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A ministra dos direitos humanos e a pilantragem de querer ganhar 61.400 reais

A ministra dos direitos humanos é uma pilantra que quer ganhar 61.400 reais

Não tem outro nome para dar a quem tenta usar de golpe tão baixo para justificar o injustificável.

A ministra dos Direitos Humanos quer acumular sua aposentadoria de desembargadora, que já é paga pelo governo, com o salário de ministra, chegando nesses 61.400 reais. Ela já ganha 30.470 reais de aposentadoria.

Como, em tese, na administração pública ninguém pode ganhar mais que o presidente da república, que é de 33.700 reais, o salário de ministra fica achatado em 3.292 reais, que somando com a aposentadoria fica dentro do limite.

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Se já não fosse absurdo querer passar esse limite, a desembargadora aposentada faz uma analogia da lei com o trabalho escravo, e vai lá na lei áurea para isso, fraudando ideologicamente seu pedido, o mesmo tipo de demagogia e hipocrisia que entende que pedofilia e estupro tem que ser tratada como doença.

Em nenhum momento da carta a ministra dos direitos humanos reclama que é obrigada a ter carro com motorista, direito a usar jatinhos da FAB, cartão corporativo sem limite e imóvel funcional sem pagar aluguel.

Só faltou ela dizer explicitamente que tudo isso é porque ela é negra, e aproveitar o fato para, quem sabe, aumentar o salário por cota racial. Mas só não fez explicitamente, porque quem recorre à Lei Áurea para pleitear salário está falando de racismo e não de escravidão.

A ministra dos direitos humanos, mais que humanos para ela mesma, não faz essa solicitação a esmo ou porque se acha espertinha. Em votação de de abril de 2017, por 10 votos a 1, o STF entendeu que o teto de 33.700 só vale individualmente, ou seja, num único salário. Se a pessoa receber dois salários ou mais, desde que eles, individualmente estejam dentro do teto, tanto faz se a pessoa vai receber 66 mil, 99 mil e daí por diante. STF. 10 a 1. Só Edson Fachin votou contra.

Luislinda Valois, do PSDB, é uma pilantra ideológica. E quem defende o direito dos pilantras não pode continuar defendendo direitos humanos. Ela devia ter vergonha de continuar prestando serviços ao país já que se sente na senzala da república. Mas vai esperar ser demitida uma hora dessas, para poder dizer que sofreu discriminação. Típico.

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HS Naddeo

Brasileiro escrivinhador de ofício, palpiteiro, cheio de opinião, jornalista, publicitário, administrador, marketeiro, anti-petista, anti-corrupção e anti-burrice.