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Bolsonaro, o adversário da esquerda e a verdade dos índices de violência

Jair Bolsonaro, até 2 anos atrás um deputado federal inexpressivo aos olhos do povo e da mídia, só aparecia quando fazia discursos revoltados contra os governos petistas, coisa que ele fez desde sempre, mas que amplificou após a posse de Dilma Rousseff.

Acusam Bolsonaro de homofóbico e vendem uma imagem absurda de que, se eleito, irá criar uma patrulha que vai sair matando LGBTs em todas as partes do Brasil.

A realidade, contudo, é que Bolsonaro ainda não foi eleito, e não tem a menor responsabilidade com os índices de mortalidade LGBT que vêm crescendo no Brasil, exatamente durante os governos petistas. O Gráfico abaixo foi feito pelo Grupo Gay da Bahia e contempla o período de 2008 a 2017. E em que Bolsonaro contribui para esses dados? Nada.

Bosonaro não tem nada a ver com a evolução taxa homicidios LGBT - Fonte Grupo Gay da Bahia/UOL

Evolução taxa homicidios LGBT – Fonte Grupo Gay da Bahia/UOL

Acusam Jair Bolsonaro de ser um estimulador da violência, que quer armar a população brasileira e que com isso os índices de homicídio aumentarão.

O gráfico abaixo, produzido pelo jornal Gazeta do Povo, mostra a evolução de homicídios no Brasil de 2000 a 2016, portanto contemplando todo o período em que o PT esteve no Poder. Curiosamente, as taxas com crescimento mais absurdos se deram no Nordeste, exatamente o reduto petista, tendo como expoentes os estados da Bahia, Rio Grande do Norte, Ceará e Maranhão.

O que Bolsonaro tem a ver com isso? Nada. Os presidentes nesse período foram FHC, Lula 2 vezes e Dilma 2 vezes.

Bolsonaro não tem nada a ver com a evolução taxa de homicídios Brasil 2000 a 2016

Evolução taxa de homicidios no Brasil – Fonte Gazeta do Povo

Outra tese que cai por terra é a estatística dos crimes por armas de fogo após o estatuto do desarmamento que, diga-se de passagem, foi implementado contra a vontade do povo brasileiro expressa através de plebiscito no qual foi se manifestou contra o desarmamento da população. Aliás, atente para a fonte dessa informação logo após a figura abaixo.

Bolsonaro não tem nada a ver com o aumento da taxa de mortes por armas de fogo

Fonte: Movimento Viva Brasil

As falácias não ficam por aí. Jair Bolsonaro é acusado de ser racista e estimular o racismo. O gráfico abaixo mostra diversos dados da violência contra negros até o ano de 2015, e não há absolutamente nada que indique que a eleição de Jair Bolsonaro para presidência venha aumentar esses números, exceto pela necessidade da esquerda em afirmar isso.

Bolsonaro não tem nada a ver com a violência contra negros e negras no Brasil

O fato é que a esquerda está perdida e desesperada. Alguns tentam justificar o ódio reinante no país com a Teoria do Bode Expiatório, de René Girard, quando na verdade esse ódio começou a ser disseminado na medida em que Lula foi obtendo destaque no cenário político e espaço na mídia, disseminando largamente o “nós contra eles” e aplicando a tese do “dividir para conquistar”, de Maquiavel.

Ao atribuir a Jair Bolsonaro todo o ódio reinante no Brasil atribui-se também uma relevância que explica o medo da esquerda ao identificar nele um opositor capaz de pôr freio a toda utopia esquerdista que, como no resto do mundo, foi por água abaixo.

O que se vê é uma juventude ignorante, teleguiada por intelectuais de esquerda que veem seus projetos de poder cada vez mais distantes, que repetem bordões e chavões batidos sem ter a menor ideia da profundidade do que dizem ou ter informações históricas ou estatísticas que comprovem tudo que lhes é dito. E não tem também o menor interesse em saber.

Quem diz aleatoriamente que a corrupção sempre foi a mesma no Brasil, acerta num ponto mas erra em outro. Sempre tivemos corrupção desde o Brasil colônia, mas nunca houve tanto dinheiro disponível para ser roubado como desde a estabilização econômica. Porém, mesmo que a corrupção tenha ocorrido e o dinheiro roubado, independentemente da quantidade, nunca antes nesse país tanto dinheiro de corrupção foi utilizado na compra de deputados, senadores, governadores, deputados estaduais, prefeitos e vereadores para a consolidação de um projeto de poder partidário e pessoal como nos anos do PT.

E, mais uma vez, Jair Bolsonaro não tem absolutamente nada a ver com isso. Todas as acusações que fazem contra ele não encontram eco nas estatísticas e nem se comprovou contra ele nenhum crime de corrupção. Se os filhos se elegeram a cargos públicos não foi ele que os elegeu, foi o povo.

O que Jair Bolsonaro promete é o duro combate à criminalidade, em busca da reversão do primeiro gráfico desse artigo. Nada evidencia, nem mesmo suas declarações estapafúrdias, que os índices dos gráficos sobre violência LGBT ou contra negros terão aumento. Quem afirma isso é a esquerda, através de uma militância ignorante que segue artistas que pensam que pelo simples fato de serem artistas ganham intelectualidade instantânea.

A meu ver, a única coisa que explicaria a aversão e o combate ferrenho da militância de esquerda a Jair Bolsonaro é a Síndrome de Estocolmo, “um estado psicológico particular em que uma pessoa, submetida a um tempo prolongado de intimidação, passa a ter simpatia e até mesmo amor ou amizade perante o seu agressor.” E da parte dos dirigentes partidários, a constatação óbvia de que com a eleição de Bolsonaro o projeto de poder estará acabado.

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HS Naddeo

Brasileiro escrivinhador de ofício, palpiteiro, cheio de opinião, jornalista, publicitário, administrador, marketeiro, anti-petista, anti-corrupção e anti-burrice.