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Eleições chegando. O futuro do Brasil virá do hospital ou da cadeia?

Eleições chegando. O futuro do Brasil virá do hospital ou da cadeia?Daqui a exatos 20 dias teremos o primeiro turno das eleições 2018, quando termina a palhaçada e a coisa é para valer. Até lá, ainda teremos que aguentar a papagaiada de um excessivo número de candidatos, cuja grande contribuição é reafirmar de que nosso sistema político/eleitoral está completamente falido e que nossa democracia corre perigo.

O absurdo a que chegamos pode ser visto pela divisão das atenções da mídia, entre o hospital e na cadeia. No primeiro, o candidato líder em todas as pesquisas se recupera de uma tentativa de homicídio que, por incompetência do autor, felizmente, feriu apenas o intestino. No segundo, um ex-presidente da república preso, condenado em segunda instância, com 99% dos recursos rejeitados em todas as cortes réu em mais 6 inquéritos e envolvido em mais de 30 investigações sobre corrupção tumultuando as eleições.

Jair Bolsonaro, homem livre, honesto, sem envolvimento com corrupção, independentemente de suas posições ou opiniões, está preso à uma cama de hospital, fisicamente impedido de fazer campanha e consolidar sua vantagem. Já Lula, preso pela justiça, desonesto, faz da cadeia um comitê presidencial usando meia dúzia de marionetes para interferir no processo eleitoral. Ele não quer “fazer” um presidente porque ama o Brasil. Quer eleger um presidente que lhe dê um indulto.

Quando começar o segundo turno ficará transparente para os eleitores o papel que os outros pré-candidatos exerciam até então.
Sem que nenhum deles já se declare derrotado, ou mesmo avente a hipótese de ser, exceto Jair Bolsonaro, todos já falam em possíveis apoios e alianças uns com os outros. PT apoiará PSDB, que apoiará PDT, que apoiará a Rede, que apoiará o PT, que apoiará o PDT… e ainda virão atrás os minúsculos PSOL, PSTU e outros ainda mais insignificantes. Todos contra Jair Bolsonaro.

No andar debaixo, sem condições de vencer as eleições, Meirelles pode até não declarar apoio a um candidato de Lula, mas também não faz a menor diferença o apoio dele a alguém. Ao contrário, o MDB dará seu apoio incondicional a qualquer um dos 4 fantoches de Lula que passar para o segundo turno. Já Álvaro Dias, outro nanico, que se tivesse realmente amor ao Brasil renunciaria agora em favor de Jair Bolsonaro, terá a chance de finalmente dizer de que lado ele está nesse jogo.

Se no começo o projeto de muitos era vencer as eleições, hoje, claramente, é derrotar Jair Bolsonaro, de preferência impedindo que ele vá para o segundo turno. Podem ter certeza que aquela facada não foi mera discordância de pontos de vista políticos de alguém com distúrbio mental. Aliás, ao contar e insistir nessa versão, a imprensa trata a nós como portadores de distúrbios mentais.

O que os brasileiros precisam decidir nessas eleições é se o futuro do Brasil virá do hospital ou da cadeia. O homem que está no hospital sairá dele, tão honesto como quando entrou. O homem que está na cadeia só sairá dela se algum de seus fantoches for eleito presidente. E tão desonesto como quando entrou.

Precisamos pensar seriamente de onde virá nosso próximo presidente. Solto, Lula fará parte do governo de qualquer dos eleitos, inclusive o de Geraldo Alckmin, que era seu candidato preferido. Mas seja lá quem for o candidato para o segundo turno, o inimigo a ser batido é Jair Bolsonaro.

Uma boa maneira de responder à pergunta título é cada um perguntar a si mesmo se somos um país doente ou desonesto. Doenças tem cura. Desonestidade dificilmente.

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HS Naddeo

Brasileiro escrivinhador de ofício, palpiteiro, cheio de opinião, jornalista, publicitário, administrador, marketeiro, anti-petista, anti-corrupção e anti-burrice.