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Ó Minas Gerais! Quem conheceu Dilma não deveria votar nela jamais”

Ó Minas Gerais! Quem conheceu Dilma não deveria votar nela jamais" Esqueçamos por um minuto que Dilma Rousseff presidiu o Brasil duas vezes seguida e tudo de ruim que ela produziu até sofrer o impeachment. O que a credencia a uma vaga no senado? O que a torna a melhor opção para representar o estado de Minas Gerais, para o qual ela deu as costas ainda jovem? Seu passado de guerrilheira? A bomba que ela soltou e que matou o jovem soldado Mário Kozel Filho?

Ok. Passou o minuto. E o que sabemos é que Dilma Rousseff não tem nenhum predicado que a qualifique para o cargo de senadora. Aliás não teria para deputada federal, deputada estadual e nem mesmo vereadora. Muito menos em Minas Gerais.

Dilma Rousseff fez a vida no Rio Grande do Sul. Iniciou-se na política no Rio Grande do Sul. E até as pesquisas indicarem que Minas Gerais era um lugar onde ela poderia ter sucesso eleitoral, seu domicílio fiscal e eleitoral era o Rio Grande do Sul. E porque não se candidatou a um cargo representando o estado que alavancou sua carreira política? Simples. O povo gaúcho sabe quem é Dilma Rousseff.

Essa “mineira de Porto Alegre”, que certamente ficaria perdida se a soltassem em qualquer rua de Belo Horizonte com a incumbência de voltar para casa sozinha, não sabe nada de Minas Gerais. Ela não fala uai, fala tchê. Não come tutu à mineira, come churrasco. Prefere o chimarrão a uma boa cervejinha.

A ligação de Dilma com o Rio Grande do Sul é tão grande que num evento na capital mineira, enquanto presidente, ela não se furtou a chamar o então prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, de “prefeito de Porto Alegre”, vídeo facilmente encontrado na internet, mas que reproduzo abaixo para facilitar a vida dos leitores e leitoras.

O porquê de o povo mineiro colocá-la em primeiro lugar nas pesquisas é daqueles mistérios que só o imaginário coletivo é capaz de responder, pois nem o atual governador de Minas Gerais, o petista Fernando Pimentel, deverá conseguir se reeleger tal a desgraça que ele promoveu no estado desde que assumiu o mandato em 1° de janeiro de 2015.

Dilma Rousseff é uma mentira em pessoa. Tudo nela é falso. A “mãe do PAC”, como Lula a chamava, mostrou-se na verdade uma madrasta malvada, daquelas que fazem os enteados sofrer enquanto usufrui das benesses da posição.

Ninguém explica o motivo do PT ter-lhe dado a vaga de candidata ao senado, pois nem o PT gosta dela, partido ao qual ela se filiou por estratégia e não por afinidade. E é o que ela faz agora ao escolher Minas para concorrer à uma vaga de senadora.

Ela assaltou bancos, soltou bombas, roubou quartéis, além de ter ajudado a orquestrar os movimentos de 1967 e 1968 que levaram à decretação do AI5 pelo governo militar. Foi presa e torturada (há controvérsias) pelo regime como guerrilheira, e jamais combateu o regime militar em nome da democracia, como já foi dito por Eduardo Jorge, Vera Magalhães, Fernando Gabeira, Franklin Martins e até mesmo por seu falecido ex-marido.

Dilma fez parte do grupo de guerrilheiros que queria implantar uma ditadura comunista no Brasil, e essa é a única verdade que pode ser dita a respeito dela.

Desde que passou a integrar o governo Lula, Dilma foi ministra das Minas e Energias, presidente do conselho da Petrobrás, ministra da Casa Civil, estando presente em todos os momentos onde a dilapidação do patrimônio nacional foi tramada e executada, vide a compra da refinaria de Pasadena, que rendeu milhões em propina para os partidos da base de apoio do governo e bilhões em prejuízo à Petrobrás e ao próprio governo.

Envergonhou o Brasil em praticamente todas as aparições públicas que fez em nome do cargo de presidente da república. Dilma saudou a mandioca, enxergou um cachorro atrás de cada criança, decretou a existência da “mulher sapiens” e nos envergonhou diante dos líderes mundiais na ONU sugerindo que os países desenvolvidos poderiam desenvolver uma tecnologia para estocar o vento.

Autoritária, centralizadora, grosseira, foi capaz de agredir sua empregada, Jane, caso narrado pelo jornalista/comunista (não necessariamente nessa ordem) Ricardo Noblat no jornal O Globo logo após a campanha eleitoral. O episódio também é narrado por Felipe Moura Brasil em sua coluna da Revista Veja de 11 de fevereiro de 2017.

“Sim: Dilma Rousseff, aquela que fez campanha em repúdio à violência contra as mulheres, posando ainda de “mãe” dos pobres.”

A “presidenta”, como fazia questão de ser chamada, é uma mulher completamente destemperada. Comprou brigas contra quem não poderia ganhar e acabou sofrendo o impeachment, preservando seus direitos políticos graças ao desprezo à Constituição Federal liderado por Renan Calheiros e avalizado pelo então presidente do STF, o não menos petista Ricardo Lewandowski.

A respeito dela disse o atual candidato do PT à presidência ao jornal O Globo no dia 22 de agosto de 2018: “Dilma não tinha condições psicológicas para lidar com Eduardo Cunha”. E ele foi bonzinho, porque é senso comum entre todos que a cercaram durante os 6 anos que ocupou o Palácio do Planalto que ela não tinha condições psicológicas para nada, muito menos para um país enfiado numa crise monstruosa que ela mesma construiu.

Então pergunto novamente: por que Minas Gerais há de dar a essa mulher a chance de representá-la no Senado Federal?

Não há outra resposta que não seja o aprofundamento do trabalho de preservação da ignorância do povo mais simples, dependente de programas sociais, única coisa que o PT fez com total competência durante os 15 anos e meio que esteve no poder, dando sequência ao que outros governos fizeram desde que o pais foi redemocratizado, certamente contra a vontade dela que sempre sonhou com uma ditadura comunista.

Até hoje, Juscelino Kubitscheck, um dos maiores mineiros e brasileiros que já tivemos, é lembrado por seu slogan de campanha, no qual prometia um projeto de desenvolvimento do Brasil caracterizado pelo slogan “50 anos em 5“. É lembrado também, carinhosamente, pela música “Como pode um peixe vivo viver fora d’água fria. Como pode um peixe vivo viver fora d’água fria. Como poderei viver? Como poderei viver, sem a sua, sem a sua, sem a sua companhia, sem a sua, sem a sua, sem a sua companhia.”

Quanto à Dilma Rousseff como presidentE do Brasil, regredimos 50 anos e 5 anos e meio. Certamente, e fará muito bem à Minas Gerais e ao Brasil, podemos e devemos viver sem a sua companhia.

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Brasileiro escrivinhador de ofício, palpiteiro, cheio de opinião, jornalista, publicitário, administrador, marketeiro, anti-petista, anti-corrupção e anti-burrice.