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Afinal, o que querem fazer com as nossas crianças?

QUE TIPO DE ADULTOS ESPERAM FORMAR PARA O FUTURO DO BRASIL E DO MUNDO?

Não bastou a famigerada experiência do Banco Santander no patrocínio de uma exposição que, aliás, é daquelas que pode ser chamar de exposição mesmo, pois expõe, em nome de uma arte questionável, mais imagens que remetem a sexo grupal, pedofilia, sexo com animais.

É hipocrisia dizer que esses tipos de imagens não são facilmente encontrados ou vistos, principalmente, na TV ou na internet, mas para que isso aconteça é necessário que se busque por esse tipo de material, coisa que criança só faz por engano ou por muita curiosidade. E aí entra a diferença da exposição patrocinada pelo Santander, para a qual as crianças foram levadas, ou então teremos que acreditar que um bando de crianças solicitou ver uma exposição de arte moderna que retrata o sexo.

A tal performance de Wagner Schwartz, no Instituo Goethe, foi mais um exemplo do ridículo momento que estamos vivendo. O artista desempenhou sua performance nu, com uma plateia cheia de crianças que interagiram com o corpo de Wagner, nu, como se fosse ele um boneco, ou um brinquedo. Não por acaso, Wagner Schwartz é mais um artista de esquerda, e parece que todos eles só entendem como arte as coisas que tenham sexo ou nus.

Saímos desse absurdo e caímos no absurdo da ideologia de gênero, um movimento que prega a oportunidade da definição e assunção da identidade sexual da pessoa desde a infância. Não se trata mais de aceitar ou não aceitar que uma criança tenha uma tendência homossexual. O propósito agora é incentivar que essa escolha seja feita ainda na primeira infância, através da informação e da experimentação.

Dessa forma, se seu filho de 7 anos disser que quer beijar uma menina, a ideologia de gênero recomenda que você diga a ele: por que não experimenta beijar também um menino?

Podem me chamar de retrógrado, ignorante, estúpido. Podem me enquadrar como extrema direita, conservador ou moralista.

ISTO TUDO ESTÁ ERRADO

A única obrigação que uma criança tem é brincar, e a modernidade vem impedindo que isso aconteça fazendo com que as crianças entrem na escola cada vez mais cedo. E mesmo na escola, uma criança que ainda não está em processo de alfabetização tem apenas que brincar, usufruir com liberdade de expressão essa fase lúdica tão importante.

O que estão fazendo com as crianças, e não apenas no Brasil, é crime.

Os grupos que aplaudem e defendem exposições como a patrocinada pelo Santander ou apresentações como a de Wagner Schwartz, ou ainda, apresentações teatrais como os tais “macaquinhos” no qual um bando de jovens pelados enfiando o dedo uns no rabo dos outros, são os mesmos que condenam casamento de crianças de 9 anos no mundo islâmico.

A atriz Taís Araujo, numa declaração recente a um veículo de imprensa disse que “chega a ficar arrepiada quando vê a filha pequena gostar de princesas, brincar de princesas, que é tudo que ela abomina. E ela mesma, Taís Araujo, que fez papel de mocinha nas novelas, que apresentou o programa Superbonita do GNT por 3 anos. E se espanta porque a filha decidiu que é menina e gosta de princesas.

ENTÃO, REPITO A PERGUNTA: O QUE QUEREM FAZER COM AS NOSSAS CRIANÇAS?

E deixo outra tão importante quanto: O QUE PODEMOS E DEVEMOS FAZER SOBRE ISSO? Porque só farão o que deixarmos fazer.

No Ponto Do Fato