0

O dia da mentira acabou, mas a mentira chamada Lula continua

O dia da mentira acabou, mas a mentira chamada Lula continuaSão dois os motivos pelos quais as pessoas, mesmo sabendo ser um 1° de abril e sabendo ser esse o dia da mentira, ainda caem nas mentiras que lhes são contadas é o mesmo pelo qual muita gente do povo ainda acredita em Lula: desinformação e confiança.

A gente cai nas histórias mais bobocas porque elas nos são contadas na certeza de que não dispomos da informação correta que confronte a que estamos recebendo, mas, principalmente, porque estamos confiando em quem nos conta, e o que podemos chamar até de ingenuidade.

Lula é uma mentira desde que surgiu no movimento sindical e no cenário político. Trapaceou para alcançar o topo no comando do sindicalismo do ABC, ludibriou os trabalhadores promovendo greves pré-combinadas (e estimuladas) pelos patrões, tinha ligações com os militares que, erroneamente, viam nele um possível líder político, foi dedo-duro durante o regime militar e para ser eleito forjou a mentira de uma carta aos brasileiros que, segundo revelado em delação premiada, foi basicamente redigida por Emílio Odebrecht, fruto do acordo nascido para tornar Lula presidente.

Os primeiros anos do governo Lula serviram para massificar a mentira da “herança maldita” deixada por Fernando Henrique Cardoso, quando o que existia de verdade era um governo que pela primeira vez tinha limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal e a colheita frutos deixados pelo Plano Real. Não se trata aqui de dar méritos para FHC, mas apenas de não tirar o que ele teve de méritos, depois destruídos no segundo mandato de Lula e no mandato e meio de sua sucessora.

Foram os avanços legais e econômicos deixados pelo governo FHC que permitiram ao Brasil surfar na alta das commodities como o petróleo, o minério de ferro, a soja, os grãos em geral, principais produtos que garantiram superávit na balança comercial durante os cinco primeiros anos do PT no poder.

Quando a economia mundial desaqueceu após 2008, esses produtos ficaram em baixa, e ficou insustentável manter a pose de bacana. Então, a cada mexida feita na economia, aliada ao altíssimo custo da manutenção da popularidade de Lula via programas sociais, se transformou numa pazada tirando terra do buraco, que Dilma teve a competência de aprofundar bem abaixo dos sete palmos.

Se o Brasil está vivo hoje, não atribuam isso a Temer, mas, essencialmente, a saída do PT do poder. Temer pode ter contribuído ao escolher Henrique Meirelles, que não é burro, para o ministério da fazenda, levando ao mercado uma sinalização de credibilidade. Mas, de verdade e de fato, a economia não teve melhoras suficientes para merecerem ser comemoradas.

Os 14 milhões de desempregados deixados por Dilma Rousseff chegaram a baixar em quase 1 milhão, as a realidade sempre teima em incomodar, e os resultados do último trimestre, encerrado em fevereiro, mostram que esse índice aumentou novamente e voltou a casa dos 13,1 milhões.

Hoje, Lula faz caravanas para difamar o governo Temer, que com todos os trambiques e tropeços, serviu para que o mundo soubesse que o PT não está mais no poder. Mesmo sendo ele um presidente claramente envolvido em todas as falcatruas petistas e emedebistas dos últimos 33 anos, sua atuação como corrupto foi refreada pela Lava Jato, que esfregou na cara dos brasileiros, e do mundo inteiro, quem são os corruptos, como roubavam, ondem roubavam, quanto roubavam, quem levava grana, quanto levava, como levava, quem eram seus comparsas e etc, etc, etc.

Lula critica a reforma da previdência que ele dizia ser necessária. Critica a reforma trabalhista que ele dizia ser necessária. Tece duras críticas à justiça que ele dizia defender. Distorce dados da economia, ludibria eleitores com discursos de vítima, ataca adversários com versões distintas da realidade, protege aliados e chantageia grosseiramente aqueles que podem salvá-lo da cadeia. E faz tudo isso com base na única coisa que ele e o PT sabem fazer, falsear a realidade e contar mentira.

Lula estupra a confiança da gente ingênua, sem escolaridade, propositalmente deseducada e permanentemente desestimulada a participar da vida política do país. E não tenho medo de errar ao dizer que quem apoia Lula e não é ingênuo, tem escolaridade, teve boa educação e participa da vida política, só apoia por algum interesse ou benefício pessoal. Fora desse grupo, a chance de uma mentira virar verdade depois de contada 1000 vezes é bastante grande.

Só uma coisa pode encerrar esse ciclo da mentira chamada Lula: o início imediato do cumprimento da pena de 12 anos e 1 mês estipulada pelo TRF4 de Porto Alegre, aumentando em 2 anos e 7 meses a pena decretada por Sérgio Moro na primeira instância. É imperativo que esse cidadão seja retirado da sociedade, que seja retirado dele o palanque, o microfone e a claque, para que ele pare de incitar a violência – sim, ele incita a violência – fazendo da mentira, de muitas mentiras, de renovadas mentiras que desmentem as mentiras anteriores, sua principal arma.

A carreira política e subversiva de Lula precisa ter um fim, e esse fim tem que ser dado na próxima quarta-feira, 4 de abril.
Se Lula permanecer solto por um habeas corpus “Mandrake” e a prisão após condenação em segunda instância for derrubada pelo STF, o povo brasileiro terá que, uma vez na vida, encarar a verdade de que somos uma nação de mentira. Ou, finalmente, transformar indignação em ação e impulsionar a tomada das rédeas desse país, ao custo que for.

Essa mentira Lula precisa ser substituída pela única verdade irrefutável que existe sobre ele: condenado a 12 anos e 1 mês de cadeia por corrupção e lavagem de dinheiro. E que venham logo os outros 6 processos nos quais ele também responde por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, além de obstrução de justiça, tráfico de influência, participação em organização criminosa e venda de medidas provisórias. Esse é o Lula de verdade. O resto é tudo mentida.

Você pode gostar de ler também

1° de abril de 2018, o dia da mentira mais sincero dos últimos tempos

 

No Ponto Do Fato