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LULA, O HIV POLÍTICO

MAS, FINALMENTE, A VACINA PARECE COMEÇAR A FUNCIONAR

Lamentavelmente, ela não funcionará nos portadores do vírus. A base de coquetéis de justiça e realinhamento social, os atuais portadores do lulismo poderão até ter uma vida normal, mas jamais deixarão de ser soropositivo.

Tal qual seu homônimo que provoca a AIDS, o lulismo também se utiliza da imunidade para sobreviver. Mas, ao contrário da AIDS, que baixa a imunidade do paciente, o lulismo reforça a imunidade e faz com que ela trabalhe para protegê-lo, fazendo com que fique ocupada o suficiente para não ter forças de combater outras doenças que se aproveitam da falta de vigilância.

Diferentemente da AIDS, todos sabem o Lulismo começou, quem passou para quem, e como se espalhou. O que ninguém consegue explicar é porque não contiveram o avanço da doença na primeira epidemia, conhecida como mensalão. A falta de reação fortaleceu a imunidade e com isso a proteção ao lulismo. O vírus ficou mais forte e mais feroz.

A concentração da imunidade para proteger o Lulismo permitiu também o surgimento de mutações do vírus em forma de cunhas, cabrais, pezões, gleisis, lindberghs… que se aproveitam e passaram a dividir e atacar diretamente órgãos específicos juntamente com o lulismo, acelerando a falência da vítima.

Estudos mais recentes revelam ainda a ação de outros vírus que já se sabia da existência, mas não da capacidade destrutiva. São renans, jucás, aécios, serras, collors, jaders, joesleys e temers que sempre trabalharam em órgãos internos, provocando aquelas doenças difíceis de diagnosticar e que quando são descobertas geralmente é tarde.

A infeção pelo vírus do lulismo, ou de qualquer outra dessas citadas, é grave, e praticamente incurável. Mas, felizmente, um antigo antibiótico que se pensava ineficaz contra esse tipo de vírus mutante, começou a surtir efeitos jamais esperados e reanimando as esperanças de quem sempre acreditou que o lulismo tem cura.

Deve-se ter cuidado com antibióticos genéricos, muitas vezes de marcas famosas. Eles prometem bons resultados, mas acabam apenas reforçando o lulismo. As melhores marcas são as de primeira instância, agem rápido eliminando vírus secundários, mas ao mesmo tempo vai criando um cerco em torno do lulismo de maneira que a expansão fica controlada.

Na segunda fase do tratamento é recomendado o Antibiótico da Justiça de segunda instância, que tem se mostrado ótimo tratamento complementar, as vezes até curando de imediato pacientes que passaram bem pela primeira fase do tratamento.

Antibióticos mais caros do que esses não tem dado resultado, muitas vezes fazendo com que o lulismo se espalhe pelo paciente novamente e comece a apresentar comportamentos anteriores.

De tudo, temos que comemorar que a vacina já existe, já está sendo aplicada, e que as próximas gerações poderão erradicar o lulismo definitivamente, assim como todos os tipos de mutações e variações de uma doença que pode e deve ser combatida fortemente desde o primeiro momento. Não pode deixar espalhar.

Não há com o que se preocupar em relação à doença de Lula. Lula é a doença. A cura atende pelo nome de justiça.

 

No Ponto Do Fato