta de medo de ser interpelado pela verdadeira justiça. Pior do que isso, ter essa justiça como parceira de tantos abusos se poder e arbitrariedades. O que já se viu com pessoas como Dras. Nise Yamaguchi e Mayra Pinheiro, ministros de estado, Luciano Hang, e nesse exato momento em que escrevo está se repetindo com a inquirição do empresário Otávio Fakhoury só acontece porque o Ministério Público e o judiciário permite. Um pela omissão, o outro pela missão mesmo.

A CPI é uma aula e um forte incentivo de como aprender a escolher um senador da república para representar nossa vontade. São aulas magnas de falta de caráter, falsidade ideológica, baixo nível cultural, baixo nível social, fichas corridas na justiça cujos processos dão quilômetro se colocar uma folha ao lado da outra. Canalhas investidos de responsabilidades que não cumprem, e é bom ressaltar que o que delegamos a um senador (o que serve também para qualquer outro cargo eleito pelo voto popular) não é poder. É responsabilidade, com o país e com o povo. E não podemos nos intimidar com o poder que pensam que tem, mas limpar o senado de quem não usa o cargo para cumprir com duas responsabilidades delegadas pelos eleitores.

Esse espetáculo raso, de baixo nível, tão teatral que deveria ter sido financiado pela Lei Rouanet, precisa acabar logo. Esse palanque elevado sobre os caixões das vítimas da Covid precisa acabar. Centenas de milhares de vítimas que poderiam ter sido evitadas se o dinheiro enviado pelo Governo Federal não tivesse sido desviado por governadores, prefeitos e consórcios que essa CPI se negou a investigar, tudo devidamente chancelado pelo STF que retirou do presidente da república o comando do combate à pandemia e permitiu o libera geral para transformarem em festa com o velório dos outros.

É importante observarmos personagens novos no cenário nacional que, ao contrário desses senadores e demais políticos, ganham importância e relevância por suas virtudes, e não pelos seus mais feitos. Gente cujo sucesso e honestidade se pode medir pelas realizações e respeitos, não pelo número de processos que responde e pelos motivos que os responde.

Pense com felicidade e gratidão pelo espetáculo grotesco protagonizado por essa CPI que revela a cara de cada senador como ele realmente é, o que facilita demais na hora de escolher em quem votar e, principalmente, não votar.

Não sei se Luciano Hang tem algum interesse pela política. Para falar a verdade, tendo o sucesso que tem, o dinheiro que tem, eu mesmo não sei se me interessaria. Mas, para quem se autodeclarou ativista político, não vejo como impossível que tenha ambições e digo que são muito bem vindas. E se vier a se confirmar o início de uma carreira política de Luciano Hang, Bolsonaro já tem um sucessor para chamar de seu em 2026, e a esquerda um adversário que veste o verde-amarelo, literalmente.

Muito obrigado Omar Aziz, Renan Calheiros, Randolfe Rodrigues. Agradeço também as participações especiais de Eliziane Gama, Rogério Carvalho, Alessandro Vieira, e mais especial ainda a participação de Humberto Costa. Juntos vocês mostraram ao Brasil o tipo de gente ordinária que não se deve querer para ocupar o cargo de um senador da república. E revelaram que talvez seja melhor gostar de bobos da corte do que viver eternamente sendo feitos de bobos por quem se julga corte sem ser.

A Terceira Via é conseguir te fazer de otário.

Talvez esse artigo se encerrasse já  nesse primeiro parágrafo com a seguinte afirmação: quem discute uma terceira via é à esquerda na tentativa de criar a personificação de uma alternativa de um centro que não existe. Não é a sociedade que busca a terceira via, muito menos a direita. É a esquerda. E se a esquerda precisa de uma alternativa a si mesma, que de todo jeito vai se juntar num segundo turno, ela não tem a menor segurança da própria competitividade, e precisa tentar enganar o eleitor com algum candidato fingindo ser o que não é representando uma proposta que não existe.

Ponha na sua cabeça uma coisa definitiva se você presa seu modo de viver e sua liberdade: nenhum candidato que se apresente como esquerda ou terceira via aliado à esquerda aprofundará a democracia no Brasil. Nenhum deles. Falarão em nome da democracia em uma frase e no mesmo discurso falarão de controle social via liberdade de imprensa, liberdade de expressão, controle de redes sociais, estatização, liberação de drogas, de aborto, ideologia de gênero, igualdade social. E cada uma (deixa) bem claro como pretende fazer e a quem pretende, ou aceita, se aliar para esse objetivo; e outros.

Lula não foi à manifestação organizada pelo PT. E apesar de rir muito com a desculpa infantil de Gleisi Hoffmann de que ele não foi porque arrastaria multidões e a Pandemia ainda não acabou, quem acabou foi Lula. Há quem diga que ele estaria doente de algo, mas isso tem cara mesmo é de não avalizar o fracasso que teria sido exatamente o mesmo caso ele fosse, porque Lula já era. A juventude de esquerda só gosta do Lula na camiseta, a estampa de um Che Guevara vivo que só serve de símbolo, “uma ideia”, como ele próprio se definiu, mas que só serve como ideia, porque na prática essa juventude segue outros líderes.

Ciro Gomes esteve nas manifestações do MBL e do PT. Na primeira falou pra ninguém porque estava vazia. Na segunda, apesar de mais cheia, falou para ninguém porque foi vaiado e retirado sob escolta para não levar paulada, literalmente. Se apropria de parte do eleitorado do PT por aversão a Lula. Desce o c@cet$ em Lula, mas vai morrer abraçado em qualquer circunstância eleitoral, não importa se ele ou Lula cheguem ao segundo turno.  Em uma disputa contra Bolsonaro, Lula e Ciro se aliam até a Sérgio Moro.

Entre os outros nomes possíveis, o PSDB vem com Doria ou Eduardo Leite. Ambas candidaturas natimortas. Provavelmente nenhum dos dois conseguiria se reeleger governador em seus estados.

Sérgio Moro só seria competitivo se tivesse o apoio da esquerda. Ele não consegue nada pensando em eleitorado de centro. Ele é inimigo na direita e na esquerda. E mesmo que se associe a um dos dois, não angaria mais a simpatia, perdeu o carisma. A saída dele do governo foi muito feia, de transformar biografia em prontuário.

Que nomes mais são possíveis? Alessandro Vieira porque vive de cara feia? Cabo Daciolo que sumiu? Marina Silva que surge do abismo da floresta? Simone Tebet, a descontrolada? Flávio Dino, o comunista que foi com Marcelo Freixo fingir ser só socialista light? E tem ainda a Rodrigo Pacheco que, fala sério, não vou gastar tempo falando dele porque ele é um nada e eu ainda não domino a arte de falar sobre o nada.

A esquerda não tem mais domínio das ruas porque não tem mais quem queira ouví-la pelo simples motivo de que ela não tem mais o que dizer. É só comida requentada. Os mesmos apelos que se repetiram pela história em todos os países que foram ameaçados ou dominados pelo comunismo. As mesmas estratégias, as mesmas táticas e um catastrófico dossiê do estado em que ficaram os países que foram dominados pelos comunistas e dos que ainda são. Enche o saco ficar toda hora citando Venezuela como referência, mas é o exemplo mais recente da concretização do domínio comunista, que, como sempre, só se implanta à força, sob total controle social, exercido ditatorialmente.

O que os principais candidatos da esquerda tem oferecido aos eleitores? Regulação dos meios de comunicação, restrições à liberdade de expressão, controle social através da regulação da internet. Algo diferente do que aconteceu na Venezuela e que nesse momento acontece a passos rápidos na Argentina? E digamos que Sérgio Moro, que alguns entendem como de direita, viesse a ganhar a eleição com apoio da esquerda e desse centro, espírita já que não existe. Alguém acha que ele iria resistir à essa agenda da esquerda e se transformar em direita conservador ao colocar a faixa no peito?

A terceira via é um caminho para ser percorrido por otários, não interessa quem venha a representá-la, se vier. É o velho “dividir para conquistar”, oferecendo distrações enquanto leva o eleitor para mesmo destino, não importa o candidato em que ele volte, desde que seja da esquerda. E tá aí a importância dessa discussão de terceira via, levar o eleitor ao “vamos fingir que é para ver como seria se fosse” e quando ele perceber já era.

Enquanto isso, Jair Bolsonaro continua sendo o adversário a ser abatido no segundo turno, e, dado o desespero, fosse eu ele, tomaria muito mais precauções daqui até às eleições. Já tentaram uma vez antes. Tentam via Congresso, judiciário e imprensa há 2 anos e 10 meses. Fizeram até CPI. Colocaram a Europa contra o governo. Deixaram a China interferir na nossa soberania. E ele continua sendo a única opção para impedir que o Brasil se transforme em um país com as características atuais da Venezuela e dominado pela China através de um político brasileiro vendido que termine de entregar o país para os chineses.

Quer uma boa terceira via para se preocupar? Preocupa-se com o candidato ao senado pelo seu estado. O Senado Federal precisa desesperadamente ser reformulado, elegendo senadores com compromissos firmes e sólidos com a direita e o conservadorismo. Serão 27 vagas em disputa, apenas uma por estado e Distrito Federal. Por isso a atenção tenha que ser redobrada, essa disputa tende a ter 2 ou 3 nomes conhecidos, alguns atuais senadores se candidatando a reeleição. É essa quantidade nomes conhecidos que precisam ficar fora, assim como escolher candidatos sem processos na justiça, limpos, e de partidos ou com histórico de apoio ao presidente. Uma mudança radical no Senado Federal propõe um novo equilíbrio de forças entre Senado e STF e também entre Senado e Câmara dos Deputados, onde já é muito mais difícil fazer uma grande mudança, ainda mais agora com essa nova legislação eleitoral que é uma nova fórmula de fazer o eleitor de trouxa de maneira transparente e legal, nem precisa fraudar a eleição. É tudo com aval da justiça eleitoral.

Então, não perca tempo pensando em terceira via para a presidência da república. Pela direita será Bolsonaro. Pela esquerda ainda reservo dúvidas se Lula sai candidato, ou não. As vozes da minha cabeça costumam dizer que não será candidato. Mas será alguém com potencial para ir ao segundo turno. Aí confirmaremos que a terceira via só serviu para distrair nossas atenções, para eu escrever esse artigo e um sem número de posts no Twitter, e para tentar nos fazer de otários mais uma vez, eles inistem em entender que somos. Somos?

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